Tudo o que temos a fazer [...] é colocar nosso jeito de viver dentro dos meios ecológicos conhecidos. (Marcus Eduardo de Oliveira)
ISSN 1678-0701 · Volume XX, Número 78 · Março-Maio/2022
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15/03/2022 (Nº 78) EXPERIÊNCIA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PERSPECTIVA CRÍTICA COM OLHAR CONSERVADOR
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EXPERIÊNCIA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PERSPECTIVA CRÍTICA COM OLHAR CONSERVADOR



Dijalma Pereira Núnes Júnior

Especialista em Educação de Jovens e Adultos pela Faculdades Integradas de Várzea Grande-Fiavec. Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). Professor da Educação Básica do Estado de Mato Grosso na disciplina de Biologia. Contato: djalmajrbio@hotmail.com

Gleison Peralta Peres

Doutorando em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Mestre em História pela PUC Goiás. Especialista em Gestão Ambiental, Gestão Escolar e Metodologia do Ensino de História e Geografia. Graduado em Pedagogia e História. Professor da Educação Básica do Estado de Mato Grosso na disciplina de História. Contato: gleisonpp@hotmail.com

Sonia Maria Zanezi Peres

Doutoranda em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e Mestra em História pela mesma Universidade. Especialista em Gestão Escolar. Graduada em Pedagogia e História. Profissional da Educação do Estado de Mato Grosso atuando na Secretaria Escolar. Contato: soniazanezi@hotmail.com



Resumo

Divulgar ações de EA exitosas é o nosso intuito primordial ao escrever este relato de experiências. A partir das teorias EA-Crítica e Conservadora realizam-se diversas abordagens no espaço escolar. O projeto tem como objetivo incentivar os estudantes a refletirem sobre a reciclagem e a sua importância para um mundo melhor.

Palavras-chave: Educação ambiental. Educação Ambiental Crítica. Educação Ambiental Conservadora.



Abstrat

Disclosing successful EA actions made us write this experience report. Several approaches are carried out in the school space, based on theories critical and conservative environmental education. The project aimed to reflect with students on recycling and the importance for a better world.

Keywords: Environmental education, Critical environmental education, Conservative environmental education.



Introdução

É de fundamental importância o esclarecimento e a divulgação sobre a Educação Ambiental nos diversos espaços formais e informais, pois esse é o caminho para formar uma sociedade que compreenda e valorize a defesa do meio ambiente, ciente de que as ações humanas trazem resultados, principalmente quando isso se dá de forma crítica e construtiva.

Este relato de experiência apresenta algumas bases teóricas, que foram divididas em dois blocos teórico-práticos, muito utilizados em nosso país: o conservador, que se caracteriza por ser hegemônico, por possuir em sua prática a aquisição de princípios ecológicos desejáveis, incluindo uma mudança comportamental, já o segundo, de base crítica, estabelece definições contra-hegemônicas e divulga uma nova ética ambiental que busca refletir nas relações entre o homem e a natureza.

Na literatura científica existem múltiplas educações ambientais, cada qual orientada por referenciais teóricos e políticos, em alguns casos antagônicos e que se portam como adversários. Ou seja, a EA comporta conflitos complexos e está repleta de disputas e posições internas. Por isso a importância da base teórica que propomos desenvolver para o nosso projeto de EA.

Acreditamos que nosso projeto contribui para a construção de uma sociedade melhor, consciente das ações de EA, bem como na compreensão dos debates necessários a partir da ciência, colaborando significativamente com os exemplos desenvolvidos em nossa cidade.



A importância da Educação Ambiental na sociedade

EA é fundamental para que as pessoas se tornem mais conscientes sobre a sustentabilidade e a importância de construir um futuro mais limpo para as próximas gerações. Valores sociais, habilidades, competências, métodos e conhecimentos são os pilares da educação ambiental a ser inserida na sociedade.

Nossa intenção é possibilitar de forma consciente a EA em um espaço onde crianças e jovens possam vivenciar de forma lúdica e corporal os mistérios e revelações dos reinos da natureza e sua relação integrada aos ciclos naturais, com a percepção ambiental, semeando no espírito da criança o amor e respeito por todos os seres e preparando os jovens para uma atuação mais consciente no planeta em que vivemos.

A EA deve ser responsável por abranger todos os cidadãos em uma consciência crítica, por um desenvolvimento sustentável e democrático, com o objetivo de contribuir para uma relação saudável entre o homem e a natureza, buscando a preservação do meio ambiente. Objetiva-se pôr em prática a chegada da educação ambiental no ponto de partida para reflexões mais profundas. Sabe-se que conflitos educacionais e multidisciplinares serão inevitáveis na formação de uma sociedade crítica.

Lima (2009, p. 147) reflete acerca da construção da EA no Brasil, afirmando que ela “nasceu como um campo plural e diferenciado que reunia contribuições de diversas disciplinas científicas, matrizes filosóficas, posições político-pedagógicas, atores e movimentos sociais”.

Layrargues (2004, p. 7), nesta mesma perspectiva, aponta que, desde a criação do termo “Educação Ambiental”, diversas classificações e denominações explicitaram as concepções que preencheram de sentido as práticas e reflexões pedagógicas relacionadas à questão ambiental.

Houve momentos em que se discutiam as características da educação ambiental formal, não formal e informal; outros tratavam as modalidades da Educação Conservacionista, ao Ar Livre e Ecológica; outros ainda, a Educação “para”, “sobre o” e “no” ambiente. Tal pluralidade apontada pelos pesquisadores acima referidos leva autores como Layrargues (2004, 2006) e Carvalho (2004) a afirmarem que atualmente não é possível falarmos em EA no singular, sem atribuirmos a ela uma qualificação que lhe forneça uma identidade.

Guimarães (2007), que vem estruturando sua teoria há pelo menos vinte anos, tenta se contrapor à educação ambiental hegemônica que se apoia em uma visão mecanicista da ciência, que simplifica e reduz os fenômenos complexos da realidade a ações comportamentalistas e individualizantes.

Como afirma Freire (1996), o ato de educar é político, logo a educação ambiental não deve se abster de posicionar-se diante dos problemas socioambientais, que possuem sua raiz fincada no modelo econômico capitalista.



Desafios constantes da EA e a responsabilidade coletiva

A concepção de EA é um componente essencial do movimento pelo desenvolvimento sustentável que ganhou popularidade, em escala mundial, desde a última década do século passado e cresce a cada dia, à medida que as crises sociais e ambientais de dimensão planetária continuam ameaçando o futuro da humanidade e do próprio planeta. Sua influência na formulação de políticas de EA por diversos países é amplamente conhecida. No Brasil, por exemplo, muito do que dispõe a legislação sobre essa matéria encontra-se nela ou foi nela inspirada.

Nesse sentido, devemos buscar um posicionamento crítico, tornando os sujeitos envolvidos em cidadãos capazes de rediscutir valores existentes em sua realidade, muitas vezes impostos por uma cultura vigente, além de propor alternativas aos problemas, incentivando a participação popular, em um contexto analítico.

Essa é a compreensão de Freire (1996) para a práxis, presente em linhas gerais em seu livro “Pedagogia da Autonomia”, pois é o que propomos fazer neste relato, buscando descrever um pouco da trajetória da Educação Ambiental (EA), em direção a seus conflitos, divergências, leituras e releituras da realidade, desenvolvendo assim o entendimento da Educação Ambiental Crítica (EA-Crítica) em contraponto a uma Educação Ambiental Conservadora (EA-Conservadora).

Propõe-se neste relato descrever alguns posicionamentos referentes ao “fazer” da EA-Crítica, porque entendemos que ela tem se desenvolvido melhor teoricamente do que na prática. Na verdade, partimos da hipótese de que a EA-Crítica possui reflexões rebuscadas, mas ela própria cai em ações conservadoras (atos falhos), porque a EA-Conservadora tem um fazer muito mais delineado em torno da mitigação dos resíduos, da reciclagem, do individualismo comportamentalista, das variadas formas de fragmentação (separação homem e natureza, campo e cidade, etc.).

A EA-Crítica é reconhecida também por outras denominações, tais como educação ambiental transformadora, emancipatória ou popular, vindo a se consolidar como alternativa a uma educação ambiental hegemônica. Nessa perspectiva de transformação da sociedade, a EA-Crítica é a que se apresenta com mais força em suas propostas, pois visa analisar os problemas socioambientais desde seu início, sendo livre de análises reducionistas ou tendências predominantemente ideológicas do sistema dominante.

Segundo Marques e Dias (2014), a proposta crítica em EA é pouco conhecida e divulgada para a maioria dos profissionais que trabalham especificamente com ela, pois professores, estudantes de licenciatura e pós-graduação e a sociedade civil em geral pouco ou nada conhecem dessa proposta.

Nas palavras de Layrargues (2006, p. 11), não é possível negar a existência de uma disputa ideológica pela produção de sentidos para o universo conceitual da educação ambiental, polarizando as tendências pedagógicas liberais e progressistas, equivalentes, na prática, respectivamente, ao modelo hegemônico da educação ambiental convencional e o modelo contra-hegemônico da educação ambiental popular, crítica, transformadora, problematizada, emancipatória ou no processo de gestão ambiental, conforme denominam os diversos autores que procuram desfazer a homogeneidade conceitual cristalizada na própria concepção de educação ambiental.

A educação ambiental que divulga uma nova ética ambiental, baseada em ideais coletivos e sociais, visando a uma redefinição das relações do ser humano com a natureza, para romper com a ordem política, cultural e econômica dominante, podem ser considerados atributos da EA-Crítica.

Por outro lado, a EA-Conservadora possui um âmbito direcionado, como aponta Guimarães (2007, p. 35), que reproduz a ideologia e os valores do próprio sistema no qual estamos inseridos, sendo pilares da crise ambiental.

Esta Educação ambiental tradicional, não pode e/ou não quer perceber as redes de poder que estruturam as relações de dominação presentes na sociedade atual, tanto entre pessoas (relações de gênero, de minorias étnicas e culturais), entre classes sociais, quanto na relação norte-sul entre nações, assim como também entre relações de dominação que se construíram historicamente entre sociedade de natureza. São nessas relações de poder e dominação que podemos encontrar um dos pilares da crise ambiental dos dias de hoje.

Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN, 1998), a abordagem interdisciplinar nas questões ambientais deve ser tratada como temas transversais. Esse tipo de abordagem no contexto escolar é pouco valorizada e realizada. Bomfim (2008) aponta em seus estudos a dificuldade de diálogo entre as áreas do conhecimento, principalmente entre as ciências humanas e sociais e as ciências naturais, pois a fragmentação dos saberes é um dos obstáculos à interdisciplinaridade.

No artigo 5º da Lei Federal nº 9.795, de 27 de abril de 1999, os objetivos fundamentais da EA são assim traçados: “o desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio, ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos, ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos” (PNEA, 1999, p. 2).



Experiência de EA na comunidade escolar

As iniciativas de EA realizadas em comunidades escolares, voltadas para o âmbito ambiental, são fundamentais para a compreensão do tipo de sociedade que queremos, sejam elas com perspectivas e análises conservadoras ou críticas.

Esta proposta pode ser classificada de acordo com as contemporâneas reflexões acerca da EA. Cabe responder se este projeto seria representativo de uma EA conservadora ou EA crítica e emancipatória. Neste caso apresentamos o projeto de EA desenvolvido na escola da rede estadual de Pontal do Araguaia, estado de Mato Grosso.

Foram desenvolvidas ações de EA, na sala de aula, proporcionando aos estudantes uma nova perspectiva, inclusive apresentando as teorias de EA-Crítica e EA-Conservadora, buscando a reflexão nas aulas sobre a conscientização do cuidado com o meio ambiente, a valorização da própria vida, exemplificando através da própria experiência do cotidiano, o que devemos deixar para as futuras pessoas que aqui viverão.

Ainda nesse sentido, foram tratados assuntos relevantes que ressaltavam a importância da reciclagem e os cuidados que se deve ter com meio ambiente. Essa temática foi desenvolvida no ambiente escolar, de maneira lúdica, criativa e diferenciada para incentivar o aluno a proteger e preservar o meio ambiente.

No desenvolvimento do projeto, evidenciamos o desenvolvimento do estudante e suas habilidades, como elaborar, refletir, selecionar, ampliar, pesquisar, argumentar, saber respeitar a opinião dos colegas, trabalhar de forma cooperativa, desenvolver a autonomia e a responsabilidade.

Tomamos como base a afirmativa de Hernández (1998), que vai ao encontro do objetivo geral do Projeto: Reciclar e Reinventar, que é fazer com que o estudante compreenda o processo de reciclagem e sua importância para a sociedade utilizando-se do artesanato como uma ação direcionada.

Foram trabalhados os seguintes conceitos baseados em Currie (2000, p. 36), a consciência pessoal visando à responsabilidade particular para com o meio ambiente; a observação detalhada; a organização; a análise; a comunicação; o uso da imaginação e da criatividade; o estabelecimento da segurança e da autonomia na aprendizagem, promovendo uma visão integrada do mundo em que vivemos.

Assim, a importância deste projeto justificou-se por considerar a reciclagem o processo criativo mais eficiente e ecologicamente responsável no trato de plástico, vidro, metal, papel e papelão. Para Guimarães (2005), é pela gravidade da situação ambiental em todo o mundo que se tornou necessária a implantação da EA para as novas gerações em idade de formação de valores e atitudes, como também para a população em geral, pela emergência da situação em que nos encontramos.

Projetos que envolvem essa temática vão ao encontro das ações que visam minimizar a questão ambiental. Optou-se pela reciclagem por considerá-la de baixo custo econômico, pois poupa-se a produção de materiais que demandariam uma grande extração de matérias-primas da natureza. Há também grande economia de energia e água, que seriam usadas na produção de novos produtos.

Sob o aspecto pedagógico, Marodin e Morais (2004) afirmam que o processo da reciclagem do papel desperta muito interesse nos estudantes, principalmente ao ver a nova folha de papel formada a partir do que seria descartado. É um grande exemplo de transformação do que iria para o lixo para instigar o aluno a aprender e entender todo esse processo.

Devido a isso devemos enfatizar a educação e a conscientização no ambiente escolar de ações de sustentabilidade usufruindo do nosso ambiente de forma responsável, destacando a real importância da reciclagem, a qual diminui a poluição, preservando o meio ambiente para que nós e as futuras gerações possamos usufruir do ecossistema local.

Contudo, é importante que o educador trabalhe a integração entre o ser humano e o ambiente e se conscientize de que o ser humano é natureza e não apenas parte dela. Para a realização de uma educação para a transformação da sociedade em um mundo mais equilibrado social e ambientalmente, é necessário resgatar o planejamento como uma ação pedagógica necessária.

Comunidades sustentáveis e protagonistas de seu próprio desenvolvimento, pleiteando direitos e acessando recursos de forma autônoma e independente, têm como missão, de acordo com Espadaro (2013, p. 9), “gerar um legado de sustentabilidade nas comunidades onde a Alcoa atua”. Tal binômio seria a forma de promoção do que o Instituto Carakura nomeia Desenvolvimento Sustentável Local, que possivelmente aconteceu no desenvolvimento do projeto.

É de responsabilidade de todos, ignorando a divisão da sociedade capitalista em classes, valendo-se do uso de palavras e expressões despolitizantes, presentes no contexto de apoio Sustentabilidade, Participação, Aprendizagem Social.



Considerações finais

Sob a perspectiva da EA Crítica, buscamos contribuir para a formação de pessoas mais reflexivas, críticas e participativas e também envolver a sociedade na inclusão dessa perspectiva no cotidiano. Com essa base teórico-ideológica pretendemos colaborar para a recuperação das áreas externas, e dessa maneira estimular a utilizarem em suas atividades pedagógicas, de forma a garantir um processo de ensino-aprendizagem mais rico e estimulante.

Práticas em “educação ambiental” encontram-se, quase sempre, descontextualizadas da realidade socioambiental. Outro ponto é que os atores envolvidos no processo nem sempre estão capacitados a entender criticamente as dimensões econômicas, históricas, biológicas e sociais dos problemas socioambientais, levando a EA a um conjunto de práticas pouco críticas, que não questionam as verdadeiras raízes do problema. Por isso a necessidade de maior compreensão das pessoas que estejam à frente de projetos de EA.

Em razão do exposto, acreditamos que as propostas de EA possam modificar a realidade social da comunidade e dos próprios indivíduos, para o pleno desenvolvimento das questões socioambientais.



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Ilustrações: Silvana Santos