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É com muita alegria que lançamos a 96ª edição da Revista Educação Ambiental em Ação, apresentando experiências que, embora diferentes em dimensão, contexto e alcance, têm algo essencial em comum: mostram que a Educação Ambiental acontece de muitas formas e em todos os lugares onde alguém decide transformar conhecimento, sensibilidade e preocupação em ação.
Nesta entrevista, veremos como em diferentes campos de atuação, Roberto e Sandra aproximam turismo, alimentação, biodiversidade e contato com a natureza, construindo experiências que ajudam a revelar como atividades profissionais e escolhas cotidianas podem estabelecer relações mais cuidadosas com o ambiente. Eles são administradores da Recanto da Mata Pousada, em São Francisco de Paula (RS)
...En la naturaleza están nuestras raíces y si nos alejamos de ella, nuestro espíritu se debilita...
...Necesitamos aprender a salir del dominio del pensamiento y la locución y entrar en el mundo de los sentimientos, las emociones, las sensaciones, el amor y la intuición, porque pueden revelarnos mucho más de nosotros mismos y de la vida, de lo que podemos imaginar.
...Ser sensibles -de algún modo- es ser conscientes de nuestra capacidad sensorial y perceptiva... es dejarnos conmover por los sonidos; por las palabras con corazón; por las actitudes amorosas… por las melodías de la vida y -también- por los silencios profundos que a veces nos abrazan.
As mudanças climáticas são um dos grandes desafios da atualidade e exigem ações que contribuam para a preservação do meio ambiente e para a conscientização da população. Com o objetivo de conhecer uma ação local voltada à mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, realizei uma entrevista com Adriana Backes, professora da Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo e participante do Projeto Praça Frutífera, desenvolvido em uma praça pública do município. Escolhi esse projeto porque já o conhecia por meio das redes sociais da professora e tive interesse em compreender melhor como ele surgiu e quais impactos vem proporcionando à comunidade.
Com uma máscara de gás no rosto, o uruguaio Mathias Ferreira, 25, consultor ambiental, caminha por praias brasileiras recolhendo plástico e outros resíduos encontrados nas encostas. O jovem fez uma grande "caminhada" do Brasil ao Uruguai com a missão de recolher todo o lixo que encontrava na faixa de areia.
Por ser uma escola rural, a instituição proporciona aos alunos experiências ligadas à vida no campo, incluindo atividades de plantio, cultivo e colheita de alimentos, além do contato direto com a natureza.
Trabalhadores da cadeia de reciclagem seguem, em grande parte, na informalidade, sem remuneração pelos serviços ambientais que prestam e expostos a condições degradantes de trabalho.
Uma das formas de preservar, ou nem tanto preservar, mas uma forma de denunciar, de despertar, de chamar atenção para o cuidado e respeito com a natureza, ou até para conhecermos o que não podemos ter acesso, é através da arte.
Obra disponível para download gratuito. Essa história faz parte de uma série de temáticas que servirão como recurso didático para as causas ambientais e de educação ambiental. A produção de livros infanto-juvenis com temáticas voltadas ao meio ambiente é uma das grandes proposituras do Projeto de Inovação Pedagógica.
O Planeta na Escola lançou um curso virtual gratuito e um e-book voltados à formação de professores da educação básica, utilizando o cinema brasileiro como instrumento para trabalhar educação ambiental, cidadania e pensamento crítico.
Um livro de colorir (para baixar) pode ser muito mais do que uma atividade recreativa. Essa é a proposta do Lapigoods, projeto lançado pelo Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (Lapig) da Universidade Federal de Goiás (UFG), que transforma conhecimentos científicos sobre os biomas brasileiros em uma experiência de educação ambiental acessível e interativa.
No tabuleiro colorido do Jogo do Clima, o percurso não é linear. Ele serpenteia entre sol, nuvem, chuva, lua, arco-íris e personagens infantis, como se traduzisse uma verdade que a escola ainda custa a incorporar: entender a crise climática não é decorar conceitos isolados, mas aprender a navegar um sistema complexo, desigual e muito incerto.
Publicação da Série Produtor Rural da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP tem download gratuito e busca contribuir para a promoção de uma educação ambiental crítica.
A ora-pro-nóbis é uma PANC com ótima aplicação em receitas, pois suas folhas apresentam textura macia, de modo que facilita o preparo de farinhas, sucos, saladas, refogados e massas de tortas.
Os estudantes das turmas da manhã e da tarde do 4º ano do Curso Técnico Integrado ao Ensino Médio em Meio Ambiente do Campus Viamão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) participaram de aulas práticas sobre Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), desenvolvidas na disciplina de Agroecologia.
Educadores e Educadoras Ambientais voltam a se encontrar para reconstruir caminhos, fortalecer redes e mobilizar territórios rumo a sociedades sustentáveis. 23 a 28 de novembro de 2026 — Brasília, DF. Construído historicamente pela Rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA), o Fórum promove o diálogo entre diferentes territórios, saberes, práticas e sujeitos comprometidos com a construção de sociedades sustentáveis, justas e democráticas.
O Congresso Mundial de Educação Ambiental é o principal encontro global para educação ambiental e educação para o desenvolvimento sustentável. Há mais de duas décadas, reúne pesquisadores, educadores, instituições, ONGs e agentes de mudança que moldam a forma como o mundo aprende a viver dentro dos limites planetários.
O VI CONACEA é um evento técnico científico on-line, que será realizado de 26 a 29 de outubro de 2026, 100% online. Reúne pesquisadores, profissionais, docentes e estudantes, para uma jornada de atualização, inovação e troca de experiências sobre os avanços mais recentes da área.
Evento ocorre nos dias 6 e 7 de outubro e terá como tema “Agroecologia frente às crises climática, alimentar e territorial”. As inscrições estarão abertas até 14 de setembro de 2026.
A atividade integrou a programação do Agosto Indígena e foi realizada por meio de articulação entre as secretarias municipais de Direitos Humanos e Cidadania, do Verde e do Meio Ambiente e de Educação, por meio da Diretoria Regional de Itaquera, com participação das equipes da SME.
A Baixada Santista recebe[u], entre os dias 13 e 22 de julho, jovens de diferentes estados brasileiros para uma imersão voltada à conservação dos oceanos e à formação de novas lideranças socioambientais. A iniciativa faz parte do Coletivo Jovem Mantas 2026, promovido pelo Projeto Mantas do Brasil em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.
As ações de Educação Ambiental fazem parte da primeira fase da operação Guardiões do Bioma, que integra o Plano de Educação Ambiental – PEA do Corpo de Bombeiros como parte da operação Amazonas+Verde. Ao todo, 4.700 estudantes e professores de Humaitá, Boca do Acre, Lábrea, Apuí, Manaquiri, Manaus, Nhamundá, Itapiranga e Manicoré foram alcançados com a iniciativa. 150 indígenas das etnias Parintintin e Tenharim também participaram das atividades.
As atividades envolveram crianças, adolescentes e membros da comunidade em momentos de aprendizado sobre a preservação da fauna e da flora. De forma lúdica e interativa, os participantes puderam ampliar os conhecimentos sobre os biomas brasileiros, especialmente o Cerrado e a Amazônia.
A Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, promove neste mês uma ampla programação de atividades voltadas à educação ambiental, à sustentabilidade e ao enfrentamento dos desafios climáticos.
Em um cenário marcado pelo agravamento das emergências climáticas e degradação ambiental, o Jardim Botânico Professor Ivan Coelho Dantas, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), trouxe para o 3º Encontro de Educação Ambiental, um amplo debate sobre a importância da preservação da Caatinga. Com o tema “Caatinga: conservar, educar e florescer”.
A consciência ambiental construída desde a infância contribui para formar cidadãos mais engajados na defesa da natureza e no uso responsável dos recursos naturais.
A 2ª Semana do Meio Ambiente, promovida pela Tribunal de Justiça de Sergipe, promoveu uma série de atividades voltadas à promoção da sustentabilidade, à educação ambiental e ao respeito da vida animal.
Como dizia Whitney Houston, a crianças são o futuro da humanidade. Quando jovens criam soluções sustentáveis para resolver problemas que contribuem para a degradação ambiental, surgem motivos concretos para acreditar num futuro melhor. É exatamente esse o caso de Lucas Tadao Sugahara Wernick, um estudante brasileiro de apenas 14 anos, que desenvolveu bandejas biodegradáveis feitas a partir de resíduos naturais, como casca de mandioca e galhos de araucária, para substituir embalagens de plástico e isopor.
Nova publicação da coleção Agenda Política Pública destaca a urgência de financiamento, inclusão de novas vozes e o papel dos governos locais no empoderamento de jovens diante da vulnerabilidade socioambiental – download da obra gratuito.
A área de corpos hídricos naturais do Cerrado, como rios e lagoas, diminuiu 38% desde 1985, uma redução de cerca de 348 mil hectares, aponta levantamento coordenado por pesquisadores do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) para a quinta coleção do MapBiomas Água. No mesmo período, corpos hídricos antrópicos, como reservatórios e barragens hidrelétricas, passaram a ocupar uma área 87% maior, com um acréscimo de 496 mil hectares.
Pesquisadores apontam que a maior planície alagada do mundo está sendo afetada negativamente pelas atividades humanas e pelas mudanças climáticas; níveis de precipitação não têm sido suficientes para recuperar o estoque hídrico do bioma.
Embora a sustentabilidade esteja cada vez mais presente nas discussões sobre consumo, reciclagem e preservação ambiental, o conceito de economia circular ainda é desconhecido por uma parcela significativa dos brasileiros.
A cartilha Plantas Medicinais e Fitoterápicos: como usar com segurança (disponível para download gratuito) foi desenvolvida com a finalidade de orientar o uso seguro de plantas medicinais e fitoterápicos pela população. Ela apresenta, de forma clara e acessível, as diferenças entre plantas medicinais e fitoterápicos, os cuidados necessários ao utilizá-los, mitos e verdades sobre seu consumo, além de instruções sobre preparo e armazenamento.
Essa exposição reúne as produções dos alunos inspiradas nos mosaicos amazônicos. Em um primeiro momento, o trabalho é desenvolvido em sala de aula, onde os estudantes têm a oportunidade de criar desenhos manuais, explorando traços, formas e elementos da cultura regional. Muitas dessas produções se transformam em obras artísticas que são reproduzidas em telas. Para esta mostra, reunimos trabalhos catalogados com temáticas ligadas às lendas amazônicas.
Celebrado em 22 de agosto, o Dia do Folclore é uma data que valoriza os saberes populares que atravessam o tempo e moldam a identidade de diferentes regiões do país. Nas comunidades localizadas ao longo da BR-319, que liga os estados do Amazonas e Rondônia, esses saberes fazem parte da vida cotidiana e se manifestam de forma espontânea em rituais, danças, lendas, produção artesanal, culinária, cantos e festas.
Uma crise de burnout levou uma mulher a construir uma nova carreira mais próxima da natureza, em uma das cidades mais desmatadas da Floresta Amazônica. Em Altamira, um pequeno negócio transforma papel reciclado em folhas com sementes que germinam em flores, ervas e até plantas nativas, unindo criatividade e sustentabilidade.
Uma estrutura em formato geodésico onde as sementes cultivadas se transformam em alimento saudável, sala de aula e ponto de encontro para a comunidade. Essa é a proposta do Projeto Frutos da Terra, que leva agroecologia e educação ambiental a diferentes territórios do Rio Grande do Sul por meio da implantação e revitalização de hortas comunitárias.
A iniciativa, criada em 2022, transforma resíduos que seriam descartados em acessórios e outros produtos sustentáveis, promovendo educação ambiental, economia circular e formação prática para estudantes universitários.
Os estudantes do 5º ano do Colégio SATC desenvolveram uma exposição que uniu sustentabilidade, arte e inteligência artificial. A partir de personagens criados com materiais recicláveis, as turmas produziram histórias transformadas em animações digitais.
Para a coordenadora de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Educação, professora mestra Thatiane Bittencourt, iniciativas como essa ajudam a transformar informação em consciência e aproximam os estudantes da ciência.
Entre flores, jardins e pequenas colmeias, os estudantes de seis unidades da Rede Municipal de Ensino de São José dos Pinhais terão a oportunidade de aprender sobre biodiversidade, polinização e preservação ambiental na prática.
A programação inclui contação de histórias protagonizada pelo personagem Biguá, que aborda, de forma lúdica, temas relacionados à preservação da natureza e à responsabilidade individual na proteção do meio ambiente.
Nas bases sociais, as atividades do período uniram educação ambiental, resgate da cultura popular e criatividade, transformando materiais simples, como retalhos de tecido e argila, em experiências de aprendizado e afeto.
Promover a cultura da economia circular e de baixo carbono entre alunos de escolas públicas brasileiras. Essa é a missão do Eras, jogo de tabuleiro criado pelo Instituto Orizon Social como plataforma de educação ambiental distribuído para escolas.
O Jardim permite que os profissionais desenvolvam atividades voltadas à ciência, à educação ambiental e ao desenvolvimento sensorial das crianças, promovendo inclusão e educação ambiental de forma concreta e didática.
Um programa criado pela Prefeitura de Bombinhas para aproximar crianças e jovens da cultura do mar e da sustentabilidade acaba de conquistar projeção nacional. A Escola do Mar foi a vencedora do Prêmio Inovação Aquícola 2026, na categoria Sustentabilidade, durante a Aquishow Brasil, um dos principais eventos da aquicultura brasileira.
A fotografia é a principal ferramenta do Projeto Água Vida, criado por Mario Barila. Economista de formação, Barila passou a se dedicar a essa arte depois da aposentadoria, tendo como mentor o fotógrafo Araquém Alcântara. Sensibilizado pelas desigualdades sociais e pelos desafios observados em suas viagens, encontrou nesse caminho uma forma de dar visibilidade a causas de preservação ambiental e mobilizar pessoas em torno delas.
A creche havia obtido reconhecimento nacional no concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar 2026, promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Agora, conforme a Semed, a inauguração visa fortalecer a promoção de Plantas Alimentícias Não Convencionais (Pancs) na merenda escolar e incentivar práticas de economia circular entre as famílias e a comunidade escolar.
Um “trabalho de formiguinha”, capaz de despertar a consciência ambiental e o amor pela natureza, foi criado e desenvolvido em Campinas pela jornalista e técnica em meio ambiente Luciane Borrmann, há oito anos, por meio do programa voluntário “Caminhada Floresta Saudável e Comunidade Saudável”.
O Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) João César Domingos da Silva inaugurou, nesta quarta-feira (29), o projeto de hidroponia "Cantinho Verde", uma iniciativa que alia educação ambiental, sustentabilidade e alimentação saudável. O espaço foi desenvolvido para proporcionar às crianças experiências práticas de aprendizagem e contribuir com a produção de hortaliças que passarão a complementar a alimentação escolar da unidade.
O projeto busca fortalecer a educação ambiental, incentivar o protagonismo juvenil e aproximar escolas, comunidades e o setor mineral, contribuindo para a formação de jovens mais preparados para os desafios do futuro [...] A proposta foi utilizar o audiovisual como ferramenta para estimular a conscientização socioambiental e o protagonismo juvenil.
Estudantes de escolas da Zona Oeste do Rio de Janeiro estão participando de uma iniciativa que combina educação musical e conscientização ambiental. Desde fevereiro, o Projeto Flautistas da Marambaia passou a realizar suas atividades no Sítio Roberto Burle Marx, reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco, ampliando as oportunidades de aprendizado em contato com a natureza.
Durante o encontro, os jovens participaram de atividades e orientações sobre o impacto do plástico no meio ambiente, incluindo a importância de reduzir o consumo e evitar o descarte inadequado. Como etapa final, os jovens foram convidados a assumir compromissos com o meio ambiente, escolhendo uma ação prática que pretendem colocar em prática no cotidiano.
Durante mais de 40 anos, a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) vem demonstrando que conservar a biodiversidade significa muito mais do que proteger áreas naturais: representa geração de empregos, recuperação de espécies ameaçadas, proteção de rios, fortalecimento de comunidades e criação de novas oportunidades de desenvolvimento a partir da floresta em pé. Essa visão acaba de conquistar reconhecimento internacional.
A fotografia como instrumento de aprendizagem e conscientização ambiental. Essa é a proposta do projeto de extensão "Fotogeografia: um olhar pelas lentes da educação ambiental", desenvolvido pelo Núcleo de Ensino de Geografia e Assuntos Ambientais (NEGEAM) da Universidade Federal do Maranhão.
A atividade é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), por meio da Gerência de Educação Ambiental (GEA), e propõe uma experiência prática de aprendizagem em contato direto com a floresta, suas trilhas, nascentes, elementos históricos e paisagens naturais.
A ação, intitulada “Curso Cozinha Saudável – Colorau/Urucum”, trabalhou de forma prática o preparo artesanal do colorau, produto extraído das sementes do urucum, muito presente na culinária brasileira e nos costumes das comunidades do campo.
Conhecer a biodiversidade brasileira de perto, entender como os seres vivos se relacionam com o meio ambiente e descobrir a importância da conservação ambiental são algumas das experiências proporcionadas pelas visitas guiadas ao Espaço Biodiversidade do Centro Universitário Fundação Santo André (FSA).
Territórios Sustentáveis reúne uma série de iniciativas desenvolvidas em diferentes unidades escolares, com foco em educação ambiental, fortalecimento comunitário e valorização dos territórios onde as escolas estão inseridas.
Com olhares curiosos, perguntas sem fim e sorrisos de encantamento, estudantes da Escola Municipal Monsenhor Frederico Chaves participaram da aula inaugural de educação ambiental promovida pelo Sebrae Maranhão, Secretaria Municipal de Educação (Semed) e Reserva do Congo.
Promovida pelo PET Vila Boa – Programa de Educação Tutorial, iniciativa vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a oficina utiliza a ludicidade como ferramenta de educação ambiental, estimulando o pensamento crítico e o letramento científico por meio de desafios e dinâmicas participativas.
A Serra do Japi é alvo de programas de educação ambiental que buscam ampliar o conhecimento da população sobre a importância da conservação de um dos principais remanescentes de Mata Atlântica do Estado de São Paulo.
O Programa de Extensão Ecoedu Ambiental, da Faculdade de Tecnologia (FT) da Unicamp, em Limeira, completou 20 anos e, além de comemorar os resultados, quer celebrar as perspectivas de futuro.
A iniciativa, criada em 2022, transforma resíduos que seriam descartados em acessórios e outros produtos sustentáveis, promovendo educação ambiental, economia circular e formação prática para estudantes universitários.
A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), realizou mais uma etapa do projeto Guardiões do Clima, iniciativa itinerante que forma lideranças ambientais entre estudantes da rede municipal de ensino.
A iniciativa busca conscientizar crianças e adolescentes sobre a importância da preservação do meio ambiente, da fauna e da flora, além de alertar para os riscos da soltura de balões.
Mais do que plantar árvores, cuidar da Amazônia significa fortalecer quem vive nela. É nas escolas, nas comunidades ribeirinhas, nos quilombos e nos espaços coletivos que o compromisso com o meio ambiente ganha forma todos os dias, por meio de pessoas que preservam os rios, cultivam a terra e mantêm vivas as relações com seus territórios.
O Guardiões da Amazônia é um projeto de educação socioambiental realizado pela Amazônia B, com apoio da BIC Amazônia, que promove atividades educativas voltadas à sustentabilidade, preservação ambiental e protagonismo dos estudantes em escolas públicas, unindo conhecimento, arte, tecnologia e práticas sustentáveis.
No ano em que o Centro Municipal de Educação Ambiental Nestor Weiler (Cemea) celebra seus 15 anos de atuação, a Festa de Inverno reafirmou a proposta pedagógica da instituição de promover uma educação ambiental que articula natureza, cultura, território, ciência, arte e sensibilidade, fortalecendo experiências que aproximam crianças, famílias e comunidade dos ciclos naturais e das tradições culturais.
A pesquisa desenvolvida durante o mestrado da estudante, sob orientação da professora do Departamento de Biodiversidade, Evolução e Meio Ambiente (Debio) Eneida Eskinazi Sant'Anna, investigou os impactos dos incêndios florestais sobre os ovos de resistência de invertebrados aquáticos. Publicado na revista científica internacional Hydrobiologia, o estudo demonstrou, pela primeira vez, que as queimadas podem comprometer a regeneração de populações desses organismos e reduzir significativamente a biodiversidade de ecossistemas aquáticos temporários.
Promovida pela Caravellas “Escola de Vela” em parceria com a Casa Beija-Flor – Casa da Criança de Caraguatatuba, a iniciativa contou com diversos apoiadores, incluindo a Secretaria de Turismo.
Criada em 23 de julho de 2013, a unidade surgiu como resultado de uma compensação ambiental decorrente de um crime ambiental registrado na comunidade Bela Vista. Desde então, passou a integrar a estrutura da Semed, tornando-se um espaço dedicado à educação ambiental, à formação cidadã e ao fortalecimento dos vínculos com a comunidade.
Com a intensificação do período de estiagem na região amazônica, a Prefeitura de Rio Branco tem ampliado as ações de educação ambiental voltadas à prevenção de queimadas urbanas e florestais. Entre as áreas contempladas está a Área de Proteção Ambiental (APA) Raimundo Irineu Serra, considerada estratégica para a conservação da biodiversidade e a qualidade de vida da população.
Calor intenso, descida rápida dos rios, isolamento geográfico de cidades e comunidades no interior e dificuldade de acesso a serviços básicos. Esses são alguns impactos causados pela seca, que podem ser agravados com a possibilidade do pior El Niño dos últimos anos, segundo agências climáticas globais. É nesse contexto que a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) lançou o projeto “Sementes do Amazonas”.
A cidade de Resende celebra mais uma conquista de relevância nacional. O município foi agraciado com o prêmio na categoria Prática Inspiradora na 9ª Campanha #AprenderParaPrevenir: Cidade sem riscos. A iniciativa, organizada pelo Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), reconheceu o projeto “V Fórum Infantojuvenil de Meio Ambiente”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação.
O projeto Ambiente em Foco Virtual, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA), segue ampliando o acesso à educação ambiental e promovendo a formação de cidadãos comprometidos com a sustentabilidade. Entre fevereiro e junho de 2026, a iniciativa reuniu 866 participantes em palestras e atividades formativas sobre temas estratégicos para a gestão ambiental e a qualidade de vida.
Durante a programação, a equipe da Sema realizou a doação de mais de 500 mudas de espécies nativas e frutíferas, incentivando a arborização urbana e a recuperação de áreas verdes nos distritos. Também foram promovidas palestras educativas em escolas, contemplando cerca de 500 alunos, com foco na preservação do meio ambiente e na prevenção às queimadas, um problema recorrente durante o período de estiagem e que afeta diretamente a saúde da população e o equilíbrio ambiental.
A iniciativa abrange desde colegiados de políticas públicas e centros de educação ambiental até programas socioambientais e práticas em espaços não formais conduzidas pela sociedade civil, estados e municípios. A portaria estabelece que o programa possui caráter colaborativo e pedagógico, com foco no aprimoramento das políticas públicas vigentes no território nacional.
A Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Diversidade Amazônica (ACEMDA) conquistou reconhecimento nacional ao ser contemplada na 2ª edição do Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
Mais do que contribuir para a arborização do espaço escolar, a atividade proporcionou uma experiência de contato direto com a natureza e reforçou temas como preservação dos recursos naturais, consumo consciente e responsabilidade coletiva. A ação mostrou aos alunos como atitudes simples podem gerar benefícios duradouros para a comunidade.
Nesta edição, o prêmio bateu recorde de propostas e recebeu mais de 100 projetos, demonstrando a capacidade de mobilização das escolas e organizações da região em torno de iniciativas que promovem o protagonismo de crianças, adolescentes e jovens. Ao todo, sete projetos foram selecionados, contemplando categorias que vão da educação infantil ao ensino superior e técnico, além das OSCs.