Nós nunca sabemos o valor da água até que o poço está seco. (Thomas Fuller)
ISSN 1678-0701
Volume XIX, Número 74
Março-Maio/2021
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31/03/2021 (Nº 74) A FUNÇÃO DO TELHADO VERDE NO MEIO URBANO
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A FUNÇÃO DO TELHADO VERDE NO MEIO URBANO

Alex Sandro Tomazini, alextomazini@bol.com.br

RESUMO

Este artigo analisa a revisão bibliográfica sobre a função dos telhados verdes no planejamento e na gestão dos recursos. Descreve-se indagações relacionadas as chuvas e ao escoamento superficial visando estabelecer a associação entre o telhado verde e o controle do escoamento da água das chuvas, as questões relacionadas ao planejamento urbano, conforto ambiental e qualidade de vida, auxiliando nos quesitos associados ao aquecimento global.

Palavras-chave: Área verde. Meio ambiente. Sustentabilidade.

ABSTRACT

This article analyzes the bibliographic review about the function of green roofs in the planning and management of resources. It describes questions related to the rains and to the superficial runoff aiming to establish the association between the green roof and the control of the runoff of the rainwater, the questions related to urban planning, environmental comfort and quality of life, helping in the issues associated with global warming.

Keywords: Green area. Environment. Sustentabilidade.

INTRODUÇÃO

O crescimento populacional, o aumento das construções e a mudança radical da paisagem têm caracterizado o processo de urbanização nas últimas décadas. De acordo com o estudo do Fundo de População das Nações Unidas (UNITED NATIONS, 2013) a população mundial já ultrapassa 7 bilhões de pessoas. As pesquisas de 2010 do IBGE apontam que a população do Brasil já é superior a 190 milhões de indivíduos e o grau de urbanização aumentou de 81% em 2000 para 84 % em 2010.

A ocupação humana nas cidades é muito relevante pois vêm concentrando e adensando demograficamente espaços urbanos despreparados. A urbanização acelerada e a verticalização dos espaços geram aumento de serviços de infraestrutura e de consumo de energia o que determina alteração no clima das cidades.

As práticas de construções, equipamentos e objetos devem se inserir dentro de um novo contexto, pois requerem procedimentos atualizados no uso do espaço habitado melhorando as necessidades e solicitações de convivência com o ambiente. Para tanto, é necessário o estudo e desenvolvimento de soluções inovadoras que minimizem os impactos ambientais e maximizem a conservação dos recursos naturais promovendo o desenvolvimento sustentável.

Além da alteração dos ambientes aquáticos e terrestres, o aumento da temperatura e a impermeabilização do solo são os principais impactos resultantes desse crescimento urbano.

DESENVOLVIMENTO

Telhados verdes são cada vez mais conhecidos como uma moderna e ecológica tecnologia para problemas ambientais urbanos, tais como atenuação da drenagem superficial (HONGMING, 2010). Outros benefícios incluem resfriamento da temperatura ambiente com atenuação do efeito da ilha de calor, criação de espaços verdes, especialmente em áreas urbanas compactas e aumento da biodiversidade urbana (ROWE, 2011; MOODY et al., 2013).

Os trabalhos realizados por Carter e Rasmussen (2006) baseiam-se no monitoramento em um telhado verde na Universidade da Georgia para investigação da efetividade dos telhados verdes na redução do escoamento da água de chuva. De acordo com a metodologia, os 31 eventos de precipitação monitorados variaram de 0,28 mm a 8,43 mm. Os autores observaram que a retenção da precipitação pelo telhado verde diminuiu com o aumento da precipitação de até 90% para precipitações pequenas (< 25,4 mm) para menos de 50% para precipitações grandes (> 76,2 mm). Além disto, os autores destacaram o atraso no escoamento superficial, de 17,0 min para o telhado convencional e de 34,9 min para o telhado verde, observando um aumento médio de 17,9 min.

No Brasil, ainda não existem incentivos econômicos, no entanto, o Green Building Council Brasil, criado em 2007, promove a certificação LEED e muitos empreendimentos se enquadram uma vez que incluem uso racional de água e energia eficiente.

Outra forma de sensibilizar e fomentar iniciativas para construção de coberturas verdes é com políticas públicas que maximizam os benefícios coletivos do sistema construtivo das coberturas verdes, visando à melhora do microclima local.

Legislações urbanísticas brasileiras, tais como: Plano Diretor, Código de Obras, Lei Orgânica, Lei de uso e ocupação do solo e Lei de Parcelamento do Solo Urbano não contemplam conceitos de sustentabilidade. Na contramão, atuando como a exceção legal, está o Estatuto da Cidade (Lei nº 10.247 de 10 de julho de 2001). Esta lei federal foi criada para regulamentar os artigos 182 e 183 da constituição Federal, que tratam sobre a política do desenvolvimento urbano a ser executada pelo Poder Público Municipal (LOPES, 2007)

O parágrafo único do art. 1º estabelece o equilíbrio ambiental como necessidade para o bem coletivo social e o art.2º afirma a necessidade de uma cidade com premissas sustentáveis para as presentes e futuras gerações. Faz-se importante transcrever os artigos contidos nas diretrizes gerais do Estatuto:

A possibilidade de implementação, por meio de uma frente em políticas públicas, de coberturas verdes nas edificações urbanas, caracteriza-se por ser uma forma de intervenção na construção civil brasileira com o fim precípuo de incrementar a qualidade ambiental e de vida das populações por meio da recuperação e conservação ambiental (STAHLHOFER, 2014).

Assim, é evidente que as políticas públicas de gestão urbano-ambiental dependem de uma cooperação entre os entes da federação, cabendo especialmente ao poder local, ou seja, ao município, a especificação das peculiaridades da política pública traçada pela União e complementada pelo estado. Nas questões atinentes à proteção ambiental nas cidades. Esta relação se mostra mais clara, haja vista que a comunidade local “deve evitar a ocorrência de danos ambientais, até mesmo porque é a beneficiária do direito. É ela quem vai sofrer, diretamente, as consequências da degradação ambiental provocada” (MARQUES, 2010).

As potencialidades de mitigação de danos urbano-ambientais levaram à tramitação, na Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei nº 1703, de 29 de junho de 2011, que visa à implementação cogente de coberturas verdes nas edificações urbanas com mais de três pavimentos. O projeto conta com sete artigos, sendo que o primeiro delimita a abrangência da proposta, qual seja, todos os condomínios verticais com mais de três unidades agrupadas verticalmente (STAHLHOFER, 2014).

As evidências e ações mostram que as coberturas verdes se apresentam como um caminho viável à mitigação parcial dos danos urbano-ambientais experimentados na contemporaneidade. Assim, verifica-se que no Brasil, a implementação de políticas públicas para a construção de coberturas verdes, e medidas compensatórias para o uso do solo, está em desenvolvimento. Pode-se afirmar que na determinação das decisões de políticas do meio urbano, as questões socioambientais terão cada vez mais papel de ponta e que o setor público e privado deve se unir no processo de gestão sustentável da cidade (AGUIAR, 2009).

O desafio está na conscientização dos moradores da cidade e na identificação destes com a nova tipologia, através da educação, e a oportunidade de vivenciarem estes espaços em edificações, valorizando a questão estética e ambiental, além de superar questões como as relativas à própria concepção de como deve ser um telhado e de como deve funcionar para maximizar os benefícios coletivos deste sistema, visando à melhoria do microclima local e a redução e retenção do fluxo de águas pluviais.

Esta contínua expansão urbana regional sobre um sítio naturalmente frágil − que já viveu situações de desastres de alta consequência (CASTRO; MELLO, 2012) − cria situações ambientais potencialmente estressantes no cenário atual de mudanças ambientais.

Os telhados verdes podem ser classificados em duas categorias: os sistemas extensivos e os intensivos. De acordo com a classificação alemã de telhados vivos (ECOTELHADO, 2007), os extensivos possuem um substrato fino pesando entre 70 e 170 kg/m² e a inerência de ser quase “autossustentáveis”, de acordo com ” SANTOS et al (2009), ou seja, de necessitar de apenas um mínimo de manutenção como por exemplo, irrigações esporádicas e pouco uso de fertilizantes. Já os intensivos, com substratos mais espessos, pesam acima de 170 kg/m², requerem uma razoável profundidade de solo, devido ao grande crescimento das plantas e demandam um intensivo trabalho de manutenção, como irrigação, fertilizantes, envolvendo, portanto, maior custo de implantação e manutenção (DUNNETT; KINGSBURY, 2004; PECK, 1999 apud at SANTOS et al, 2013).

Em regra, as coberturas verdes são compostas de sete camadas, iniciando pela impermeabilização do topo da edificação, seguida da proteção da impermeabilização (a fim de evitar patologias construtivas), da camada anti-raiz (com o escopo de impossibilitar que as raízes da vegetação cheguem à proteção de impermeabilização), da camada drenante (que serve como depósito temporário de águas pluviais e para escoar o excesso ao sistema público de águas de chuva), da camada filtrante (que impede que o substrato seja perdido) e do substrato ( formado pela terra, húmus ou pedra, nos quais a última camada, a vegetação irá se desenvolver (STAHLHOFER, 2014).

A composição e a espessura do substrato, bem como o tipo de vegetação, devem ser investigados visando um maior entendimento dos aspectos que determinam a retenção e o carreamento de diferentes poluentes.

KÖHLER, SCHMIDT E SICKERMANN (2001, p. 89) afirmam que cerca de 75% da precipitação anual pode ser armazenada no telhado verde e o volume não consumido pelo substrato e pela vegetação pode ser utilizado como alternativa para substituir a água na descarga de vasos sanitários, em máquinas de lavar roupa ou na rega de jardins. Este valor é próximo ao obtido por Khan, (2001) apud Tomaz, (2005) para o qual foi calculado o valor médio do coeficiente de escoamento superficial quando comparado aos telhados convencionais com escoamento superficial variando de 0,7 a 0,95.

Com o estudo da bibliografia é possível considerar que as coberturas verdes se constituem como um caminho viável à mitigação parcial dos danos urbano-ambientais experimentados na contemporaneidade conforme STAHLHOFER (2014).

O sistema de aproveitamento da água de chuva compreende, basicamente, a coleta da água pluvial com áreas de captação (telhados, pisos, e outros), o direcionamento por calhas e condutores, e o armazenamento em reservatórios de acumulação (ANA, 2005). Adicionalmente, existe a necessidade de instalações hidráulicas dedicadas exclusivamente ao sistema de aproveitamento para conduzir a água de chuva aos pontos de utilização.

Alguns sistemas de aproveitamento de água de chuva possuem uma etapa de remoção de sólidos visando melhorar a qualidade da água captada pelo sistema. Sólidos de granulometria elevada (sólidos grosseiros) são removidos através de dispositivos instalados no sistema, tais como peneira, grade, entre outros. Já a remoção de partículas de granulometria menor, que não foram retidos por aqueles dispositivos, é realizada através do descarte dos primeiros milímetros de chuva, definido por MARTINSON E THOMAS (2015) como o volume de água responsável pela lavagem da superfície coletora.

No caso do telhado verde, o descarte dos primeiros milímetros de chuva poderia ser subtraído devido à ação de filtro imposta pela camada de substrato, areia e brita. Fato que encontra respaldo nos resultados obtidos por KÖHLER E SCHMIDT (2003), que apresentam a retenção de sólidos grosseiros e, eventualmente, alguns contaminantes com menor tamanho médio de partículas. Além do mais, o telhado verde funciona como um biofiltro, melhorando consideravelmente a qualidade da água (TOMAZ, 2005). Assim, com a aplicação do telhado verde para captação de água de chuva poderia se evitar o desperdício decorrente do descarte, aumentar o volume de água passível de aproveitamento e preservar a qualidade da água de chuva captada.

Até o momento não existem padrões de qualidade definidos no Brasil para a utilização de água de chuva para fins não potáveis, entretanto estes parâmetros serão sugeridos pela ABNT em norma específica a qual se encontra em fase de consulta nacional. Em alguns países, como Alemanha, Austrália, Estados Unidos, entre outros, estudos aferem quanto a essa qualidade e relatam que o sistema conjugado ao telhado verde tem potencial para alcançar esse padrão, viabilizando a associação do telhado verde com o aproveitamento da água de chuva.

Entretanto, esses mesmos estudos reportam que a passagem da água de chuva pelo telhado verde pode depositar ou lixiviar contaminantes, influenciando diretamente na qualidade de água a ser armazenada.

Lopes (2007, p. 18) ressalta que como forma de sensibilizar e fomentar iniciativas para a construção de coberturas verdes está a implantação de políticas públicas. No entanto, é possível realçar que a legislação brasileira é muito incipiente para fundamentar e instrumentalizar políticas que assegurem edificações que impactam minimamente o ambiente.



CONSIDERAÇÕES FINAIS

Dadas as características diferenciadas, especialmente àquelas referentes às parcelas escoadas e retidas, o telhado verde tem uma tendência a coletar menores volumes de água de chuva quando comparado a telhados convencionais, principalmente em precipitações ocorridas após longos períodos de estiagem.

No Brasil, pode-se relatar várias iniciativas pontuais, em edificações particulares, ecovilas e em institutos de arquitetura. No entanto, essa iniciativa privada não tem interesse em fomentar práticas com premissas sustentáveis no ambiente construído pois não possui compromissos com o bem estar social da coletividade.



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Ilustrações: Silvana Santos