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É com satisfação que apresentamos a 94ª edição da revista Educação Ambiental em Ação, neste março de 2026. Quem acompanha nosso trabalho sabe que acreditamos na força das pequenas ações. Muitas iniciativas que hoje produzem resultados significativos começaram de forma simples: um projeto escolar, uma mobilização comunitária, uma proposta educativa construída com dedicação e persistência. É justamente esse movimento que buscamos valorizar em cada edição da revista.
Aos interessados em colaborar com esta publicação enviando contribuições, esclarecemos que a revista eletrônica Educação Ambiental em Ação nasceu a partir do Grupo de Educação Ambiental da Internet – GEAI, em 2002 [...]
Rubem Schneider fala da importância do cuidado com árvores plantadas em espaços públicos (imagens – arquivo pessoal do entrevistado)
Ele é morador da cidade de Novo Hamburgo. Exercendo plena cidadania ambiental, decidiu fazer algo inédito: ser guardião de mais de 200 árvores plantadas por uma empresa (como forma de compensação ambiental).
"[...] Raíces que nos dan pertenencia, que nos vinculan a un lugar y a un sistema común, que nos proveen de alimento y de sustento... que se entrelazan formando redes ocultas para la vista pero que van tejiendo tramas profundas, verdaderos mapas de vida, generando sistemas en los que todo se conecta con todo. Raíces que se vinculan con la luz esencial de la vida[...]
Quando termina o ano letivo, a sensação de alegria e alívio que me toma conta por ter sido um ano de muitas aprendizagens, descobertas, e nesse ano de 2025, de contação de histórias, trilhas educativas pela florestas, projeto das Raizeiras e vou para as merecidas férias, é o momento que costumo me inspirar e ter ideias para o ano seguinte. Sempre foi assim...
O 8 de Março é marcado, no mundo inteiro, como um dia de mobilização e memória das lutas das mulheres. Reconhecida oficialmente pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975, a data nasceu das reivindicações por direitos trabalhistas e igualdade. Cinco décadas depois, as mulheres ainda enfrentam dificuldades para garantir direitos básicos e condições dignas de vida. Ao mesmo tempo, elas seguem na luta por equidade e oportunidades, com crescimento de sua presença em espaços profissionais, acadêmicos e de liderança.
A sociedade contemporânea, chamada de sociedade do conhecimento e da comunicação, está criando, contraditoriamente, cada vez mais incomunicação e solidão entre as pessoas.
A Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio do Laboratório de Estudos Botânicos (LEB), apresenta o livro Almanaque de Atividades Restinga, uma obra que une conhecimento científico, linguagem acessível e propostas lúdicas para aproximar crianças, adolescentes e educadores da biodiversidade costeira maranhense.
Protagonizadas por Bella, uma menina de dez anos, esperta e curiosa, as histórias abordam desde o conceito de microplásticos e a maneira como chegam à natureza até os prejuízos que esse material causa e as pesquisas que vêm sendo desenvolvidas na UFC em busca de soluções.
Para que o tema deixe de ser restrito ao debate técnico e científico, a educação ambiental precisa começar pela base, e é nesse contexto que um jogo criado na Universidade de São Paulo propõe levar a discussão sobre crise climática e sustentabilidade para o ambiente escolar de forma acessível e participativa.
Equipes técnicas planejam experiências que traduzem ciência, história e cultura em linguagem acessível para todos os públicos em unidades de conservação geridas pelo ICMBio.
Experiência em escola municipal de Paranaguá (PR) pode ser replicada com baixo custo em instituições com educação inclusiva. Esses espaços ao ar livre permitem integração e oportunidade para lições sobre ciência e meio ambiente.
Publicação para download gratuito. Apresenta ao público uma visão ampla sobre as interações entre pessoas e fauna, com ênfase nos desafios e oportunidades de existir juntos – ou coexistir – com animais silvestres.
O objetivo foi promover reflexões e práticas pedagógicas voltadas à educação ambiental, mudanças climáticas e cidadania digital no contexto escolar. O evento reuniu educadores da rede estadual, com representação das 16 Gerências Regionais de Educação (GREs).
Maceió vai sediar, entre os dias 22 e 25 de abril de 2026, o III Encontro Nordestino de Educação Ambiental (ENEA), que será realizado no Centro Universitário Cesmac, reunindo pesquisadores, educadores, estudantes, gestores públicos e representantes da sociedade civil para debater caminhos e estratégias voltadas ao fortalecimento da educação ambiental no país.
Celebrado em 3 de março, o Dia Mundial da Vida Selvagem, instituído pela Organização das Nações Unidas, chama a atenção para a necessidade de proteger a fauna e a flora em todo o planeta. A data destaca o papel essencial da biodiversidade para o equilíbrio ambiental, o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida das futuras gerações.
O planejamento prevê uma atuação integrada entre as pastas, com foco na ampliação do conhecimento e na sensibilização ambiental, especialmente junto aos alunos da rede municipal.
Entre as ações desenvolvidas, houve plantio de mudas e germinação de sementes de ipê, que serão utilizadas na formação de um novo canteiro da própria entidade. Também foi realizada a adaptação do jardim sensorial, espaço destinado ao estímulo dos sentidos e ao apoio terapêutico e cognitivo dos estudantes.
Navegantes é tema central da 6ª edição do projeto “Uma Jornada de Sucesso”, desenvolvido a partir do livro A Turma do Sirizinho. Com linguagem moderna e interativa, a iniciativa teve seu projeto aprovado no Edital 19/2025 Vilma Mafra, viabilizado com recursos da lei Paulo Gustavo, e vai desenvolver uma série de ações culturais e educativas em escolas da rede municipal de ensino.
Com o tema ‘Da nossa terra direto para seu prato!’, a feira vai comercializar produtos fresquinhos, cultivados na própria unidade educacional, sem o uso de defensivos agrícolas, garantindo mais saúde e qualidade para as famílias.
A limpeza do Rio Camboriú e afluentes que cortam Balneário Camboriú, marcada para o dia 22 de março, Dia Mundial da Água, terá muitas ações, incluindo atividades de educação ambiental.
A Trilha Ecológica Inclusiva é um espaço vivo de aprendizagem e preservação da Caatinga. Em execução desde 2013, a Trilha tem como objetivo principal o incentivo à educação ambiental, através do conhecimento e orientação para o uso sustentável do bioma.
As oficinas abordaram educação, comunicação e participação social como ferramentas estratégicas para a conservação da biodiversidade em áreas protegidas, em especial, APAs e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).
O mês de fevereiro marca o início de uma jornada de conhecimento e sustentabilidade para milhares de alunos paranaenses na volta às aulas. A Estação Sanepar, projeto de educação ambiental da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), já está na estrada rumo a diversas cidades do estado, levando interatividade, tecnologia e conscientização sobre água, saneamento, consumo consciente e preservação ambiental.
Educação ambiental em Tramandaí, no Litoral Norte, ganhou protagonismo na reta final do verão com trilhas ecológicas, oficinas e distribuição de mudas nativas. A ação marca o encerramento da participação da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) na Operação Verão Total.
O que muda de 2025 para 2026? A resposta é direta: a crise climática deixa de ser episódica e passa a ser estrutural. Se em 2025 tivemos sinais claros de alerta, agora o impacto é consolidado. Os custos econômicos se multiplicam em áreas como energia, construção civil, alimentos, gestão pública e saúde.
Em uma secular oficina de marcenaria, as ferramentas aprendem a conversar e poeticamente, constroem uma fábula divertida sobre cultura popular, liberdade de expressão, conflitos entre gerações e pautas socioambientais.
Com o uso de equipamentos fotográficos em pontes artificiais suspensas — cujas cordas, redes e plataformas se entrelaçam às árvores para proteger a vida selvagem —, pesquisadores mapeiam a fauna tanto em florestas contínuas quanto em áreas fragmentadas, trazendo novas interpretações científicas.
Madeira, Tapajós e Tocantins são artérias de água e vida. Nutrem a biodiversidade e os povos da Amazônia. A privatização pode reduzi-los a rotas mortas, para escoar soja e minérios. Os indígenas resistem. Está na hora de derrubar o Decreto 12.600.
No dia 1º de março, celebramos o Dia do Turismo Ecológico, uma data que transcende a contemplação da natureza e se estabelece como um pilar estratégico para o desenvolvimento sustentável.
O que começou como um projeto massivo de infraestrutura energética no deserto de Talatan tornou-se, por "acidente", um dos maiores experimentos de geoengenharia do mundo.
Projetos de educação sustentável estão ganhando espaço ao redor do mundo. Muitas instituições passaram a investir em construções ecológicas, e algumas utilizam materiais reutilizados para reduzir impactos ambientais. Nesse contexto, as escolas com materiais reciclados se tornaram exemplos de inovação arquitetônica e consciência ambiental.
Esta área transdisciplinar auxilia o processo de criação e fortalecimento de ecossistemas e protagonismo comunicativo ao estimular a produção de conteúdos midiáticos com leitura crítica.
Pesquisa em duas instituições de ensino superior (IES) de Brasília, uma pública, outra particular, de março de 2024, indica que ambas descumprem a Política Nacional de Educação Ambiental, instituída pela Lei nº 9.795/99 e diretrizes da Resolução nº 2, de 2012, do Conselho Nacional de Educação (CNE). E as demais, cumprem?
Dados do Censo Escolar 2024, divulgado pelo Inep, mostram que cerca de um terço das mais de 179 mil escolas públicas e privadas do Brasil não realizou, em 2024, atividades relacionadas à educação ambiental ou às mudanças climáticas.
Brasil – Regiões com projetos de conservação com longo prazo de atuação aumentam em até 20% a consciência ambiental das pessoas. É o que revela estudo inédito elaborado pelo Programa Maré de Ciência, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com a Rede Biomar, que reúne cinco principais projetos de conservação marinha (Albatroz, Baleia Jubarte, Coral Vivo, Golfinho Rotador e Meros do Brasil).
A proposta integra diferentes áreas do conhecimento, como biologia, geografia, artes e química. Professores e estudantes trabalham juntos nas atividades, ampliando as possibilidades de aprendizagem dentro e fora da sala de aula, diretamente na terra.
Grupos como comunidades ribeirinhas, favelas e reservas indígenas se encontram entre os mais afetados pelo racismo ambiental no Brasil. A ideia abrange uma série de desigualdades sociais e ambientais que afetam de maneira mais aguda grupos étnicos específicos e comunidades em situação de vulnerabilidade.
Ana é reconhecida como um dos pilares da Agroecologia, ciência que estuda a interação entre agricultura e meio ambiente, com o objetivo de alcançar o equilíbrio entre eles. É uma nova abordagem da agricultura, que integra as diversas descobertas e estudos da natureza e suas inter-relações aos aspectos econômicos, sociais e ambientais da produção de alimentos, para o desenvolvimento de ações que possibilitem o equilíbrio entre a atividade agrícola e a proteção ambiental.
A participação comunitária de povos tradicionais vem modificando o cenário ambiental de manguezais na Baía de Guanabara. Por meio de projetos de limpeza de resíduos sólidos, conscientização de pescadores e catadores de caranguejo, recuperação da fauna e flora locais, o cenário vem sendo recuperado em vários municípios ao redor.
Servidora pública municipal desde 2019 e recentemente chamada para atuar também como professora da rede estadual, Mariana construiu sua trajetória profissional unindo ciência, serviço público e educação ambiental, áreas nas quais passou a ser reconhecida pela dedicação e pelo compromisso com a comunidade.
O AJA, criado em 2021, é considerado o maior programa de educação ambiental do Brasil, reunindo atualmente cerca de 10 mil jovens em todos os municípios cearenses. Desde sua implementação, mais de 35 mil jovens foram impactados pela iniciativa, que visa capacitar os participantes para promover a educação ambiental e conscientizar as comunidades sobre a importância da preservação do meio ambiente.
A iniciativa foi criada para apoiar escolas na incorporação estruturada da agenda climática e contribuir para que empresas fortaleçam seu compromisso socioambiental por meio de soluções educacionais reaplicáveis e escaláveis.
No Campus Universitário de Altamira da Universidade Federal do Pará (UFPA), um laboratório vem se destacando por aliar ciência, conservação da biodiversidade e aproximação com a comunidade local. Coordenado pelo professor Leandro Sousa, o Laboratório de Aquicultura de Peixes Ornamentais do Xingu (LAQUAX) desenvolve pesquisas voltadas à reprodução, ao manejo e à preservação de espécies nativas da bacia do Rio Xingu, muitas delas endêmicas e ameaçadas de extinção.
Com mais de 26 anos de atuação dedicada à conservação do semiárido brasileiro, a Associação Caatinga tem na educação ambiental uma de suas frentes de trabalho.
A Secretaria de Assistência Social, por meio da Superintendência de Proteção Social Básica, promoveu uma visita educativa ao Centro de Visitação e Educação Ambiental Marinha do Projeto Albatroz, em Cabo Frio, com um grupo de crianças atendidas pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do Jacaré.
A iniciativa tem como objetivo promover a participação de pessoas com deficiência em ações como visitas guiadas ao Parque de Saudade, atividades de plantio, contação de histórias, palestras, minipalestras e rodas de conversa, sempre com foco na acessibilidade, inclusão e educação ambiental.
O Ministério Público de Minas Gerais, por meio da Coordenadoria Regional de Meio Ambiente das Bacias dos Rios Paracatu, Urucuia e Abaeté e da Promotoria de Justiça de Três Marias, destinou R$ 430 mil, oriundos de medida compensatória ambiental, para a realização do projeto Cativeiro em municípios do Alto Paranaíba.
Durante todo o ano de 2025, o município de Alcinópolis reforçou seu compromisso com a preservação ambiental por meio de ações contínuas de Educação Ambiental realizadas nos monumentos naturais da Serra do Bom Jardim, Serra do Bom Sucesso e no Parque Estadual das Nascentes do Rio Taquari.
O projeto vencedor, que uniu arte e conscientização, transformou as tampas de bueiros da cidade em verdadeiras mensagens visuais sobre a importância da proteção marinha. Quem caminha pelas calçadas de Cananéia encontra agora tartarugas, polvos e peixes coloridos, um convite direto para que a comunidade olhe o ambiente com mais cuidado.
O ano de 2025 entra para a história do Bioparque Pantanal como um marco de crescimento, reconhecimento e consolidação institucional. Maior aquário de água doce do mundo, encerra o ano com conquistas expressivas nas áreas de conservação, educação ambiental, inclusão social, pesquisa científica e fortalecimento do turismo em Mato Grosso do Sul.
Uma aula pública reuniu quase 100 pessoas na manhã de sábado (13), na Praça do Imigrante, em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Ambientalistas, professores, pesquisadores, amigos e amigas do meio ambiente participaram do encontro que debateu a importância do Barco Peixe Dourado estar navegando pelas águas do rio dos Sinos, cumprindo sua missão de proporcionar educação socioambiental e ecoturismo na região. A atividade foi uma iniciativa do mandato do vereador Anderson Etter em parceria com a Associação Roessler.
Em "Um Grão de Areia", ele narra como a vegetação rasteira era tão densa que um coco que caísse de uma árvore não chegava ao chão e que havia apenas quatro árvores nativas altas que se destacavam, conforme relatou em entrevista à BBC. Assim, plantaram manualmente mais de 16.000 árvores de espécies como mogno, palmeiras e outras espécies endêmicas que haviam desaparecido da ilha.
Em 2015, o advogado indiano Afroz Shah decidiu agir diante de um cenário que muitos consideravam irreversível. A praia de Versova, em Mumbai, na Índia, estava soterrada sob montanhas de plástico, entulho doméstico e resíduos urbanos acumulados ao longo de décadas. O local, que antes era ponto de pesca e convivência, havia se tornado símbolo da crise global do lixo marinho.
Em 2019, no interior do Brasil, uma adolescente baiana inventou um produto que pode mudar a realidade do Nordeste brasileiro. Aos 15 anos, Anna Luísa Beserra desenvolveu um sistema simples, movido exclusivamente a energia solar, capaz de tornar potável a água da chuva armazenada em cisternas no Sertão nordestino.
Todos os dias Ma Sanxiao acorda, coloca suas próteses desgastadas, pega suas ferramentas, uma pá e uma picareta, e começa a caminhada de uma hora até o pé da montanha. Ele não toma café da manhã. Leva apenas alguns pães cozidos no vapor (mantou) embrulhados em pano para comer durante as pausas. A caminhada é apenas o começo.
Seguem abertas até o dia 2 de abril as inscrições para a pós-graduação em Educação Ambiental para Formação de Gestores em Recursos Hídricos promovida pela Unitau (Universidade de Taubaté).
Foi prorrogado para 2 de abril de 2026 o prazo de inscrições para o Comitê Nacional de Enfrentamento ao Racismo Ambiental e Climático. A iniciativa é fruto de articulação entre os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), da Igualdade Racial (MIR), dos Povos Indígenas (MPI) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).
Celebrado em 1º de março, o Dia do Turismo Ecológico convida à reflexão sobre uma prática que vai muito além de visitar paisagens naturais. O turismo ecológico é uma ferramenta de educação ambiental, geração de renda e, principalmente, de conservação da natureza.
As visitas monitoradas com escolas públicas ocorrem as terças e quintas-feiras, tanto no período da manhã quanto no período da tarde. O roteiro de atividades varia conforme a faixa etária dos estudantes, e as ações são sempre acompanhadas por monitores especializados.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) está oferecendo cursos gratuitos de Educação Ambiental por meio de sua Escola Virtual, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. As formações são abertas ao público em geral e, desde o lançamento em 2025, já registraram 1.413 participantes.
O ano letivo na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Parque do Sabiá, no Bairro Três Marias, vai contar com atividades do projeto-piloto Centro de Referência em Educação Ambiental - Escola da Natureza, que teve seu início com uma atividade reunindo professoras, auxiliares de educação e outros profissionais da instituição [...]
A educação ambiental nas escolas brasileiras tem ganhado atenção crescente e não só no ambiente acadêmico. Uma pesquisa nacional divulgada recentemente mostra que 67% dos brasileiros acreditam que as escolas têm responsabilidade principal pela educação ambiental das crianças, e 58% consideram que os estudantes estão mais conscientes sobre o meio ambiente que seus pais, sinalizando uma demanda social por formação mais sólida nesta área desde as séries iniciais.
A Prefeitura de Porto Velho destaca a importância do Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, comemorado neste sábado, 7 de fevereiro. Também enfatiza a importância da valorização das culturas originárias, preservação de seus territórios e a garantia de todos os direitos que resultem em uma qualidade de vida melhor.
A Secretaria da Família, Cidadania e Segurança Alimentar (SEFAM) e a Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Sustentabilidade (SESAN) da Prefeitura de Osasco, em parceria com o Instituto Casaviva Cultural, Ambiental e de Atenção à Família, executam o Projeto Pomares Urbanos, por meio de Termo de Fomento, viabilizado por emenda parlamentar municipal.
O Programa Jovens Mineiros Sustentáveis (PJMS) inicia, em 2026, sua 5ª edição oficial com ampliação significativa de sua atuação em Minas Gerais, consolidando a educação ambiental como política pública estratégica no estado. Nesta nova etapa, a iniciativa passa a alcançar mais de 200 municípios, com ações distribuídas em todas as regiões mineiras.
O programa é desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, com apoio da Secretaria Municipal de Educação. As visitas guiadas do programa acontecem em parques e áreas naturais da cidade, espaços que desempenham papel fundamental na conservação ambiental, no lazer e na educação.
Atualmente, o espaço conta com três blocos edificados, além da portaria, que funcionam como salas de aula, ambientes de pesquisa e locais para palestras e atividades educativas. Segundo o coordenador do parque, o biólogo Manoel Ananis Lopes Soares, a proposta é que o espaço atue de forma integrada entre conservação ambiental, educação e produção científica.
A parceria reforça o compromisso do Estado com a Política Estadual de Educação Ambiental e está em consonância com diretrizes nacionais que incentivam a criação de centros permanentes de educação e cooperação socioambiental. Ao estruturar um espaço dedicado à formação, à cidadania e à cultura ambiental, Sergipe avança na construção de uma agenda pública voltada a um futuro mais sustentável e inclusivo.
A iniciativa tem como foco a educação ambiental e irá envolver 50 estudantes do 7º ano em uma jornada formativa que integra currículo escolar, vivências em campo, cultura digital e projetos comunitários.
Em sete meses de atuação, a Escola Pública de Sustentabilidade (EPS) alcançou, por meio de suas atividades e projetos, mais de 4 mil pessoas. O compromisso da Prefeitura com a iniciativa é formar cidadãos conscientes, conectados com o meio ambiente e protagonistas na construção de um futuro mais sustentável.
As ações, executadas de forma integrada com outras secretarias, instituições e a sociedade civil, reforçam o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida da população.
Com o objetivo de fortalecer a consciência ambiental e a conservação de um dos biomas mais biodiversos do mundo, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Plataforma Semente, e o Instituto Inhotim lançaram, recentemente, três novas publicações educativas e científicas do projeto “Ser do Cerrado”.
A Prefeitura de São Sebastião, por meio da Secretaria de Turismo (Setur), reforça o convite a moradores e visitantes para conhecerem o Centro de Vida Marinha, um espaço dedicado à educação e conscientização ambiental que evidencia a rica biodiversidade marinha do município e de todo o Litoral Norte.
Durante décadas, a ideia de que a floresta amazônica poderia ser a base de um modelo de desenvolvimento justo, inclusivo e sustentável foi tratada como utopia. Para os povos da floresta, no entanto, essa sempre foi uma certeza, ainda que desacreditada por muitos. Em 2025, no Pará, essa visão ganhou forma concreta.
Um grande espaço para educação ambiental, hortas e espaços sensoriais, “pesca terapia” e viveiro de mudas, em meio à natureza, cercado pela Mata Atlântica. Esse local será entregue para a população de São Bernardo em agosto de 2026, para celebrar o aniversário da cidade. As intervenções já estão em curso no Viveiro Escola Municipal, situado na altura do Km 31 da Via Anchieta (sentido Litoral), no Riacho Grande.
Consolidando-se como um espaço de valorização da identidade local, do bem viver e do turismo de experiência de forma sustentável, o Complexo Ambiental Mirante do Caldas (CAMC), equipamento da Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima (Sema), gerido pelo Instituto Dragão do Mar (IDM), já recebeu mais de meio milhão de pessoas, entre moradores da região e turistas do Brasil e de outros países.
No centro da nova rodada de concessões, o projeto de quase R$ 7 bilhões da Cagece reúne interesse de Sabesp, Terracom e GS Inima, divide o leilão em cinco blocos, prevê contrato de 28 anos e busca ampliar coleta e tratamento para 1,5 milhão de pessoas em áreas urbanas cearenses.
Ao longo de 2025, o Instituto Brasília Ambiental registrou avanços significativos na proteção do meio ambiente, da fauna silvestre, na educação ambiental, na fiscalização e no fortalecimento de sua estrutura administrativa e das condições de trabalho dos servidores.
A preservação ambiental no Brasil envolve regras específicas para proteger espécies ameaçadas pela exploração excessiva. Quando se afirma que o IBAMA proíbe que estas 4 espécies de árvores sejam cortadas, o objetivo é informar sobre limites legais criados para conter o desmatamento e preservar a biodiversidade.
Goiânia passou a ocupar um lugar de destaque internacional ao ser reconhecida pela ONU como a cidade mais arborizada do mundo, mostrando que é possível conciliar uma capital em crescimento acelerado com uma malha robusta de áreas verdes distribuídas entre parques, bosques e avenidas, resultado de políticas públicas contínuas, normas municipais específicas e forte participação dos moradores em ações ambientais.
Um estudo publicado no Journal of Hydrology X analisou os impactos do avanço do desmatamento sobre regiões de transição entre o Cerrado e a Amazônia e como a destruição impacta a disponibilidade de água na região.
As mudanças climáticas, provocadas principalmente pela queima de combustíveis fósseis, estão fazendo as ondas de calor se tornarem mais frequentes e intensas. As redes de saúde têm percebido um aumento dos atendimentos devido ao aumento das temperaturas. Mas os termômetros nas alturas também afetam a educação.
A possibilidade de construir um novo teleférico na região do Cariri tem gerado divergências com ambientalistas desde a semana passada, quando o prefeito do Crato, André Barreto, revelou a intenção de instalar o equipamento na área do futuro Jardim Botânico do Cariri.
A possibilidade de construir um novo teleférico na região do Cariri tem gerado divergências com ambientalistas desde a semana passada, quando o prefeito do Crato, André Barreto, revelou a intenção de instalar o equipamento na área do futuro Jardim Botânico do Cariri.
O nascimento de um filhote de bicudo foi motivo de comemoração no meio científico e for dele esta semana, por seu significado para a conservação da espécie. Na última quarta-feira (15), o Projeto Bicudo divulgou o registro do primeiro nascimento de um filhote em vida livre, filho de um casal reintroduzido.
Em 2025, cerca de 200 mil pessoas foram beneficiadas em atividades como produção de sabão ecológico, replantio de mudas e oficinas profissionalizantes de correção de vazamentos internos contribuíram para a renda e conscientização ambiental dos participantes.