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Sugestões bibliográficas

No. 24 - 03/06/2008
Resenhas e Sugestões Bibliográficas

Revista Educação Ambiental em Ação 24
Resenhas e Sugestões Bibliográficas



--- "Educação Ambiental : princípios/ história/ formação de professores"
Autor: Fabio Cascino
Editora Senac São Paulo


Educação Ambiental: princípios, história, formação de professores, de autoria de Fábio Cascino, propõe formas de ação educacional para uma nova área do conhecimento identificada com a maneira de pensar e de sentir a realidade da vida contemporânea.

Nesta obra da Editora SENAC São Paulo, alunos, docentes e profissionais da educação ambiental encontrarão, além de conceitos fundamentais, um relato histórico do ambientalismo, uma crítica a certas práticas tradicionais e indicações para uma ação educativa baseada na interdisciplinarida de.

"A associação de ambientalismo e ação educativa, isto é, a educação ambiental, implica necessariamente considerar problemas relativos a todas as formas de vida existentes. Excluir, segmentar, deixar de incluir aspectos da vida das sociedades, das culturas e dos indivíduos em suas estritas interações com o meio natural leva a incorrer em graves equívocos.

Dentro dessa perspectiva, Fábio Cascino considera que a educação ambiental não contém uma especificidade isolada, desconectada de outras práticas educativas: ela só existe enquanto área se considerada na estreita articulação de sua prática de produção e transformação do conhecimento com o conjunto do processo educacional.

A educação ambiental não se limita, assim, para o autor, ao estabelecido em recortes teóricos fechados, por ter a sua maneira de ser numa inserção prática de caráter eminentemente interdisciplinar - um fazer e um interferir educacional que provocam a interseção de múltiplas áreas do conhecimento. Diante dessa natureza prática da educação ambiental, importa, então, repensar-se a formação de professores, redimensionando suas forças de atuação, seu ambiente de trabalho e as interfaces deste com o ambiente externo à sala de aula, aos alunos e à comunidade escolar com um todo."

Fábio Cascino é pedagogo, mestre em educação pela PUC  de São Paulo e atualmente cursa o doutorado na mesma  universidade. Professor do SENAC em Águas de São Pedro,  leciona na pós graduação em Educação Ambiental.

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--- Educação Ambiental  Abordagens Múltiplas

Autor:  Aloísio Ruscheinsky e colaboradores
Editora:Artmed
Ano:2002  Edição: 1
Nº de páginas:184
Medidas:16X23
Encadernação:Brochura
Resenha: Este livro dirige-se aos interessados em questões ambientais, especialmente os ativistas da causa ambiental e os professores que enfrentam no cotidiano a grande responsabilidade de envolver as futuras gerações em um futuro ecologicamente sustentável.

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--- RESENHA DE LIVRO
--- LEFF, Enrique. Saber Ambiental. Sustentabilidade, Racionalidade, Complexidade, Poder. Petrópolis, RJ, Vozes/PNUMA, 2001. 343p.

- Gelze Serrat de Souza Campos Rodrigues - Profa. MSci. Instituto de Geografia - UFU
Enrique Leff é um dois mais reconhecidos intelectuais latinoamericanos que trabalham a temática ambiental sob uma perspectiva interdisciplinar. Publicou várias obras e proferiu palestras que criticam ostensivamente a teoria desenvolvimentista e seus malefícios para o meio ambiente. Doutor em Economia do Desenvolvimento pela Sorbonne, é professor de pós-graduação da Universidade Nacional Autônoma do México e coordenador, desde 1996, da Rede de Formação Ambiental da América Latina e Caribe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). A primeira edição de Saber Ambiental foi publicada em 1998 pela Universidade Nacional Autônoma de México (UNAM). O livro é constituído por um conjunto de artigos e de notas de conferências realizadas nos últimos dez anos, que de modo sucessivo vão tratando de temáticas relacionadas com o ambiente, desde o desenvolvimento sustentável, economia ecológica e ecologia política até a questão da ética, cidadania e apropriação social da natureza. Há uma preocupação constante em se demonstrar que o processo de degradação ambiental encerra também o avanço da desigualdade social e a corrosão da qualidade de vida que por sinal seriam faces de uma mesma moeda, ou seja, a crise do mundo globalizado. De fato, tal situação seria expressa pelo processo cresce nte de homogeneização da cultura e dos padrões de consumo e conseqüente aumento na produção de mercadorias e deterioração dos bens naturais comuns. O percurso do autor é a primeira vista complexo, contudo a ordenação dos capítulos dá coerência e unidade ao texto, amalgamando- se em torno do objetivo central do livro que é a discussão de elementos que sirvam para a construção de um saber que possa realmente ser adjetivado como ambiental e que ao mesmo tempo permitam o questionamento daquilo que muitas vezes pensa-se ser saber ambiental. O autor destaca desde o início que considera o ambiente não apenas como uma realidade visível, mas sim uma convergência de processos físicos, biológicos e simbólicos, que por meio das ações econômicas, científicas e técnicas do homem são reorganizados e reconduzidos. Dessa forma a Educação Ambiental, pelo menos nos seus primórdios, surge como uma proposta de busca de alternativas ao produtivismo neoliberal. Entretanto, a globalização econômica transforma esses princípios originais, privilegiando mecanismos de mercado como forma de transição para um futuro sustentável e reduzindo a Educação Ambiental a um mero processo de conscientizaçã o de cidadão e/ou capacitação de profissionais para uma gestão ambiental orientada para a maximização econômica. Da mesma forma Leff considera um equívoco conceber o saber ambiental como homogêneo, já que apesar da sua construção se dar por meio de um constante intercâmbio interdisciplinar, procurando integrar processos naturais e sociais diferenciados, matérias e racionalidades distintas, ele só pode ser forjado por meio de um diálogo de saberes entre as mais diversas identidades culturais, práticas tradicionais e processos produtivos. Nas instituições de ensino, por exemplo, esse saber pode ser constituído através da relação com o ambiente e o campo temático de cada ciência, a partir do que se pode abrir possibilidades para a interdisciplinarida de com a formulação de novas teorias, disciplinas e técnicas. Saber Ambiental, na realidade, não é uma obra que deve ser lida com a expectativa de se encontrar um sistema de conhecimentos acabados sobre o meio ambiente ou práticas educativas a ele relacionadas, mas sim com a perspectiva de se examinar observações do autor acerca do seu ponto de vista sobre o mundo moderno saturado de problemas sócio-ambientais e a busca de caminhos alternativos para a composição de um saber devotado à reapropriação subjetiva pela população de um mundo em reconstrução.
Fonte da resenha: http://www.ig. ufu.br/revista/ volume11/ resenha01_ vol11.pdf
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--- Resenha:
--- Ecopedagogia e Cidadania Planetária

Professor MS.  João Beauclair

Este interessante livro trata de uma temática essencial para a educação do século XXI. Desde a sua apresentação, intitulada Cidadania Ambiental, elaborada por Alicia Bárcena, e a apresentação feita pelo eminente educador brasileiro, Moacir Gadotti, com o texto Cidadania planetária, a temática Ecopedagogia ganha destaque e exemplificação. Trata-se, entretanto, de um livro oriundo de um programa coordenado pelos autores Francisco Gutiérrez e Cruz Prado, organizado pelo PNUMA – Programa de Cidadania Ambiental Global.
Oriundo de uma travessia histórica, o problema ambiental supõe o reconhecimento e a prática da planetariedade, que é percebermos o planeta terra como um ser inteligente e vivo. Isso se refere a uma mudança paradigmática onde a dimensão educativa ganha ênfase cada vez maior. No decorrer dos capítulos que compõem as diferentes partes do livro, ganha cada vez mais destaque a idéia de que somos todos parte de uma mesma Nave Mãe Terra, como sempre nos lembra Leonardo Boff.
Na primeira parte deste livro, temos os referenciais teóricos que nos mostram novas perspectivas, onde seja possível superar a lógica racional, hierárquica e dominante por uma outra ordem, mais intuitiva, processual e relacional, onde a flexibilidade seja predominante e essencial.  Inicia-se esta primeira parte com o capítulo 1 Novas Categorias interpretativas, trazendo reflexões sobre o paradigma emergente, que nos leva para novos modos de ver, sentir, perceber e agir, onde novos valores e comportamentos fomentem novas atitudes e novos sonhos.
Um aspecto relevante aqui lançado é o de revalorizar a consciência como essencial ao processo de construção de uma nova harmonia ambiental, focalizando novas relações com o planeta terra e com valores que refletem tolerância, igualdade, biodiversidade, e promoção cultural a partir da dimensão ética do ser humano. Compreende ainda neste primeiro capítulo interessante discussão sobre ecologia sustentável e sociedade sustentável, apontando para referenciais que podem colaborar para a mudança da realidade, constituindo uma sociedade nova com a superação de moldes rígidos que constituem nossa formação. Interessantes sugestões para a reflexão pessoal e debate em grupo fazem parte do final deste capítulo.
No capítulo 2 amplia-se a discussão, clareando os suportes conceituais sobre planetariedade, partindo do conceito de aldeia global proposto por Marshall McLuhan, na década de 60 do século passado ao conceito de dimensão planetária, presente nos documentos e discussões contemporâneas oriundas da ECO- 92. A formação pessoal é destacada quando os autores validam as dez características essenciais do perfil das pessoas da sociedade planetária propostas por Francisco Vio Grossi, indo além da dimensão pessoal e propondo a construção dos sujeitos coletivos, partindo da cotidianidade, da planetariedade e da capacidade de sentir e expressar a vida e a realidade tal como deve ser vivida e sentida.
No terceiro capítulo, Francisco Gutierrez e Cruz Prado conseguem chamar nossa atenção para as novas práticas necessárias à participação ativa de todos, que desde a ECO- 92 até os movimentos sociais mais recentes, estão diferenciando o teor das declarações do que denominam processos de demanda, que em seu caráter educativo deve priorizar as dimensões sociais, políticas, técnicas, científicas, pedagógica e espaço-temporal, necessitam estar presentes nos diferentes programas de formação humanísticas voltados à ecologia e à discussão sobre a continuidade da vida no nosso planeta.  Um outro aspecto também evidenciado neste capítulo é a essencialidade do processo que, para ser de fato educativo, deve trabalhar e inter-relacionar os seguintes elementos constitutivos: atores sociais como agentes, necessidade de sentido, relações sinérgicas, recursos e cotidianidade (tempo e lugar) e produto.
Na segunda parte deste livro, intitulada Ecopedagogia, temos os capítulos 4 e 5. O capitulo 4 trata da proposta de formação em cidadania ambiental e sustentabilidade, a partir do processo pedagógico em si. Partindo das experiências em educação popular, os autores trabalham com o significado do ato de promover, compreendendo que a ecopedagogia está voltada, principalmente, à promoção da aprendizagem a partir da vida cotidiana.

Neste sentido, com maestria os autores desenvolvem chaves pedagógicas à aprendizagem a partir do cotidiano, elaborando alguns indicadores de todo este processo, que podem auxiliar aos que estão envolvidos nos movimentos de ensinar e de aprender que estejam vinculados à ecopedagogia.  De grande valia é atentar para os indicadores citados, que expressam questões práticas das mudanças paradigmáticas discutidas.

Na terceira parte deste livro, os autores se voltam para a prática em si, iniciando o capitulo seis com interessante discussão a respeito dos espaços de aprendizagem, compreendidos em seus sentidos mais amplos: desde o espaço físico até o transcurso do tempo. É proposto aqui interessante análise de sete capacidades básicas para a construção de uma nova cultura, a cultura da sustentabilidade: resgatando a sensibilidade, a intuição e exaltando a consciência do poético, das emoções e da alegria, do amor e da satisfação. 
 
Enfim, este é um livro ímpar, para ser lido, debatido, refletido e discutido em diferentes espaços e tempos sociais onde haja a preocupação com o educar para a vida planetária. Trata-se de um belo trabalho, onde as palavras remetem ao pensar criativo e crítico da realidade, tal como ela é constituída. Sua leitura faz com que nossos pensamentos se abasteçam de novas possibilidades de ver e viver um outro mundo, mais humano e ecopedagogicamente constituído.

Notas:1- GUTIÉRREZ, Francisco e PRADO, Cruz. Ecopedagogia e cidadania planetária. Guia da Escola Cidadã vol. 3. São Paulo: Instituto Paulo Freire/Cortez Editora, 2000.
Fonte da resenha:
http://www.profjoao beauclair. net/visualizar. php?idt=565189

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BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA POR ISABEL CARVALHO
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