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Entrevista para a 27ª Edição da
Educação Ambiental em Ação (www.revistaea. Gabrielle - Aos meus 5 anos de idade
assisti a uma reportagem que falava sobre "Aquecimento Global", e de
repente comecei a chorar, pois estava com medo do futuro. Foi onde percebi que o
Planeta estava precisando de ajuda, mas ainda era muito pequena e achava que não
poderia fazer nada além de coisas simples no dia-a-dia para ajudar o Planeta
Terra. A partir daí comecei a ter interesse pelo meio ambiente. Gabrielle - Na verdade não chamaria de
dificuldades. A cada passo do projeto nos deparamos com novas missões, e graças
a Deus, aos meu pais e a muito trabalho conseguimos sempre atingir nossos
objetivos. Gabrielle - Eu me sinto como o beija-flor
no incêndio da floresta, sinto que estou fazendo a minha parte para livrar o
Planeta de um terrível fim. Gabrielle - Recebo vários contatos pelo
ORKUT e pelo E-MAIL do SITE. São críticas, sugestões, apoios, pedidos de
ajuda, convites para reportagens e homenagens. Gabrielle - Apesar das crianças pararem
para assistir ao meu programa, participarem das minhas ações em campo e do meu
programa na rádio, elas não demonstram interesse em participar diretamente das
questões ambientais. Gabrielle - Eu tive dois momentos muito
marcantes no programa: Um foi quando entrevistei Maria Cláudia Kohler,
coordenadora do GREENPEACE. E o outro foi quando entrevistei Paulo Celso Villas
Bôas, pois várias pessoas não acreditavam que ele viria do Pará para ser
entrevistado no meu programa, e muito menos que ele passaria um dia inteiro
comigo. Foram dois momentos muito marcantes e importantes para a minha carreira. Gabrielle - Ainda tenho muito o que
aprender. Não é hábito da minha geração Gabrielle - Olhe a sua volta. Preste muita
atenção, por exemplo, na sua cozinha: há espaço para as questões
ambientais? Claro que sim. Em todo lugar há espaço para as questões
ambientais. Gabrielle - Infelizmente não. Gabrielle - O Sergio Reis para ouvi-lo
cantar e falar sobre as belezas do Pantanal. Gabrielle - Isso foi um feliz presente que
recebi quando estive visitando a cidade. Fui convidada para dar uma entrevista
na rádio e durante a entrevista fui surpreendida com o convite para fazer o
programa ao vivo - via fone - direto de São Paulo, e ainda ganhei do diretor da
rádio uma muda de Seringueira da Amazônia que plantei no mesmo resort onde eu
estava hospedada. Gabrielle - O especial deste ano é que
meus pais escreveram uma peça que, ao menos a nós, emociona. É uma história
que trata da questão ambiental e apesar de estar programada para entrar em
cartaz, foi desenhada para aplicação pedagógica como projeto teatro escola. O
meu papel é o principal. Vou representar a energia da natureza, do amor e da
vida do Planeta pedindo socorro. Mais isso vocês verão no teatro. O nome da peça
é "A Flora Pequenina". Outra notícia é que saio como destaque no último
carro alegórico da escola de samba X-9 paulistana neste próximo carnaval,
representando o resgate da Amazônia. Gabrielle - O mundo estava em paz, até
que o homem chegou, começou a desmatar e, o Planeta assim ficou. Estava tudo
belo, no seu devido lugar, o homem bagunçou tudo, para dinheiro ganhar.
Precisamos salvar o Planeta, antes que seja tarde demais, nós crianças futuro
do mundo, só queremos ter uma vida de paz. (trecho da música "Tchau
Tchau" letra e melodia de minha própria autoria). |