Estamos sendo lembrados de que somos tão vulneráveis que, se cortarem nosso ar por alguns minutos, a gente morre. - Ailton Krenak
ISSN 1678-0701 · Volume XXI, Número 86 · Março-Maio/2024
Início Cadastre-se! Procurar Área de autores Contato Apresentação(4) Normas de Publicação(1) Dicas e Curiosidades(7) Reflexão(3) Para Sensibilizar(1) Dinâmicas e Recursos Pedagógicos(6) Dúvidas(4) Entrevistas(4) Saber do Fazer(1) Culinária(1) Arte e Ambiente(1) Divulgação de Eventos(4) O que fazer para melhorar o meio ambiente(3) Sugestões bibliográficas(1) Educação(1) Você sabia que...(2) Reportagem(3) Educação e temas emergentes(1) Ações e projetos inspiradores(25) O Eco das Vozes(1) Do Linear ao Complexo(1) A Natureza Inspira(1) Notícias(21)   |  Números  
Cidadania Ambiental
06/09/2023 (Nº 84) A CRIANÇA, A EDUCAÇÃO POLÍTICA E A PRESERVAÇÃO DO PLANETA TERRA
Link permanente: http://revistaea.org/artigo.php?idartigo=4559 
  

A CRIANÇA, A EDUCAÇÃO POLÍTICA E A PRESERVAÇÃO DO PLANETA TERRA

Forma1

Imagem: Diney Cordeiro



Por Luciana Ribeiro

A criança brasileira precisa exercer sua referência social para enxergar a si própria, o outro e o meio ambiente através de projetos que influenciem a educação política nas opiniões voltadas para o exercício da cidadania no Brasil, direito assegurado pela Constituição Federal.

Nesta perspectiva, que mobiliza a educação política no contexto do pensamento infantil, vejo a necessidade de se ensinarem e conciliarem questões socioambientais, enriquecedoras ao processo de ensino na escola com o apoio do Congresso, uma instituição que deve preparar-se melhor para realizar um trabalho de escuta pedagógica; lembrando que o projeto Plenarinho é uma ferramenta relevante para se discutirem os malefícios da corrupção brasileira justamente nessa direção proativa.

Infelizmente, ainda vejo muitos educadores trabalhando sozinhos nas escolas, sem bases pedagógicas e políticas, por isso recomendo um debate inovador para que se dinamize o entendimento crítico da criança referente às ações dos gestores públicos. Nesse sentido, é preciso valorizar a participação social delas nas questões socioambientais, como poderem opinar e realizar as seguintes tarefas: reflorestamentos de áreas verdes, coletas de resíduos sólidos, compreender os preconceitos sociais, etc.

Então, é necessário também, que se modifique o processo de comunicação pública para entendermos a relevância das leis, políticas públicas, problemas e soluções, inclusive tendo o apoio da mídia educativa a ser expandida através de uma Rede de apoio governamental. Nesse propósito, recomendo a criação de um jornalzinho escolar para se divulgar as cidades, a educação ambiental e a educação política.

Como educadora e profissional da área de comunicação, vejo a necessidade de se fomentarem argumentações sociais e políticas, que inserem especialistas, gestores públicos, cidadãos imbuídos numa conexão com novas ferramentas pedagógicas a serem estudadas e vislumbradas, como livros, atividades escolares e vivências oriundas de cidades diversas para serem articulados com o amparo de políticas púbicas voltadas para a preservação do planeta Terra.

E para facilitar a implementação de novos projetos políticos que priorizam as crianças e o Brasil, almejo ver a realização de sonhos através diálogos com profissionais de Curitiba e, claro, com outros profissionais brasileiros, que fazem a diferença nesse modo mobilizar práticas voltadas para a sustentabilidade social e ambiental.

Indicações para estudos acadêmicos:

https://plenarinho.leg.br/

https://www12.senado.leg.br/hpsenado e

https://www.camara.leg.br/

Ilustrações: Silvana Santos