ISSN 1678-0701
Número 59, Ano XV.
Março-Maio/2017.
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Relatos de Experiências

10/03/2017PROPOSTA DE UMA INTERVENÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM FOCO EM RESÍDUOS SÓLIDOS  
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PROPOSTA DE UMA INTERVENÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM FOCO EM RESÍDUOS SÓLIDOS

 

BONATO. C.C(1)

SOUZA, C.G.(2)

SUQUISAQUI, A.B.V.(3)

FAGUNDES, J.G..(4)

CERATTI, P.(5)

(1 )Discente Gestão e Análise Ambiental/UFSCar (carolinebonato28@hotmail.com)

(2 )Discente Gestão e Análise Ambiental/UFSCar (celina.gabriela@hotmail.com)

(3) Discente Gestão e Análise Ambiental/UFSCar (biasuqui@hotmail.com)

(4)Discente Gestão e Análise Ambiental/UFSCar (juliagfagundes@gmail.com)

(5)Discente Gestão e Análise Ambiental/UFSCar (patriciaceratti03@gmail.com)

 

Resumo

O rápido crescimento do modelo capitalista juntamente com o desenvolvimento econômico modificou o comportamento da sociedade em geral, que passou a adotar um estilo de vida caracterizado por um maior consumo, levando ao aumento da geração dos resíduos, que por sua vez, podem ser ameaça não só para a saúde pública mas também para o meio ambiente. Nesse contexto, a Educação Ambiental apresenta-se como uma importante ferramenta para a reconstrução de valores sociais, independentemente de idade e do nível de instrução das pessoas sensibilizadas. Assim, a pesquisa em questão teve como objetivo realizar um levantamento de informações, por meio da aplicação de questionários, buscando entender a percepção dos moradores de uma colônia no que diz respeito aos seus conhecimentos sobre destinação correta dos resíduos sólidos para que, posteriormente, fosse possível propor uma intervenção, com enfoque de despertar uma nova visão perante o meio ambiente e a relação com o mesmo. Propõe-se então oficinas que auxiliem os moradores a realizar essa destinação correta, relacionando o trabalho com a temática de pesquisa-ação.

Palavras-chave: Percepção ambiental; Resíduos sólidos; Oficinas; Pesquisa-ação.

Introdução

Devido ao rápido desenvolvimento capitalista, houve uma grande mudança no comportamento da sociedade em geral, que trouxe como modelo de vida uma sociedade com altos padrões de consumo, incentivando a produção de descartáveis e de materiais artificiais (MUÑOZ, 2002).

O desenvolvimento econômico chama atenção por conta da geração de impacto sobre os recursos naturais, da poluição localizada, da destruição de ecossistemas e do aquecimento global resultante do consumo de energia (BROLLO, 2001).

Nos últimos tempos, o perfil da sociedade mudou predominantemente para um ambiente urbano, criando um modelo de vida caracterizado por uma maior produção, maior consumo de energia, maior emissão de gases, aumento na geração de resíduos e, consequentemente, da poluição do ambiente, principalmente em países desenvolvidos, trazendo como consequência a degradação dos recursos naturais. (MUÑOZ, 2002).

A autora ainda traz que os resíduos sólidos são considerados os mais relevantes em relação aos riscos ambientais, por conta da grande importância na estrutura de saneamento de uma cidade, tendo como consequência relação com os aspectos da saúde pública. Ainda, o impacto relacionado com a disposição inadequada desses resíduos atinge tanto o solo, quanto a atmosfera, a vegetação e os recursos hídricos.

De acordo com o CONAMA (2008), a disposição inadequada dos resíduos sólidos apresenta ameaça não só à saúde pública mas também ao meio ambiente, comprometendo a qualidade de vida da população.

A Conferência Intergovernamental de Educação Ambiental em Tbilisi (ex-URSS) organizada pela UNESCO com a colaboração do PNUMA, realizada em 1977, foi responsável pela elaboração de princípios, estratégias e ações orientadoras em educação ambiental que são adotados até a atualidade. Em sua declaração, estabelece que a Educação Ambiental deve abranger pessoas de todas as idades, todos os níveis e âmbitos, tanto da educação formal quanto da não formal, bem como deve ser orientada para a comunidade.

A Lei 9.795 de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental no país, define educação ambiental como os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

Ainda, a EA deverá buscar o envolvimento do indivíduo num processo ativo de resolução de problemas que o permita solucioná-los no contexto de realidades específicas, estimulando a iniciativa, o sentido da responsabilidade e o empenho em construir um futuro melhor (SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE, 1993).Os especialistas em questões ambientais devem adquirir, como parte de sua formação, não somente os conhecimentos e habilidades necessárias, mas também perceber plenamente o sentido de suas responsabilidades a esse respeito.

Assim, a educação ambiental pode apresentar diferentes metodologias e formas de disseminar conhecimentos na realização depesquisas com diferentes grupos de pessoas. Uma dessas metodologias é a pesquisa-ação, que têm ganhado força nos últimos anos e busca prover um espaço de interlocução, onde os atores envolvidos participam na resolução dos problemas, com conhecimentos diferenciados, tentando encontrar soluções e aprendendo enquanto agem (THIOLLENT, 2006)

É nesse contexto que se insere a importância da disseminação de informações de cunho ambiental, que podem ajudar a população a entender e então agir de forma ambientalmente coerente, na tentativa de manter o ecossistema em equilíbrio ao mesmo tempo que as atividades humanas acontecem.

 

Objetivo

            O objetivo dessa pesquisa foi realizar um levantamento de informações referentes aos moradores da colônia da Embrapa no que diz respeito aos seus conhecimentos sobre destinação correta dos resíduos sólidos para que, posteriormente, fosse possível propor oficinas que auxiliem os moradores a realizar essa destinação correta.

 

 

 

Metodologia

Este estudo foi desenvolvido com moradores de uma pequena colônia estabelecida em uma unidade da pesquisa que atua no âmbito rural, localizada no município de São Carlos/SP. A Coloninha, como é chamada, desenvolveu-se pois abrigava anteriormente funcionários e suas famílias no intuito de manter os funcionários próximos ao trabalho e, ao mesmo tempo, abrigar aqueles que não tinham condições de moradia. Porém, recentemente o local passou a contar com poucos moradores e a tendência previsível é o fechamento deste pequeno conjunto de casas.

 Em 2016, esta instituição solicitou ao grupo PET Ambiental - do curso de Gestão e Análise Ambiental da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar - uma parceria para realização de uma possível intervenção no âmbito da educação ambiental (Figura 1), devido ao fato dos gestores da unidade perceberem a falta de instrução quanto ao descarte de resíduos sólidos feito pelos moradores da Coloninha.

 

Figura 1: Grupo PET Ambiental se apresentando aos residentes da colônia

 


Logo após a requisição, o grupo se reuniu e realizou uma análise prévia com base nas informações iniciais obtidas e elaborou um questionário piloto, que foi aplicado e que, posteriormente, foi aprimorado para gerar o questionário final.

A identificação da percepção ambiental neste trabalho foi levantada por meio da metodologia de questionário semi-estruturado, definido como
um roteiro previamente estabelecido com perguntas abertas e fechadas sobre o tema proposto com condução do entrevistador, podendo ajudar a restabelecer o âmbito da entrevista (BONI et al, 2005).

O questionário final foi estruturado em 11 questões que contemplaram informações como a identificação dos moradores, e relacionadas ao descarte de resíduos (apêndice 1). O objetivo foi identificar a percepção ambiental destes moradores e com base nas informações levantadas, definir ações possíveis a serem aplicadas como forma de intervenção, com enfoque de despertar uma nova visão perante o meio ambiente e a relação com o mesmo.

 

 

Resultados

De acordo com os dados obtidos a partir dos questionários aplicados em 12 residências, foi verificado que a Coloninha possui 37 moradores, dentre eles, apenas 5 crianças. Além disso, 24% das casas possuem apenas 1 morador e outros 24% possuem 3 moradores. Em relação ao grau de escolaridade, 46% dos moradores possuem ensino médio completo, 6% possuem curso técnico e 9% possuem superior completo.

Com relação à sensibilização no que se refere à disposição dos resíduos, 91% das residências entrevistadas responderam que realizam separação do lixo normal para o lixo reciclado como indica a figura 2.

 

Figura 2 – Porcentagem dos entrevistados que separam ou não seus resíduos

 

No entanto, destes 91% que separam o lixo, 40% das respostas indicaram que o destino desse resíduo reciclável é uma caixa de coleta localizada na própria sede da unidade de pesquisa. Contudo, em relação ao lixo orgânico, apenas 20% das famílias responderam que destinam esse tipo de resíduo para hortas, enquanto que os outros 80% separam em lixo comum e galinheiro (Figura 3).

 

Figura 3 – Destinação dos resíduos orgânicos nas residências

 

No que se refere à conscientização sobre como deve ser realizado o descarte dos resíduos recicláveis, 55% das respostas foram que os resíduos eram lavados antes de serem descartados, o que evidencia que os moradores ainda não possuem muito conhecimento sobre o descarte correto ou não o realizam por outros motivos, já que pouco mais da metade afirmou realizar a limpeza antes do descarte.

Já em relação ao descarte de pilhas, baterias e lâmpadas, 37% dos entrevistados responderam que descartam esses materiais em lixo reciclável e 36% responderam que enviam para a sede onde ocorre a coleta dos materiais para que sejam destinados corretamente. Ainda, 18% descartam esses materiais em lixo normal, o que é um problema devido aos problemas ambientais que esses materiais podem causar.

A quantidade de sacolas de lixo que mais é gerada pelas famílias durante uma semana são 2, com 46% de ocorrência e 27% geram apenas 1 sacola. De acordo com essas informações, pode-se perceber que a quantidade de lixo gerado pela maioria dos moradores é pequena, o que pode ser explicado pela separação de resíduos reciclável e orgânico, que possuem uma destinação final diferente.

Um outro ponto interessante da pesquisa foi a destinação final do óleo de cozinha, em que 67% das respostas foram que a separação é feita para a produção de sabão caseiro, enquanto que o restante das respostas foram que o descarte ocorre no solo, o que pode causar problemas de infertilidade e consequentemente, inviabilizar as hortas, já que 73% das famílias responderam que possuem horta em casa.

Ainda com relação às hortas, foi perguntado às famílias se elas utilizavam algum tipo de fertilizante químico ou orgânico. Dos 36% que responderam que utilizam, foram citados uso de esterco de porco, esterco de gado e composto de uréia.

Analisando os dados adquiridos pelos questionários, pôde-se perceber que apesar de 91% das famílias terem respondido que separam o lixo de suas casas, 20% responderam que descartam o lixo reciclável no lixo comum. Além disso, 40% dos entrevistados jogam o lixo orgânico no lixo comum apesar de 73% dos entrevistados possuírem horta em casa, de forma que o ideal seria que o resíduo orgânico então fosse destinado para fertilização do solo por meio de compostagem.

Para finalizar, os moradores deixaram suas opiniões e comentários no final do questionário e as questões que surgiram estavam relacionados com a falta de criação de pontos de coleta para pilhas, baterias e lâmpadas, com a demora para a coleta do lixo (eles gostariam que a coleta ocorresse de 15 em 15 dias, o que evidencia que a coleta acontecia num intervalo de tempo maior do que esse) e que faltava conscientização por parte de alguns moradores sobre o descarte correto dos resíduos.

A partir dos resultados obtidos juntamente com a problemática inicial constatada pelo gestor da unidade sobre alguns descartes incorretos, será proposta a realização de algumas oficinas e a implantação de pequenas estruturas para que possa ser iniciada uma nova visão sobre o descarte dos resíduos sólidos pelos moradores da colônia.

 

Oficinas propostas

Em uma conversa com o gestor da unidade, foi relatado que muitas pessoas descartam fraldas, preservativos e absorventes femininos, nos vasos sanitários das residências, causando problemas nos encanamentos e no sistema de tratamento de esgoto. Dessa forma, uma das propostas é realizar exposições sobre os danos ambientais causados por esse descarte incorreto, por meio de rodas de conversa e palestras, de forma a apresentar o problema e propor soluções.

A respeito dos absorventes, a proposta é realizar uma roda de conversa destinada apenas às mulheres, com a apresentação de novos métodos em detrimento ao absorvente comum de algodão.

Outra proposta é a realização de oficinas, uma vez que a participação vivenciada habilita as pessoas envolvidas a compreender melhor o assunto e enriquece sua autoexpressão, lhes dando liberdade para explorar e pesquisar outras alternativas, construindo e estabelecendo assim novas relações com o meio ambiente (SOARES et.al., 2008).

 Uma das propostas é a oficina de artesanato para confecção de produtos a partir de técnicas de tricô com sacolas plásticas, em que uma das integrantes do grupo, que domina essa técnica, poderá ensinar todos que tiverem interesse em aprender. O local e a data para essa oficina dependem da disponibilidade tanto do grupo quanto dos interessados.

A outra oficina proposta vem da problemática referente aos 33% de famílias que disseram descartar o óleo de cozinha na terra. Portanto, a ideia é apresentar aos moradores da colônia, os danos que essa ação pode causar na terra e propor soluções para isso, como o armazenamento para destinação correta ou para a fabricação de sabonete artesanal, que pode tanto ser usado para uso próprio ou para comercialização. A ideia é apresentar uma oficina de sabonete e não de sabão pois 67% das famílias responderam que já fabricam o sabão a partir do óleo de cozinha, portanto apresentar a oficina de sabonete pode ser mais atrativa. Da mesma forma, o dia e local para a realização da oficina depende tanto dos integrantes do grupo, que irão ministrar a oficina levando todos os materiais necessários, quanto dos moradores que tem interesse em participar.

Reaproveitar os resíduos orgânicos produzidos nas residências e provocar a reflexão sobre o consumo e o meio ambiente é parte do objetivo da oficina de compoteiras.Durante a oficina, os participantes serão convidados a repensar sobre o consumo e em como reaproveitar ao máximo o que poderia virar lixo, como as sobras de frutas e cascas de legumes, e transformá-lo em um composto orgânico, que pode ser usado para adubar jardins, hortas ou ser comercializado, gerando renda extra à família. Os integrantes do grupo irão ministrar a oficina, ensinando aos moradores da colônia três diferentes formas de fazer compostagem em casa. Todas de baixo custo, com materiais acessíveis e com os resíduos produzidos pelas próprias famílias.

            Em relação aos pontos de descarte dos resíduos sólidos, com o levantamento dos dados, percebeu-se uma insatisfação por parte das famílias com as condições do local de descarte dos resíduos recicláveis. Uma intervenção para melhorar a qualidade do local pode ser a adaptação da infraestrutura, disponibilizando lixeiras para cada tipo de resíduo e estruturando as sacolas (bags) onde são descartados os resíduos recicláveis.

 

Considerações Finais

            A partir dos dados levantados e da análise qualitativa e quantitativa das respostas, foram propostas oficinas para efetivamente atuar no âmbito da educação ambiental. Essa abordagem buscou entender a problemática do local para, em seguida, verificar as necessidades e possibilidades de intervenção.

            Dessa maneira, as oficinas podem auxiliar na autonomia e solução dos problemas com os resíduos sólidos verificados pelo diagnóstico realizado, relacionando-se com a metodologia participativa de pesquisa-ação, visando uma troca de experiências e conhecimentos, não apenas uma sequência unilateral de produção de informações e dados.

 

 

 

 

Referências

 

BONI, V.; QUARESMA, J. S. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Em Tese - Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. v. 2, n. 1, jan. /jun. 2005. 68-80p. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/emtese/article/viewFile/18027/16976>. Acesso em: janeiro de 2017.

 

BRASIL. Lei no 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9795.htm>. Acesso em: jan de 2017.
           
BROLLO, M.J. Metodologia automatizada para seleção de áreas para disposição de saneamento básico: aplicação na região metropolitana de Campinas (SP), 2001. 208 p. Tese (Doutorado em Saúde Ambiental) - Departamento de Saúde Ambiental, Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução nº 404, de 11 de novembro de 2008. Estabelece critérios e diretrizes para o licenciamento ambiental de aterro sanitário de pequeno porte de resíduos sólidos urbanos. Disponível em: <http://www.siam.mg.gov.br/sla/download.pdf?idNorma=8931>Acesso em: jan de 2017.

MUÑOZ, S.S.I. Impacto ambiental na área do Aterro Sanitário e Inceneração de Resíduos Sólidos de Ribeirão Preto, SP: avaliação dos níveis de metais pesados. 2002. 131p. Tese (Doutorado em Saúde Ambiental) - Departamento de Enfermagem Materno - Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP, Ribeirão Preto, 2002.

SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE. Publicação Meio Ambiente e Desenvolvimento: Documentos Oficiais. São Paulo, 1993. Disponível em: <http://www.ambiente.sp.gov.br/wp-content/uploads/cea/Tbilisicompleto.pdf>. Acesso em: janeiro de 2017.

SOARES, S. M. et.al. Oficinas sobre sexualidade na adolescência: revelando vozes, desvelando olhares de estudantes do ensino médio. Esc Anna Nery Rev Enferm 2008 set.

 

THIOLLENT, M. A inserção da pesquisa-ação no contexto da extensão universitária. In: BRANDÃO, Carlos Rodrigues & STRECK, Danilo Romeu. Pesquisa participante. O saber da partilha. Aparecida-SP: Idéias e Letras, 2006, p. 151-165.

 

Apêndice 1.

 

 

Casa n°___

Quantas pessoas moram na casa? ____

Quantos adultos? ______

[1]Quantas crianças?_______

 

Qual a escolaridade dos adultos residentes?

 

1

2

3

4

5

6

Não alfabetizado

 

 

 

 

 

 

E.F – Ciclo I

 

 

 

 

 

 

E.F – Ciclo II

 

 

 

 

 

 

Ensino Médio

 

 

 

 

 

 

 

1. Há separação do lixo?

Sim (__)

Como é feita?____________________________________________________.

Não (__)

 

2. Você sabe qual o destino dado aos resíduos orgânicos?______________________________

3. Você sabe qual o destino dado aos resíduos recicláveis?_______________________________

 

4. Você lava os recicláveis antes de descartar?

Sim (__)

Não (__)

 

5. Qual o destino dado a pilhas, lâmpadas e baterias?___________________.

 

6. Quantos sacos e/ou sacolinhas de lixo a família gera em 1 semana (7 dias)?_____________

 

7. Qual resíduo você acha que é gerado em maior quantidade (pode assinalar mais de 1)?

(__) Alimentos Crus (__) Alimentos Cozidos (__) Caixa de leite longa vida (__) PET (__)Embalagens plásticas (__)Vidro (__)Resíduos de Higiene Íntima (__)Folhas de papel usadas (__)Papelão (__)Latinhas de refrigerantes ou alimentos (__)Borra de café

 

8. O que é feito com o óleo utilizado no preparo da comida?

Separado (__)

Qual o destino posteriormente? ______________________________________.

Descartado (__)

Onde?___________________________________________________________.

 

9. Possui hortas na casa? (__) Não. (__) Sim.

10. Utiliza fertilizante químico ou orgânico?(__) Não (__) Sim. Qual? _____________________

11. Sugestões e comentários:_____________________________________________________

 

[1] Que usam fraldas: Até uns 2 anos ou em casos especiais anotar.



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