ISSN 1678-0701
Número 63, Ano XVI.
Março-Junho/2018.
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Prêmio: Destaques

10/03/2018JORNADA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO COLÉGIO ESTADUAL DOUTOR JOÃO MAIA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA  
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JORNADA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO COLÉGIO ESTADUAL DOUTOR JOÃO MAIA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA

Dados de identificação:


Responsável pelo trabalho: Genise de Moura Freitas Ferreira e Fátima Kzam Damaceno de Lacerda

Escola: Colégio Estadual Doutor João Maia

Cidade: Resende

Número de pessoas envolvidas: 300

Telefone: (22) 988031069

e-mail: fatima_kzam @yahoo.com.br


Categoria: Ações/Práticas em sala de aula e/ou em contato com a natureza ou locais alternativos



Apresentação:

A Jornada de Educação Ambiental do Colégio Estadual Doutor João Maia teve como objetivo estimular práticas de Educação Ambiental que discutissem as questões relacionadas ao meio ambiente e a conservação da natureza e que se realizassem com o envolvimento de alunos, professores e comunidade escolar para a modificação da realidade. Nesse projeto, que aconteceu ao longo de 10 anos, de 2006 a 2015, os alunos participantes se inscreviam voluntariamente. Os caminhos metodológicos percorridos foram: os estudantes participavam por três dias de um seminário, no qual, além de assistirem as palestras, deviam redigir um relatório crítico sobre os temas abordados. Também participavam de atividades de campo. Os alunos que se destacavam a cada ano eram convidados pelos coordenadores do projeto para participarem no ano seguinte como monitores, auxiliando na organização do seminário e nas saídas de campo. As Unidades de Conservação visitadas foram a Área de Proteção Ambiental da Serrinha do Alambari, o Parque Municipal da Cachoeira da Fumaça, o Parque Nacional da Tijuca,o Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Picinguaba, o Parque Nacional do Itatiaia e a Reserva Particular do Patrimônio Natural Parque do Caraça. O grupo participante visitou também as cidades de Ouro Preto, Mariana e Catas Altas, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o Aterro Controlado de Resende, o Aterro Sanitário de Cachoeira Paulista e o Centro de Estudos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável da Universidade do Estado do Rio de Janeiro na Ilha Grande, em Angra dos Reis. Nesses trabalhos de campo eram exploradas as questões que envolviam o contexto histórico e geográfico local, a pesquisa ali desenvolvida, o sistema de gerenciamento da unidade de conservação, o impacto do turismo, aspectos da fauna e da flora e a Educação Patrimonial atrelada às questões socioambientais. Durante o seminário e os trabalhos de campo, os alunos mantiveram contato com o meio acadêmico, o que estimulou a inserção desses jovens no universo da pesquisa científica. Além disso, a convivência em grupo deu nova dimensão à relação entre alunos e professores da escola. As atividades desenvolvidas foram bastante significativas para todos os participantes, pois produziram mudança de comportamento em relação ao ambiente, seja natural ou urbano, e resultaram em maior envolvimento com o colégio. A comunidade escolar, ao se envolver na atividade, internalizou essa ação, o que gerou uma expectativa entre os alunos e também a inclui no calendário escolar.



Justificativa:

A Constituição Brasileira de 1988 reconhece a Educação Ambiental (EA) como obrigação nacional, a ser garantida pelos governos federal, estaduais e municipais. Assim, estabelece: “(...) promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente” (BRASIL, 1988, artigo 225, parágrafo 1º, VI). Além disso, a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), em seu artigo 2º, enfatiza que a educação ambiental “é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal” (BRASIL, 1999, p. 1).

Segundo Gadoti (2000), a EA deve partir de uma postura tanto individual como coletiva, sendo responsabilidade de todos. Deve também estimular a solidariedade, a igualdade, o respeito aos direitos humanos e ajudar a desenvolver uma consciência ética. Neste contexto e, de acordo com o Ministério da Educação, ao discutir os Temas Transversais abordados nos Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1996), a escola tem a responsabilidade de proporcionar um ambiente saudável e favorável à aprendizagem. Dessa forma, deve trabalhar com a formação de hábitos, atitudes e valores que levem à reflexão sobre os problemas que afetam a sua vida, a da sua comunidade, a de seu país e a de seu planeta, favorecendo a construção de uma consciência ecológica.

Em 2006, baseado nesses referenciais, e em consonância com os preceitos da Carta da Terra e do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, um grupo de professores do Colégio Estadual Doutor João Maia propôs à direção da escola, uma atividade que envolvesse a sensibilização de alunos e professores para a importância da contextualização e interdisciplinaridade da educação para o meio ambiente e da realização atividades práticas em unidades de conservação. O Colégio, situado no município de Resende, no Estado do Rio de Janeiro, está próximo ao primeiro parque nacional brasileiro, o Parque Nacional de Itatiaia, que possui uma grande importância por apresentar uma área de Mata Atlântica bem conservada e muitos atrativos naturais, como o Pico das Agulhas Negras, o Maciço das Prateleiras, o Vale do Aiuruóca, a Pedra do Altar, o Lago Azul, famosos por sua beleza, exuberância e diversidade biológica.

Na proposta inicial, as ações deveriam acontecer apenas em um fim de semana, incluindo, na sexta-feira, um ciclo de palestras no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - SENAC de Resende - e dois dias no Parque Nacional do Itatiaia. Porém, o resultado foi tão interessante que outras ações se desenvolveram posteriormente. A partir desta experiência, então, a escola realizou, anualmente, a sua Jornada de Educação Ambiental durante dez anos consecutivos.


Desenvolvimento:

  1. Como tudo começou: A I Jornada - 2006

A ideia de organizar a Jornada de Educação Ambiental surgiu durante a visita de uma turma de sétimo ano ao Parque Nacional do Itatiaia (PNI), em abril de 2006. O Núcleo de Educação Ambiental (NEA) do Parque entrou em contato com a escola, no início do ano letivo, convidando-a a partir de um programa de visitas, cujo transporte era franqueado por uma empresa da região. Para selecionar quais escolas fariam parte do programa, optaram por aquelas que visitavam o parque com maior frequência e, desta forma, nossa escola foi uma das quatro selecionadas a participar.

Durante a visita, as professores de Ciências e Educação Artística, juntamente com a Orientadora Pedagógica, sugeriram ao diretor da Pesquisa Técnica do PNI a organização de um curso de técnicas básicas em trabalho de campo ministrado pelos funcionários do NEA para alunos do terceiro ano do ensino médio. A sugestão foi aceita e o grupo de professores organizou um esboço do projeto. Concomitantemente, foi feito contato com o jornalista André Trigueiro, convidando-o a dar uma palestra sobre o seu livro recém publicado: Mundo sustentável – Abrindo espaço na mídia para um planeta em transformação (TRIGUEIRO, 2005) aos alunos e professores do curso. O jornalista achou interessante o convite, mas sugeriu que, ao invés de falar para um público restrito, no máximo 40 pessoas, no auditório do PNI, fosse organizada uma jornada, num espaço maior e aberto aos professores e alunos de outras escolas da região. Dessa forma definiu-se a estratégia da Jornada: no primeiro dia, 01 de setembro de 2006, sexta-feira, ocorreu um ciclo de palestras no SENAC, aberto ao público. De lá, alunos e professores partiram para o Parque Nacional do Itatiaia para as atividades de campo, até domingo dia 03.

A escola custeou praticamente todas as ações com as verbas próprias e ajuda de parceiros e fornecedores da escola. O uso do auditório do SENAC e das instalações do alojamento no Parque Nacional foram franqueados. Aos alunos e professores não foi pedido nenhum tipo de colaboração. A escola foi responsável pelo transporte, alimentação e fornecimento da camiseta do curso.

De início as inscrições seriam abertas a todos os alunos do ensino médio que tivessem interesse em participar e, a partir da análise de uma pequena redação, os alunos seriam selecionados. Porém, percebeu-se que não haveria tempo hábil para esse processo e decidiu-se que a escolha dos alunos ficaria a cargo dos professores, abrindo vagas para os alunos do nono ano ao ensino médio, incluindo a Educação de Jovens e Adultos. Foram feitas duas reuniões com os responsáveis dos alunos para explicar o trabalho a ser desenvolvido e para que estes autorizassem as participações.

  1. Ciclo de palestras

O Ciclo de palestras da I Jornada (2006) teve ampla divulgação na cidade, através de folders, cartazes e outdoors. A sequência de apresentações foi a seguinte:

Educação ambiental – um novo olhar – Ministrado pela professora Lúcia Teixeira, responsável pela disciplina de Educação Ambiental dos cursos técnicos Pós-Médio do SENAC de Resende.

Mundo sustentável – Abrindo espaço na mídia para um planeta em transformação - jornalista André Trigueiro, do canal GloboNews.

Meio Ambiente, Espiritualidade e Qualidade de Vida – Márcia Caldas do Centro de Valorização da Vida de Resende.

A experiência do Colégio Estadual Antônio Quirino de Visconde de Mauá – Professora Dumara Jacobe de Azambuja da Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro.

Núcleo de Educação Ambiental do Parque Nacional do Itatiaia – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Léo Nascimento, Nair Dias Paim Baumgratz e Magaly Dolsan de Almeida.

Assistiram às palestras cerca de 200 pessoas, registradas através de uma lista de presença, incluindo alunos e professores de escolas da rede, estudantes universitários e profissionais ligados ao meio ambiente (Figura 1).



Figura 1: Diretora Míriam Cristina Gastão Franco e Professora Adriana Deslandes com os alunos do Colégio Estadual Dr. João Maia participando do Ciclo de Palestras. Fonte: Acervo da Jornada de Educação Ambiental (2006).



  1. Parque Nacional do Itatiaia

Alunos e professores ficaram alojados no Abrigo 3, próximo a sede do PNI. As refeições do almoço e do jantar foram servidas no Centro de Visitante e o café da manhã foi organizado no próprio abrigo. O alojamento contou com ala masculina e feminina, com dois banheiros cada. A proximidade e a convivência permitiram uma forte integração e socialização entre os participantes, o que foi ressaltado pelos alunos como um dos pontos mais positivos da Jornada.

No sábado pela manhã, a primeira atividade foi uma palestra no Auditório Tom Jobim com o diretor da pesquisa técnica, que também foi o guia nas trilhas pelo parque. Foi feito um histórico do Parque Nacional do Itatiaia – a primeira Unidade de Conservação Federal do país, fundado em 1937. Em seguida foram expostos os principais problemas do parque: a extração ilegal do palmito, a caça, as queimadas, a criação de gado no entorno do parque e a questão fundiária.

Os alunos fizeram uma visita guiada ao Museu da fauna e instalações do Centro de Visitantes. Após o almoço seguiu-se uma longa trilha incluindo o Lago Azul, Sítio do Belga e Mirante do Último Adeus. Durante as trilhas e de forma espontânea, guia e professores se revezaram em explanações sobre os diferentes aspectos do Parque: históricos, geomorfológicos, biológicos e socioambientais. Para a confecção do relatório final do curso, os alunos fotografavam e registravam por escrito as informações recebidas (Figura 2).



Figura 2: Orientações sobre a Mata Atlântica, na trilha, com o guia Léo Nascimento. Fonte: Acervo da Jornada de Educação Ambiental (2006).





No domingo o planejado era a subida às Prateleiras, no Maciço do Itatiaia, mas a previsão era de mau tempo no planalto para os próximos três dias. Por uma questão de segurança essa atividade foi cancelada e adiada para o final do mês. Porém, na parte baixa do parque o dia amanheceu com tempo bom, o que possibilitou que o grupo percorresse os principais atrativos do parque: Cachoeiras Poranga, Itaponari e Véu da Noiva e Poço do Maromba. Novamente ao longo das trilhas, os alunos recebiam informações sobre o parque.

  1. As Prateleiras

Os alunos tiveram uma reunião prévia com o guia Antônio Leão, que esteve na escola para dar instruções sobre a caminhada na montanha e falar sobre a formação rochosa da Serra da Mantiqueira.

No dia 30 de setembro, sábado pela manhã, o grupo partiu para o Planalto do Itatiaia. Lá, com a participação de um funcionário do parque, percorreu-se uma trilha de aproximadamente três horas, sob muita neblina, até chegar à base da formação rochosa (Figura 3), cuja altitude máxima é de 2548 metros. Foi possível observar as modificações da flora nos campos de altitude em comparação à parte baixa do parque, espécies vegetais endêmicas da região, o sapo flamenguinho, símbolo do planalto e a região do Vale do Paraíba, onde se localiza a cidade de Resende. Novamente, guias e professores faziam comentários sobre o ecossistema em estudo ao longo das trilhas e nos momentos de paradas.



Figura 3: Planalto do Itatiaia – base das Prateleiras. Fonte: Acervo da Jornada de Educação Ambiental (2006).



  1. Intercâmbio com os alunos do Colégio Estadual Antônio Quirino de Visconde de Mauá

A partir da apresentação da Professora Dumara Jacobe de Azambuja no ciclo de palestras, decidiu-se levar alunos e professores participantes da jornada para conhecer de perto as iniciativas do colégio, que pertence ao distrito de Visconde de Mauá, na área rural de Resende, dentro da Área de Proteção Ambiental da Mantiqueira. A direção do colégio organizou um grupo com a mesma faixa etária dos alunos para recepcioná-los. Essa atividade se desenvolveu nos dias 18 e 19 de novembro de 2006.

Os alunos conheceram o projeto do biodigestor, um horto orgânico, o projeto de recuperação de trilhas próximas à escola e as principais cachoeiras da região. Alunos e professores das duas escolas ficaram alojados nas salas de aula e realizavam as refeições em conjunto. Houve também uma boa integração entre os professores de ambas as escolas. A professora Adriana Deslandes apresentou um resumo da sua monografia de pós-graduação em Ciências Ambientais sobre o processo de urbanização da Vila de Visconde de Mauá e a suas implicações no meio ambiente.



  1. Fórum de divulgação da Jornada

Terminados os trabalhos de campo começou-se a refletir de que forma seria a multiplicação dos conhecimentos adquiridos pelo grupo de alunos participantes para os demais alunos e professores da escola que não participaram da jornada. Numa reunião, sábado na escola, os alunos formaram grupos e decidiram os temas que foram mais significativos e que gostariam de expor aos colegas. Os temas selecionados foram:

  • Fauna

  • Flora

  • Responsabilidade Ambiental

  • Integração

  • Geomorfologia

Cada grupo ficou sob a orientação de um ou dois professores que juntos deveriam traçar estratégias para uma apresentação oral e a confecção de um painel. O fórum aconteceu no dia 30 de novembro e cada grupo, de acordo com a disponibilidade dos alunos e professores, se apresentou nos três turnos. Três painéis reversíveis ficaram expostos no pátio e uma sala de aula foi adaptada para a apresentação oral dos grupos. Todas as turmas da escola assistiram a, pelo menos, a apresentação de um grupo. O resultado foi muito bom. Ficou claro o envolvimento e a dedicação dos alunos e professores na confecção e apresentação dos trabalhos (Figuras 4 e 5).





Figuras 4 e 5: Professora Adriana Deslandes e alunos do sexto ano no Fórum de Divulgação da Jornada e apresentação do Grupo Geomorfologia do Itatiaia para turma da Educação de Jovens e Adultos. Fonte: Acervo da Jornada de Educação Ambiental (2006).



  1. Área de Proteção Ambiental da Serrinha do Alambari

Esta foi a última atividade em conjunto com o grupo de participantes da jornada. A princípio seria apenas uma excursão de lazer e confraternização, mas o grupo, que tomou gosto pelas caminhadas, fez uma trilha com a Professora Lúcia Teixeira e pôde perceber alguns aspectos diferentes em comparação com as formações vegetais do Parque do Itatiaia. Numa das trilhas foi possível a observação do sapo pingo de ouro, um dos menores vertebrados do mundo e que não é muito fácil de ser avistado, apenas em condições ambientais especiais, como as do dia. O grupo também conheceu o biogeógrafo Edgard Kulmann, profundo conhecedor da região e radicado na Serrinha há mais de 20 anos.



  1. II Jornada – 2007

A partir da experiência da primeira Jornada decidiu-se dar continuidade no ano seguinte fazendo as devidas adequações e ajustes necessários. Em 2007, o diretor da Pesquisa Técnica do PNI, organizou um curso de extensão ambiental exclusivamente para os professores da escola. As aulas práticas e teóricas aconteceram no Parque Nacional do Itatiaia, com diferentes pesquisadores responsáveis pelos módulos. Com isso a organização da segunda Jornada fazia parte do último módulo do curso.

Ampliaram-se os dias de seminário, aumentando também o número de colaboradores, que passou a envolver, além do PNI, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o Centro de Referência em Educação Ambiental e a Agência do Meio Ambiente de Resende. Novas unidades de conservação foram visitadas e incluiu-se centros de pesquisa, como o Jardim Botânico do Rio de Janeiro e o Centro de Estudos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

  1. Ciclo de palestras

O ciclo de palestras foi realizado no Auditório do SENAC-Resende nos dias 13 e 14 de setembro de 2007. As atividades envolveram os seguintes temas:

13 de setembro de 2007

Abertura – Apresentação musical dos alunos – Professora Ana Alfradique da Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro;

Apresentação do resumo das ações da Escola em Educação Ambiental - Professoras Adriana Deslandes, Rosa Lusoli e Claudete Mezavilla da Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro e Agnaldo Luís Costa.

  • A experiência da I Jornada de Educação Ambiental;

  • Curso de Extensão Ambiental no PNI;

  • Semana do Meio Ambiente 2007;

  • Projeto Reciclajão;

  • Adesão ao Projeto Coleta de Resíduos Sólidos (PEAD 2) para confecção de madeira plástica.

Vídeo da I Jornada – Professores Michelle Vargas e Gustavo Nordskogh da Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro;

Centro de Referência em Educação Ambiental de Resende – Rosângela Vieira;

Aves do Parque Nacional do Itatiaia – Luciano Moreira Lima da Universidade Estadual do Norte Fluminense.



    1. de setembro de 2007

Vídeo “Itatiaia visto por dentro” – Christian Spencer;

Guia botânico do Itatiaia – Professor Izar Aximoff do Jardim Botânico do Rio de Janeiro;

Répteis e Anfíbios do Itatiaia – Professor Sérgio Potsch da Universidade Federal do Rio de Janeiro;

Esporte e Meio Ambiente – Jornalista Clayton Conservani da TV Globo;

Consumo e sustentabilidade – Isabella Delgado da empresa Ciclo Ambiental;

Fotos do Parque Nacional do Itatiaia – Agnaldo Luís Costa;

Vídeo: “Gotita” – Professora Michele Vargas da Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro e alunos da turma 503;

Árvores do Itatiaia – Professor Sebastião Neto do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

  1. Os Trabalhos de Campo foram realizados nos dias 15 e 16 de setembro, sábado e domingo, respectivamente: Parque Nacional do Itatiaia (Parte baixa), Parque Nacional do Itatiaia (Planalto – Morro do Couto, Figura 6).

Figura 6: Visita ao Morro do Couto, com o guia Agnaldo Luís Costa. Fonte: Acervo da Jornada de Educação Ambiental (2007).



Outras visitas: Parque Nacional da Tijuca, Jardim Botânico do Rio de Janeiro (Figura 7) e Área de Proteção Ambiental da Serrinha do Alambari (Figura 8).