ISSN 1678-0701
Número 63, Ano XVI.
Março-Junho/2018.
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13/03/2018A GESTÃO AMBIENTAL EMPREENDEDORA COMO ESTRATÉGIA COMPETITIVA  
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A GESTÃO AMBIENTAL EMPREENDEDORA COMO ESTRATÉGIA COMPETITIVA


Mário José Silva

Administrador, Especialista em Finanças Corporativas (Gama Filho), Pós-graduado em Auditoria Ambiental (uniter). Professor celetista na Faculdade Uninassau – Manaus/AM. E-mail: mariosilvafiel@gmail.com


Kleber Mantovanelli Barbosa

Administrador, Pós-graduado em Contabilidade e Controladoria, universitário de Ciências Contábeis 6o Período, Diretor Administrativo e Financeiro do ITEAM – Manaus/AM. E-mail: kleber0021@yahoo.com.br


RESUMO


O presente artigo tem como objetivo analisar as rotinas das empresas destacando a importância da gestão ambiental como estratégia competitiva, bem como, observar e pesquisar as empresas como as mesmas usam os recursos naturais, transformando-os em matérias primas se as mesmas estão todas trabalhando em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT e as normatizações da International Organization for Standardization-ISO (Organização Internacional de Normalização). Deste modo, como a empresas devem utilizar-se da gestão ambiental para obter vantagens estratégias competitivas no ambiente de negócios? A finalidade da pesquisa é uma análise exploratória, quanto aos procedimentos, à pesquisa é bibliográfica, quanto à metodologia é qualitativa. Pretendeu entender, descrever e mapear a gestão empreendedora ambiental. Conhecer a importância da gestão ambiental como estratégia competitiva.


Palavra-Chave: Gestão empreendedora, Estratégia, Planejamento, Analise do ambiente.


ABSTRAT

This article aims to analyze the routines of companies highlighting the importance of environmental management as a competitive strategy, as well as observe and research companies how they use natural resources, transforming them into raw materials if they are all working in compliance with the standards of the Brazilian Association of Technical Standards-ABNT and the standards of the International Organization for Standardization-ISO. So, how should companies use environmental management to gain competitive strategies in the business environment? The purpose of the research is an exploratory analysis, regarding the procedures, the research is bibliographical, as far as the methodology is qualitative. He intended to understand, describe and map the environmental entrepreneurial management. Know the importance of environmental management as a competitive strategy.


Keywords: Entrepreneurial management, Strategy, Planning, Environmental analysis.



  1. INTRODUÇÃO

Com o advento da industrialização ao redor do mundo, e o aumento do consumo desenfreado fez com que os recursos naturais usados para fabricação de produtos fossem explorados de forma desgovernada fazendo com que o meio ambiente sofresse danos irreparáveis por partes das empresas. Os problemas ambientais, começaram a fazer parte nas discursões das conferencias das nações unidas, impulsionando a Educação Ambiental no mundo e a discussão sobre a questão ambiental.

A incidência de acidentes e desastres ambientais foi decisiva para a criação de legislações restritivas e de ações dentro das empresas, determinando um maior controle sobre suas atividades potencialmente poluidoras (CERUTI E SILVA, 2009).

Assim sendo com leis rígidas a respeito da questão ambiental, a gestão empreendedora ambiental nas grandes empresas, vem se tornando uma maneira eficaz de gerir tais recursos e inclusive o papel da organização no ambiente a qual a mesma esta insertadas normais ambientes vigentes, clara, objetiva e rica em detalhes e punitiva ajuda no desenvolvimento desta gestão.

A gestão ambiental empreendedora é composta por estratégias diferentes e variadas, dependendo do nicho ou atividade de cada empresa. As empresas em decorrências de uma série de fatores, fazem estratégias nem sempre visando o meio ambiente, mas, o lado financeiro, e com isto a obtenção de lucros. Ou seja, em termos gerais muitas companhias fazem apenas marketing.

O marketing ambiental hoje e visto como a melhor ferramenta de alavancagem de vendas , sua posição estratégica e fazer o consumidor final acreditar que a marca do produto consumido , além de respeitar o meio ambiente se preocupa com as gerações futuras , neste sentido o marketing induz a pensar que cada vez que o consumidor adquira o produto , este por sua vez está contribuindo para preservação do meio ambiente e fazendo pensar que está exercendo sua responsabilidade sócio ambiental.

Para a implementação da gestão ambiental e necessário que se tenha todas as certificações pertinentes a cada produto ou serviço produzido pela empresa. Para isto os custos são altos das certificações, tornando a gestão ambiental empreendedora estratégia um alto investimento, no qual as empresas em geral ainda não estão dispostas a investir em sua totalidade, porem tais custos são revertidos em formas de lucros a medida que a população reconheça que iniciativa como sendo positiva.

Portanto, a necessidade de entender a gestão empreendedora ambiental estratégica como vantagem competitiva e procurar compreender e como é feita esta gestão, com o intuito também de mapear, descrever e identificar as estratégias, a visão empreendedora dos líderes, a relevância da gestão empreendedora como solução para empresas e suas perspectivas. A utilização da gestão empreendedora como um instrumento de ação em que o empreendedor, líder, visionário fundamenta uma clara definição de dois aspectos primordiais a estratégia e a cultura da empresa. Com isto os empreendedores demonstram uma orientação pautada em uma constante sintonia com o ambiente, monitorando as mudanças que possam impactar a organização e as oportunidades potencialmente favoráveis para qualquer organização. No entanto para se ter uma gestão empreendedora, as organizações precisam focalizar oportunidades, deve direcionar-se, mudar e criar condições propicias ao desenvolvimento saudáveis de competitividade, adotar uma estratégia global de mudança de atitudes, para tanto o empreendedorismo tem uma função importante na criação e no crescimento dos negócios assim como no crescimento e na prosperidade de nações e regiões visando sempre o bem-estar da população e o meio ambiente.

Neste sentido o fator ambiental como consequência de novos valores mostra com clareza a necessidade de adaptação das empresas em relação a novas maneiras de produzir e fazer negócios, quebrando seus paradigmas, mudando sua visão empresarial, objetivos, estratégias de investimentos e de marketing, pensando e adaptando-o à nova realidade global, corretamente ecológico e pensando nas gerações futuras. Portanto, como a empresas devem utilizar-se da gestão ambiental para obter vantagens estratégias competitivas no ambiente de negócios?

O presente artigo tem o objetivo analisar as rotinas das empresas destacando a importância da gestão ambiental como estratégia competitiva, bem como, observar e pesquisar as empresas como as mesmas usam os recursos naturais, transformando-os em matérias primas se as mesmas estão todas trabalhando em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT e as normatizações da International Organization for Standardization-ISO (Organização Internacional de Normalização). De um modo específico, pretende-se entender, descrever e mapear a gestão empreendedora ambiental. Conhecer a importância da gestão ambiental como estratégia competitiva.

O artigo divide-se em referencial teórico sobre a Gestão Ambiental Empreendedora, Estratégia Competitiva. Em seguida explicitam-se o referencial metodológico, bem como os resultados e considerações. Por último resumem-se as principais conclusões do trabalho.


  1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Atualmente as organizações tem a busca constante pela necessidade de se mapear e de entender a transformação pela qual passa o mercado de consumo, buscando os aspectos da gestão estratégica e suas capacidades norteadora, além da preocupação com o meio Ambiente, para a boa imagem da organização, da sua manutenção e ampliação dos seus mercados se faz necessário fundamentar e agregar ao sistema de gerenciamento a gestão do meio ambiente.

Entender o ambiente competitivo e o posicionamento estratégico das empresas o atingimento de um adequado desempenho por elas, à sua sobrevivência e, consequentemente, à expansão da oferta e da qualidade dos produtos e serviços, além disso, a gestão ambiental empreendedora servira como auxilio para as empresas enquanto clientes e consumidoras a entenderem as novas dinâmicas do mercado, fornecendo subsídios importantes à avaliação das estratégias competitivas de seus concorrentes.

LEMOS (1999), divulgou resultados referentes à adoção de estratégias de Produção Mais Limpa (PML), como forma de começar a adequar-se aos novos padrões de produtos saudáveis e limpos, exigidos pelo mercado consumidor, e que culminaram com a geração de inovações e de competitividade para a empresa. Os resultados indicam que a empresa, quando começa a preocupar-se com as questões ambientais e adota estratégias de Produção Mais Limpa, começa a usufruir de um processo de melhoria contínua, que propicia o surgimento de inovações em todos os sentidos (processo, produto e gerência). A principal conclusão é que a PML facilita o surgimento de inovações e que estas inovações facilitam o alcance da competitividade.

PIMENTEL (2010), realizou uma pesquisa como foco nas micros, pequenas e médias empresas industriais, com isso, definiu o nível de incorporação da sustentabilidade empresarial nestas empresas, analisando a presença de suas dimensões nas organizações. Também se verificou, entre as dimensões social e ambiental da sustentabilidade, qual predomina como preocupação emergente. Realizadou um questionário sendo desenvolvido e aplicado junto a trinta e três empreendedores do setor industrial da Região Metropolitana de Fortaleza-CE. Os dados foram analisados através de estatística descritiva e análise de variância. Concluiu que a amostra se encontram em um nível intermediário de sustentabilidade empresarial, sendo a dimensão social a de maior destaque em relação à dimensão ambiental.

OLIVEIRA (2008), analisou o comportamento informacional na tomada de decisão estratégica dos micro e pequenos empresários do setor varejista instalados na região do Bairro Preto em Belo Horizonte. No contexto desta pesquisa, comportamento informacional significa a identificação e o uso de fontes de informação a partir do processo de monitoração ambiental, utilizadas pelos empresários para a tomada de decisões estratégicas em diferentes contextos competitivos. Para a configuração do ambiente competitivo, foram adaptados os estudos de Duncan (1972) e Mintzberg (2003) sobre tipologias ambientais, normalmente utilizadas para determinar o nível de incerteza do ambiente organizacional a partir da análise das dimensões complexidade (simplescomplexo) e dinamicidade (estático-dinâmico). Acredita-se que o nível de incerteza ambiental afeta a frequência de uso e a importância dada pelos gestores às fontes de informação utilizadas em seus processos de decisão estratégica sobre o ambiente competitivo.

SANTOS (2013), discutiu em que condições a gestão ambiental pode contribuir com a vantagem competitiva sustentável, segundo os arcabouços teóricos da Visão Baseada em Recursos (VBR) e da Teoria Institucional (TI). Como resultado, sete proposições de pesquisas são sugeridas a partir da reflexão da capacidade de estratégias ambientais gerarem vantagem competitiva sustentável nos termos da VBR e da TI. Segundo a VBR, a vantagem competitiva move-se pela aptidão de as empresas acumularem recursos ecológicos valiosos, raros, imperfeitamente imitáveis, insubstituíveis e não comercializáveis capazes de causarem heterogeneidade em relação aos seus concorrentes. Por sua vez, sob a ótica da TI, as empresas possuem percepções distintas das pressões externas recebidas acerca de suas atuações ecológicas, porém, reações em direção ao isomorfismo tendem a reduzir o potencial de geração de vantagem competitiva das estratégias ambientais. As empresas devem definir de maneira precisa os motivos pelos quais a implementação de estratégias ambientais contribui para suas missões corporativas e para o meio ambiente. Constatou-se que a VBR e a TI assumem pressupostos distintos acerca do comportamento de uma empresa. Na VBR as decisões organizacionais fundamentam-se na racionalidade econômica (maximização dos recursos), as quais são moderadas pelo contexto econômico.


  1. METODOLOGIA


Com embasamento nos conhecimentos teóricos abordados relacionados a Gestão Ambiental empreendedora e estratégia competitiva, com o objetivo de analisar as rotinas das empresas destacando a importância da gestão ambiental como estratégia competitiva, apresenta-se, aqui a metodologia através da qual a investigação foi realizada.

A finalidade da pesquisa é uma análise exploratória, sendo este um dos primeiros contatos com o tema, aproximando do assunto e obtendo harmonia, coerência e clareza sobre o estudo proposto, este conhecimento foi adquirido em fontes diversas de informação como livros, revistas, artigos científicos, trabalhos de conclusão de curso.

Quanto aos objetivos, é utilizada a pesquisa descritiva, uma vez que tem como objetivo analisar as rotinas das empresas destacando a importância da gestão ambiental como estratégia competitiva, bem como, observar e pesquisar as empresas como as mesmas usam os recursos naturais, transformando-os em matérias primas se as mesmas estão todas trabalhando em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT e as normatizações da International Organization for Standardization-ISO (Organização Internacional de Normalização). De acordo com Gil (2008), as pesquisas descritivas possuem como objetivo a descrição das características de uma população, fenômeno ou de uma experiência.

Quanto aos procedimentos, o método utilizado é a pesquisa bibliográfica para fundamentar teoricamente o trabalho, através das fontes secundárias, ou seja, livros, artigos científicos, revistas especializadas, dissertações, periódicos e formulário através da internet. Pois segundo Lakatos e Marconi (2010), a pesquisa bibliográfica abrange todo o referencial teórico já tornado público em relação ao tema de estudo.

Quanto à metodologia, a pesquisa é qualitativa, analisar as rotinas das empresas destacando a importância da gestão ambiental como estratégia competitiva.


  1. RESULTADOS E DISCUSSÕES

    1. A GESTÃO EMPREENDEDORA E O EMPREENDEDORISMO.

A gestão empreendedora, e um instrumento de ação em que o empreendedor, líder, visionário fundamenta uma clara definição de dois aspectos primordiais a estratégia e a cultura da empresa. Os empreendedores demonstram uma orientação pautada em uma constante sintonia com o ambiente, monitorando as mudanças que possam impactar a organização e as oportunidades potencialmente favoráveis para qualquer organização.

O empreendedorismo é o processo dinâmico de se criar mais riqueza. A riqueza é criada por indivíduos que assumem os principais riscos em termos de patrimônio, tempo e/ou comprometimento com a carreira ou que provêm valor para algum produto ou serviço que podem ser novos ou únicos.

O empreendedor visionário sabe aonde quer chegar, é capaz de criar uma empresa com planejamento prévio, tem em mente o crescimento que quer buscar para a empresa e visa a geração de lucros. Contudo o empreendedorismo de necessidade, em que o candidato a empreendedor se aventura na jornada empreendedora mais por falta de opção, por estar desempregado e não ter alternativas de trabalho. (DORNELAS, 2015).

Após avaliado esse empreendedor é preciso que a gestão empreendedora esteja ligada as aspirações das empresas, pois sem essa sincronia não terá como as organizações focalizar oportunidades; para tanto os problemas são secundários não tem tanto peso visto que, na gestão empreendedora acredita-se que o poder esteja com uma pessoa capaz de comprometer a organização com cursos de ação ousadas (MINTZBERG, 2010 p. 136).

Para Bernardi (2010, p. 54)

esta moderna forma de gerir a empresa deve direcionar-se, mudar e criar condições propicias ao desenvolvimento de condições saudáveis de competitividade, com há uma necessidade de adotar uma estratégia global de mudança de atitudes.

Sendo assim a gestão empreendedora deve continuamente, localizar e aproveitar novas oportunidades de negócios, possuir um compromisso em de aprender novas habilidades, novos conhecimentos e novas competências, ser um agente de mudança e de transformação.

Ainda contribuindo Robert et al. (2014, p. 6) nos diz que:

além disso as empresas administradas de modo empreendedor são mais estruturadas para usar tanto suas redes internas (por exemplo, os canais de comunicação informais no trabalho), quanto as redes externas (os compradores, os fornecedores e as instituições financeiras), que fornecem informações e outros recursos importantes na descoberta de /geração e exploração de oportunidades.

Desta forma Bernardi (2010, p. 55) finaliza sua análise sobre a gestão empreendedora quando nos fala que: “A gestão empreendedora e aquela que cria condições competitivas saudáveis, com estruturas adaptativa e integrativa com um comportamento sistemático ajustada e equilibrada”.

Consequentemente a gestão empreendedora tem um intuito de unir a empresa, de fazer algo que possa ser vislumbrado por todos da empresa. Neste Aspecto a gestão empreendedora como vantagem competitiva estratégica e a própria essência da estratégia empresarial nos tempos atuais.


    1. CONCEITOS DE GESTAO AMBIENTAL

Para Vilela e Demajorovic (2006), “a gestão ambiental pode ser entendida como a aplicação dos princípios de planejamento e controle na identificação, avaliação, controle, monitoramento e redução dos impactos ambientais a níveis predefinidos”.

Segundo Dias (2009 pg.256),

a penetração do conceito de desenvolvimento sustentável no meio empresarial tem se pautado mais como um modo das empresas assumirem formas de gestão mais eficientes, como praticas identificadas com a eco eficiência e a produção mais limpa, do que uma elevação do nível de consciência do empresariado em torno de uma perspectiva de um desenvolvimento econômico mais sustentável.

Neste aspecto as questões ambientais fazem parte, hoje em dia, do mundo dos negócios, empresários que antes viam essa gestão como um fator de custo no processo produtivo, hoje enxerga as vantagens competitivas e oportunidades econômicas de uma gestão ecologicamente correta.

Para tanto impacto ambiental deve ser entendido como um desequilíbrio provocado por um trauma ecológico, em relação do homem sobre o meio ambiente. Podendo ser também por acidentes naturais, é a alteração no meio ou em algo de seus componentes por determinada atividade ou ação assim sendo essas alterações precisam ser quantificadas, por que apresentam variações relativas, positivas ou negativas, grandes ou pequenas. (BATISTA, PAGLIUSO, 2006).


    1. ANÁLISE DE AMBIENTE

Na construção de uma estratégia que leve a empresa ter uma vantagem competitiva, a empresa deverá analisar seu ambiente geral com o intuito de conhecer não somente seus concorrentes mais também o ambiente geral no qual está inserida, esse ambiente e composto por uma multiplicidade de variáveis interagindo diretamente entre si.

A análise de ameaças e oportunidades do ambiente e um dos pilares do planejamento estratégico. Quanto mais competitivo, instável e complexo o ambiente, maior a necessidade de analisá-lo. Há diversas maneiras de dividir o ambiente em componentes para facilitar a análise (MAXIMIANO, 2010, p. 337).

Para tanto qualquer análise das ameaças e oportunidades com que uma empresa se depara deve começar com um entendimento do ambiente geral em que ela opera, o ambiente geral consiste de tendências amplas, que podem ter impacto em suas escolhas estratégicas.

Neste caso consiste em seis elementos a seguir: Mudanças tecnológicas; Acontecimentos internacionais específicos, Condições legais políticas, Tendências demográficas, Tendências culturais e Clima econômico (BARNEY et al., 2011, p. 26).

O estudo ambiental originou se com o avanço do marketing como ferramenta administrativa, durante o período de 1930 a 1950. E importante salientar que o meio ambiente não pode ser enfocado apenas pela ótica de mercado ou de cliente.

Muniz & Faria (2007) contribuindo com o tema nos fala a respeito:

o ambiente e tudo aquilo que envolve externamente uma organização, e o contexto dentro do qual uma organização está inserida, o mapeamento ambiental procura auxiliar a organização no sentido de explorar e discernir o ambiente para reduzir a incerteza a seu respeito. O ambiente organizacional interno e externo mantem uma constante integração e interdependência, cada organização e influencia em graus diferenciados por variáveis gerais.

Por isso Coelho (2008, p. 12) diz que: “também chamado de macro ambiente, pode ser visto como constituído de forças externas e indiretas sobre quais as organizações não tem poder de decisão. ” Como essas forças afetam diretamente o desempenho e a postura da organização, mas esta não pode controla-las, as organizações cada vez mais monitoram o ambiente geral procurando antecipar suas tendências e movimentos a fim de não serem pegas de surpresas.

Todavia Oliveira (2011, p. 37):

antes da explicitação da metodologia, deve se estabelecer o que a empresa espera do planejamento estratégico, pois somente desta forma se poderá verificar a validade da metodologia, através do planejamento estratégico a empresa espera: conhecer e melhor seus pontos fortes internos, conhecer e eliminar ou adequar seus pontos fracos internos, conhecer e usufruir as oportunidades externas e conhecer e evitar as ameaças externas.

Esta ferramenta fara do atual cenário uma previsão do que poderá se esperar ou como agir, haja vista que uma vez conhecendo os pontos fortes e fracos de uma empresa sua gestão se fara de forma mais clara e mais segura em relação a concorrência.

Na visão de Muller (2014, p. 32) esta análise e um conjunto de grupos inter-relacionados de empresas, clientes, fornecedores e fontes de financiamentos, esta análise e denominada por diagnostico estratégico o qual o determina a natureza do problema estratégico da empresa, ou seja, trata-se de um enfoque sistemático a determinação das mudanças a serem feitas na estratégia e nas potencialidades internas da empresa para garantir exceto no seu ambiente externo e futuro.

Robert et al. (2014, p. 37) nos saliente que o empreendedor deve conhecer todos os aspectos do seu ambiente. Parte dessa capacidade e resultado do nível de criatividade do indivíduo, para estabelecer um empreendimento corporativo de sucesso, o empreendedor deve ser criativo e conhecer muito os ambientes internos e externos da corporação.


    1. ESTRATÉGIAS EMPREENDEDORAS E A ANALISE DO AMBIENTE

A gestão ambiental envolve além de um planejamento as estratégias para que a organização possa ser orientada a alcançar suas metas, esta gestão ambiental e um importante instrumento para as organizações em suas relações com a sociedade na qual a mesma está inserida.

Numa tentativa de resumir vários elementos para definir estratégia, Muller (2014, p. 47) coloca-se como “estratégia e o que a empresa fará para alcançar vantagem competitiva sobre seus concorrentes, considerando os ambientes externo e interno, observando os princípios e valores e buscando cumprir a missão proposta em seu negócio para atingir sua visão de futuro”.

A autora Tajra (2014, p. 12) no diz que: “a postura empreendedora, seja do empresário ou do funcionário, e a principal responsável pelo desenvolvimento e pela melhora das empresas”. Sem essa postura os negócios tendem a se acomodar ou até mesmo ter reduzida sua participação no mercado.

A administração estratégica se ocupa com o futuro da organização assumindo uma filosofia da adaptação, buscando como resultado a efetividade por meio da inovação ou diversificação.

Ainda mais Drucker (2005, p. 84) compreende que da mesma forma que empreendedores exige administração empreendedora, isto e, práticas e diretrizes dentro da empresa, também ele exige práticas e diretrizes exteriores, no mercado, ele requer estratégias empreendedoras.

Deste modo, a administração estratégica na realidade é vista como um constante desafio para os profissionais da área até porque as constantes transformações do mercado exigem que as empresas se adaptem adotando um posicionamento estratégico.

Neste cenário Fernandes (2002, p. 19) uma vez que os empreendedores tenham formulados estratégias clara, deverão determinar se essas estratégias permitirão que os empreendimentos sejam lucrativos e alcancem até um tamanho desejado.

Portanto a visão estratégica Mintzberg (2010, p. 144) é maleável, e a estratégia empreendedora tende de ser deliberada e emergente - deliberada na visão geral e emergente de maneira com detalhes ao desdobramento estratégicos específicos, a estratégia empreendedora tende a assumir as formas de nicho de posições no mercado contra as forças da concorrência.


    1. IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA EMPREENDEDORA.

Formular estratégias consiste em de definir o que fazer identificar oportunidades e riscos existentes no ambiente em que a empresa se relaciona definir os recursos materiais, técnicos, financeiros e definir atribuições e responsabilidades. Além de considerar a missão e visão organizacional, pois estas precisam estar alinhadas com as estratégias.

A implementação da estratégia é a etapa final do processo de colocar a estratégia em ação. Sem uma adequada implementação, a estratégia, por mais oportuna que seja está fadada ao insucesso. A implementação é feita através de várias atividades que são basicamente administrativas.

Com grande contribuição Maximiano (2010, p. 355) no saliente que a implementação e uma etapa dentro de uma cadeia de meios e fins e que para ser colocada em pratica, a estratégia desdobra- se em outros planos e meios.

Com o propósito é determinar quando os recursos deverão ser mobilizados em marcha. Esta é também a fase de programar trabalhos, tempo, dinheiro e outros recursos que são críticos para a implementação. Acima de tudo, a implementação de uma estratégia requer uma focalização na coordenação adequada de pessoas, estrutura e processos na alocação de recursos necessários, no monitoramento do progresso e na resolução dos problemas que ocorrerem.

A gestão ambiental empreendedora pode ser inserida nas diferentes atividades da organização tais como: produtiva, da inovação e estratégica. Neste contexto esta nova forma de gerir evidencia a na seguinte ordem, no controle e no respeito às regulamentações e nos modos operacionais, na elaboração e na implementação de ações ambientais e por fim como auxílio acompanhando os dispositivos de regulamentação e das avaliações.


    1. A VANTEGEM COMPETITIVA

A vantagem competitiva surge fundamentalmente do valor que uma empresa consegue criar para seus compradores e que ultrapassa o custo de fabricação, assim as diferenciações de estratégias são peculiares de cada empresa assim como os meios que utilizam, elas podem obter e sustentar este viés baseado nos atributos em que a torne diferente (Porter, Michael 1998).

Porter ainda nos diz que uma estratégia de sustentabilidade nos leva a um desempenho acima da média de seus concorrentes se levar em consideraçao que a empresa não e única e isolada. Mas que faz parte de um todo respeitando o meio que esta.

Tais estratégias são puramente marketing, como já dito anterior, todavia para melhor entendemos nos diz que a medida que o mundo tem sofrido drástica mudança, as empresas tem reexaminado suas conexões com os valores sócias e com o planeta. Algumas empresas praticam o capitalismo social e se diferem por sua postura, mas zelosa e responsável, elas incluem responsabilidades social em suas declarações de missão e de valor (Kotler, Philip 2007).

Diante do exposto um dos maiores desafios que o mundo enfrenta e fazer com que as forças do mercado protejam e melhorem a qualidade do ambiente, em fim a gestão ambiental e a responsabilidade social tornam se importantes instrumentos gerenciais para capacitação e criação de condições de competitividade para as organizações, qualquer que seja seu segmento.


  1. CONSIDERAÇOES FINAIS

A perspectiva da importância no desenvolvimento das atitudes sustentáveis e um Sistema de Gestão Ambiental dentro de uma empresa, trará benefícios ao meio ambiente e ao próprio desenvolvimento das organizações, pois com adoção de práticas sustentáveis e responsável a gestão empreendedora como estratégia empreendedora incorporara uma dinâmica maior ao mercado.

Acontece que alguns modelos foram desenvolvidos e adotados por várias empresas com o intuito de haver uma padronização de metodologia seguindo diretrizes traçadas por normas. Então os modelos normativos hoje existentes e muito difundidos e que, para empresas que se apresentam de alguma forma pouco estruturadas são excelentes para a sua correção de rotina e rumo, elevando-a a patamares de alto grau de excelência.

Porem vale salientar, para o devido sucesso do modelo, é necessário o correto empenho e o comprometimento de seus dirigentes e que o modelo adotado seja de fato usado como ferramenta de gestão e não apenas um mero artifício de demonstração.

Sendo assim a gestão empreendedora introduzida no mercado é uma decorrência direta dos novos padrões de gestão nas organizações, promovendo mudanças no que tange empreender, agir, desenvolver e identificar novos formas de lidar com meio ambiente, com as normas e todas as especificações recomendadas.

A perspectiva de se entender, compreender e identificar esta gestão, trouxe à tona esta pesquisa a respeito deste tema tão atual e tão discutido entre as empresas de modo geral, no qual nos leva a análise dos fatos, que de forma resumida nos remete a oportunidades e iniciativas, persistência, riscos calculados, exigência de qualidade e eficiência; Sem nos esquecer do comprometimento com o meio ambiente, da busca de informações, metas, planejamentos e autoconfiança.

As estratégias usadas a fim de se obter vantagens competitivas, são muitas e variadas, qualquer estratégia que diferencie uma empresa da outra e a torne líder em um seguimento é visto como uma vantagem competitiva, no qual há três clássicas, liderança em custos, diferenciação, e de enfoque, portanto, as empresas criam sua estratégia acerca de suas necessidades.

Há uma infinidade de modelos, roteiros e estruturas, das mais clássicas, às mais modernas, que servem de base para que as empresas não apenas tenham uma orientação estratégica, como obviamente, em razão desta orientação, desenvolvam e implantem planos, ou trabalhem um planejamento estratégico formal para uma vantagem competitiva.

Algumas empresas já vêm adotando práticas empreendedoras como vantagem competitiva, pensando no futuro do seu negócio, pois a longo prazo não se adota postura engessadas como no passado próximo. O planejamento das estratégias é pautado em uma constante sintonia com o ambiente, monitorando as mudanças que possam impactar a organização e as oportunidades potencialmente favoráveis.

Assim sendo e inerente a este tipo de gestão que se tenha um clima organizacional, baseado em motivação, harmonia, que seja participativo e com programas de treinamento e desenvolvimento aos funcionários, sistemas de aprendizagem e a constante sintonia com o meio ambientes aonde está inserido.

Para tanto as decisões fundamentais de uma empresa relacionam-se com um conjunto de estratégias capaz de gerar e manter uma vantagem competitiva, toda fundamentada no sistema de gestão ambiental que além de reduzir seus custos a torna diferente quando o enfoque e a preocupação com o meio ambiente e as gerações futuras.

Entretanto a questão é que hoje, apenas as bases ou pilares das orientações estratégicas não são suficientes para garantir que uma empresa crie vantagens competitivas, e menos ainda, que as sustente. Temos um cenário que evoluiu por demais nos últimos anos, essa evolução nos coloca uma força, um requisito por inovação e responsabilidade social, uma visão de sustentabilidade e inovação.

Deve-se então observar que grandes empresas empreendedoras e com gestão voltado para o sucesso são aquelas que mesmo em tempo de crise , cria valor para sua marca ou negócio, supera expectativas internas e externas, mantem sobre controle seus concorrentes, os custos e serviços, mais ainda são aquelas que não enxergam a inovação apenas tecnológica, mas também em uma nova cultura, não desperdiçam oportunidades, fazem de tudo para não deixar de crescer e ainda encontram chances de criar as tais vantagens propostas por Porte.

Já definidas por Porter, as vantagens competitivas são criadas para analisar o ambiente geral da concorrência e assim estabelecer parâmetros sobre os competidores, as ameaça de novos entrantes, os substitutos, o poder de negociação dos compradores e os do fornecedor, como também a rivalidade entre os concorrentes. Neste prisma a estratégia competitiva e a própria estratégia possível de estabelecer as prioridades corporativas, a definição do portfólio e os novos posicionamentos mercadológicos.

Com formulários claros e precisos acerca do que se pretende fazer ou trabalhar, como roteiros e estruturas, das mais clássicas, às mais modernas, que servem de base para que a empresa não apenas tenha uma orientação estratégica, mas que desenvolvam e implantem planos e estratégias para obtenção da vantagem competitiva, os resultados serão a indicação e que o tema abordado mereça mais atenção técnica, mais estudos e continuidade, que a aproximação das técnicas sejam implementadas e avaliadas com maior consideração, haja vista sua capacidade de gerar negócio e estabelecer parâmetros a novos.

A sugestão, parte da perspectiva da continuidade sobre a gestão ambiental empreendedora como vantagem competitiva, visto que a mesma consegue unir as cinco forças mercadológica e as estratégias genéricas concebidas por Poter. Sobre todo o respeito pela sociedade, a sustentabilidade a valorização dos ecos e a forma como utilizados os recursos naturais, então neste campo o empirismo dá lugar ao estudo ao apresentar um ponto de vista já discutidos e analisados por diversos acadêmicos, empreendedores e instituição de apoio as empresas.

Finalmente, o artigo indica algumas lacunas para investigação posterior e as perspectivas futuras para a sua continuidade e contribuição tais como: Estender a pesquisa em outros nichos empresarias, esmiunçar mais o tema, detalhar e especificar as forças com ênfase em outros fatos, analisar este impacto dessa gestão no dia a dia em etapas de desenvolvimento em diferentes área e quais competências são necessárias a este tipo de gestão.


REFERÊNCIAS


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