ISSN 1678-0701
Número 65, Ano XVII.
Setembro-Novembro/2018.
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16/09/2018DESCARTE DE PILHAS E BATERIAS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO DA REGIÃO METROPOLITANA DA GRANDE SÃO LUÍS/MA  
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DESCARTE DE PILHAS E BATERIAS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO DA REGIÃO METROPOLITANA DA GRANDE SÃO LUÍS/MA

Jorcelo Carvalho da Silva Filho1, Rafiza Najara Pereira Costa2, Debora Danna Soares da Silva3, Eduardo Mendonça Pinheiro4

1Graduando em Engenharia Ambiental, Faculdade Pitágoras de São Luís/MA

2Graduanda em Engenharia Ambiental, Faculdade Pitágoras de São Luís/MA

3Graduada em Engenharia Ambiental, Faculdade Pitágoras de São Luís/MA

4Mestre em Agroecologia, professor da Faculdade Pitágoras de São Luís/MA



Resumo: Através da criação das pilhas e baterias foi possível incrementar a evolução da tecnologia humana, pois aprimorou a portabilidade dos equipamentos tecnológicos levando ao conforto. Todavia, ao utilizar-se os aparelhos eletrônicos são geradas sérias consequências relacionadas ao descarte incorreto de pilhas e baterias no meio ambiente, prejudicando os seres vivos e principalmente a sociedade. Desta forma, esta pesquisa teve como objetivo analisar o grau de conhecimento da população da Região Metropolitana de São Luís-MA quanto ao uso e descarte de pilhas e baterias. Para a elaboração da pesquisa foi formulado um questionário com perguntas gerais e específicas de acordo com o tema, obtendo 400 questionários respondidos. Com a pesquisa, pode-se observar que apesar de a população saber sobre a importância da destinação de pilhas e baterias, poucos usam de métodos ou alternativas para seu correto descarte, abrindo um debate sobre campanhas educacionais ambientais em escolas, órgãos públicos e residências através de meios de comunicação visual, aliado as tecnologias para facilitar o descarte adequado destes resíduos.

Palavras-chaves: Formulário; resíduos sólidos; resíduos domésticos especiais.



Abstract: Through the creation of batteries and cell phone batteries it was possible to increase the evolution of human technology, as it improved the portability of technological equipment leading to comfort. However, when using the electronic devices, serious consequences are generated related to the incorrect disposal of batteries in the environment, damaging living beings and especially society. In this way, this research had as objective to analyze the degree of knowledge of the population of the São Luis Metropolitan Region regarding the use and disposal of batteries and cell phone batteries. For the elaboration of the research, a questionnaire was formulated with general and specific questions according to the theme, obtaining 400 questionnaires answered. With the research, it can be observed that, despite the population's knowledge of the importance of batteries and cell phone batteries disposal, few use methods or alternatives for their correct disposal, opening a debate about environmental education campaigns in schools, public agencies and residences through means of visual communication, allied technologies to facilitate the proper disposal of these wastes.

Keywords: Form; solid waste; household waste

Introdução

As pilhas e as baterias são compostas por metais pesados, tais como mercúrio, chumbo, cobre, níquel, zinco, cádmio e lítio. Esses metais são perigosos para o ambiente e a saúde humana. Depois de descartadas, as pilhas e baterias vão se decompondo, podendo seus componentes, principalmente os metais traços, infiltrarem-se no solo e atingindo os lençóis de água subterrânea, entrando assim, no ecossistema dos rios e dos mares, sendo incorporados nas cadeias alimentares, aumentando assim a sua concentração nos seres vivos (ALMEIDA et al., 2016).

Como visto, ao utilizar-se os aparelhos eletrônicos são geradas sérias consequências relacionadas ao descarte incorreto de pilhas e baterias no meio ambiente, prejudicando os seres vivos e principalmente a sociedade. Na maioria das situações a população desconhece a composição dos equipamentos e os malefícios que os mesmos podem causar, dessa forma, fazem o descarte em locais inapropriados.

Diante do apresentado, o objetivo da pesquisa é analisar o grau de conhecimento das pessoas quanto ao uso e descarte de pilhas e baterias sem tratamento, lançados no meio ambiente, conforme os dados recolhidos na Região Metropolitana da Grande São Luís/MA. Além de verificar a perspectiva do descarte de pilhas e baterias, obtendo um grau de degradação e disponibilizar o trabalho como fonte de informação.



Metodologia

Região Metropolitana (RM) da Grande São Luís é constituída por 5 municípios, sendo eles: Alcântara (MA), Paço do Lumiar (MA), Raposa (MA), São José de Ribamar (MA) e São Luís (MA), de acordo com a configuração territorial de 01 de agosto de 2012. Esta possui aproximadamente 1.331.181 habitantes e ocupa uma área de 2898,93 km2 (PNUD, 2013; IBGE, 2010).

O presente trabalho teve como área de pesquisa 4 municípios da RM da Grande São Luís, sendo eles: Paço do Lumiar (MA), Raposa (MA), São José de Ribamar (MA) e São Luís (MA). Para a realização deste trabalho foram utilizados dados de origem primaria e secundaria.

Os dados primários foram coletados a partir da aplicação de um questionário previamente estruturado, com perguntas gerais e especificas relacionadas ao tema. Segundo Moysés e Moori, (2007), dados é a observação e registro de informações, categorias ou medidas de variáveis relacionadas ao estudo em andamento que ocorrem em unidades (indivíduos) de uma amostra ou da população, armazenando-os em um banco de dados.

Os dados secundários foram obtidos através de pesquisas bibliográficas, que fundamentam a interpretação dos dados adquiridos, expressando informações importantes sobre o tema abordado. Conforme Azevedo, (2012), a informação que surge a partir do dado, é compreendida como sendo o significado atribuído a um determinado dado com base no contexto envolvido na necessidade identificada e no domínio do assunto

Para realização deste trabalho, o questionário foi elaborado na ferramenta do Google, Google Forms, pois é uma ferramenta acessível e prática, posteriormente foi disponibilizado o link do formulário/questionário nas redes sociais, atingindo públicos variados no que diz respeito a sexo, idade, e nível de instrução, nos 4 municípios da RM da Grande São Luís/MA.

O link do questionário foi disponibilizado a partir do dia 30 de novembro de 2017 até o dia 11 de janeiro de 2018, ao todo 400 pessoas responderam o questionário. As repostas do questionário criado eram de múltipla escolha e tinham escalas de zero a cinco de acordo com seus significados, como demonstra as Tabelas abaixo. Segue a Tabela 1, onde foi direcionada à Figura 3.

Tabela 1- Classificação das escalas usada na Figura 3.

ESCALA

SIGNIFICADO

0

Nulo

1

Ruim

2

Pouco

3

Regular

4

Bom

5

Amplo

Fonte: Autores, 2018.

Como as perguntas foram diferenciadas, criou-se outros significados para as escalas. Em conformidade com as escalas, as perguntas continham resposta de acordo com o nível de entendimento do entrevistado, possibilitando uma melhor leitura da perspectiva sobre o assunto.

Foi utilizado a fórmula de Berni (2002), para a validação amostral da pesquisa possui um erro amostral de 5%.

Fórmula de Berni:

(1)

N= Tamanho da população da Região Metropolitana da Grande São Luís

𝒏= Tamanho da amostra

e= erro amostral

Após a coleta dos dados da pesquisa, estes foram interpretados para serem estudados para a divulgação do trabalho em vista.



Resultados e Discussões

Os entrevistados foram escolhidos aleatoriamente para preenchimento do questionário de cunho científico. A população em sua maioria foi do gênero feminino, envolvendo várias classes sociais e de níveis culturais diversificados, além de idade, nível de instrução e local de origem.

A maioria dos entrevistados (78%) eram moradores de São Luís, seguidos por 16% moradores da cidade de São José de Ribamar, 6% de Paço do Lumiar e 0,3% de Raposa, como mostra a Figura 1.

Figura 1- Origem dos entrevistados na Região Metropolitana da Grande São Luís.

Fonte: Autores, 2018.

A maior parte dos questionados eram do sexo masculino (55%). Acerca da idade dos entrevistados, notou-se que a idade com maior frequência foi a de jovens entre 18 e 24 anos, com aproximadamente 46% do total de entrevistados, em seguida com cerca de 23% pessoas com idade de 25 a 30 anos. Somando as outras categorias, resulta 30% de pessoas com idade superior a 30 anos, como mostra a Figura 2.

Figura 2- Idade.

Fonte: Autores, 2018.

Em relação do grau de escolaridade dos entrevistados, observou-se que parte dos entrevistados já estão no nível superior de escolaridade, onde 50% dos entrevistados possuíam o ensino superior incompleto, 26% possuíam o ensino superior completo e outros 7% tem pós-graduação completa.

Quanto a renda dos entrevistados, por volta de 40% dos questionados possuem de 1 a 2 salários mínimos, 30% não tem renda, outros 18% recebem de 3 a 5 salários, somando as outras categorias, resulta em cerca de 10% receberem acima de 5 salários mínimos.

Quanto ao conhecimento dos entrevistados sobre o termo resíduos sólidos, soube-se que boa parte dos entrevistados possuem conhecimento bom e amplo do termo, onde somando os dois itens abrange cerca de 60% do total de entrevistados. Observou-se ainda que, menos de 5% das pessoas desconhecem o assunto, conforme Figura 3.

Figura 3- Nível de conhecimento do termo resíduo sólido.

Fonte: Autores, 2018.

Ao responderem sobre os malefícios dos resíduos, notou-se um quantitativo semelhante ao da Figura 3, ou seja, as pessoas que sabem sobre resíduos sólidos, também conhecem seus malefícios, que juntando os itens satisfatório e bem informado somam um total de 60%, como pode ser melhor visualizado na Figura 4.

Figura 4- Nível de conhecimento sobre os malefícios dos resíduos.

Fonte: Autores, 2018.

Quando interrogados sobre os malefícios das pilhas e baterias ao meio ambiente, mais de 80% das pessoas entrevistadas afirmaram conhecer os impactos que estes materiais podem causar. Menos de 10% não sabem muita informação sobre a problemática.

Como visto, no questionamento supracitado 80% das pessoas afirmaram saber os perigos ao meio ambiente vinculados ao descarte de pilhas e baterias, porém quanto questionados acerca da composição desses materiais, apenas 26% dos entrevistados têm conhecimento regular em relação a composição desses resíduos, o que mostra que as pessoas sabem sobre o perigo do descarte inadequado, mas desconhecem o processo químico que impacta o meio ambiente.

Vale informar que, as pilhas e as baterias são compostas por metais pesados, tais como mercúrio, chumbo, cobre, níquel, zinco, cádmio e lítio, nocivos ao ambiente e a saúde humana. Segundo os dados do grupo EPA (A Engenharia Protegendo o Ambiente) 8% do mercúrio encontrado no lixo doméstico, por exemplo, provém de pilhas e baterias (GRIMBERG; BLAUTH, 2009).

Como visto, esses elementos químicos apresentam potencial perigoso a saúde, pois são bioacumuláveis no organismo humano, causando sérios problemas nas funções do organismo. Essas substâncias também são danosas ao meio ambiente, pois quando são depositados incorretamente no meio, contaminam os lençóis freáticos, alterando a qualidade da água afetando todo o entorno (REIDLER; GÜNTHER, 2002).

Em relação ao tipo de pilha mais utilizadas pelos entrevistados, soube-se que 70% desses fazem maior uso das pilhas primárias ou comuns, essa realidade pode estar associada ao valor acessível que essas pilhas possuem no mercado. Conforme o Portal G1 da Globo (2016), um dos problemas relacionado ao produto, é o mercado pirata de pilhas fabricadas irregularmente e distribuídas no país. De acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO, 2011), as pilhas e baterias piratas ou irregulares, apresentam baixa eficiência e são altamente tóxicas e perigosas para a saúde e meio ambiente. São fabricadas com teores elevados de metais pesados, até dez vezes superiores aos permitidos pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) e vazam com facilidade.

Com a pesquisa foi possível observar também que aproximadamente 57% das pessoas entrevistadas descartam suas pilhas e baterias no lixo comum. Porém 42%, a qual é uma porcentagem relevante, disseram que não depositam na coleta comum, dando outra destinação a estes resíduos, como a destinação para pontos de coleta autorizados, como pode ser visto na Figura 5.

Figura 5- Formas de destinação das pilhas e baterias.

Fonte: Autores, 2018.

O descarte de pilhas no lixo urbano, por exemplo, acarreta em sérios problemas nas estações de tratamento de resíduos; os metais pesados presentes podem ser lixiviados infiltrando-se e contaminando o solo, o lençol freático e a fauna e a flora das regiões próximas. Aproximadamente cada bateria ou pilha depositada de forma errada no meio ambiente contamina uma área de cerca de um metro quadrado. Portanto, o dano ambiental pode ser ainda maior dependendo da quantidade de pilhas e baterias jogadas nos lixões (ROA et al., 2009).

A destinação ambientalmente adequada para pilhas e baterias seria a logística reversa, de acordo com artigo 33 da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), são de responsabilidade de todos estruturarem e programarem sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de pilhas e baterias (BRASIL, 2010).

Por fim, quando questionados se fariam a destinação correta de pilhas e baterias se houvesse mais incentivo, cerca de 95% dos entrevistados disseram que sim, fariam a destinação correta caso houvesse maior incentivo e pontos de coleta desses resíduos e menos de 5% disseram que não fariam, conforme Figura 6.

Figura 6- Quantidade de entrevistados que fariam a destinação correta se houvesse incentivo.

Fonte: Autores, 2018.

Conclusão

Com base na pesquisa realizada pode-se constatar que a coleta de pilhas e baterias ainda é um grande problema, visto que a maioria dos consumidores, não tem quaisquer orientações e descartam esse material junto ao lixo comum.

A maioria da população da RM da Grande São Luís/MA tem conhecimento dos possíveis danos e perigos para a saúde humana e ao meio ambiente da composição de pilhas e baterias, mas não sabem que esses componentes são os metais pesados e o quão periculosos são.

Através dos dados obtidos, notou-se também que a falta de incentivo e consequentemente a escassa conscientização são os pontos que somam para que ainda ocorra o descarte inadequado desses resíduos.



REFERÊNCIAS

ALMEIDA, G. S. de et al. Destinação final de pilhas e baterias: estudo de caso São Luís, Maranhão. Revista do CEDS, São Luís, v. 1, n. 4, jan/julho 2016.

AZEVEDO, A. W. Metodologia de identificação de fontes de coleta de informação: uma proposta de modelo para cadeia produtiva de couro, calçados e artefatos. Perspectiva em Gestão e conhecimento, João Pessoa, v.2, n. esp., p 149-158, 2012.

BRASIL. Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). Resolução CONAMA n° 401, de 4 de novembro de 2008. Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado, e dá outras providências. Rio de Janeiro, 2008.

BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Ministério Meio Ambiente (Org.). Lei Nº 12.305/2010. Institui a Política Nacional dos Resíduos Sólidos. Brasília, 2010.

GLOBO. Pilhas piratas duram menos e põem a saúde em risco. Disponível em <http://g1.globo.com/fantastico/quadros/inmetro/noticia/2012/02/pilhas-piratas-duram-menos-e-poem-saude-em-risco.html> Acesso em: 10 de abril de 2018.

GRIMBERG, E.; BLAUTH, P. Resíduos sólidos: a conscientização e coleta de pilhas e baterias na região de Ituiutaba, 2009.

KEMERICH, P. D. da C. et al. Impactos ambientais decorrentes da disposição inadequada de lixo eletrônico no solo. Engenharia Ambiental, Espirito Santo do Pinhal, v. 10, n. 2, p.208-219, 18 abr. 2013.

MANTUANO, D. P. et al. Pilhas e baterias portáteis: legislação, processos de reciclagem e perspectivas. Revista Brasileira de Ciências Ambientais, Belo Horizonte, v. 1, n. 21, p.1-13, 2011.

MOYSÉS, G. L. R.; MOORI, R. G. Coleta de dados para a pesquisa acadêmica: um estudo sobre a elaboração, a validação e a aplicação eletrônica de questionário. In: Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP), 17., 2007, Foz do Iguaçu. Anais... . Foz do Iguaçu: ABEPRO, 2007.

PENNA, L. F. R; SANTOS, V. A. C; GÓIS, A. M. Descarte de pilhas e baterias: estudo de caso no Instituto Federal de Minas Gerais, Campus Governador Valadares/MG. In: Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental, 5., 2014, Belo Horizonte. Anais... . Belo Horizonte/MG: IBEAS, 2014.

REIDLER, N. M. V. L.; GÜNCHER, W. M. R. Impactos sanitários e ambientais devido aos resíduos gerados por pilhas e baterias usadas. In: Congresso Interamericano de Ingenieria Sanitaria y Ambiental, 28., 2002, Cancún. Anais... . Cancún: Aidis, 2002. p. 1 – 8.

ROA, K. R. V. et al. Pilhas e baterias: usos e descartes x impactos ambientais. Caderno do professor. GEPEQ-USP: curso de formação continuada de professores, 2009.





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