ISSN 1678-0701
Número 67, Ano XVII.
Março-Maio/2019.
Números  
Início      Cadastre-se!      Procurar      Submeter artigo      Fazer doação      Contato     Apresentação     Normas de Publicação     Artigos     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Dinâmicas e recursos pedagógicos     Entrevistas     Divulgação de Eventos     O que fazer para melhorar o meio ambiente     Sugestões bibliográficas     Educação     Plantas medicinais     Práticas de Educação Ambiental     Uma crônica, um artigo e algumas histórias!     Educação e temas emergentes     Ações e projetos inspiradores     Gestão Ambiental     Cidadania Ambiental     Relatos de Experiências     Notícias
Artigos

13/03/2019EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ESPAÇO ACADÊMICO: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DA UFPA QUANTO A TEMÁTICA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS  
Link permanente: http://revistaea.org/artigo.php?idartigo=3576 
" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ESPAÇO ACADÊMICO: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DA UFPA QUANTO A TEMÁTICA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

Priscilla Pinheiro Veloso1, Diogo Oliveira Pereira2, João Paulo da Costa Pedrosa3

1Graduanda em Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal do Pará, Email:priscillaveloso22@gmail.com

2Graduando em Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal do Pará, Email: dolivepere@gmail.com

3Mestre em Gestão de Riscos e Desastres Naturais na Amazônia, Universidade Federal do Pará, Email: joaopaulopedrosa@hotmail.com

Resumo: “Após a Revolução Industrial, a urbanização se intensificou em todo o planeta, a ponto de ser considerada por alguns cientistas como a transformação social mais importante de nosso tempo”. O lixo tem apresentado seu lado trágico, pois é um indicador curioso de desenvolvimento de uma nação. Quanto mais pujante for a economia, mais sujeira o país irá produzir. Ë o sinal de que o país está crescendo, de que as pessoas estão consumindo mais. O problema está ganhando uma dimensão perigosa por causa da mudança no perfil do lixo. Na metade do século XIX, a composição do lixo era predominantemente de matéria orgânica, de restos de comida. Com o avanço da tecnologia, materiais como plásticos, isopores, pilhas, baterias de celular e lâmpadas são presença cada vez mais constante na coleta. A EA propõe o exercício da cidadania, constituindo-se de ideias contrárias ao de egoísmo e individualismo, a favor da transformação social com ética, justiça social e democracia, prevalecendo a melhoria da qualidade de vida para todos. É inegável que saúde, ambiente e desenvolvimento humano não podem ser tratados separadamente. Desenvolvimento implica melhoria da qualidade de vida e da saúde e, ao mesmo tempo, envolve a conservação, a proteção e a sustentabilidade ambiental. O objetivo deste trabalho é mostrar a percepção dos alunos da UFPA sobre a temática dos resíduos sólidos e a partir dos dados coletados mostrar a importância da inserção da EA no currículo das universidades, com a finalidade de mitigar os efeitos das ações humanas ao meio ambiente.

Palavras-chaves: desenvolvimento; tecnologia; lixo; educação ambiental.

Abstract: "After the Industrial Revolution, urbanization has intensified all over the planet, to the point of being considered by some scientists as the most important social transformation of our time." Garbage has presented its tragic side, as it is a curious indicator of a nation's development. The stronger the economy, the more dirt the country will produce. Ë the sign that the country is growing, that people are consuming more. The problem is taking on a dangerous dimension because of the change in the rubbish profile. By the middle of the nineteenth century, the composition of garbage was predominantly organic matter, leftover from food. With the advancement of technology, materials such as plastic, styrofoam, batteries, cell phone batteries and lamps are increasingly constant presence in the collection. EA proposes the exercise of citizenship, constituting opposing ideas of selfishness and individualism, in favor of social transformation with ethics, social justice and democracy, prevailing the improvement of the quality of life for all. It is undeniable that health, environment and human development can not be treated separately. Development implies an improvement in the quality of life and health and, at the same time, involves conservation, protection and environmental sustainability. The objective of this work is to show the UFPA students' perception about the solid waste theme and from the collected data show the importance of the insertion of the EA in the curriculum of the universities, in order to mitigate the effects of human actions on the environment.

Key words: development; technology; trash; environmental education.

Introdução

Segundo a normativa da ABNT NBR 10004/1987 apud Barros (2003), os resíduos sólidos são definidos como: “resíduos nos estados sólido e semi-sólido, que resultam de atividades da comunidade de origem: industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição. Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnicas e economicamente inviáveis em face à melhor tecnologia disponível”.

“Após a Revolução Industrial, a urbanização se intensificou em todo o planeta, a ponto de ser considerada por alguns cientistas como a transformação social mais importante de nosso tempo” (SACHS, 1986, apud FIGUEIREDO, 1994: 129).

Atualmente, um dos problemas mais sérios enfrentados pela comunidade é o lixo urbano. Esse problema se relaciona diretamente com o crescimento constante da população, exigindo mais produção de alimentos e industrialização de matérias-primas, transformando-as em produtos industrializados, contribuindo, assim, para o aumento dos resíduos sólidos, com consequências desastrosas para o meio ambiente e para a qualidade de vida da coletividade (FONSECA, 1999).

O lixo tem apresentado seu lado trágico, pois é um indicador curioso de desenvolvimento de uma nação. Quanto mais pujante for a economia, mais sujeira o país irá produzir. Ë o sinal de que o país está crescendo, de que as pessoas estão consumindo mais. O problema está ganhando uma dimensão perigosa por causa da mudança no perfil do lixo. Na metade do século XIX, a composição do lixo era predominantemente de matéria orgânica, de restos de comida. Com o avanço da tecnologia, materiais como plásticos, isopores, pilhas, baterias de celular e lâmpadas são presença cada vez mais constante na coleta (REVISTA VEJA, 1999 apud NOGUERA, 2010, p.5).

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2005), 76% dos resíduos sólidos residenciais, em cidades brasileiras, não tem recebido tratamento adequado, podendo ser facilmente observados em acúmulos nas ruas, terrenos baldios, leitos de rios, valas, encosta de morros e outros locais impróprios, prejudicando a população local, os moradores da cidade em geral e, o próprio espaço habitado, com a produção e liberação de produtos.

Segundo Scheren (2004) estudos realizados pelo IBGE (2000) têm indicado que uma média de 75% de todo o lixo gerado no Brasil tem destino os dejetos a céu aberto, conhecidos por lixões. Do ponto de vista sanitário esta tem sido uma prática condenável, pois causa vários problemas ao meio ambiente e a saúde das populações. Os resíduos sólidos urbanos gerados nas cidades tem sido motivo de preocupação nas últimas décadas, pois tem causado crescente poluição e impactos socioambientais devido à disposição final inadequada. Nos lixões, os principais problemas provocados são a proliferação de vetores de doenças, geração de maus odores, poluição do solo e das águas subterrâneas e superficiais, pela infiltração do lixiviado, resultante dos processos de decomposição dos resíduos Sólidos Urbanos (SISINNO e MOREIRA, 1996; TRESSOLDI e CONSONI, 1998; TAKAYANAQUI, 2005 apud MELO, 2009).

A Educação Ambiental (EA) aparece no art. 225,§ 1º, inciso VI da Constituição Federal de 1988, ao estabelecer a “promoção da educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública” (BRASIL, MMA, 2008, p. 35).

Sobre a legislação de EA brasileira, podemos destacar a Lei nº 9.795 de 27.04.1999, que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA). Seu art. 1º dispõe: educação ambiental são os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade (BRASIL, 1999).

O Desenvolvimento Sustentável é conceituado como sendo o desenvolvimento que “atende às necessidades do presente sem comprometer as possibilidades das gerações futuras de atenderem às suas próprias necessidades” (CMMAD, 1988, p. 46). A EA em seu conceito compreende: “o resultado de uma reorientação e articulação de diversas disciplinas e experiências educativas que facilitam a percepção integrada do meio ambiente, tornando possível uma ação mais racional e capaz de responder às necessidades sociais” (DIAS, 2010, p. 107).

É um processo transformador, que conscientiza e intervêm nos hábitos e atitudes da sociedade como um todo e suas orientações subsidiam o homem para que ele compreenda e utilize corretamente os recursos naturais com o objetivo de satisfazer as suas necessidades (DIAS, 2010), além de conscientizá-lo como parte do meio ambiente, enfatizando as consequências de suas atitudes sobre o outro.

A EA deve ser entendida como um processo contínuo e permanente, que desenvolve, nas pessoas, uma reflexão crítica e habilidades imprescindíveis à solução de problemas e ao desempenho predatório do homem sobre o meio ambiente, suprindo a falta de informações do ser humano sobre como conservar esse ambiente (DIAS, 2010). A EA propõe o exercício da cidadania, constituindo-se de ideias contrárias ao egoísmo e individualismo, a favor da transformação social com ética, justiça social e democracia, prevalecendo a melhoria da qualidade de vida para todos. É inegável que saúde, ambiente e desenvolvimento humano não podem ser tratados separadamente. Desenvolvimento implica melhoria da qualidade de vida e da saúde e, ao mesmo tempo, envolve a conservação, a proteção e a sustentabilidade ambiental (PHILIPPI JR; PELICIONI,2005, p. 417).

O objetivo deste trabalho é mostrar a percepção dos alunos da UFPA sobre a temática dos resíduos sólidos e a partir dos dados coletados mostrar a importância da inserção da EA no currículo das universidades, com a finalidade de mitigar os efeitos das ações humanas ao meio ambiente.

Metodologia

A pesquisa foi realizada na Cidade Universitária José da Silveira Netto da Universidade Federal do Pará, que está localizada no bairro do Guamá (Figura 1).

Figura 1: Localização da Cidade Universitária

Fonte: Autores, 2018.

A pesquisa consiste em conhecer a visão dos alunos da UFPA quanto à destinação dos resíduos sólidos, para que a partir desse ponto se conheça a necessidade de ações relacionadas à educação ambiental no espaço acadêmico. Para que tais respostas apresentem um caráter representativo e tais dados representem um todo, foi realizada uma amostragem para populações finitas. Para isso foram pesquisados dados da população estudantil de graduação da universidade e a partir desses dados a amostragem pôde ser realizada. O tamanho amostral foi determinado pelas equações 1 e 2 para tamanhos de populações finitas, conforme apresenta Ayres, Furlaneto e Ayres (2015, p. 21).

  1. Determinação do tamanho amostral provisório considerando os erros em termos probabilísticos:

n0=1/E2 (1)

Em que n0 representa o tamanho amostral provisório e E representa o erro em termos probabilísticos.

  1. Determinação do tamanho amostral definitivo – quantidade de estudantes a serem entrevistados.

n= N.n0/N+n0 (2)

Em que n representa o número de pessoas a serem entrevistadas e N representa a população total do local da pesquisa, que no caso dessa pesquisa, são os estudantes da Universidade Federal do Pará.



Depois que a amostragem foi realizada, foi elaborado um questionário com o objetivo de realizar as perguntas desejadas e poder registrá-las com maior facilidade.

As perguntas realizadas eram:

  1. Você realiza a separação de resíduos sólidos para a coleta seletiva?

  2. As lixeiras de cor marrom representam que qual tipo de resíduo deve ser despejado nela?

  3. As lixeiras de cor vermelha representam que qual tipo de resíduo deve ser despejado nela?

  4. Você acredita que deveriam ser realizadas mais ações de conscientização quanto ao direcionamento correto de resíduos dentro da universidade?

  5. Você costuma perceber resíduos em espaços impróprios na universidade?

  6. Sobre sua visão quanto à educação ambiental dos alunos. Qual conceito você atribuí?

  7. Para você, o aterro sanitário serve para que tipo de função?

O questionário tinha como objetivo ter noção do conhecimento dos discentes quanto à coleta seletiva e despejo adequado de resíduos sólidos. Foi disponibilizada também uma versão online do questionário para que os graduandos pudessem responder à distância. Os resultados foram coletados entre os dias 14 e 15 de dezembro de 2018. Os estudantes não precisaram se identificar para responder o questionário, nem fornecer demais dados pessoais.

Após a realização das entrevistas com os alunos da universidade, os dados foram quantificados e apresentados em gráficos e tabelas. Para que através dessa quantificação e representação gráfica se pudesse chegar a resultados e conclusões para a pesquisa.

Resultados

O valor do número de estudantes na Universidade Federal do Pará foi obtido através de dados do Jornal Folha de S. Paulo no ano de 2017. Segundo o jornal, a universidade possui um total de 33.749 alunos. Considerando um valor de confiança de 90% e fazendo uso das equações 1 e 2, foi encontrado um valor de 99,7 de alunos a serem entrevistados. Como esse valor não é real, o valor foi arredondado para 100 estudantes.

Em relação a primeira pergunta do questionário, foi perguntado se o discente realiza a separação de resíduos para a coleta seletiva. Dos 100 entrevistados, 44 afirmaram que não realizam, 13 afirmaram que sim e 43 afirmaram que ocasionalmente. Na figura 2 é mostrado em um gráfico de pizza a porcentagem dos valores.

Figura 2: Porcentagem de entrevistados que afirmaram realizar ou não a separação de resíduos para a coleta seletiva

Fonte: Autores, 2018.

A segunda questão do questionário foi direcionada para se ter conhecimento se os estudantes sabem as cores das lixeiras da coleta seletiva, tendo em vista que algumas não possuem nenhuma informação escrita ou estão apagadas. Dos 100, 93 responderam a resposta correta (Figura 3).

Figura 3: Porcentagem de entrevistados que responderam quanto a que tipo resíduo deve ser direcionado à lixeira marrom.

Fonte: Autores, 2018.

Na terceira pergunta, assim com a primeira, foi colocado em questão o conhecimento dos universitários quanto a cor das lixeiras da coleta seletiva. Desta vez, houve uma maior quantidade de respostas erradas, com 73% acertando e 27% errando (Figura 4).



Figura 4: Porcentagem de estudantes que responderam a questão quanto ao tipo de resíduo que devem ser direcionados às lixeiras vermelhas

Fonte: Autores, 2018.

Na quarta pergunta, foi questionado aos estudantes se dentro do espaço acadêmico se faz necessário mais ações relacionadas a educação ambiental dos estudantes. O resultado é unânime, 100% dos estudantes concordam que devem haver mais ações relacionadas a educação ambiental no ambiente acadêmico (Figura 5).

Figura 5: Quantidade de estudantes que concordam ou não que devam haver ações de educação ambiental dentro do espaço acadêmico.

Fonte: Autores, 2018.

Questionando se os estudantes costumavam perceber visualmente o lançamento de resíduos em espaços inadequados, como chão, sarjetas e ares de alimentação, a quinta questão teve como resultado, 80 dos 100 estudantes respondendo que com frequência percebem resíduos em espaços que não deveriam estar na universidade (Figura 6).

Figura 6: Porcentagem de alunos que relatam perceber visualmente resíduos sólidos em espaços inapropriados dentro do espaço acadêmico

Fonte: Autores, 2018.

Procurando uma avaliação dos alunos quanto ao comportamento de outros estudantes, a sexta questão procurou saber os conceitos que os mesmos atribuem para a educação ambiental no meio acadêmico. Um total de 61% responderam o conceito regular e isso mostra que há muito a ser feito dentro da universidade (Figura 7).

Figura 7: Porcentagem de estudantes que atribuíram certo conceito ao nível de educação ambiental dos universitários.

Fonte: Autores, 2018.

Por último, se procurou saber se os mesmos tinham consciência da utilidade da coleta seletiva para a eficiência, manutenção e vida útil de aterros sanitários. 92% respondeu que os resíduos devem ir para aterros apenas caso o resíduo não seja reciclável ou reutilizável (Figura 8).

Figura 8: Porcentagem de estudantes que responderam sobre o destino dos resíduos sólidos urbanos.

Fonte: Autores, 2018.

Discussão

A educação ambiental tem como missão no espaço acadêmico, romper fronteiras, quebrar barreiras. Acreditam que a educação ambiental é direcionada apenas para crianças e nas escolas. De fato, é mais fácil ensinar para pessoas em formação do que para outras com formação já consolidada. Porém, caso haja a necessidade de intervenção em adultos, que ocorra.

A educação é para todos e todos têm direito e dever de conhecer sua obrigação com o meio ambiente.

Ter noções de coleta seletiva, despejo correto de resíduos sólidos e educação ambiental é fundamental para todos os acadêmicos, sem se importar com o curso do graduando, pois a universidade deve ser um lugar pioneiro, não só em tecnologias, mas sim em educação ambiental, como no caso debatido nesse estudo.

Tendo como base os valores encontrados nesse estudo e no questionário, conclui-se que se faz necessário na universidade maior atenção quanto à educação ambiental. Intervenções, como palestras, conscientização e medidas coercitivas se fazem necessárias para que a universidade se torne um espaço pioneiro de políticas a favor do meio ambiente e da saúde pública.



Bibliografia

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2004. Resíduos sólidos – classificação: NBR-10004. Rio de Janeiro: ABNT 63p.

AYRES, M., FURLANETO, I. P., AYRES, L. L. Tamanho das Amostras. Belém: Ponto Press, 2015.

BARROS, R. T. V. et al. Manual de saneamento e proteção ambiental para os municípios. Escola de Engenharia da UFMG, Belo Horizonte - MG, 2003, 221p. Belo Horizonte. Escola de Engenharia da UFMG, 1995. (Manual de Saneamento e Proteção Ambiental para os Municípios).

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil – Título VIII, Capítulo II, Seção II. Brasília: Senado, 1988 apud SICOLI, Juliana Lordello; NASCIMENTO, Paulo Roberto do. Promoção de saúde: concepções, princípios e operacionalização. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 7, n. 12, Fev. 2003.

CMMAD (Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento). Nosso futuro comum. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1988.

DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental: princípios e práticas. 9. ed. São Paulo: Gaia, 2004.

FIGUEIREDO; P. J. M. A sociedade do lixo: os resíduos, a questão energética e a crise ambiental. 2ª Edição. UNIMEP: Piracicaba, 1994. Disponível: http://www.ichs.ufop.br/cadernosdehistoria/download/ CadernosDeHistoria-04-14.pdf

FONSECA, Iniciação ao Estudo dos Resíduos Sólidos e da Limpeza Urbana: A União. 1999.122p;

FOLHA DE S. PAULO. Ranking Universitário Folha – 2017. São Paulo: 2018. Disponível em: https://ruf.folha.uol.com.br/2017/perfil/universidade- federal-do-para-ufpa-569.shtml. Acesso em 12 de dezembro de 2018.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - responsável pelo censo populacional no país. 2005. Disponível: http://www.sober.org.br/palestra/6/832.pdf.

NOGUERA, Jorge Orlando Cuellar (professor Conteudista- UFSM). Curso de Especialização em Educação Ambiental. Disciplina Abordagem das Questões Ambientais: Poluição Urbana, Ar e Resíduos Sólidos e Urbanos (2010). Xerox materiais do Curso. Polo de Apoio Presencial – Panambi - RS.

PELICIONI, Maria Cecília F. Educação Ambiental: evolução e conceitos In: PHILIPPI JR., Arlindo [Eds.]. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005. p. 587-598. [Coleção Ambiental 2].

SCHEREN, M. A. A educação ambiental e a gestão integrada do tratamento e destino final dos resíduos sólidos no Município de Sede Nova/RS. Disponível em: http://www.remea.furg.br/edicoes/vol13/art10v13.PDF> Acesso em 16 de dezembro de 2018.





" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">
 
Início      Cadastre-se!      Procurar      Submeter artigo      Fazer doação      Contato     Apresentação     Normas de Publicação     Artigos     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Dinâmicas e recursos pedagógicos     Entrevistas     Divulgação de Eventos     O que fazer para melhorar o meio ambiente     Sugestões bibliográficas     Educação     Plantas medicinais     Práticas de Educação Ambiental     Uma crônica, um artigo e algumas histórias!     Educação e temas emergentes     Ações e projetos inspiradores     Gestão Ambiental     Cidadania Ambiental     Relatos de Experiências     Notícias