ISSN 1678-0701
Número 67, Ano XVII.
Março-Maio/2019.
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13/03/2019A PERCEPÇÃO DOS MORADORES SOBRE O DESCARTE INCORRETO DE PILHAS NA REGIÃO DE MARINGÁ-PR  
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A PERCEPÇÃO DOS MORADORES SOBRE O DESCARTE INCORRETO DE PILHAS NA REGIÃO DE MARINGÁ-PR

Larissa Pires Mueller (laripiresmueller@gmail.com)1, Maria do Socorro Mascarenhas Santos (maria_mascarenhas@outlook.com)2, Débora Tavares Sarabia (deborasarabia@hotmail.com)1, Rhaisa Bárbara da Silva Paz (rhaisabarbara@hotmail.com)1, Andressa de Sá Morande (andressa_samorande@hotmail.com)1, Mariana Rodrigues Sanches (mariana3sanches@gmail.com)3, Margareth Batistote (margareth@uems.br)4

1 Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

2 Mestre em Recursos Naturais, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

3 Graduanda em Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Maringá

4 Docente no Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

RESUMO

Este estudo visa avaliar o conhecimento da comunidade acerca dos problemas que o descarte incorreto de pilhas pode acarretar ao homem e ao meio ambiente. Os resultados mostraram que o nível de conhecimento em relação a isso não foi capaz de minimizar as possíveis dúvidas, assim como promover ações sustentáveis.

Palavras chave: Meio ambiente, Degradação ambiental, Compostos tóxicos.

ABSTRACT

The present study was carried out in order to evaluate the community knowledge about the potential risks that the incorrect disposal can cause to human beings and the environment. The results showed the level wasn’t able to minimize all of the possible doubts as well as promote sustainable actions.

Keywords: Environmental, Environmental impact, Toxics compounds.



INTRODUÇÃO

O avanço tecnológico trouxe diversas facilidades ao cotidiano das pessoas, já não é possível imaginar a vida sem o uso de dispositivos eletrônicos, e a cada dia, novos equipamentos surgem em um ritmo sem precedentes. Nesta mesma escala do desenvolvimento tecnológico vem crescendo também a produção de lixo eletrônico. A cada ano, toneladas de materiais são descartados e vem preocupando a sociedade mundial, haja visto que trata-se de componentes que contém elementos que podem acarretar riscos graves a saúde humana se descartados de forma inadequada (HSU e FRON, 2016).

O descarte de lixo eletrônico em local e em condições inadequadas podem acarretar problemas ambientais graves tendo em vista a quantidade de resíduos e sua composição, pois trata-se de material diversificado que pode conter vidros, plástico, metais e outros compostos químicos que podem perdurar por muito tempo sem se degradar. Um bom exemplo está nas pilhas que contém elementos tóxicos e genotóxicos, ou seja, capazes de gerar danos e mutações genéticas nos organismos, que dependendo número de exposições, concentração do composto e susceptibilidade do indivíduo tornam-se potencialmente carcinogênicos, geralmente pela ação da bioacumulação de metais pesados que podem ocorrer no solo, em ambientes aquáticos e por consequência nos organismos locais, aumentando a possibilidade de biomagnificação que se dá pela transferência dessas substâncias de um nível trófico para outro, ou seja, um acúmulo progressivo ao longo da cadeia alimentar atingindo mais severamente os predadores de topo (MARTINS, 2012; DE OLIVEIRA LIMA et al. 2015).

Notadamente, o incremento das industrias de bens tecnológicos expandiu nas últimas décadas, principalmente a produção de aparelhos portáteis que necessitam de pilhas e baterias para o seu funcionamento (DA SILVA et al., 2011). De acordo com o mesmo autor o mercado mundial de pilhas e baterias movimenta em torno de US$ 40 bilhões com um consumo de 12 bilhões de pilhas por ano, já no Brasil são consumidas em média 6 pilhas por habitantes perfazendo, aproximadamente, um montante de 1 bilhão de pilhas, que após a vida útil são descartadas no lixo doméstico indo parar em aterros e lixões. Entretanto, de acordo com a norma brasileira NBR 10.004, as pilhas são classificadas como Classe I nos resíduos perigosos dada aos seus compostos que apresentam potencial radioativos, corrosivos e tóxicos (VIEIRA et al., 2018), sendo que seus efeitos podem ser sentidos tanto pelo homem quanto pelo meio ambiente conforme apresentado no quadro 1.

Quadro 1: Efeitos negativos dos metais pesados a saúde humana e qualidade ambiental.

Metal

Efeitos à saúde humana

Efeitos ao meio ambiente

Cádmio (Cd)

Câncer, disfunção renal, disfunção digestiva (náusea, vômito), problemas pulmonares. (MAGNA et al., 2014)

Apresenta um perigo potencial para o meio ambiente devido a sua aguda e crônica toxicidade e seus efeitos
cumulativos (RODRIGUES et al., 2017; BARROS, DIAS, ARAÚJO, 2015)

Mercúrio (Hg)

Dermatite, diarreia com sangramento, dores abdominais, elevação da pressão arterial, gengivite, dores de cabeça (SPERANSKAYA, 2008).

Essa substância acumula-se em seres vivos e se concentra através da cadeia alimentar, particularmente via peixes e mariscos (PAWLOWSKI, 2011).

Chumbo (Pb)

Anemia, disfunção renal, dores
abdominais (cólica, espasmo, rigidez), Encefalopatia sonolência, manias, delírio, convulsões e coma; doença cardíaca isquêmica; afetar a saúde reprodutiva entre outras (CORREIA et al., 2016; FLORA; GUPTA; TIWARI, 2012)

O chumbo se acumula no meio ambiente e tem efeitos tóxicos agudos e crônicos nas plantas, animais e microrganismos (RODRIGUES et al., 2017; DE OLIVEIRA LIMA et al., 2015)

Manganês (Mn)

Disfunção do sistema neurológico, gagueira e insônia (BENAVIDES; GALLEGO; TOMARO, 2005)

No meio ambiente tem maior exposição organismos como algas, moluscos e alguns peixes pela biomagnificação (LONGHIN e SANTOS, 2015)

Lítio (Li)

Sintomas diarreia, vômitos, apatia, falta de energia, pernas fracas, sonolência, letargia, dificuldades em falar, tremores irregulares, fraqueza muscular, dores nos braços e nas pernas e ataxia e outros (LEAL e FERNANDES, 2002)

Este composto no meio ambiente pode afetar o sistema nervoso central dos animais (CARVALHO, BARATA, ALVES, 2016).

Fonte: Autores.

As pilhas podem causar problemas ao meio ambiente afetando a qualidade da compostagem dos resíduos orgânicos, pois em sua queima são gerados resíduos tóxicos que podem volatilizar no ambiente e estão também presentes nas cinzas e promover uma contaminação mais severa. Diante do exposto, as pilhas (e baterias) necessitam de um tratamento prévio a fim de minimizar os impactos ambientais e para a saúde humana. Assim, este estudo visa avaliar o conhecimento da comunidade acerca dos problemas que o descarte incorreto de pilhas pode acarretar ao homem e ao meio ambiente.

MATERIAIS E MÉTODOS

Local de desenvolvimento do estudo

Este estudo foi desenvolvido na cidade de Maringá no Paraná, estando pautada na ação exploratória, com uma abordagem qualiquantitativa. Essa metodologia foi complementada com o levantamento de dados documentais em sites de busca aberta. O método utilizado para a coleta de dados foi um questionário com perguntas objetivas sobre o tema Impactos ambientais do descarte de pilhas. Este questionário foi disponibilizado no meio eletrônico (on-line) e permaneceu disponível para o preenchimento por um período de 8 dias. Para tanto foi utilizado o Google Formulários e, após o prazo as respostas foram analisadas e, representadas graficamente para melhor discussão, para tanto foi utilizado o software Excel 2013 da Microsoft.

Figura 1- Mapa de localização da área de estudo. Fonte: Autores.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Quando foram questionados sobre os componentes de uma pilha 74% responderam que desconheciam os compostos e os componentes que são incorporados na pilha (Figura 2).

As pilhas e as baterias são compostas basicamente por metais pesados, tais como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), cobre (Cu), níquel (Ni), zinco (Zn), cádmio (Cd) e lítio (Li). Tais elementos apresentam-se perigosos tanto para o ambiente como para a saúde humana. Isso porque o contato destes elementos com o solo pode ocasionar contaminação e como consequência lixiviar para o lençol freático e, dependendo de sua concentração ser patogênico a diversos organismos terrestres e aquáticos (CARVALHO; BARATA; ALVES, 2016).

Figura 2: Você conhece os componentes da pilha.

Sobre os locais de descarte das pilhas (Figura 3), a resposta variou em lixo orgânico 17,1%, lixo reciclável, 34,3% e pontos de recolhimento 48,6%. De acordo com De Souza (2014), os estudos acerca da coleta de resíduos sólidos urbanos para mensurar os impactos que podem ocorrer tendo como princípio a quantidade de resíduos gerados. Contudo, a problemática está na crescente negligência em relação ao descarte de resíduos sólidos pela população e a falta de conhecimento do local adequado para o descarte de resíduos classificados como perigosos (OLIVEIRA e LIMA, 2016).

Neste sentido, Gerber, Pasquali e Bechara, (2015), defendem a implantação de pontos de coleta de resíduos com índices de periculosidade, os chamados Pontos de Entrega Voluntário (PEV’s), que resolveriam, em parte, a questão do descarte irregular destes materiais implantando, ainda, uma logística reversa que mitigaria uma parcela dos impactos gerados ao meio ambiente. Gaudêncio (2015), ressalva que o acúmulo de resíduos que contém compostos tóxicos no meio ambiente pode gerar uma contaminação imensurável, uma vez que as substâncias tendem a bioacumular-se tanto nos solos, ocasionando uma contaminação das águas subterrâneas e também nos organismos vivos que interagem com os locais de descartes.

Figura 3: Em quais locais você descarta as pilhas usadas?

Em relação ao conhecimento destas pessoas sobre os locais específicos para o descarte correto, 64,3% responderam que não conheciam e 35,7% responderam que sim. Segundo Krieger et al. (2010), a etapa fundamental para a gestão de resíduos sólidos é a coleta seletiva que permite a segregação e a classificação dos materiais afim de reciclá-los, constituindo-se como um método simples porém eficiente de separação de resíduos, uma vez que tem-se os resíduos urbanos de diferentes fontes geradoras, hospitalares, industriais e outros.

Ademais, deve ser oferecido a população os conceitos e as práticas de Educação Ambiental que vislumbram a coleta seletiva de resíduos e a minimização de impactos ambientais, considerando, ainda, a necessidade de ações entre as empresas, a população e os órgãos públicos para a efetivação da logística reversa (MORETTI, LIMA, CRNKOVIC, 2011).

Figura 4: Você conhece os lugares específicos para o descarte correto em sua cidade?

Sobre o que pode ser feito com a reciclagem das pilhas, 87,1% dos indivíduos desconhecem esta prática (Figura 5). A reciclagem, atualmente, constitui a melhor forma de minimizar o descarte de resíduos, sendo também considerada como um fator de preservação ao meio ambiente, principalmente quando se refere as pilhas, haja visto que dependendo das condições físicas e do material do invólucro a degradação pode em um curto período de tempo expor os seus componentes. Neste sentido, a Política Nacional de Resíduos Sólidos impõe a logística reversa – LR, para este tipo de resíduo (NEVES e SANTOS, 2015).

Dessa forma, a logística reversa traz possibilidades de prevenir os impactos ambientais além de promover um ganho em eficiência e sustentabilidade nas organizações (LAVEZ; SOUZA; LEITE, 2011). Ademais, a lei amplia na responsabilidade do produtor que passa a ser responsável pelo recolhimento, a reciclagem e a destinação correta de certos resíduos, ou seja, durante o ciclo de vida do produto, contudo não exime a parcela de responsabilidade do consumidor por disponibilizar o material em local adequado (HERDIANA et al., 2014)

Figura 5: Você sabe o que pode ser feito com a reciclagem das pilhas?

CONCLUSÃO

Embora sejam muito importantes para alimentar uma série de equipamentos utilizados na vida cotidiana, pilhas podem ser dispositivos nocivos quando descartadas de maneira incorreta. Os resultados obtidos inferem que a população em geral, sabe que o destino incorreto pode trazer danos ao meio ambiente e aos seres humanos, no entanto esse conhecimento ainda não é capaz de modificar os maus hábitos de alguns. Para melhorar essas porcentagens apostaríamos ainda mais na educação ambiental, políticas e resoluções que delineiam as questões de uso e descarte. Ainda que algumas já sejam estabelecidas, como a resolução CONAMA n° 401/2008, as mesmas precisam ser mais difundidas para comunidade leiga. Bem como, o incentivo para que os estabelecimentos que comercializam pilhas praticar de forma corriqueira a logística reversa.

REFERÊNCIAS

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