ISSN 1678-0701
Número 67, Ano XVII.
Março-Maio/2019.
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13/03/2019A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO NA PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS  
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A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO NA PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

Milena Marília Nogueira de Andrade1,2, Márcia Miranda Marques2

1Instituto Ciberespacial, Universidade Federal Rural da Amazônia milena.andrade@ufra.edu.br

2Pós-Graduação em Gestão de Risco e Desastre na Amazônia, Universidade Federal do Pará

marquesmeioambiente@outlook.com

Resumo: Este trabalho teve como objetivo discutir relação entre riscos ambientais e educação ambiental através da geração de instrumentos de prevenção em sala de aula. No contexto atual em que o país possui números elevados com relação a perdas e danos relacionados aos desastres naturais alternativas de prevenção que visem a redução desses números fazem parte de metas globais. A educação ambiental está alinhada com essas metas e possibilita o diálogo entre a academia e a sociedade. A metodologia utilizada neste trabalho foi a construção de maquetes e folhetos após pesquisa bibliográfica, trabalho de campo e atividades teóricas. Esses materiais foram desenvolvidos sobre os temas de riscos geológicos e hidrológicos que possuem relação com a cidade de Belém (Pará). Os resultados incluíram a apresentação e explanação sobre esses temas e a potencialidade de utilização dos instrumentos gerados em educação ambiental. Ao final da atividade verificou-se um aumento da percepção de risco dos alunos e da consciência do papel transformador que a universidade pode gerar na sociedade.

Palavras-chave: desastres naturais, interdisciplinaridade, percepção de risco

Abstract: This work aimed to discuss the relationship between environmental risks and environmental education through the generation of prevention tools in the classroom. In the current context in which the country has high numbers in relation to losses and damages related to natural disasters, prevention alternatives aimed at reducing these numbers are part of global goals. Environmental education is aligned with these goals and enables dialogue between academia and society. The methodology used in this work was the construction of models and leaflets after bibliographical research, fieldwork and theoretical activities. These materials were developed on the topics of geological and hydrological risks that have relation with the city of Belém (Pará). The results included the presentation and explanation of these themes and the potential use of the instruments generated in environmental education. At the end of the activity, there was an increase in students' perception of risk and an awareness of the transforming role that the university can generate in society. Please check if the text follows the style standards and bibliographic requirements indicated for the preparation of the manuscript.

Keywords: natural disasters, interdisciplinarity, risk perception

Introdução

Os riscos ambientais têm intensificado os desastres naturais com danos em áreas urbanas e rurais (Almeida, 2012). No Brasil são tipificadas e registradas ocorrências de alagamentos, enxurradas, erosão, estiagem e seca, geadas, granizo, inundação, incêndios, movimento de massa, tornado e vendavais (Brasil, 2012). Sendo que para o país, do total de pessoas afetadas, 126.926.656, a estiagem e a seca representam 51% do total dos registros, seguido das enxurradas e inundações com 21% e 12% do total dos registros (CEPED, 2013).

O risco é definido como uma possível ameaça, um perigo para quem está sujeito a ele e o percebe como tal, partindo de uma abordagem ambiental (Veyret, 2007). Tominaga et al., (2009), define o risco como a probabilidade de consequências prejudiciais, ou danos esperados resultantes da interação entre perigos naturais ou induzidas pela ação humana e as condições de vulnerabilidade. Portanto o risco é compreendido como o produto da ameaça e da vulnerabilidade (UNDP, 2004).

A disponibilização da informação para a sociedade sobre os riscos existentes, contribui para torná-la menos vulnerável aos possíveis danos que seriam causados. Dentre as formas de redução de risco e desastres que envolvem a comunidade tem-se como exemplo a análise e o mapeamento participativo de risco (Andrade e Szlafsztein, 2015) e a educação ambiental (Rosa et al., 2015). A educação ambiental contribui para o campo de redução de riscos e desastres pois corresponde a um conjunto de práticas sociais entre uma rede de relações e os modos de vida humanos que interagem com os elementos físico-naturais de seu entorno (Carvalho, 2008; Rosa et al., 2015).

Direcionamentos globais das Nações Unidas trazem o marco de ação de Hyogo 2005-2015 para construção de cidades resilientes frente aos desastres (ONU, 2012). Essa campanha estabelece atividades críticas, a fim de tornar suas cidades mais resilientes aos desastres. Entre as medidas estão a criação de programas educativos e de capacitação em escolas e comunidades locais. Posteriormente, foi lançado o Marco de Sendai para Redução do Risco de Desastres pensada para atuação entre 2015 - 2030, que se propõe à “redução substancial de riscos e perdas por desastres e inclui a união de estratégias governamentais e educativas” (UNISDR, 2015).

As políticas nacionais se alinham com os direcionamentos globais já que a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil – PNPDEC (Lei nº 12.608 de 10 de abril de 2012) indica a necessidade de inclusão nos currículos do ensino fundamental e médio os princípios da proteção e defesa civil e a educação ambiental. No contexto nacional e local deve-se promover estratégias para reforçar a educação e a conscientização pública sobre a redução do risco de desastres. Isto inclui informações e conhecimentos sobre o risco de desastres, por meio de campanhas, mídias sociais e mobilização comunitária, tendo em conta os públicos específicos e as suas necessidades (UNISDR, 2015).

A educação ambiental no Brasil é orientada pela Política Nacional de Educação Ambiental (Lei 9.795, de 27 de abril de 1999) que considera esta como o processo por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à qualidade de vida e sustentabilidade (PNEA, 1999). No contexto de redução de ricos e desastres a educação ambiental pode ser usada como uma estratégia que possibilita mudanças, pois, incentiva uma nova forma de pensar a sociedade (Rosa et al., 2015).

Nesta perspectiva, a educação ambiental por seus instrumentos metodológicos assegura o desenvolvimento da percepção ambiental, e, por conseguinte melhora a percepção dos riscos de desastres ambientais. Sendo assim o trabalho educacional em diferentes frentes são extremamente importantes para garantir a formação do sujeito-cidadão. Pois, no caso do processo de ensino da educação formal deve proporcionar um aprendizado em sala de aula, em que a informação leve as pessoas a identificarem e a pensarem sobre os riscos aos quais estão expostas (Abreu et al., 2016).

Outro aspecto interessante é o que preconiza a Lei no 9.795/99, “a educação ambiental envolve a promoção de processos pedagógicos que favoreçam a construção de valores sociais, conhecimentos, habilidades e atitudes voltadas para a conquista da sustentabilidade socioambiental e a melhoria da qualidade de vida”. Desta maneira a educação ambiental enfatiza a prática transformadora, por meio da reflexão e ainda impulsiona a tomada de consciência, uma vez que não se conscientiza as pessoas, mas as sensibiliza para a internalização dos conceitos como: sustentabilidade, resiliência, risco e prevenção. Marchezini et al., (2018) destacam que noção de resiliência e sustentabilidade implicam na compreensão da inter-relação entre as questões ambientais locais, qualidade de vida, equilíbrio ambiental e a necessidade de aperfeiçoar a capacidade de prevenção e preparação para redução do risco de desastres naturais.

Assim, os instrumentos metodológicos da educação ambiental como a cartografia social, árvore dos sonhos, trabalhando com jornais e textos, chuvas de ideias, construção de maquete, roda de conversa, construção de folhetos e de linha do tempo são ferramentas que auxiliam os atores sociais a perceberem seu espaço em diferentes perspectivas. Desse modo o objetivo desse trabalho consiste em discutir relação entre riscos ambientais e educação ambiental através da geração de instrumentos de prevenção.

Metodologia

A metodologia adotada no desenvolvimento deste trabalho consistiu inicialmente no levantamento e revisão bibliográfica sobre riscos ambientais, na divisão dos temas entre os participantes, em atividades de campo e na construção de material didático. O levantamento da revisão bibliográfica foi feito a partir de plataformas digitais de periódicos. Os temas entre os participantes foram divididos em riscos geológicos (erosão fluvial e costeira) e hidrológicos (inundação e alagamento). Participaram da atividade os alunos do nono semestre do curso de graduação de engenharia ambiental e energias renováveis da Universidade Federal Rural da Amazônia.

Atividades de campo ocorreram na cidade de Belém sob a coordenação da professora orientadora para explanar na prática o que foi aprendido na teoria em sala de aula e verificar como ocorre a formação dos riscos. Por fim foram construídos materiais didáticos em formato de maquetes e folhetos de prevenção. As maquetes utilizaram materiais diversos tais como folhas de isopor, papel paraná, cola, tinta, seixo, madeira. Os folhetos foram confeccionados em formato digital e impresso e contém as seções de causas consequências dos riscos, o que fazer antes, durante e depois de cada processo e telefones úteis que podem ser utilizados em caso de sinistro.

Resultados e Discussão

Instrumentos de Educação Ambiental

Os resultados foram expostos em sala de aula com a explanação sobre o desenvolvimento do projeto da maquete e sobre as origens e ocorrências do processo de risco ambiental por cada equipe (Figura 1). O folder foi apresentado para a turma e indicado de que forma o mesmo pode ser futuramente utilizado em uma abordagem de educação ambiental na cidade ou nas escolas de Belém (Figura 2). A atividade sempre remetia aos problemas desta cidade e aos bairros onde ocorrem estes processos.

A maquete de alagamento evidenciou o problema do lixo nas proximidades de um canal retificado. E ainda, foi elaborada uma segunda maquete propondo soluções de gestão de resíduos sólidos para minimizar os alagamentos na cidade. Em Belém os pontos de alagamentos foram indicados no trabalho de Pontes et al., (2017). A maquete de inundação urbana mostrou o problema de ocupação em áreas de preservação de permanente das margens do rio e os danos relacionados com a falta de gestão de resíduos sólidos e a possibilidade de mudança da população do local por conta das inundações frequentes. Parte da população ocupa áreas baixas com cotas entre de 0 a 4 m que no período de chuvas intensas e maré alta as águas do canal transbordam ocasionando inundações (Junior, 2013).

A maquete de erosão fluvial apresenta um perfil diferenciado ao logo do rio mostrando a influência das modificações ao uso do solo no processo de erosão fluvial. Essas influências antrópicas no processo de erosão foram indicadas para a região Amazônia por Bandeira et al., (2018). Enquanto que a maquete de erosão costeira possui um lado sem e outro com uma contenção esquemática no formato de muro de gabião de pedra. Durante a explanação da equipe foi falando sobre as medidas estruturais de contenção e sua importância na redução dos riscos. Essas medidas de contenção foram inicialmente categorizadas na zona costeira estado do Pará por Szlafsztein et al., (2006).

Essa atividade em sala de aula considera de acordo com Abreu et al., (2016) que a educação ambiental é um processo social e político fundamental na construção de estruturas conceituais do indivíduo e por isso exerce influência na percepção dos riscos. O desenvolvimento de instrumentos de educação ambiental no ambiente de universidade está de acordo com a função social de ensino e pes­quisa desta instituição. A universidade constitui-se de um ambiente de conheci­mentos e informações que devem ser compartilhados com toda a sociedade visando a popularização da ciência, e a formação e inclusão social dos cidadãos (Sebastián, 2006). Uma etapa posterior a esta atividade é a realização de um projeto de extensão para constituir como prática acadêmica dos alunos e integrando várias áreas do conhecimento, favorecendo a multidisciplinaridade e potencializando, através do contato de vários indivíduos, o desenvolvimento de uma consciência cidadã.

Figura 1 - Apresentação das maquetes desenvolvidas durante a disciplina de riscos ambientais sobre erosão costeira, alagamento, erosão fluvial e inundação (visualizadas no sentido horário).

Figura 2 - Exemplo de folheto sobre inundação gerado durante a disciplina de riscos ambientais.

O papel do ensino de riscos na educação ambiental

Os atores sociais percebem o espaço em que vivem de diferentes maneiras. E cabe a educação ambiental instrumentalizá-los para entenderem a vulnerabilidade ambiental e caracterizar o perfil sócio-espacial, com a finalidade de reconhecer as fragilidades no contexto ambiental de maneira local. A formação dos sujeitos sociais em relação aos riscos de desastres ambientais não poderá aparecer no contexto societário como dicas informativas, pois desta maneira, os conteúdos relacionados a questão do risco podem aparecer no contexto social de forma superficial. Entretanto o sujeito ensinante ao trabalhar essas informações sobre risco e ameaças naturais devem levar em conta, que a percepção do risco é a compreensão de diferentes aspectos que vão desde o entendimento dos fenômenos naturais aliado aos resultados das ações antrópicas no ambiente natural.

As ações educativas de prevenção, preparação e alerta têm um importante papel para a redução do risco de desastres, pois envolvem o sujeito aprendente na dimensão da vulnerabilidade de sua comunidade. E ainda desenvolve a percepção de risco, por meio de atividades concretas e participativas, em que o diálogo social é valorizado no espaço escolar no caso deste estudo na universidade. A UNISDR (2015), coloca que “promover uma cultura global de segurança e resiliência através da integração da redução de risco de desastres no componente curricular das escolas, e do continuo envolvimento das crianças e jovens adolescentes nos processos de tomada de decisão, reduz de desastres nas suas comunidades”.

Fica claro que o trabalho da educação ambiental, por meio de seu componente sistêmico se conecta com diferentes eixos que se combinam e se influenciam por tratar das questões ambientais. O uso de recursos didáticos facilita o desempenho da aprendizagem. Desta forma, a maquete e o folheto informativo são práticas educativas que favorecem a compreensão da realidade e contribuem na melhora da percepção do risco, já que apresentam a situação-problema sintonizada com a realidade. Com esse propósito, o processo de ensino do risco deve mediar os conhecimentos necessários para garantir o processo de conscientização dos sujeitos cidadãos. O processo de ensino e aprendizagem deve valorizar na sua prática os valores locais, pois o processo de informação no âmbito da visão da Educação Ambiental deve acontecer de forma coletiva (Silva e Grzebieluka, 2015).

Com esse propósito, é muito importante se trabalhar também a percepção de risco no contexto educativo da interdisciplinaridade, uma vez que possibilita associá-lo as inúmeras ações antrópicas, que contribuem para agravamento do desastre ambiental. Assim, a educação ambiental por meio da percepção ambiental impulsionará as práticas ambientais, que terão a função de construir os diálogos que serão ferramentas para a redução do risco. Pois, para Veyret (2007) e Cavalcante e Aloufa (2014), os riscos não existem sem um indivíduo ou uma população que possa sofrer danos. E, através da educação ambiental é possível ensinar com uma determinada população pode se comportar diante de situações de riscos ou vulnerabilidades, com a finalidade tomar medidas ou não sobre eles.

Considerações finais

A preparação de práticas educacionais pode contribuir para construir uma cultura de prevenção de riscos de desastres naturais. A construção de instrumentos de educação ambiental pelos estudantes, torna-se algo necessário para iniciar uma ação de educação ambiental local e que associada a temática de riscos e desastres contribui para ações de prevenção. A construção de instrumentos de educação ambiental no contexto da interdisciplinaridade facilita a aprendizagem, incentivando o sujeito que aprende a estabelecer conexões entre causa e efeito e torná-los conscientes da situação de riscos de desastras naturais. Por isso, a interdisciplinaridade aparece neste contexto como uma possibilidade de diálogo entre o sujeito social e o meio ambiente, e, procura mostrar a influência da ação do homem nos desastres ambientais. A participação de alunos da universidade nesse processo contribui para a formação de sujeitos capacitados de mudança, capazes de se colocarem no mundo com uma postura mais ativa e crítica para disseminar informações.



Agradecimentos

Aos alunos do nono semestre do ano de 2018 do curso de engenharia ambiental da Universidade Federal Rural da Amazônia.

Bibliografia

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