ISSN 1678-0701
Número 67, Ano XVII.
Março-Maio/2019.
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Relatos de Experiências

13/03/2019TURISMO RURAL AGROFAMILIAR: UM ESTUDO SOBRE AS POSSIBILIDADES E LIMITAÇÕES NO ASSENTAMENTO NOVA VIDA I EM SOUSA, PARAÍBA  
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TURISMO RURAL AGROFAMILIAR: UM ESTUDO SOBRE AS POSSIBILIDADES E LIMITAÇÕES NO ASSENTAMENTO NOVA VIDA I EM SOUSA, PARAÍBA

Daiane Carvalho da Silva Nascimento¹, Mateus Gonçalves Silva1*, Vanclea Teles da Silva Sousa1, Joana Gomes de Andrade1, Maria Eveline de Lucena Nascimento1, Maria da Conceição Leite da Silva1, Selma dos Santos Feitosa2



1Graduando em Agroecologia pelo Instituto Federal da Paraíba Campus Sousa; *Matheus.goncalves2102@gmail.com

2Professora do Curso de graduação em Agroecologia no Instituto Federal da paraíba Campus Sousa, Agrônoma, Mestra e Doutora em Agronomia.

Resumo: Turismo Rural na Agricultura Familiar (TRAF) diferencia-se por incluir no contexto do turismo a agricultura familiar. Este tem demonstrado grande potencial para impulsionar o desenvolvimento sustentável por meio de práticas turísticas voltadas para educação ambiental favorecendo a conscientização na preservação do meio ambiente e dos recursos naturais que estão cada vez mais escassos. O objetivo do estudo em questão foi identificar as possibilidades e limitações para o desenvolvimento do TRAF entre os agricultores do Assentamento Nova Vida I, Sousa PB, assim como avaliar a percepção dos entrevistados a respeito das contribuições dessa atividade para preservação ambiental. Este trabalho caracterizou-se como um estudo de caso, de caráter quali-quantitativo. O cenário da pesquisa foi o Assentamento Nova Vida I, inserido no Perímetro Irrigado das Várzeas de Sousa – PIVAS. De acordo com os resultados o assentamento possui diversidade de todas as formas, mas a falta de união talvez seja um dos maiores empecilhos à execução da atividade e isso ficou evidente nas entrevistas uma vez que 65% dos agricultores confirmaram em seu depoimento, porém, possui potencial para o desenvolvimento do turismo rural familiar, tendo em vista que as famílias entrevistadas em sua maioria tem interesse para realizar tal atividade e concordam que a mesma é de grande importância para o meio ambiente, contudo ainda é necessário maior planejamento e organização, visando ressaltar as potencialidades e minimizar as fragilidades.

Palavras-chaves: Semiárido; Vivência agroecológica; Desenvolvimento sustentável.

Abstract: Rural Tourism in Family Agriculture (TRAF) is distinguished by including family farming in the context of tourism. This has demonstrated great potential to boost sustainable development through tourism practices focused on environmental education, promoting awareness in the preservation of the environment and the natural resources that are increasingly scarce. The objective of the study in question was to identify the possibilities and limitations for the development of TRAF among the farmers of Settlement Nova Vida I, Sousa PB, as well as to evaluate the perception of the interviewees about the contributions of this activity to environmental preservation. This work was characterized as a case study of qualitative and quantitative nature. The research scenario was the Nova Vida I Settlement, inserted in the Irrigated Perimeter of the Sousa - PIVAS Floodplains. According to the results, the settlement has diversity in all its forms, but lack of unity may be one of the major obstacles to the execution of the activity and this was evident in the interviews since 65% of the farmers confirmed in their testimony, however, potential for the development of family rural tourism, given that the families interviewed are mostly interested in carrying out such activity and agree that it is of great importance for the environment, but greater planning and organization is still needed, with a view to highlighting potentialities and minimize weaknesses.

Key words: Semi-arid; Agroecological experience; Sustainable development.

INTRODUÇÃO

A modalidade de turismo que ainda é pouco conhecido e divulgado no Brasil, denomina-se Turismo Rural Agrofamiliar ou Turismo Rural na Agricultura Familiar (TRAF), porém apesar deste fato, esse tipo de turismo tem se demonstrado um grande potencial para impulsionar a economia de locais os quais atividades como a indústria ainda não conseguiram ser inseridas, tornando a localidade propícia para descanso daqueles que procuram esse tipo de atividade. Segundo Araújo et al. (2011), entre os vários segmentos turísticos passíveis de desenvolvimento neste país, o Turismo Rural possui, em sua base, uma forte ligação com a cultura do meio rural e apresenta diversidade tal que o torna capaz de se desenvolver como um produto turístico de alta competitividade.

No Brasil, o segmento de Turismo Rural é reconhecido oficialmente pelo Ministério do Turismo (MTur). O Turismo Rural na Agricultura Familiar (TRAF) e o Agroturismo são variações reconhecidas oficialmente pelo MTur caracterizadas mais especificamente pelo maior contato dos turistas com as práticas de trabalho nas propriedades rurais. No entanto, o TRAF diferencia-se por incluir no contexto do turismo a agricultura familiar (ARAÚJO et al., 2011).

De acordo com Wanderley (2000), um importante fato na história do rural brasileiro foi o reconhecimento oficial da agricultura familiar; desde então, o agricultor familiar não é mais visto apenas como o marginalizado do campo ou o produtor pobre e de baixa renda, mas sim como parte integrante da sociedade, voltando a assumir seu papel na agricultura do país. Este mesmo autor afirma que a forte e efetiva demando por terras através de movimentos sociais rurais, fez surgir na reforma agrária um setor de assentamentos, revalorizando assim o meio rural, percebido como espaço de trabalho e de vida.

Os assentamentos de reforma agrária têm uma característica bem marcante em sua maioria que é o uso de tecnologias de base agroecológica, ou seja que não agridem o meio ambiente e que buscam métodos simples de trabalho o que atrai o olhar daqueles que buscam uma atividade turísticas que traga interação com o meio ambiente ou que se aproxime mais dele.

Esta pesquisa teve como objetivo principal identificar as possibilidades e limitações para o desenvolvimento do Turismo Rural na Agricultura Familiar entre os agricultores do Assentamento Nova Vida I, Sousa PB. Sendo assim, buscou-se conhecer as possibilidades e limitações dos recursos potenciais locais, assim como os conhecimentos e interesse dos agricultores familiares acerca do TRAF.

MATERIAL E MÉTODOS

Esta pesquisa caracterizou-se como um estudo de caso, de caráter quali-quantitativo. O estudo de caso “[...] permite que os investigadores retenham as características holísticas e significativas dos eventos da vida real” (YIN, 2010, p. 24), enquanto a abordagem quali-quantitativa auxilia a coleta de dados, propiciando uma relação dinâmica entre as dimensões do sujeito pesquisador junto aos sujeitos da pesquisa (ENSSLIN; ENSSLIN; VIANNA, 2007).

O cenário da pesquisa foi o Assentamento Nova Vida I (Figura 1), inserido no Perímetro Irrigado das Várzeas de Sousa – PIVAS que está localizado nos municípios de Sousa e Aparecida, na microrregião de Sousa, na mesorregião do Sertão paraibano, inserido na sub-bacia do Rio do Peixe e bacia do Rio Piranhas.

O assentamento conta com uma área de aproximadamente 1.007 hectares que foram disponibilizados pelo governo estadual no ano de 2011 ao INCRA – O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - da Paraíba (representado em vermelho no Relatório de Auditoria Operacional nas Várzeas de Sousa, 2013), para que ali fosse implantado um assentamento de reforma agrária e assim foi feito a divisão de 141 lotes no tamanho 7 ha para cada família na época acampada. Atualmente as famílias residem nos próprios lotes alguns em casa de alvenaria feita pelo Programa de Moradia Minha Casa, Minha Vida, mas uma grande parte ainda sobrevive debaixo de barraca de lona ou pau-a-pique por causa dos descasos que ali ocorreram mediante a construção das casas.

Figura 1. Localização do Assentamento Nova Vida I, Sousa, PB

Fonte: Google Earth

O estudo foi desenvolvido em uma única etapa que caracterizou-se por uma entrevista, baseada em um questionário semiestruturado, composto por 23 questões abertas, semiabertas e objetivas, sendo um total de 20 questionários aplicados.

A fundamentação teórica do presente estudo foi pautada em trabalhos científicos, incluindo artigos, dissertações e teses nacionais, disponíveis em acervos virtuais, bem como na legislação nacional vigente referente ao tema.

As questões abertas e semiabertas foram analisadas e discutidas de forma dissertativa, ao passo que as questões objetivas foram analisadas e tabuladas por meio de gráficos, utilizando-se um software de planilha eletrônica.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A aceitabilidade das famílias pertencentes ao Assentamento Nova Vida I em relação à pesquisa foi bastante favorável, visto que recebeu-se muito bem em suas residências.

No que diz respeito ao gênero 45% dos entrevistados foram masculinos e 55% foram femininos. A participação das mulheres no meio rural principalmente em assentamentos é bem marcante e pode-se constatar no dado encontrado.

Figura 2. Sexo dos agricultores do A. Nova Vida I, Sousa, PB, 2017.

Com relação à idade, 5% tinham entre 18 e 25 anos, 20% tinham entre 26 a 39 anos, 60% tinham 40 a 59 anos e o restante que corresponde a 15% estava acima dos 60 anos.

Figura 3. Faixa etária dos agricultores do A. Nova Vida I, Sousa, PB, 2017.

No tocante a composição familiar apenas 25% dos entrevistados não possuíam dependentes vivendo na propriedade, nas demais, havia um dependente em 25% delas, dois dependentes em 40% das propriedades, três dependentes em 5% e quatro dependentes também em 5% das propriedades. Araújo et al. (2011), observa conforme a lei 11326/2006, que a quantidade de dependentes residindo na propriedade determina a quantidade de mão-de-obra externa que pode ser contratada pela família e diz ainda que a falta de dependentes poderia, em alguns casos, constituir uma limitação específica ao desenvolvimento do TRAF. Quando perguntados sobre a contratação de terceiros para a realização do manejo agropecuário na propriedade 100% afirmaram que fazem uso da mão de obra familiar, mas que eventualmente contrataram pessoas para a realização das atividades por não terem membros familiar suficiente para a realização das tarefas.

Dentre os sujeitos entrevistados 90% afirmaram ser casados, 5% solteiros e 5% divorciados (Figura 4). Esse dado sugere que grande maioria constitui família e, consequentemente têm uma vantagem com relação aos outros no que tange ao número de pessoas na família, e principalmente a figura da mulher que pode ser um ponto principal para as atividades de TRAF darem certo na propriedade. Todos residem no local desde a criação do acampamento antes de ganharem o direito da terra, onde a ocupação da terra se deu em maio de 2004.

Figura 4. Estado civil dos agricultores do A. Nova Vida I, Sousa, PB, 2017, Sousa-PB.

Com relação a escolaridade 90% afirmaram que possuem o ensino fundamental incompleto e 10% têm superior incompleto.



Figura 5. Grau de escolaridade dos assentados, Sousa, PB.

Esses percentuais são resultados da falta de oportunidade, pois segundo os entrevistados, os mesmos tiveram que trabalhar desde criança na agricultura e que não continuaram os estudos devido à dificuldade de conciliar o trabalho com a escola, outros por não ter opção de estudar, pois logo cedo os pais os colocavam para trabalhar no roçado.

Quanto a percepção dos agricultores familiares sobre o TRAF, apenas 5% dos entrevistados afirmaram saber exatamente o que era TRAF, 70% afirmaram nunca ter ouvido falar e os 25% restantes, embora tivessem ouvido falar, não sabiam do que se tratava. Observa-se, portanto, que 95% dos entrevistados desconhecem as características do TRAF. Não pode-se confirmar sinais de qualquer ação efetiva do poder público, seja ele federal, estadual ou municipal no sentido de divulgar as características e oportunidade em linhas de crédito do TRAF aos entrevistados.

Figura 6. Média sobre o que é TRAF, Sousa, PB.

Na questão cuja finalidade era conhecer as necessidades de orientação e/ou instituições tidas como referência no assunto na região, perguntou-se aos entrevistados se, caso resolvessem implantar o TRAF em sua propriedade, a que instituição pediria ajuda ou a quem. Onde, 60% dos entrevistados citaram buscar Profissional especializado na área, e o SEBRAE foi a alternativa mais referida como capaz de auxiliá-los (Tabela 1).

Tabela 1. Preferências por assistências técnicas pelos agricultores do A. Nova Vida I, Sousa, PB, 2017.

Afirmação do entrevistado

%

Secretária de Turismo da Prefeitura

10

SEBRAE

20

Profissional da área

60

Outros

10

Total

100



Procurou-se conhecer sobre quais produtos e serviços os entrevistados ofereceriam aos turistas, com base em suas opções pessoais e interesses da família, se supostamente resolvessem implantar o TRAF. Os resultados são apresentados na Figura 7.

Figura 7. Tipo de produtos e serviços passíveis de serem oferecidos pelos agricultores do A. Nova Vida I, Sousa, PB, 2017.

Além da visitação à produção, considerada possível por 50% dos entrevistados, 95% destes consideraram viável e de seu interesse a venda direta de produtos agropecuários em menor escala ao turista. Apenas 5% dos entrevistados consideram possível ofertar passeio de bicicleta pelas estradas do assentamento, que não deixa de ser uma forma de lazer. O serviço de artesanato também foi mencionado em 10% pelos entrevistados, visto que é uma atividade bem presente no cotidiano das agricultoras que há um tempo comporam um grupo de artesanato, porém, por falta de incentivo e interesse pararam a produção.

Certamente, um programa de agroturismo familiar na comunidade traria novamente um grande incentivo para a retomada do grupo que consequentemente daria retorno financeiro e autonomia as mulheres.

Para 100% dos agricultores a casa sede e o lote da comunidade poderia ser transformado em um local de geração de renda através de um serviço de TRAF como por exemplo, transformar a casa em uma pousada e restaurante, pois é um ponto bem localizado visto que se encontra as margens da BR 230 e poderia servir de apoio as pessoas que quisessem conhecer o assentamento. Poderia também ter uma casa de comercialização para se vender os produtos dos agricultores, tanto artesanais quanto frutas, verduras e etc. Também se citou o campo de futebol que existe, mas que não tem muitas atividades somente para divertimento dos jovens.

Esse campo poderia ser usado pra torneio de futebol, umas festas depois... tudo isso ajudaria a gente, porque a gente ia poder vender geladinho, doce, comida pra quem vinhesse ver né?!!” (Dona Carminha, 46 anos em 11 de setembro de 2017).

No que diz respeito ao interesse da implantação do TRAF na propriedade 45% disseram que não por não acreditarem e 55% disseram que sim, pois seria uma ótima oportunidade e uma renda extra para a família.

Figura 8. Demonstração de interesse pelos agricultores do A. Nova Vida I em implantar o TRAF, Sousa, PB, 2017.

A possibilidade de se incorporar alternativas econômicas ao meio rural tem sido a estratégia adotada por muitos países para manter o homem no campo, com a melhoria de sua qualidade de vida pelo aumento de sua renda, que passa a ser gerada com base em uma maior diversidade de atividades e funções (CAMPANHOLA; SILVA, 2000).

É importante ressaltar que muitas das atividades citadas pelos agricultores segundo eles deveriam ser executadas no lote sede da comunidade, porém entende-se que o turismo rural agrofamiliar se destaca pelo envolvimento do turista com a família e nesse caso não haveria esse entrosamento.

Durante as entrevistas evidenciou-se que os agricultores nunca haviam ouvido falar nessa modalidade de turismo, chegando a passar uma certa percepção de que não acreditam nesse tipo de atividade no primeiro contato com a ideia, somente após uma conversa e explicação eles já estavam mais a vontade para falar do assunto, e quando perguntou-se se o Turismo Rural Familiar daria certo na comunidade 95% dos entrevistados disseram que sim e apenas 5% que não.

Figura 9. Demonstração de interesse pela implantação do TRAF após debate sobre os conceitos, Sousa, PB, 2017.

No tocante a que diz respeito à preservação do meio ambiente, 85% acreditam que o TRAF pode sim trazer benefícios e contribuir para a preservação do ambiente do assentamento.

Figura 10. Questionamento sobre a existência de benefícios para o meio ambiente com a implantação do TRAF, Sousa, PB, 2017.

Questionou-se sobre a importância que a cultura tem na vida das pessoas e se ela traz benefícios para a vida da comunidade, 100% responderam que sim, sendo que 55% classificaram como essencial e 45% apenas como importante. Brasil (2003) afirma que Turismo Rural é o conjunto de atividades turísticas desenvolvidas no meio rural, comprometido com a produção agropecuária, agregando valor a produtos e serviços, resgatando e promovendo o patrimônio cultural e natural da comunidade. Sendo assim acredita-se que a cultura de fato é um ponto essencial ao desenvolvimento do TRAF.

Sobre os desafios para a implantação e desenvolvimento do turismo rural na agricultura familiar no Assentamento Nova Vida I, foi feita a pergunta sobre qual empecilho impediria o TRAF na comunidade os agricultores citaram alguns que foram se repetindo ao longo das entrevistas.

Figura 11. Desafios encontrados pelos agricultores do A. Nova Vida I para implantação do TRAF, Sousa, PB, 2017.

CONCLUSÕES

O Assentamento Nova Vida I possui grande potencial para o desenvolvimento do Turismo Rural na Agricultura Familiar, e este mostra-se como boa alternativa para manter as famílias no campo, considerando-se que além de ser uma nova opção para o incremento da renda, mantêm as atividades agrícolas diárias, a preservação ambiental, a tradição e a cultura local.

O assentamento possui diversidade de todas as formas, o que se observa é que a falta de união talvez seja um dos maiores empecilhos a execução da atividade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARAÚJO, A.L.M. M.; BAHIA, E.T.; FERREIRA, W. R;. Turismo rural na agricultura familiar: um estudo sobre as possibilidades e limitações no município de Alfredo Vasconcelos, MG. Caderno Virtual de Turismo. Rio de Janeiro, v. 11, n. 3, p.370-383, dez. 2011.

CAMPANHOLA, C.; SILVA, J. G. O agroturismo como nova fonte de renda para o pequeno agricultor brasileiro. IN: ALMEIDA, Joaquim Anécio. Turismo rural ecologia, lazer e desenvolvimento. São Paulo: EDUSC, 2000.

ENSSLIN, L.; ENSSLIN, S.R.; VIANNA, W.B. O design na pesquisa quali-quantitativa em engenharia de produção - Questões a considerar. Revista Gestão Industrial. Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Campus Ponta Grossa - Paraná Brasil. v. 3, n. 3: p. 172-185, 2007.

Ministério do Turismo. Diretrizes para o Desenvolvimento do Turismo Rural no Brasil. Brasília, DF, 2003. Disponível em < http://www.turismo.gov.br/sites/default/turismo/o_ministerio/publicacoes/downlads_publicacoes/Diretrizes_Desenvolvimento_Turismo_Rural.pdf >. Acesso em: 12 set. 2017.

WANDERLEY, M.N.B. A valorização da agricultura familiar e a reivindicação da ruralidade no Brasil. Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 2, p. 29-37. jul./dez., 2000.

YIN, R.K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman, 2010.





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