ISSN 1678-0701
Número 67, Ano XVII.
Março-Maio/2019.
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13/03/2019PERCEPÇÃO AMBIENTAL E ANÁLISE DO CONHECIMENTO SOBRE ARANHAS EM GRUPOS DA TERCEIRA IDADE NA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO - RJ  
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PERCEPÇÃO AMBIENTAL E ANÁLISE DO CONHECIMENTO SOBRE ARANHAS EM GRUPOS DA TERCEIRA IDADE NA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO - RJ

Sara Bastos Blois Gonçalves¹; Taíssa Barcelos Casanova da Silva¹; Pamella Rodrigues Nascimento da Costa¹;Thamires Lelis ¹,²; Marcelo de Araujo Soares¹.



  1. Centro de Pesquisa em Biologia - CEPBio, Escola de Saúde e Meio Ambiente, Universidade Castelo Branco, Av. Santa Cruz, 1631, Rio de Janeiro, RJ – CEP 21.710-250.

  2. Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental. Centro Universitário Estadual da Zona Oeste - UEZO. Av. Manuel Caldeira de Alvarenga, 1203, Rio de Janeiro, RJ – 23070-200.

RESUMO

A Educação Ambiental integra propostas educativas oriundas de concepções teóricas e matrizes ideológicas distintas, sendo reconhecida publicamente, no Brasil, como de inegável relevância para a construção de uma perspectiva ambientalista de mundo e de sociedade. As aranhas de maior interesse médico no Brasil pertencem aos gêneros Loxosceles, Phoneutria e Latrodectus. Este trabalho teve por objetivo a percepção ambiental e análise do conhecimento sobre aranhas em grupos da terceira idade na zona oeste do Rio de Janeiro – RJ. O presente estudo foi desenvolvido no projeto de extensão “O Bicho vai Pegar!”, da Universidade Castelo Branco. O projeto atua com estratégias e práticas de Educação Ambiental (EA) na prevenção de acidentes com animais venenosos e peçonhentos. O trabalho foi realizado em parceria com o projeto “Viva a Vida” da Universidade Castelo Branco, localizada no bairro de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro que tem como público grupo da terceira idade. A principal metodologia foi o estudo quantitativo de coleta de informações, que envolveu observação participante sobre o conhecimento de aranhas de importância médica, com abordagem sobre a importância destas aranhas para o meio ambiente. A urgente transformação social de que trata a educação ambiental visa à superação das injustiças ambientais, da desigualdade social, da apropriação funcionalista da natureza e da própria humanidade. Conclui-se, que o presente trabalho cooperou para o aumento do conhecimento sobre a importância das aranhas em diversos aspectos e na prevenção de acidentes grave, através das práticas de Educação Ambiental com o grupo da terceira idade.

Palavras-chave: Percepção Ambiental; Idosos; Aranhas; Rio de Janeiro.

ABSTRACT

Environmental Education integrates educational proposals derived from theoretical conceptions and distinct ideological matrices, being publicly recognized in Brazil as of undeniable relevance for the construction of an environmental perspective of world and society. The spiders of greatest medical interest in Brazil belong to the genera Loxosceles, Phoneutria and Latrodectus. The objective of this work was the environmental perception and analysis of knowledge about spiders in groups of the third age in the western zone of Rio de Janeiro - RJ. The present study was developed in the extension project "O Bicho vai Pegar!", From the Castelo Branco University. The project works with strategies and practices of Environmental Education (EA) in the prevention of accidents with venomous animals. The work was carried out in partnership with the "Viva a Vida" project of the Castelo Branco University, located in the district of Realengo, west of Rio de Janeiro. The main methodology was the quantitative study through collecting infromation, which involved the participants observation on the knowledge of spiders of medical importance, with an approach on the importance of these spiders to the environment. The urgent social transformation of environmental education is aimed at overcoming environmental injustices, social inequality, the functionalist appropriation of nature and humanity itself. It is concluded that the present work cooperated to increase knowledge about the importance of spiders in various aspects and in the prevention of serious accidents through Environmental Education practices with the elderly group.

Key- words: Environmental Perception; Seniors; Spiders; Rio de Janeiro.

INTRODUÇÃO

Os grupos de terceira idade têm sido apontados como alternativas para melhorar a qualidade de vida, autonomia e independência dos idosos. Estudos revelam que estes grupos minimizam os efeitos do envelhecimento por meio da sociabilidade, do apoio social, das interações e oportunidades de vivências coletivas (JOÃO et al., 2005).

Nos últimos anos observa-se um aumento significativo de estudos abordando o processo de envelhecimento e suas repercussões na saúde do idoso, comprovando a relevância e o movimento crescente de conscientização acerca da necessidade de um maior conhecimento das especificidades do idoso, nos aspectos biológico, social, cultural e econômico para rompermos com os estereótipos e preconceitos que ainda isolam e excluem estes indivíduos na sociedade (PAPALEO NETTO, 1994).

Em um contexto marcado pela degradação ambiental, reflexões sobre as práticas sociais articuladas à relação indivíduo-natureza e aos riscos ambientais devem ser prioritárias para a construção de uma sociedade mais equitativa na perspectiva da ecocidadania e da sustentabilidade (RANCHE & TALAMONI, 2005; JACOBI, 2003). Os idosos têm muito a ensinar. Os seus erros e acertos são possibilidades para uma nova compreensão sobre o meio ambiente (MACHADO et al., 2006).

Aspectos relacionados com a temática ambiental é uma necessidade da nossa sociedade, é preciso compreender que os seres humanos fazem parte desta sociedade e que suas atitudes interferem no meio ambiente. Para atuar de maneira eficaz, a Educação Ambiental (EA) vem sendo considerada uma ferramenta poderosa, na medida em que permite uma melhor participação do indivíduo na preservação e conservação do meio ambiente (PESSOA & COSTA, 2014).

Segundo Loureiro (2005), a Educação Ambiental integra propostas educativas oriundas de concepções teóricas e matrizes ideológicas distintas, sendo reconhecida publicamente, no Brasil, como de inegável relevância para a construção de uma perspectiva ambientalista de mundo e de sociedade

Animais peçonhentos são aqueles que possuem peçonha ou toxina e um aparato constituído por ferrões, presas ou quelíceras, para inocular esta substância química. A toxina que os animais peçonhentos produzem, serve para matar ou paralisar os animais dos quais se alimentam, auxiliando em suas digestões e em sua defesa quando se sentem ameaçados (Cardoso & Soares, 2013).

No Brasil, as serpentes, aranhas, escorpiões e lagartas são os animais peçonhentos com maior importância clínica pelo número de acidentes registrados (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009). Acidentes em seres humanos têm sido provocados por estes animais em muitas regiões do mundo, incluindo países desenvolvidos, porém poucas são as espécies que têm sido consideradas de interesse médico, embora em alguns casos se revistam de gravidade expressiva e com acidentes fatais (BRAZIL et al., 2009), sendo mais de 100 mil acidentes e quase 200 óbitos por ano, decorrentes dos diferentes tipos de envenenamento (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009). O tipo de agente causador do acidente depende, entre outros fatores, do clima e das condições sociais de cada localidade (MARTINS et al., 2006).

Os artrópodes de importância médica destacam-se por sua diversidade e abundância, provocam acidentes que resultam em irritações, queimaduras locais e, em casos extremos, no óbito da vítima (FREITAS et al., 2006).

As aranhas de maior interesse médico no Brasil pertencem aos gêneros Loxosceles (aranha-marrom), Phoneutria (aranha armadeira) e Latrodectus (viúva negra), (CARDOSO et al., 2009). A dor é o sintoma mais frequente, podendo ocorrer edema, sudorese, hiperemia, parestesia e fasciculação muscular, ou em casos mais graves, taquicardia, hipertensão, sudorese, vômitos e priapismo (SCHVARTSMAN, 1999).

A aranha “marrom” Loxosceles pode ser encontrada em todos os continentes, não são agressivas, constroem teias irregulares em muros, blocos, telhas, quadros e em locais abrigados da luz e quando estão dentro dos domicílios, costumam refugiar-se em roupas, causando acidentes quando comprimidas. As maiorias dos acidentes ocorrem em pessoas adultas, onde a picada do animal tem sido registrada no tronco e região proximal dos membros (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2001). As espécies pertencentes ao gênero Latrodectus demonstram hábitos domiciliares (MARETIC, 1971), o que favorece o acontecimento desse tipo de acidente. As aranhas do gênero Phoneutria possuem hábitos noturnos, são errantes e capturam presas esperando a aproximação de suas vítimas para em seguida subjuga-las após um rápido ataque (REGO et al., 2005). Durante o dia permanecem escondidas sob troncos, em bananeiras, palmeiras e bromélias (CARDOSO et al., 2009).

Apesar da sua importância médica, os registros de acidentes por aranhas são escassos e, provavelmente, subestimam a verdadeira situação de risco (BRAZIL et al., 2009).

Este trabalho teve por objetivo a percepção ambiental e análise do conhecimento sobre aranhas em grupos da terceira idade na zona oeste do Rio de Janeiro – RJ.

METODOLOGIA

O presente estudo foi desenvolvido no projeto de extensão “O Bicho vai Pegar!”, da Universidade Castelo Branco. O projeto atua com estratégias e práticas de Educação Ambiental (EA) na prevenção de acidentes com animais venenosos e peçonhentos. O trabalho foi realizado em parceria com o projeto “Viva a Vida” da Universidade Castelo Branco, localizada no bairro de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro que tem como público grupo da terceira idade. A principal metodologia foi o estudo quantitativo de coleta de informações, que envolveu observação participante sobre o conhecimento de aranhas de importância médica, com abordagem sobre a importância destas aranhas para o meio ambiente. O método quantitativo, segundo Dalfovo et al. (2008), é tudo que pode ser mensurado em números, classificados e analisados, utiliza-se de técnicas estatísticas. A avaliação foi realizada a partir da análise de questionários, aplicados antes e depois a intervenção (pré-teste e pós-teste), possibilitando identificar nos idosos, as concepções prévias sobre a importância destes animais na cadeia alimentar e introduzir conceitos e atitudes preservacionistas através de estratégias de Educação Ambiental.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Ao serem questionados sobre achar certo matar ou se matariam aranhas, 58% dos idosos responderam que achavam certo matar ou matariam e 42% respondeu não achar certo e que não matariam, no pré-teste (figura1). Já no pós- teste, 67% respondeu achar certo matar e 33% respondeu que não achava certo matar e que não matariam aranhas (figura 2). Após a intervenção nota-se o aumento do número de idosos que responderam achar certo matar ou que matariam aranhas. Durante a palestra temas como a importância desses animais para o meio ambiente foram abordados, mas sendo o foco da palestra as aranhas de importância médica, os mesmos justificaram suas respostas alegando possuírem medo, pelo elevado grau de periculosidade que elas apresentam. O meio ambiente deve ser interpretado como o somatório de condições indispensáveis à vida, alusivas à natureza, ao homem e ao produto resultante das relações entre eles e promover a qualidade ambiental é essencial para a humanidade. Deve-se desde a mais tenra idade começar a estimular o equilíbrio na relação homem X ambiente (FREITAS & RIBEIRO, 2007).

Figura 1 Figura 2

Respondendo a pergunta “Você acha que as aranhas têm alguma importância ecológica?”, 50% dos entrevistados responderam que as aranhas possuem importância e 50% respondeu que não possuem, no pré-teste (figura 3). Após a intervenção, 100% dos idosos responderam que as aranhas têm importância ecológica (figura 4). Por estarem no topo da cadeia alimentar dos invertebrados e pela sua alta diversidade e abundância, as aranhas possuem relevante importância ecológica (CODDINGTON et al., 1991; CHURCHILL, 1997).

Figura 3 Figura 4

Questionados sobre as palestras educativas, se essas ajudam na prevenção de acidentes com aranhas, 83% dos idosos responderam que elas ajudam e 17% respondeu que não, no pré-teste (figura 5). No pós-teste, 100% dos entrevistados afirmaram que as palestras educativas ajudam na prevenção de acidentes com aranhas, como podemos observar no gráfico da figura 6. Segundo Loureiro (2006), a Educação Ambiental tem o papel de transformar, conscientizar, emancipar e exercer a cidadania através da educação, sendo esta voltada para o ambientalismo.

Figura 5 Figura 6

Quando perguntados sobre as aranhas terem importância na cadeia alimentar. No pré-teste, 58% respondeu que elas possuem importância e 42% dos idosos responderam que elas não possuem importância (figura 7). Após a palestra, 100% dos entrevistados responderam que as aranhas têm alguma importância na cadeia alimentar (figura 8). Segundo Cupo et al., (2003), são animais carnívoros alimentando-se principalmente de insetos, como grilos e baratas. Muitas têm hábitos domiciliares e peridomiciliares.

Figura 7 Figura 8

CONCLUSÂO

A urgente transformação social de que trata a educação ambiental visa à superação das injustiças ambientais, da desigualdade social, da apropriação funcionalista da natureza e da própria humanidade. A educação ambiental, em específico, ao educar para a cidadania, pode construir a possibilidade de contribuir para formar uma coletividade que é responsável pelo mundo que habita. Verifica-se a necessidade de políticas públicas na área da saúde voltadas à orientação da população sobre os hábitos das aranhas, sinais e sintomas da picada, aparência do animal, formas de combate e prevenção dos acidentes. O conhecimento sobre a importância ecológica das aranhas evita a morte desnecessária desses animais diminuindo o risco de desequilíbrio ambiental. Da mesma forma que informações sobre as aranhas de importância médica contribuem para que os números de acidentes com estes animais sejam reduzidos, assim como o agravo dos sintomas.

Conclui-se, que o presente trabalho cooperou para o aumento do conhecimento sobre a importância das aranhas em diversos aspectos e na prevenção de acidentes grave, através das práticas de Educação Ambiental com o grupo da terceira idade

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