ISSN 1678-0701
Número 67, Ano XVII.
Março-Maio/2019.
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13/03/2019UMA ABORDAGEM TEORICA SOBRE ETICA E CONSERVAÇÃO AMBIENTAL  
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UMA ABORDAGEM TEÓRICA SOBRE ÉTICA E CONSERVAÇÃO AMBIENTAL

Programa de Mestrado em Ciências Ambientais da Universidade Estadual do Maranhão - UEMA



* Zilmar Timóteo Soares (orientador)- Zilmarsoares@bol.com.br

¹Aisha Araújo Farias Carvalho- aishacarvalho71@gmail.com ²Gabriel Guzzard Santos da Cruz- guzzard21@gmail.com ³Tassila Falcão Santos- Tassilafalcao123@gmail.com

RESUMO

Todo ser sofre ou exerce influência no espaço em que está inserido, desta forma se faz necessário que existam regras entre essa relação de forma que a mesma não assuma caráter destrutivo, objetivo deste artigo é fazer uma revisão literária acerca dos temas ética e meio ambiente na construção de uma nova proposta que altera a educação que conhecemos, de forma a estabelecer entre estes um envolvimento na discussão das ações humanas para com o ecossistema, para isso é necessário traçar o histórico dos temas visando o acompanhamento da visão e relevância deste para que ocorra desconstrução da visão antropocêntrica que se tem acerca da ética como fator intrinsecamente social e passar a aceitar o seu caráter multidisciplinar, neste contexto surge a bioética de forma a contribuir para a formação do cidadão com o sentido da vida, respeitando sua individualidade. Levando o ser a se questionar e combater valores como a exploração ideológica industrial com tendência a alimentar vícios, a produção e a comercialização de bens desnecessários. Conclui-se que este objetivo ainda está longe de sua realização, todavia os fatores sociais responsáveis pela fundação deste pensamento foram construídos juntamente com a sociedade e cultura e para desconstruí-lo é necessário a implementação de políticas bioéticas e de socialização ambiental.

PALAVRAS-CHAVE: Ética, Sustentabilidade, Educação Ambiental.

ABSTRACT

Every being suffers or exerts influence in the space in which it is inserted, in this way it is necessary that there are rules between this relation so that it does not assume a destructive character, objective of this article is to make a literary review about the ethics and environment themes in the construction of a new proposal that changes the education that we know, in order to establish among them an involvement in the discussion of human actions towards the ecosystem, for this it is necessary to trace the history of the themes aiming at the accompaniment of the vision and relevance of this to occur deconstruction of the anthropocentric view about ethics as an intrinsically social factor and to accept its multidisciplinary character, in this context bioethics appears in order to contribute to the formation of the citizen with the meaning of life, respecting their individuality. Taking the self to question and combat values ​​such as industrial ideological exploitation with a tendency to feed addictions, production and marketing of unnecessary goods. It is concluded that this objective is still far from being realized, however the social factors responsible for the foundation of this thought were built together with society and culture and to deconstruct it is necessary to implement bioethical policies and environmental socialization.

KEY WORDS: Ethics, Sustainability, Environmental Education.



1-INTRODUÇÃO

Todo ser vivo sofre ou exerce algum tipo de influência sobre o meio em que está inserido, estas relações se dão pelas diversas formas existentes podendo ser benéficas ou não, com o decorrer dos anos e a constante expansão da sociedade, foi necessário também a descoberta de novas tecnologias que pudessem suprir as necessidades humanas bem como a evolução da ciência que assumiu importante papel no desenvolvimento social, o que faz com que a relação estabelecida entre homem e natureza assuma cada vez mais um caráter exploratório, o que por vezes conduz a perda da integridade do ambiente causando danos e fazendo com que a matéria prima se torne escassa.

Percebendo-se a necessidade de alteração de paradigmas das ações humanas para com o meio ambiente, a preocupação acerca do uso sustentável dos recursos disponíveis se tornou-se uma das questões mais discutidas desde a década de 60. As noções de sustentabilidade com o passar dos anos ganharam novas interpretações, adaptáveis facilmente a área de estudo na qual será empregada, no entanto é consensual que a palavra assume significância interdisciplinar (FOLADORI, 2001).

Ao falar sobre sustentabilidade inevitavelmente, recorremos ao conceito de ambiente, que por vezes aparenta-se restritivo quanto a participação do homem na composição deste, estas definições sugerem que não há ainda um consenso sobre meio ambiente e as questões que o circundam. As relações dinâmicas interativas entre o homem e o espaço implicam em diversas mutações, ao passo que o homem modifica o espaço este também é transformado conduzindo a um ciclo de dependência (REIGOTA, 2010).

Com base neste pensamento surgem as noções de educação ambiental e sustentabilidade existentes na modernidade sendo uma fusão dos conceitos aplicados em ecologia, ética e economia, tornando-se uma proposta que altera a educação que conhecemos, pois trata-se de uma didática que visa não só a utilização dos recursos naturais de forma sensata, como também a cooperação social em discussões e decisões sobre assuntos envolvendo o meio ambiente (ARAUJO, 2017).

  1. METODOLOGIA

O estudo é baseado em revisão literária e visa tratar sobre a visão histórica acerca da ética como ferramenta na construção de uma nova consciência ambiental. Os textos trabalhados são retirados de livros e artigos, para melhor embasamento teórico.

  1. ÉTICA E MEIO AMBIENTE

    1. Sustentabilidade e educação ambiental

Em sentido amplo a sustentabilidade conceitua-se como a ação de manter ou suprir determinada necessidade em um ciclo por tempo indeterminado, a primeira abordagem do tema surgiu durante a conferência de Estocolmo no ano de 1972, que tinha como principal objetivo traçar soluções para a provisionamento das necessidades humanas atuais sem prejudicar as gerações futuras, esta conferência obteve poucos resultados já que o mundo se encontrava em um processo ferrenho de desenvolvimento e necessitava produzir para atenuar as demandas de uma sociedade em crescimento populacional (CONSTANZA, 1994).

De lá para cá a temática recebeu enorme visibilidade literária e científica, e passou a abranger inúmeras interpretações, todavia uso da termologia é por vezes alvo de duras críticas, fazendo com que se apresente como algo negativo apenas utilizado como uma fórmula para a dissimulação de propósitos egoístas, retorica ou mesmo discurso politicamente deficiente. Essa insuficiência teórica faz com que desapontem diversos enfoques alternativos entre eles o neoclássico que fundamenta o importante papel da regulamentação ambiental (MIKHAILOVA, 2004).

Furlan (2013) propõe que a sustentabilidade se constitui como “o caminho para um novo modelo de desenvolvimento em que a riqueza social, ambiental cultural tenha tanto peso quanto a econômica”. Propondo a resposta a questão, utiliza-se dos fundamentos da ecologia e gestão na tentativa de criar a melhor forma para se trabalhar o avanço consciente. Com isso surgem os princípios para a criação de uma nova Educação Ambiental, logo após 1997 com a publicação da carta da terra surgiram as primeiras resoluções, desta vez buscando priorizar o desenvolvimento uma visão ecocêntrica, focada na preservação integral do ambiente (FOLADORI, 2001).

A reflexão acerca das ações sociais, em um contexto marcado pela incessante devastação ecossistêmica, envolve uma articulação necessária para produção de sentidos sobre a educação ambiental. Nesse sentido, a produção de ciência deve obrigatoriamente mediar as inter-relações do meio natural com o social, incluindo a análise dos vetores do processo, o papel dos diversos protagonistas envolvidos e as formas de organização social que potencializam o alcance das ações alternativas de um novo desenvolvimento, numa perspectiva que priorize novo perfil de desenvolvimento, com destaque para sustentabilidade socioambiental (DEPIZZOLI & POIANI, 2013).

    1. Ética e sociedade

A ética encontra se presente em diversos âmbitos do convívio social, consolidando- se como uma característica inerente a toda a ação humana e, por esta razão, é um elemento vital na produção da realidade social. O conceito ético remete aos primórdios da sociedade onde estudiosos dedicavam-se e observar e compreender o comportamento humano, buscando identificar padrões que permitissem classificar as interações estabelecidas, por vezes este é discutido proporcionando uma visão holística do ser como racional, sociável e de ação, preconizando a concepção acerca do que é bom ou ruim (VÁSQUEZ, 2008).

Por vezes a ética se encontra em correlação a natureza humana e a moral, sendo difícil a distinção entre estas, Segundo Saviani (2003), para se tornar humano se faz necessário condições essenciais para construção da identidade e estas são adquiridas em contato com o meio. O que significa dizer que o ser não nasce humano ou ético, todavia este se torna através das relações sociais que irão construir sua identidade assim como seu modo de pensar e agir.

Essas relações evidenciam o papel que as interações sociais exercem sobre o ser, moldando seu pensamento crítico e consequentemente sua visão ética, estabelecidos previamente através dos aspectos morais e culturais intrínsecos a cada grupo social (DURANT, 1965).

    1. Ética e desenvolvimento sustentável

A constante modernização do homem alterou em grande escala o equilíbrio da biosfera, alterando sua qualidade de pano de fundo seguro e perene da condição de possibilidade da ação humana. Como referido por Hans Jonas em de suas conferências em prol da sustentabilidade, o êxito cientifico do homem "ameaça transformar-se em catástrofe através da destruição da sua própria base natural" (Soromenho-Marques, 1994). Esse enorme poder impõe uma revisão das atitudes e dos valores fundamentais que da ética à política. A maneira com que o homem trata o ambiente incide sobre as modalidades com que se trata a si mesmo, e evoca a sociedade atual a uma notável revisão de seu estilo de vida que, por vezes, tende ao hedonismo e consumismo, sem se importar com os impactos causados.

Investigando a melhor forma para aplicação de uma conduta adequada do homem perante a natureza, percebe-se uma grande necessidade da inclusão de pautas morais que deverão ser aplicadas ao meio ambiente, inserindo assim a natureza como parte na ética humana. A dimensão qualitativa pertinente às questões ambientais e a relação com o patrimônio natural vem evocando problematizações específicas e consequentemente a produção de subáreas acadêmicas, como a Ética Ambiental e a Ética Animal (FLORIT & GRAVA, 2016).

Hans Jonas (2004) sinaliza para os problemas e as ameaças da técnica moderna, afirmando que nenhuma ética existente até o momento nos instrui acerca das regras de "bondade" e “maldade" nas novas condições do nosso tempo. Segundo ele ainda não se é perceptível uma ética orientada para o futuro capaz de atender as necessidades que este implica.

Neste sentido percebe-se que por vezes a ética como ferramenta na abordagem dos temas relacionados ao desenvolvimento sustentável e meio ambiente, é deixada de lado assumindo caráter unicamente normativo perdendo sua sistematicidade. Com isso, também se perde possibilidade de esta apresentar como a desconsideração moral de seres não humanos se relaciona com iniquidades sociais (FLORIT, 2016).

Há ainda grande dificuldade em levar os conceitos éticos além da filosofia humana, a raiz deste pensamento encontre-se na vivencia social onde o ser humano ocupa o centro de todas as discussões, isso por vezes é percebido ao consultarmos o senso comum, mesmo ao relacionar a ética com o ambiente apresentando-se como um plano de fundo para julgamento das ações humanas. Nessa concepção sistêmica, os movimentos naturais passariam a ter um propósito, onde o planeta poderia ser comparado a um organismo que tenta restabelecer seu equilíbrio e sua saúde em função dos seres humanos (DENIZZOLI, 2013).

Na tentativa de desconstrução destes padrões faz-se necessário o reconhecimento da responsabilidade social no papel de manutenção do meio ambiente, uma vez reconhecida, pode ser dado o devido cuidado com o aquilo que nos compete é nossa obrigação. Para isso além dos preceitos sobre educação surge a bioética, uma nova vertente contribuir para a formação do cidadão com o sentido da vida, respeitando sua individualidade. Levando o ser a se questionar e combater valores como a exploração ideológica industrial com tendência a alimentar vícios, a produção e a comercialização de bens desnecessários à felicidade do homem (CASTRO, 2002).

    1. Bioética

Desde a sua criação em meados do século XX, a bioética vem se estruturando sobre perguntas relevantes a ética levantada pela comunidade cientifica, neste contexto ela permite que sejam postos sob discussão os valores éticos e morais estabelecidos de forma crítica e imparcial (MOTTA; VIDAL & SIQUEIRA-BATISTA, 2012).

Clareando questões éticas e alimentando sua sensibilidade normativa, a bioética busca relacionar e tornar indissociáveis noções como pessoal e coletivo com o cuidado e preocupação estendendo estas fronteiras, na tentativa de criar de um senso participativo de solidariedade para com tudo a sua volta. O que segundo Fox (1992) é denominado como ética transpessoal e que reflete o pluralismo ecológico (STERLING, 1996).

A bioética assume neste contexto caráter multidisciplinar reconhecendo o princípio da beneficência relacionando-se ao dever e compromisso em ajudar, de fazer ou promover o bem a favor de seus interesses. Reconhece o valor moral do outro, levando-se em conta que maximizando o bem do outro, possivelmente pode-se reduzir o mal. Comprometendo-se avaliar potenciais riscos e benefícios buscando o máximo de benefícios, reduzindo ao mínimo os danos e riscos (KOERICH; MACHADO & COSTA, 2005)

3. CONCLUSÃO

Nenhum indivíduo é passível de mudança se não houver um fator externo que o motive. Desta forma faz necessário buscar o conhecimento de forma a moldar o pensamento acerca das atitudes tomadas pelo homem para com a natureza, para isso esse artigo se fundamenta no posicionamento de vários estudiosos sobre a conservação ambiental. Levando- as a refletirem sobre a atual condição em que se encontra a relação homem/natureza para que possa chegar a melhores resultado e construir boas bases na fundação de uma nova consciência ambiental segundo os princípios éticos de respeito e responsabilidade.

Contudo, é importante entender que a educação não e só a visão sobre a utilização dos recursos naturais, mas também ação participativa dos cidadãos nas discussões e decisões sobre a questão ambiental, enfatizando a importância dos preceitos e atitudes éticas para com o ambiente, influenciando-os a zelar pelos recursos sendo estes renováveis ou não. Assumindo a responsabilidade do homem não só como agente transformador da natureza mas também responsável pela sua manutenção e integridade, compreendendo que a relação homem e natureza deve permanecer em constante equilíbrio.

Diante da problemática abordada conclui-se este a formação de uma nova concepção voltada para educação e ética ambiental ainda está longe de sua realização, todavia os fatores sociais responsáveis pela fundação deste pensamento antropocentrista foram construídos juntamente a fundação da sociedade e aspectos culturais e para desconstruí-lo é necessário um longo período para a implementação de políticas bioéticas e de socialização ambiental.

    4. REFERÊNCIAS

ARAÚJO, I. S. de. Educação Ambiental: Um Desafio Para a Sociedade Contemporânea. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 2, Vol. 16. pp 300-307, Março de 2017. ISSN: 2448-0959

CASTRO, E.M.N.V. Ética e equilíbrio ambiental. Revista de Educação –Ética. Rio de Janeiro, v. 1, p. 48 -50, 01 mar. 2002.

COSTANZA, R. Economia Ecológica: uma agenda de pesquisa. Em: P. May e R. Seroa da Motta (org.) Valorando a natureza: análise econômica para o desenvolvimento sustentável. Editora Campus, 1994.

DEPIZZOLI, Pe. A. M; POIANI, D. F. ÉTICA E MEIO AMBIENTE. Revista Eletrônica

Espaço Teológico, São Paulo, v. 7, n. 12, p. 17-37, jul./dez. 2013.

DURANT, W. Filosofia da Vida. Tradução Monteiro Lobato. 13ª edição, 1 volume – São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1965. 268p

FLORIT, L. F. et al. Implicações éticas e sociais da “vocação regional” pela suinocultura e avicultura na microrregião de Concórdia/SC. In: SEMINÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL, ESTADO E SOCIEDADE, 2., 2014, Campina Grande.

A diversidade regional brasileira em perspectiva. Campina Grande: EDUEPB/UEPB, 2014. p. 85 108.

FLORIT, L.F.; GRAVA, D. S. ÉTICA AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO

TERRITORIAL SUSTENTÁVEL: uma análise com base na categoria de especismo. Ambiente & Sociedade, São Paulo, v. XIX, n. 4, p. 23-42, out./dez. 2016.

FOLADORI, Guilhermo (Org.). ?Sustentabilidad? Desacuerdos sobre el Desarrollo Sustentable. Montevidéu: Trabajo y Capital, 2001. p.129-138.

FURLAN, Rodrigo Cardoso. Contabilidade Ambiental e sua obrigatoriedade: Uma abordagem no estado de Roraima. Examapaku. v 5. n 1 . 2013.

JONAS,H, El Principio de Responabilid: ensayo de una ética para la civilización tecnológica, Madrid, Trotta, 2004

KOERICH MS, MACHADO RR, COSTA E. ÉTICA E BIOÉTICA: para dar início à

reflexão. Texto Contexto Enfermagem. São jose –SC v.14 n. 01 p 106-110, 2004 MIKHAILOVA, I. Sustentabilidade: evolução dos conceitos teóricos e os problemas da mensuração prática. Revista Economia e Desenvolvimento, n° 16, p. 22-40, 2004.

MOTTA LCS, VIDAL SV, SIQUEIRA-BATISTA R. Bioética: afinal, o que é isto? Rev Bras Clin Med. São Paulo, v.10 n.5 p.431-439, 2012.

REIGOTA, M. A Educação Ambiental frente aos desafios apresentados pelos discursos contemporâneos sobre a natureza. Sorocaba SP. v.36, n.2, p. 539-553, maio/ago. 2010.

STERLING, Stephen. Education in Change. In: HUCKLE, John.; STERLING, Stephen. (org). Education for sustainability. London: Earthscan Publications Ltda, 1996. p. 18-39 SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica.Campinas: Autores Associados, 2003.

SOROMENHO-MARQUES, V. Regressar à terra: consciência ecológica e política de ambiente. Lisboa: Fim de Século, 1994.

VÁZQUEZ, A. S. Ética – Rio de Janeiro - Editora Civilização Brasileira – 2008;

VÁSQUEZ, A. S. Ética. Tradução João Dell'Anna. 7ª edição – Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira S.A, 1984. 267p.



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