ISSN 1678-0701
Número 68, Ano XVIII.
Junho-Agosto/2019.
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No. 68 - 11/06/2019
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: UMA ESTRATÉGIA EFICAZ  
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: UMA ESTRATÉGIA EFICAZ

VIVIANNE GLAUCE CARVALHO GAMA1

1 Administradora, Pós-Graduação em Administração Estratégica, Pós-Graduanda em Administração de Recursos Humanos. E-mail: vivianne.gama@hotmail.com



RESUMO

O presente estudo busca versar sobre a relevância da prática da sustentabilidade pelas empresas, incluindo a responsabilidade social com as pessoas, quer sejam funcionários ou sociedade, sendo dado maior destaque ao meio ambiente, o que torna uma vantagem entre as organizações. Essas informações vêm agregando grande valor às empresas que naturalmente desempenham atitudes que as consideram como sustentáveis, e isso vem realmente fazendo toda uma diferença não só quando o assunto é concorrência, mas, estratégia eficaz. Essa estratégia faz com que haja o colhimento de bons frutos através das pessoas mais satisfeitas, que sentem que sua colaboração também contribui para o progresso do meio em que vivem e, por conseguinte, ajudam as gerações futuras a terem recursos ambientais livres de ameaças e ações desastrosas. Realizou-se pesquisa bibliográfica qualitativa descritiva para que pudesse se desenvolver a compreensão sobre a preocupação com o bem-estar de funcionários e sociedade, e com o meio ambiente, base da vida. Conclui-se que o desenvolvimento sustentável, além de ser estratégico, é uma ação que promove auxílio mútuo em relação à existência das diversidades de fauna e flora, e aumentam consideravelmente as perspectivas da sobrevivência da espécie humana num planeta cujos recursos ambientais ainda possam ser mantidos com forte colaboração das organizações.

Palavras-Chaves: Bens intangíveis. Pessoas em foco. Meio Ambiente.



SUSTAINABLE DEVELOPMENT: AN EFFECTIVE STRATEGY



ABSTRACT

The present study searches to develop the relevance of sustainability practice by companies, including social responsibility to people, whether employees or society, with greater emphasis on the environment, which makes it an advantage among organizations. These informations are adding great value to companies that naturally perform attitudes that consider them to be sustainable, and this really makes all the difference not only when it comes to competition but effective strategy. This strategy makes the harvest of good fruit through the most satisfied people, who feel that their collaboration also contributes to the progress of the environment in which they live and therefore help future generations to have environmental resources free of threats and actions disastrous. Qualitative descriptive bibliographical research was carried out so that an understanding could be developed about the concern with the well-being of employees and society, and with the environment, the basis of life. It is concluded that sustainable development, besides being strategic, is an action that promotes mutual assistance in relation to the existence of the diversity of fauna and flora, and considerably increase the prospects of the survival of the human species in a planet whose environmental resources can still be maintained with strong collaboration of organizations.

Keywords: intangible assets. People in focus. Environment.



1. INTRODUÇÃO

Este estudo tem como objetivo comentar a importância do desenvolvimento sustentável pelas empresas que se consideram preocupadas com as vidas existentes no planeta, com a satisfação e bem-estar das pessoas, além da expectativa de que os recursos ambientais possam ser preservados e também utilizados pelas futuras gerações.

Os assuntos ligados a essas questões vêm ganhando amplo debate, uma vez que, aplicar o desenvolvimento sustentável, em todos os sentidos do seu significado, resulta em ganhos, não somente pecuniários, mas ganhos intangíveis e um meio ambiente mais favorável à sobrevivência dos seres vivos na Terra. Nesse viés, este presente estudo agrega informações que corroboram com a compreensão das ações sustentáveis.



2. METODOLOGIA

A metodologia utilizada neste artigo, foi uma pesquisa bibliográfica qualitativa descritiva, tendo como base autores como Alencastro, Chiavenato, Kotler e Ritcher que discutem a temática em questão, além de um amplo aprofundamento sobre o assunto em periódicos científicos pela CAPES, Google Acadêmico e teses/dissertações. O estudo foi realizado no período de abril a junho de 2017, e atualizado em maio de 2019.



3. BENS INTANGÍVEIS: MOTIVOS PARA O DESENVOLVIMENTO

O desenvolvimento sustentável está em destaque entre as empresas que objetivam crescimento e benefícios, tratando com respeito tudo o que a ela de certa forma esteja relacionado (VILHA; CARVALHO, 2005). Esse pensamento tem crescido com grande amplitude no meio organizacional.

Kotler (2012, p. 685) afirma que “praticamente todas as empresas decidiram desempenhar um papel estratégico mais ativo em responsabilidade social corporativa, examinando cuidadosamente suas crenças e o modo como devem tratar seus clientes, funcionários, concorrentes, a comunidade e o meio ambiente”.

Entende-se que há preocupação por parte das empresas com as pessoas ligadas a elas e literalmente com o meio ambiente. Preocupação essa que ganha relevância, em especial quando o assunto é competitividade (OLIVEIRA et al., 2018). Esses itens passam a ser estratégicos num diferencial quando se quer conseguir vantagem em meio ao mercado de grande diversidade.

A empresa precisa abrir portas e janelas para o cliente, e, se possível, integrá-lo e colocá-lo em seu interior, como fazem boa parte das empresas bem sucedidas. Afinal, o cliente não é somente um mero consumidor, mas um stakeholder importante na consolidação de qualquer negócio (CHIAVENATO, 2014b).

Tratar bem os clientes é estreitar os laços da empresa com as pessoas que, mesmo sem um consumo frequente, representam também parte interessada pela empresa, podendo interferir positivamente ou negativamente nos negócios (FIGUEIREDO, 2012), portanto, praticar a responsabilidade social para com eles pode representar um largo crescimento aos assuntos comerciais, por exemplo.

Ademais, o tratar bem é um conjunto de fatores que possa propiciar aos clientes satisfação, isso é sinônimo de deixá-los confiantes com os propósitos e os objetivos que a empresa tem, além disso, é criado um laço de fidelização que pode perdurar por muito tempo, proporcionalmente a cada evolução que a empresa fizer e que for perceptível pelos clientes, continuando a atender seus interesses (LARÁN; ESPINOZA, 2004).

Tudo isso não é diferente quando se pensa nos funcionários, estes como clientes internos, são ferramentas essenciais para o alcance do sucesso de qualquer empresa, é imprescindível que estejam tão conectados à missão e visão da empresa, como estão para seus objetivos individuais dentro da organização, atrelados a uma comunicação eficaz (CHIAVENATO, 2005).

Matos (2014, p.116) afirma que “no mundo dos negócios já predomina a conclusão de que a cultura de uma empresa está intimamente ligada à sua política de comunicação. Do que adianta uma empresa ter estratégias, planos de ação e sua missão bem definidos se internamente reina a incomunicabilidade.”

Além de uma comunicação eficaz, os funcionários devem ser tratados como se donos da empresa fossem, pois cada funcionário é representante em potencial do nome empresarial que carrega, e por esse motivo, precisam ser sempre valorizados e sentirem bem-estar no ambiente de trabalho, esses apontamentos influenciam diretamente no desempenho de suas atividades (SOUZA, 2016).

Nesse viés, o clima organizacional é um fator que colabora veementemente para bons resultados:

O clima de uma empresa sempre estará ligado ao grau de satisfação dos colaboradores com seu ambiente interno. Ele tem ligação direta com: motivação, lealdade, colaboração, identidade, interesse, aptidão para realizar o trabalho, facilidade nas comunicações, relacionamentos interpessoais, sentimentos e emoções; além da necessária integração dos níveis estratégico, tático e operacional e do respeito entre as pessoas e equipe. Ou seja, o clima é diretamente impactado pelo ambiente que é criado e mantido em uma empresa, pois este influencia comportamentos e condutas, tanto favorável quanto desfavoravelmente (STADLER, 2014, p. 62).

Os concorrentes também representam uma parte que importa para uma empresa que preza por desenvolvimento sustentável (MUNCK; GALLELI; SOUZA, 2013). A concorrência deve ser tratada com respeito, ela pode servir de parâmetro na organização do conjunto interno de uma empresa, serve como orientadora de avaliação de seu desempenho. Agir com ética junto aos concorrentes não é apenas honrar um compromisso, é praticar um papel social (LOPES; LEAL, 2017).

Nesta perspectiva, Alencastro (2016, p. 88) afirma que “a competição faz parte do mundo dos negócios. Entretanto, a ética nos ensina que a competição deve acontecer obedecendo a certas regras, de modo que não se transforme em algo predatório e destrutivo para as necessárias relações sociais [...]”.

As empresas socialmente responsáveis têm como uma de suas prioridades lembrarem que o que produzem interfere não somente na vida de seus clientes, fornecedores, funcionários e concorrentes, como também na comunidade como um todo (ARALDI; MARQUES; RIBEIRO, 2012). Ajudá-la com seu próprio desenvolvimento vai além de uma política de boa vizinhança.

A responsabilidade da empresa se estende a todos aqueles que são impactados por suas atividades. Nesse terreno, cada empresa tem uma realidade específica para a qual precisa encontrar formas próprias e eficazes de atuar em parceria com as comunidades na construção do bem-estar comum (PINSKY, 2004).

O meio ambiente é também ponto relevante em todo esse contexto, tem sido um grande desafio às práticas sustentáveis para que menos danos sejam causados e os já causados possam de alguma forma ser revertidos, ou pelo menos minimizados, a fim de que se tenha qualidade de vida no presente e que se preserve essa qualidade para as próximas gerações (JACOBI, 2002).

Neste sentido, Alencastro (2012, p. 53) afirma que “do ponto de vista ambiental, as atividades empresariais devem buscar o uso de tecnologias que eliminem, ou reduzam ao máximo, os danos ao meio ambiente. Isso vale tanto para a localização quanto para o processo produtivo e para a destinação de resíduos”.

4. BEM-ESTAR E QUALIDADE DE VIDA: PESSOAS EM FOCO

Empresas que já praticam atitudes sustentáveis incorporadas em suas crenças e culturas entendem que, a preocupação com as pessoas, sejam clientes, sejam funcionários, seja a comunidade ou concorrentes, é uma necessidade que precisa ser atendida.

Para isso, é necessária que seja feita uma educação corporativa voltada para esse objetivo, é por meio do conhecimento que a potencialização das pessoas acontece, tendo como premissa o pensamento focado na coletividade, substituindo a individualização pela globalização (CARVALHO, 2015).

Soma-se a este fato a percepção de Chiavenato (2009, p.120) ao pontuar que:

[...] é necessário fazer a mudança acontecer, vivê-la e encarar a complexidade e a incerteza. Simplificar e descomplicar as organizações para desamarrá-las do entulho burocrático que ainda tolhe seu funcionamento. Dar mais liberdade às pessoas para que elas possam utilizar seu recurso mais importante: a inteligência, o talento e conhecimento. Isso tudo indica a necessidade de algo maior mais amplo dentro da organização: a educação corporativa.

Nesse adendo, entende-se que é fundamental que primeiro haja a educação a ser dada, para que haja o treinamento a fim de que os objetivos de valorização das pessoas sejam alcançados. É preciso que os conhecimentos sejam esclarecidos e façam parte da cultura da empresa, para que seja posto em execução essa esse desenvolvimento sustentável tão almejado (SOUZA; FURTADO; COSTA, 2017).

Sendo assim, conforme explicita Chiavenato (2009, p. 48) sobre treinamento:

Treinamento é um ato intencional de fornecer os meios para possibilitar a aprendizagem. Aprendizagem é um fenômeno que surge dentro do indivíduo como resultados de esforços pessoais. A aprendizagem é uma mudança no comportamento e ocorre no dia-a-dia e em todos os indivíduos. O treinamento deve simplesmente orientar essas experiências de aprendizagem em sentido positivo e benéfico e suplementá-las com atividade planejada, a fim de que as pessoas em todos os níveis da empresa possam desenvolver mais rapidamente seus conhecimentos, atitudes e habilidades que beneficiarão a elas mesmas e à empresa.

Os funcionários precisam sentir-se confiantes, precisam sentir que são úteis e que são importantes também. Os trabalhos que realizam precisam ser reconhecidos e devidamente valorizados, já que somam e colaboram com o desenvolvimento e crescimento das organizações.

A confiança precisa ser propagada e estimulada, que resultará em colaboração mútua para a responsabilidade social, como bem enfatizam Kouzes e Posner (2008, p.208) “[...] no âmago da colaboração está a confiança [...] sem confiança, não se realiza nada de grandioso [...] e confiança não é somente aquilo que está em sua mente; é também aquilo que está no seu coração”.

Fischer e Novelli (2008) afirmam que além da confiança, a garantia de conforto no ambiente de trabalho pelas empresas é fundamental, as empresas são feitas de pessoas e por essa razão elas precisam estar bem, sentirem-se bem a fim de que objetivos sejam plenamente alcançados.

O conceito de qualidade de vida no trabalho implica profundo respeito pelas pessoas. Para alcançar níveis elevados de qualidade e produtividade, as organizações precisam de pessoas motivadas que participem ativamente nos trabalhos que executam e que sejam adequadamente recompensadas pelas suas contribuições (CHIAVENATO, 2014a, p.419).

Não obstante a isso, a sociedade terá o mesmo sentimento de importância quando as organizações estimularem seu crescimento e sua integração promovendo o crescimento da comunidade, e para tanto, as organizações precisam amadurecer essa preocupação de coletividade.

Desse modo, Alencastro (2017, p.46) afirma que “as organizações devem enfatizar suas relações públicas e praticar boa cidadania [...] podem abranger parcerias com escolas, visando à melhoria da qualidade da educação e a excelência na proteção e conservação de recursos naturais, bem como o apoio a serviços comunitários e à promoção da cultura, do esporte e do lazer”.

5. FUNCIONÁRIOS E SOCIEDADE: VALORIZAÇÃO DESSES BENS INTANGÍVEIS

Valorizar esses bens intangíveis significa ser eficazmente estratégico, através das atividades desempenhadas pelas empresas que podem proporcionar interação com o público – interno e externo – e juntos atingirem o sucesso, e para o alcance desse ideal são imprescindíveis que esses públicos estejam motivados.

Nesse aspecto, Chiavenato (2016, p.116) afirma que “[...] motivo é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma ou, pelo menos, que dá origem a um comportamento específico”, por isso, é necessário que as pessoas sejam estimuladas a desenvolver em parceria com as empresas propósitos como o desenvolvimento sustentável.

Estimular o aprimoramento dos funcionários é fundamental para que de fato a responsabilidade social aconteça, e para esse propósito é preciso que exista o aparato necessário para esse fim, visto isso, as empresas precisam reconhecer o valor dos funcionários e propiciar ambiente de trabalho sadio (RICO, 2004).

A sociedade precisa ser participativa junto às empresas que se disponibilizam em ter as pessoas como parceiras nos trabalhos de âmbito sociocultural e ambiental, por exemplo (LOBO, 2006). A fim de que esse ideal seja obtido, as empresas precisam realizar investimentos e tornar favorável o desenvolvimento da comunidade.

Considerar que a comunidade tem relevância às organizações é considerar que ela também pode produzir excelentes resultados com seus incentivos, e consequentemente favorecer a elas mesmas, já que dessa forma terão a certeza que estão alcançando seus objetivos sustentáveis.

6. MEIO AMBIENTE: A SUSTENTABILIDADE QUE PRECISA SER FEITA

O desenvolvimento sustentável representa uma grande estratégia (FEIL; SCHREIBER, 2017), ao mesmo tempo em que agrega valores imensuráveis, que geram impactos positivos na sociedade como um todo, que ganha bem-estar e mais qualidade de vida, associado à responsabilidade de cuidar com consciência de um dos maiores bens crucial ao ser humano: o meio ambiente.

É cada vez mais preocupante a situação em que nosso planeta se encontra em relação à preservação do meio ambiente (ZULAUF, 2000). Muito já foi degradado, entretanto, muitas atitudes para dirimir essa realidade vêm crescendo e tomando proporções.

Nessa perspectiva, as empresas se interessam em desenvolver o que é chamado de sustentabilidade ambiental: “entende-se por sustentabilidade ambiental a capacidade que o meio ambiente tem de prover condições de vida favoráveis às pessoas e aos demais seres vivos, tanto no presente, como nas gerações futuras” (REDAÇÃO VERDE, 2013, p.2).

O ser humano tem forte contribuição na degradação do meio ambiente (JACOBI, 2003; SANTOS; WEBER, 2018), as ações – que já foram muito descontroladas – infelizmente, estavam alcançando os limites do que a natureza pudesse suportar, mas, em tempo de evitar uma degradação quase total muitas organizações já engatinham para a sustentabilidade.

Para que a sustentabilidade ganhe mais força e maior apoio do governo, por exemplo, no Brasil já foram criadas algumas leis, decretos e resoluções, objetivando que a sociedade tome a consciência e pratique atitudes sustentáveis (PENSAMENTO VERDE, 2013). Orientando os que já pretendem seguir este ideal e apoiando os que já estão pondo em prática essa necessidade para a vivência de todos.

Além das iniciativas do governo com medidas que possam proteger o meio ambiente de maiores agressões, com esse mesmo intuito há grandes colaborações de ONGs (Organizações não Governamentais), como o Greenpeace (REIS, 2018).

O Greenpeace é uma “organização global e independente que atua para defender o ambiente e promover a paz, inspirando as pessoas a mudarem atitudes e comportamentos” (GREENPEACE, 2010, p.1).

Além do apoio das ONGs, há empresas que já tomaram consciência do desenvolvimento sustentável, como a empresa brasileira Natura, que figura entre uma das mais sustentáveis do mundo (VILHA; CARVALHO, 2005).

A brasileira Natura, nesta edição, chega ao Top 20. No ranking do ano passado, a empresa ficou na 61ª posição. Em 2015, foi a 44ª mais sustentável. O Banco do Brasil, por sua vez, que apareceu na 75ª posição no ranking de 2016, não está na seleção 2017. Já o Santander Brasil, que não estava no Top 100 no ano passado, é o outro representante do país na lista deste ano, na 60ª posição (KAUFLIN, 2017).

Entende-se por desenvolvimento sustentável a capacidade de utilizar os recursos e bens da natureza sem comprometer a disponibilidade desses elementos para as gerações futuras (MIKHAILOVA, 2004). Isso significa adotar um padrão de consumo e de aproveitamento das matérias-primas extraídas da natureza de modo a não afetar o futuro da humanidade, aliando o desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental (PENA, 2017, p.1).

A lei nº 6.938, sancionada em 31 de agosto de 1981, estabelece a Política Nacional de Meio Ambiente, que tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana (BRASIL, 1981).

Reforçando essa conceituação, essa lei (BRASIL, 1981, p.1) tem como princípios:

I - ação governamental na manutenção do equilíbrio ecológico, considerando o meio ambiente como um patrimônio público a ser necessariamente assegurado e protegido, tendo em vista o uso coletivo;

II - racionalização do uso do solo, do subsolo, da água e do ar;

Ill - planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais;

IV - proteção dos ecossistemas, com a preservação de áreas representativas;

V - controle e zoneamento das atividades potencial ou efetivamente poluidoras;

VI - incentivos ao estudo e à pesquisa de tecnologias orientadas para o uso racional e a proteção dos recursos ambientais;

VII - acompanhamento do estado da qualidade ambiental;

VIII - recuperação de áreas degradadas;

IX - proteção de áreas ameaçadas de degradação;

X - educação ambiental a todos os níveis de ensino, inclusive a educação da comunidade, objetivando capacitá-la para participação ativa na defesa do meio ambiente.

Considerando esses princípios, de fato são precisos cuidados ao meio ambiente, evitando as poluições e contaminações lançadas com frequência nas águas, na atmosfera e no solo. Degradações essas que proporcionam a deterioração dos recursos ambientais, e por esse motivo, são significantes ameaças para o bem-estar da humanidade e equilíbrio das populações dos seres vivos (LIRA; CÂNDIDO, 2013).

De acordo com a lei 6.938 de 1981, entende-se por “recursos ambientais a atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elementos da biosfera, a fauna e a flora” (BRASIL, 1981, p.2).

Elucidando de forma sucinta sobre algumas ameaças ao meio ambiente, pode-se destacar o seguinte:

6.1 As poluições

6.1.1 Poluição das águas

Além da penetração do chorume no solo que contamina os lençóis freáticos, as águas também são poluídas pelos esgotos das residências, escolas, hospitais, empresas e indústrias (SERAFIM et al., 2003). A consequência dessas contaminações é arrasadora, colaboram para diminuir a concentração de água doce no planeta, que já é reduzida, desequilibram o ecossistema dos rios e mares.

6.1.2 Poluição do ar

É muito grave o problema da poluição da atmosfera que resulta da concentração de grande quantidade de gases, o que ocasiona diversos danos na saúde dos seres humanos (DAPPER; SPOHR; ZANINI, 2016). Essa concentração é oriunda da emissão de gases poluentes das indústrias e veículos automotores, estes normalmente se constituem em grande quantidade nas cidades, gerando mais poluição já que por mais tempo os motores realizam a combustão.

6.1.3 Poluição do solo

Este tipo de poluição se deve a grandes concentrações de lixos que são produzidos e descartados nos solos, em especial nos conhecidos lixões ou aterros sanitários (ARAÚJO; PIMENTEL, 2015). O lixo gera problemas diversos que vão além de propiciar o aumento do número de insetos: contaminação do solo e dos lençóis freáticos (através do chorume).

Depois do que já foi dito sobre poluição, há de se considerar como graves problemas as queimadas e o desmatamento, que constituem um dos maiores impactos no meio ambiente, pois influenciam diretamente na extinção de espécies animais e vegetais e colaboram com as grandes variações climáticas, cuja grande consequência tem sido o aquecimento global.

6.2 O desmatamento

O desmatamento é um processo de degradação da vegetação nativa de uma região e pode provocar um processo de desertificação. O mau uso dos recursos naturais, a poluição e a expansão urbana são alguns fatores que devastam ambientes naturais e reduzem o número de habitats para as espécies (BRASIL, 2012, P. 1).

Além disso, as queimadas são muito significativas no processo do desmatamento, devastam de forma rápida a vegetação e prejudicam o ciclo de vida de animais de diversas espécies, já que o habitat natural e recursos de alimentação ficam inexistentes ou escassos (ARRAES; MARIANO; SIMONASSI, 2012).

Tudo isso, poluições e desmatamentos, influencia diretamente na existência dos seres vivos no planeta, qualquer que sejam eles (ANDREOLI et al., 2014). Pensando nesses acontecimentos, muitas organizações já colaboram para um quadro diferente, objetivando contribuir com a preservação do meio ambiente, realizando um diferencial.

7. MEIO AMBIENTE: A SUSTENTABILIDADE QUE FAZ A DIFERENÇA

Inúmeros são os problemas que causam a degradação do meio ambiente, conforme foi visto, entretanto, as organizações que estão mudando essa realidade devastadora, estão investindo em diversas iniciativas, e a seguir algumas estratégias serão comentadas.

O lixo tem sido fator preocupante, nessa ótica, algumas atitudes como educação ambiental, coleta seletiva e reciclagem representam fortes contribuições com um meio ambiente mais preservado, consequentemente evitam agressões nos solos e águas (TRINDADE, 2011).

A coleta seletiva é a separação do lixo do que é considerado reaproveitável em comparação ao que é considerado rejeito (GONÇALVES; TANAKA; AMEDOMAR, 2013). Nesse conceito, o lixo reaproveitável é organizado de acordo com a sua composição para ser encaminhado à reciclagem.

A reciclagem é o processo que visa transformar materiais usados em novos produtos para a sua reutilização. Neste processo materiais que seriam destinados ao lixo permanente podem ser reaproveitados. Com isso, reciclar os materiais faz com que haja uma preocupação maior com a quantidade de lixo jogado no meio ambiente em que vivemos (MARLOS, 2017, P.1).

Vale informar que, Camara et al. (2019) ressaltam que os princípios gerais da educação ambiental envolvem a sensibilização, compreensão, responsabilidade, competência e cidadania.

O incentivo que muitas empresas dão em relação à utilização de bicicletas ou mesmo carona solidária, em diminuição de veículos motorizados nas ruas, resultam em menos poluição para a atmosfera (SILVA et al., 2008), e ajudam a conscientizar funcionários a práticas sustentáveis, até mesmo em benefício das suas vidas particulares.

Bicicletas não utilizam combustíveis fósseis, não aumentam o efeito estufa, não emitem poluentes como monóxido de carbono, não contribuem para os altos índices de problemas respiratórios e não poluem as águas. Além disso, são “ótimo exercício e evitam aborrecimentos com a procura de vagas em estacionamentos” (CNJ, 2015, p.1).

É válido também comentar que, o meio ambiente terá menos CO2 impactando na camada de ozônio e menos calor expandido no planeta com a utilização de bicicletas e menos veículos motorizados em circulação, a mobilidade urbana melhora em termos de ganho de tempo e diminuição de estresse no trânsito.

O emprego consciente de toners ou cartuchos em impressões, e o reaproveitamento dos papéis já utilizados trarão mais vantagens econômicas para as organizações (ALVES, 2015), essas ações são consideradas sinônimas de atitude sustentável, porque evitam poluições e contaminações dos solos, e de poupam árvores.

O reuso de água e o consumo racional da água são medidas que contribuem positivamente às empresas e ao mundo (ANDRÉ; DE MACEDO; ESTENDER, 2015). Desperdícios são inaceitáveis para quem busca a sustentabilidade ambiental, saber conservar a água doce é extremamente importante, ultrapassa a aparência social: é uma questão de sobrevivência das espécies, inclusive a humana.

Dentro desse raciocínio, Ritcher (2015, p.110) ressalta que:

[...] com o consumo menor, resta mais água nos ecossistemas de água doce para manter a saúde da pesca, as atividades recreativas e os muitos outros benefícios dos ecossistemas saudáveis. Investir na conservação de água também ajuda a evitar a necessidade de buscar outras opções de oferta de água prejudiciais ao meio ambiente, como esgotar fontes locais, construir adutoras para importar água roubada de aquíferos e bacias hidrográficas distante ou queimar combustível fóssil para gerar energia em usinas de dessalinização.

O uso de energia é um dos grandes desafios para as empresas, visto que a utilização de energias alternativas ainda está em teste pela maioria, como o da energia solar e da energia eólica, que são as mais conhecidas (KASPARY; JUNG, 2015). Mesmo assim, já há reduções no consumo de energia elétrica, como a substituição de lâmpadas de alto consumo por lâmpadas mais eficientes e desligamento de aparelhos elétricos das tomadas quando não utilizados.

Aproveitar a luz solar, manter lâmpadas de corredores e salas vazias apagadas são boas formas de começar a economizar. Outra maneira é desligar lâmpadas, computadores e demais aparelhos elétricos ao sair, durante os horários de almoço e durante a noite. Não deixe os equipamentos em standby, pois continuam a consumir energia nesse modo (ANDRADE, 2016, p. 2).

As indústrias são grandes responsáveis pelas poluições do ar no mundo, contudo, já há no Brasil, por exemplo, a indústria Naviraí que já reduziu a poluição do ar em 70% e almeja em muito breve a redução em 100%, graças a um equipamento que muda o processo de torrefação do café (SULNEWS, 2008, p. 1).

Diante algumas dessas estratégias citadas, a preocupação em ter o desenvolvimento sustentável como um diferencial, uma vantagem competitiva, ganha espaço e tende a ser cada vez mais difundida entre os meios organizacionais, que objetivam ter esse desenvolvimento como uma estratégia eficaz.

As empresas que cuidam do meio ambiente, somam a seu favor a sua imagem associada a uma causa humana e ecologicamente correta, podem ter boas reduções de custos e aumento nos seus lucros, e fica melhor evidenciado quando evitam desperdícios e preservam os recursos.



8. CONCLUSÕES

Entende-se com esse estudo, que as iniciativas em prol do favorecimento do meio ambiente são razões para um desenvolvimento sustentável, da mesma forma que as iniciativas propiciadas aos funcionários, em relação ao bem-estar em seus ambientes laborais, e estímulo à prosperidade da sociedade.

É preciso que as empresas compreendam que sustentabilidade é uma estratégia de negócio e também de sobrevivência, e que se for pensado que a expansão de um desenvolvimento sustentável implica diretamente em aumento de rentabilidade, todos ganham.

Garantir a preservação do meio ambiente não é só uma questão estratégica, é também um ato de humanidade, o que preconiza a intenção de cuidar dos recursos ambientais e preservá-los, tanto no presente, quanto no futuro, é ter consciência de que sustentar o planeta é preciso!



REFERÊNCIAS

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