ISSN 1678-0701
Número 68, Ano XVIII.
Junho-Agosto/2019.
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11/06/2019O PANORAMA DA UTILIZAÇÃO DE AGROTÓXICOS NO BRASIL  
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O PANORAMA DA UTILIZAÇÃO DE AGROTÓXICOS NO BRASIL



Débora Tavares Sarabia (deborasarabia@hotmail.com)1, Maria do Socorro Mascarenhas Santos (maria_mascarenhas@outlook.com)2, Larissa Pires Mueller (laripiresmueller@gmail.com)1, Margareth Batistote (margareth@uems.br)3, Rômulo Penna Scorza Júnior (scorzajunior@gmail.com)3,4



1 Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

2 Mestre em Recursos Naturais, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

3 Docente no Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

4 Pesquisador na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Embrapa Agropecuária Oeste



Resumo

O estudo visa analisar a demanda da comercialização de agrotóxicos no Brasil, as regiões que utilizam estes insumos, bem como a aplicação dos compostos ativos em diferentes culturas. O consumo de agrotóxicos foi de 52,2%, com destaque para o Centro-oeste e os mais utilizados são glifosato e 2,4 D.

Palavras-chave: Defensivo Agrícola, Meio Ambiente, Produção Agrícola.

Abstract

The study aims to analyze the demand for the commercialization of pesticides in Brazil, the regions that use these inputs, as well the application of the active compounds in different cultures. The consumption of pesticides was 52.2%, with emphasis on the central-westand the most used are glyphosate and 2,4 D.

Keywords: Pesticides, Environment, Agriculture Production.



INTRODUÇÃO



A sociedade moderna vem enfrentando desafios complexos como os problemas ambientais decorrentes do processo de ocupação e dos impactos gerados ao meio natural, sendo que grande parte são resultados de ações antropogênicas como a necessidade de garantir o aumento da produtividade, principalmente de alimentos, tendo em vista o aumento exponencial da população ao longo das últimas décadas (BRAIBANTE e ZAPPE, 2012). Esses fatores contribuíram para a implementação de medidas que propiciam o controle e a minimização dos impactos causados pelos diferentes processos produtivos (MIORIN et al., 2016).

Ademais, a utilização dos recursos naturais de forma desmedida tem afetado os biomas em todos os níveis, influenciando a relação harmoniosa do meio ambiente com o homem (PEREIRA e GIBBON, 2014). Um exemplo dessas ações antrópicas está na crescente utilização dos agrotóxicos, também conhecidos como agroquímicos ou defensivos agrícolas (OLIVEIRA e CAMARGO, 2014).

Os agrotóxicos são produtos químicos comercializados com objetivo de contribuir com os processos de produção agrícola, principalmente, em larga escala, como agentes de processos químicos, físicos e biológicos (BRASIL, 2018). O Brasil possui diversos órgãos reguladores que fundamentam e preconizam a segurança química e estabelecem parâmetros normativos para a utilização de compostos ativos no meio ambiente, como a lei nº 7.802/1989, que estabelece diretrizes e obrigações tanto para a pesquisa, experimentação, embalagem e rotulagem, transporte, armazenamento, destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização

de agrotóxicos, produção, importação, exportação, comercialização e para sua utilização (BRASIL, 2019). Deste modo, estes compostos podem estar presentes em diferentes concentrações tanto no solo como em água (SUGIMOTO, 2009) podendo auxiliar como um instrumento diagnóstico do estado de conservação do ambiente, através de parâmetros preestabelecidos contidos na legislação (GRÜTZMACHER, et al., 2008).

O Conselho Nacional de Meio Ambiente possui diferentes resoluções definindo parâmetros aceitáveis para qualidade ambiental, inclusive para os agrotóxicos. Por exemplo, a Resolução CONAMA nº 357/2005 que trata da classificação dos corpos de água superficiais e a CONAMA nº 396/2008 que trata do enquadramento das águas subterrâneas. Existem, ainda, outros instrumentos que auxiliam na gestão dos recursos hídricos, tais como a Agência Nacional de Águas (ANA), o Conselho Nacional De Recursos Hídricos (CNRH), Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República (SEMA), (ANA, 2013). Há também, o Ministério da Saúde com a Portaria n° 2914/2011, delibera sobre a obrigatoriedade das autoridades competentes de realizar amostragem da água em intervalos semestrais, com o objetivo de avaliar os valores máximos permitidos de ingredientes ativos (BRASIL, 2019).

Essas análises são realizadas tendo como base a decomposição, bioacumulação e toxicidade dos compostos no meio ambiente, sendo que os resultados são utilizados na elaboração das normativas. Contudo, pode-se constatar que somente uma pequena parcela dos compostos disponíveis no mercado estão contidos na legislação, esta ínfima parte corresponde a 27 ingredientes ativos de agrotóxicos, porém no mercado brasileiro existem mais de 200 (BRASIL, 2019).

Esses ingredientes ativos são diferenciados quanto aos grupos químicos, como, organoclorados, orgafosforados, carbamatos e piretróides, dentre outros (DUAVÍA et al., 2015). Assim, o modo de ação do agrotóxico está relacionado com a complexidade de sua molécula ativa. Estas substâncias químicas podem ser de origem orgânica e inorgânica sintética (SOUSA et al., 2016). São classificados de acordo com a sua formulação e indicação de aplicação, sendo divididos em inseticidas, que são utilizados para o controle de insetos; fungicidas para o controle de fungos; herbicidas para plantas daninhas ou invasoras, entre outras conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA, 2018).

Possuem também a classificação ambiental que de acordo com a Portaria Normativa IBAMA n° 84/1996, estão divididos por classes, as quais dependem da toxicidade de suas substâncias. Assim, são classificados como:

  • Classe I – produtos extremamente tóxicos;

  • Classe II – produtos muito perigosos;

  • Classe III – produtos perigosos;

  • Classe IV – pouco perigosos.

O Brasil figura como um dos países que mais utilizam agrotóxico no mundo (LUCENA, 2018), contudo, também é considerado um dos maiores produtores de alimentos e grãos quando comparado a outros países (CARVALHO et al., 2017). O modelo de agricultura desenvolvida no Brasil tem como base a monocultura em larga escala, com diferentes culturas em grandes áreas, o que contribui para o aumento dos danos ao meio ambiente e, por consequência, um desequilíbrio ecossistêmico (GRÜTZMACHER, et al., 2008). Em virtude deste país ser um grande produtor e exportador de alimentos faz-se necessário conhecer a relação entre a produção agrícola e a utilização de agrotóxicos. Diante do exposto, este estudo visa analisar a evolução da comercialização de agrotóxicos no Brasil, as regiões que utilizam estes insumos, bem como a aplicação dos compostos ativos em diferentes culturas.



MATERIAIS E MÉTODOS



A pesquisa

O estudo efetuado foi de natureza exploratória descritiva e qualitativa, uma vez que se buscam informações sobre um assunto e investiga um determinado fenômeno ou problema coletando dados sobre as características e elementos intrínsecos a ele como parte do processo de conhecimento.



Pesquisa exploratória descritiva

O estudo exploratório descritivo busca um melhor entendimento do tema proposto a fim de proporcionar um conhecimento geral para orientar a delimitação da pesquisa e seus objetivos. A natureza descritiva se dá pela coleta sistemática dos dados, registrando, analisando, classificando e interpretando sem interferência do pesquisador.



Pesquisa qualitativa

Um estudo qualitativo possui a dimensão multimetodológica, proporcionando uma análise que oferece uma interpretação natural dos fatos ou de um problema. Os dados são interpretados a partir de um contexto natural de forma fidedigna.



Coleta de dados

Para a coleta dos dados, foram levados em consideração publicações de artigos, sites e outros documentos oficiais.



RESULTADOS E DISCUSSÃO



O consumo de agrotóxicos nos últimos anos saltou de 362 toneladas de ingrediente ativo em 2010 para 551 toneladas em 2016, um aumento de 189 toneladas em apenas seis anos, perfazendo um aumento de 52,2%. Contudo foi observado que no ano de 2017 ocorreu uma ligeira queda de 1,1% (Figura 1).

O Brasil assumiu o posto de maior consumidor de agrotóxico do mundo, por vários motivos, entre eles o de aumento de área cultivada, adoção de tecnologias e o surgimento de várias outras doenças e pragas agrícolas que são de difícil controle, entre elas a ferrugem da cultura da soja. No entanto, os avanços das legislações, principalmente a Lei 9.974/2000, que estabelece a obrigação do recolhimento das embalagens vazias de agrotóxicos, as chamadas “logística reversa”, proporcionou ao Brasil o título de referência mundial, por dar início ao programa de processamento de embalagens (OLIVEIRA, 2016).

A agricultura se tornou uma das poucas atividades que se mantem positivamente na balança comercial, esse tipo de modelo agrícola se baseia em grandes lavouras e necessitam de quantidades cada vez maiores de agrotóxicos como alternativa para o aumento da produção de alimentos (GEREMIA, 2011; GUIMARÃES, 2013).

O Brasil produziu na safra de 2015/2016, entorno de 210,5 milhões de toneladas de grãos, conforme levantamento realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento, o volume da safra correspondeu a um aumento de 1,4% maior do que o ano de 2014, o equivalente a 2,8 milhões de toneladas (NASCIMENTO, 2016). Já na safra 2017/2018 foi observado uma redução de 3,4% na produtividade de grãos em relação à safra de 2016/2017 (CONAB, 2018). Os dados mostram que esta tendência de queda continuou e que possivelmente isto tenha refletido no consumo de agrotóxicos.

Figura 1: Evolução das vendas de ingredientes ativos no Brasil. Fonte: Adaptado do IBAMA (2018).

A região Centro-Oeste consumiu 178.543,82 toneladas de agrotóxicos no ano de 2018, sendo, portanto, considerada a região com maior consumo de agrotóxicos no Brasil. Já na região Norte, tem-se o menor consumo (27.821,30 toneladas) como mostra a figura 2.

A região Centro-Oeste tem como destaque as atividades do agronegócio, que conglomera agroindústria e a produção agropecuária, se destacando na produção alimentícia. No Mato Grosso, por exemplo, as cultivares que se destacam são: a soja, o arroz, o milho, o algodão, a cana-de-açúcar; no Mato Grosso do Sul, a soja, o trigo, a cana-de-açúcar, o milho, o arroz; já em Goiás, o algodão, o soja, o milho, o arroz e a cana-de-açúcar (FREITAS, 2019). Em virtude de algumas culturas se sobressaírem quanto a área plantada e produtividade faz esta região apresentar um alto potencial de consumo de agrotóxicos.

A região Norte mesmo apresentando uma vasta área territorial contempla as atividades extrativistas principalmente o estado do Amazonas. No Pará ocorre o plantio de culturas extensionistas como: cacau, pimenta-do-reino, abacaxi, mandioca e milho, sendo considerado o principal produtor da região e responsável por parte da agropecuária regional já o Tocantins se destaca na produção de soja. Esta região ainda assim ao se comparada com outras regiões no Brasil apresenta uma baixa produtividade (CASTRO, 2013). Possivelmente a fragilidade da biodiversidade deste ecossistema somada a outros fatores como: a deficiência na logística, os atrasos tecnológicos, as questões ambientais e a falta de assistência técnica compõem um cenário de dificuldades, que pode inviabilizar a monocultura extensionista, implicando no baixo consumo de agrotóxico.



Figura 2: Vendas de agrotóxicos e ingredientes ativos por região no ano de 2018. Fonte: Adaptado do IBAMA (2018).



Na avaliação das principais características dos princípios ativos consumidos no Brasil no ano de 2018, nota-se que o glifosato ocupa o primeiro lugar sendo classificado como pouco tóxico, seguido pelo 2,4-D, um ingrediente extremamente tóxico. Ambos pertencentes à classe dos herbicidas amplamente utilizados nas culturas de soja, milho, algodão, arroz, cana-de-açúcar, café, trigo, entre outras (Tabela 1).

Em relação a utilização dos agrotóxicos nas culturas, o Brasil figura como um grande consumidor de agrotóxicos. Este país utiliza cerca de 20% do que é comercializado mundialmente (LAZZERI, 2017). De acordo com o mesmo autor isso se deve ao aumento das áreas plantadas, um exemplo está na cultura da soja que nos últimos 13 anos teve um aumento de 79% em área plantada. No ano de 2014, os produtos básicos tomaram a liderança das exportações, com uma porcentagem de 48% do total, dentre os produtos mais vendidos pelo Brasil e no exterior, sete vêm do campo. Este aumento na produção de grãos corrobora com o aumento no consumo de agrotóxicos.

Conforme Thomaz (2018), o 2,4-D, se tornou um dos agrotóxicos mais consumidos no mundo, uma vez que pode ser utilizado em diversas culturas inclusive em pastagens, sendo empregado na operação de pré-plantio e dessecação de plantas daninhas, podendo resultar em um aumento de produtividade das lavouras e redução de custos ao produtor.

Tabela 1: Os principais compostos ativos utilizados no Brasil no ano de 2018.

Ranking*

Ingredientes ativos*

Classe**

Classificação**

Culturas**

Glifosato

Herbicida

IV – Pouco tóxico

Algodão, arroz, cacau, café, cana-de-açúcar, feijão, fumo, maçã, mamão, milho e soja, trigo.

2,4-D

Herbicida

I - Extremamente tóxico

Arroz, aveia, café, cana-de-açúcar, cevada, milho, soja, sorgo e trigo

Mancozebe

Fungicida

III - Mediamente tóxico

Trigo, soja, milho, pimentão, cebola, arroz, algodão, cenoura e batata

Acefato

Inseticida

III - Mediamente tóxico

Algodão, amendoim, batata, citros, feijão, melão, milho, soja e tomate

Óleo mineral

Inseticida, acaricida, fungicida e adjuvante

IV – Pouco tóxico

Abacate, banana, cacau,

café, citros, figo, jabuticaba,

maçã, soja e uva

Atrazina

Herbicida

III - Mediamente tóxico

Abacaxi, cana-de-açúcar, milho, pinus, seringueira,

sisal e sorgo

Óleo vegetal

Inseticida e adjuvante

IV – Pouco tóxico

Citros

Dicloreto de paraquate

Herbicida

I - Extremamente tóxico

Algodão, arroz, banana, batata, café, cana-de-açúcar, citros, feijão, maçã, milho,

soja e trigo

Imidacloprido

Inseticida

III - Mediamente tóxico

Algodão, arroz, café, cebola, cenoura, feijão, milho, pimentão, tomate, trigo, abacaxi, aveia, soja,

sorgo e trigo

10º

Oxicloreto de cobre

Fungicida e bactericida

III - Mediamente tóxico

Alface, algodão, alho, banana, cacau, café, cebola, cenoura, feijão, pimentão, soja,

tomate e trigo

Fonte: Adaptado de *IBAMA (2018) e **ANVISA (2018).



CONSIDERAÇÕES FINAIS



O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos no mundo em virtude da diversidade de culturas e área plantada. Dentre as regiões brasileiras a região Centro-Oeste é a maior consumidora de agrotóxicos e a menor região Norte. Em relação aos ingredientes ativos mais consumidos no Brasil, tem-se o glifosato e 2,4-D, classificados como pouco tóxico e extremamente tóxico respectivamente.



AGRADECIMENTOS



Os autores agradecem a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais (PGRN) e Embrapa Agropecuária Oeste.

REFERÊNCIAS



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ANVISA - Agencia Nacional de Vigilância Sanitária - Guia para Elaboração de Rótulo e Bula de Agrotóxicos, afins e Preservativos de Madeira - 2018. Disponível em: <encurtador.com.br/apNVX>. Acesso em: 02 de fevereiro de 2019.

BRAIBANTE, M. E. F.; ZAPPE, J. A. A Química dos Agrotóxicos. Química e Sociedade: Química Nova na Escola, Santa Maria, v. 34, n. 1, p.10-15, 2012.

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Acesso em: 02 de fevereiro de 2019.

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CARVALHO, M. M. X.; NODARI, E. S.; NODARI, R. O. “Defensives” or “pesticides”? A history of the use and perception of pesticides in the state of Santa Catarina, Brazil, 1950-2002. História, Ciências, Saúde - Manguinhos, v. 24, n. 1, p. 75-91, 2017.

CASTRO, C. N. A agropecuária na região norte: oportunidades e limitações ao desenvolvimento. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA, 2013.

CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento. Acompanhamento da safra Brasileira. grãos, Safra 2017/18 - Décimo segundo levantamento, Brasília, p. 1-148, setembro 2018.

DUAVÍA, W. C.; GAMA, A. F.; MORAIS, P. C.; OLIVEIRA, A. H.; NASCIMENTO, R. F.; CAVALCANTE, R. M. Contaminação de ambientes aquáticos por “agrotóxicos urbanos”: O caso dos Rios Cocó e Ceará, Fortaleza–Ceará, brasil. Química Nova, v. 38, n. 5, p. 622-630, 2015.

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FREITAS, E. Agropecuária do Centro-Oeste, 2019. Brasil Escola. Disponível em <https://brasilescola.uol.com.br/brasil/agropecuaria-centrooeste.htm>. Acesso em: 07 de fevereiro de 2019.

GEREMIA, B. Agrotóxicos: O emprego indiscriminado de produtos químicos no ambiente de trabalho rural e a responsabilização por danos à saúde. Dissertação (Mestrado em Direito) – Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul, RS,147 f., 2011.

GRÜTZMACHER, D. D.; GRÜTZMACHER, A. D., AGOSTINETTO, D.; LOECK, A. E.; ROMAN, R.; PEIXOTO, S. C. e ZANELLA R. Monitoramento de agrotóxicos em dois mananciais hídricos no sul do Brasil. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v. 12, n. 6, p. 632-637, 2008.

GUIMARÃES, A. R. O uso de agrotóxicos e suas implicações nas lavouras de abacaxi no Município de Monte Alegre de Minas (MG). Espaço em Revista, v. 15, n. 2, p. 46-60, 2013.

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