ISSN 1678-0701
Número 68, Ano XVIII.
Junho-Agosto/2019.
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No. 68 - 11/06/2019
GEOTECNOLOGIA COMO FERRAMENTA DE ANÁLISE EM SAÚDE  
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GEOTECNOLOGIA COMO FERRAMENTA DE ANÁLISE EM SAÚDE



Giselly de Lourdes da Silva Santana1, Karla de Sousa Santos2, Ricardo José de Paula Souza e Guimarães3, Altem Nascimento Pontes4, Cléa Nazaré Carneiro Bichara5



1Fisioterapeuta. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade do Estado do Pará. E-mail: giselly.santana@hotmail.com

2Engenheira ambiental. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade do Estado do Pará. Belém, Pará, Brasil. E-mail: karla.pehse@gmail.com

3Doutor em Biomedicina. Professor e Pesquisador do Instituto Evandro Chagas. rjpsg71@gmail.com

4Doutor em Ciências Físicas. Professor e Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade do Estado do Pará. altempontes@hotmail.com

5Doutora em Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários. Professora e Pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade do Estado do Pará. cleabichara@ig.com.br



Resumo: O Brasil é um país que apresenta uma grande carência de informações adequadas para a tomada de decisões sobre os problemas que envolvam a tríade: homem, saúde e ambiente. Neste sentido, as geotecnologias representam importantes ferramentas na delimitação de áreas de risco epidemiológico e densidade de casos de uma enfermidade, além de apresentarem custo relativamente baixo. Esta pesquisa teve por objetivo realizar uma revisão sistemática de artigos científicos para identificar as principais geotecnologias empregadas nas análises de dados em saúde. Para tanto, foram utilizados softwares de busca online. Espera-se que o presente estudo forneça subsídios para a otimização e orientação das políticas públicas gestoras de saúde já existentes e a implementação de novas mais eficazes que atendam a necessidade atual e crescente da população.



Palavras-chave: Saúde pública. Meio ambiente. Epidemiologia. Análise espacial.

GEOTECHNOLOGIE AS A TOOL OF ANALYSIS IN HEALTH

Abstract: Brazil is a country that has a great lack of information to solve the problems involving a triad: man, health and environment. In this sense, geotechnologies represent important tools in the delimitation of areas of epidemiological risk and density of cases of a disease, besides presenting relatively low cost. The objective of this research was to carry out a systematic review of scientific articles to identify the main geotechnologies used in health data analysis. For that, we used online search software. The present study is expected to provide support for the optimization and orientation of existing public health management policies and the implementation of more effective new ones that meet the current and growing needs of the population.

Keywords: Public health. Environment. Epidemiology. Spatial analysis.



Introdução

Uma grande diversidade de micro-organismos está inserida em distintos ecossistemas, que quando contaminados, podem atuar como patógenos ocasionando riscos à saúde (GRACIE et al., 2014).

Barcellos et al. (2009), afirmam que a grande preocupação epidemiológica dos grandes centros urbanos está relacionada aos grupos de doenças que são potencializadas pela ausência ou precariedade dos serviços de saneamento. Dentre elas estão: a esquistossomose (NUNES et al., 2007), leptospirose (DOZSA et al., 2016), gastroenterites e outras (BARCELLOS et al., 2009). Neste sentido, a má qualidade dos recursos naturais pode estar diretamente relacionada a incidência do patógeno, sendo também um possível e mais provável veículo transmissor por intermédio de protozoários, helmintos, vírus e bactérias (GUEDES et al., 2017).

O intenso crescimento populacional e os aglomerados urbanos despertam forte interesse dos gestores de saúde na utilização de tecnologias que minimizem as fronteiras entre a saúde, o meio urbano e o ambiente, visto que os problemas socioambientais nas metrópoles, em particular as que possuem precariedade dentro da sua infraestrutura e do saneamento básico podem prejudicar a qualidade de vida de grande parte da população tornando-a vulnerável à doenças (OLIVEIRA, 2017).

Neste sentido, as geotecnologias têm despertado interesse na área da saúde por possibilitar a combinação entre as informações demográficas, territoriais e epidemiológicas, facilitando assim a análise dos dados (NARDI et al., 2013).

As ferramentas computacionais para Geoprocessamento, chamadas de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) ou Geographic Information System (GIS, do inglês), permitem realizar análises complexas por meio de softwares como ArcGis e QGis, ao integrar dados de diversas fontes como Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e ao criar bancos de dados georreferenciados (SANTOS, 2017). As geotecnologias em saúde compreendem um conjunto de ferramentas para uma melhor análise de um banco de dados e sua representação espacial, possibilitando o mapeamento epidemiológico e a análise das áreas de risco socioambiental (SKABA et al., 2004).

A relevância da utilização das geotecnologias em saúde reside principalmente em sua capacidade de técnicas de análise espacial que sintetizam múltiplos dados em mapas temáticos informatizados, possibilitando monitoramento e investigações precisas por meio de tecnologias de baixo custo (LONGLEY et al., 2005).

A compreensão espacial epidemiológica por meio das geotecnologias irá auxiliar na tomada de decisão e na orientação de projetos que distinguem os problemas da realidade em estudo, uma vez que os impactos gerados sobre o meio ambiente, sem planejamento adequado, comprometem a qualidade de vida das pessoas e dos recursos naturais. (FONTES, 2017).

Neste sentido, esta pesquisa objetivou realizar uma revisão sistemática de artigos científicos para identificar as principais geotecnologias empregadas nas análises de dados em saúde.

Metodologia

Trata-se de uma pesquisa descritiva realizada em três bases de dados bibliográficas — PubMed, Science direct e CAPS, buscando-se artigos em inglês ou português publicados entre 2008 e 2018 que apresentassem as seguintes palavras-chave: “epidemiologia”, “geoprocessamento em saúde”, “análise espacial”, “saúde pública” e “Sistema de Informação Geográfica (SIG)”.

Foram excluídos os artigos que apresentavam as palavras chaves, no entanto não utilizaram nenhuma geotecnologia em suas análises epidemiológicas.

Os estudos foram sistematicamente revisados, selecionando-se quantitativamente as principais geotecnologias que foram utilizadas como ferramenta de análise de dados em saúde e representados por meio de mapas temáticos. Após este processo, os dados coletados foram tratados e tabulados em planilhas no Microsoft Excel, e posteriormente representados em gráficos e tabelas (LANA, 2012).

Resultados

A busca de artigos resultou em 76 documentos a partir das palavras-chave estabelecidas. Contudo, seguindo os passos para seleção do material a ser analisado, restaram 32 artigos que de fato fizeram uso de geotecnologias em suas análises.

Com relação ao emprego das geotecnologias observou-se as pesquisas analisaram seus dados epidemiológicos por meio de mapas temáticos. De acordo com a revisão sistemática realizada neste artigo, as principais geotecnologias empregadas pelos autores foram: Mapa de localização da área de estudo (24%), mapa de distribuição de número de casos de doença (24%), mapa de densidade de Kernel (24%), mapa coroplético (18%), mapa de classificação (8%) e Buffer de bacias hidrográficas (2%) (Gráfico 1).



Gráfico 1 – Representação percentual das geotecnologias empregadas nos artigos revisados.

Fonte: Projeto de pesquisa.

Na série histórica revisada foi observado que existe uma linha de tendência ratificando que os artigos mais recentes são os que mais utilizam as geotecnologias em suas análises, onde maior parte dos artigos que fazem uso desta metodologia aumentou consideravelmente a partir de 2014 (Gráfico 2).

Gráfico 2 – Linha de tendência observada na revisão da série histórica de 2008 a 2018.

Fonte: Projeto de pesquisa.

Discussão

Esta pesquisa revelou que um único estudo pode ser representado pelo uso combinado de diferentes mapas temáticos, que utilizam as geotecnologias como ferramentas que facilitam a interpretação e análise dos resultados.

Os mapas temáticos mais empregados nos artigos selecionados foram os de localização (24%), distribuição (24%) e Kernel (24%), e os menos utilizados foram o Coroplético (18%), de classificação (8%) e o Buffer (2%) (Gráfico 1).

Os mapas relacionados à localização são utilizados em muitos estudos para facilitar a visualização e o monitoramento de um espaço geográfico investigado, onde as técnicas de geoprocessamento utilizam a cartografia para compreender as relações espaciais existentes entre diferentes fenômenos, a partir de localizações geográficas (TOYAMA et al., 2016).

Mapas de distribuição atuam como importantes aliados no planejamento das ações de saúde pública, já que a precisão deste tipo de ferramenta georreferenciada torna possível a identificação do número de casos de pessoas acometidos por uma doença, utilizando coordenadas geográficas pontuais de latitude e longitude, além de respeitar as informações pessoais do indivíduo (ADÔRNO et al., 2013; CARREIRA et al., 2014; GILBERT et al., 2014).

Os dados usados em estudo realizado por Dominkovics et al. (2011) a cerca de casos de tuberculose registrados na cidade de Barcelona durante 2009, corroboram com esta pesquisa ao utilizar a combinação de dois mapas, onde os endereços residenciais foram geocodificados e carregados em um banco de dados espacial para que fossem projetados em mapas de distribuição espacial de casos e de densidade de kernel. Sendo assim, o mapeamento espacial da distribuição de zoonoses atua como facilitador da estratégia das ações (VAN KESTEREN et al., 2013; SANTOS; MORAES, 2014).

Os mapas de intensidade de Kernel refletem a preocupação em se identificar possíveis aglomerados urbanos que possam configurar possíveis regiões de vulnerabilidade e risco epidemiológico (LOPES, 2008; MARCHIORO et al., 2013; GILBERT et al., 2014; ANDRADE et al., 2015). Um estudo realizado por Lagrotta et al. (2008) discutiu o uso do geoprocessamento para identificar áreas-chave para o controle do Aedes aegypti utilizando a estimativa de Kernel na análise de padrões espaciais e áreas com alta e média densidade do patógeno, destacando a importância em se identificar os aglomerados de incidências para que se possa propor medidas para o controle dos vetores.

Flauzino et al. (2011) utilizou o mapa Coroplético para caracterizar uma localidade quanto às condições de saneamento e processos de degradação ambiental que possam estar relacionados à transmissão da dengue, para tanto o autor georreferenciou os casos registrados de dengue, fornecidos pela Coordenação de Vigilância em Saúde da Fundação Municipal de Saúde de Niterói, no período de 1998 a 2006, mediante operação entre camadas no programa Terraview 3.2. Rufino et al. (2016) também demonstrou o emprego do mapa coroplético como ferramenta de análise das informações sobre surtos de diarreia no Nordeste do Brasil ocorridos no ano de 2013, convertendo-se os dados em camadas em ambiente de SIG, usando o programa Terraview (versão 4.2.2).

O Buffer de bacias hidrográficas foi muito bem empregado por Gonçalves et al. (2016) ao relacionar os casos de leptospirose com a malha hídrica poluída.

Um estudo realizado por Vries et al. (2014), utiliza o mapa de Classificação para especificar os índices das áreas de prevalência de leptospirose na África.

O gráfico 2 aponta que a partir de 2014 ocorreu um aumento progressivo das publicações que empregam as geotecnologias para facilitar as análises de que envolvem a saúde, o homem e o meio ambiente. Segundo Tassinari et al. (2008), profissionais e autoridades de saúde reúnem esforços para lidar com dados, serviços e modelos estatísticos heterogêneos para apoiar a tomada de decisão em saúde pública, visto que a complexidade das análises espaciais pode exigir esforços interdisciplinares.

Considerações finais

Esta pesquisa aponta que é crescente o número de publicações que destacam a importância das geotecnologias em investigações que reúnem uma complexidade de fatores que envolvem a saúde pública.

A construção dos cenários georreferenciados empregando técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento em saúde, favorecem a identificação de medidas de tendência e risco epidemiológico no espaço e no tempo, o que facilita a compreensão e a análise dos bancos de dados em saúde.

Neste sentido, a espacialização dos agravos em mapas temáticos é fundamental para a caracterização da área e otimização da tomada de decisão para implementação e execução de políticas públicas e de saúde que sejam adequadas à realidade encontrada.

Bibliografia

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