ISSN 1678-0701
Número 70, Ano XVIII.
Março-Maio/2020.
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No. 70 - 20/03/2020
A AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO AUXÍLIO NO ENSINO DA BIOLOGIA PARA A PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS  
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A AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO AUXÍLIO NO ENSINO DA BIOLOGIA PARA A PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS



Victória Oliveira da Luz¹; Almira Alves de Carvalho1; Beatriz Sousa Paes Landim1; Emerson de Medeiros Sousa2; Darlane Freitas Morais da Silva2



1 Acadêmicos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí – Campus São João do Piauí; e-mail: victoriaolluz@hotmail.com

2 Docente do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí – Campus São João do Piauí



Resumo: Com a Revolução Industrial, considerou-se o capitalismo e houve processos de invenções e inovações que fizeram a relação homem-natureza entrar em desequilíbrio por conta de uma exploração contínua dos recursos naturais e não visam a sustentabilidade e nem deixam brechas para a natureza se reconstruir, surgiu assim a preocupação a respeito desses aspectos e começou-se discutir medidas para serem solucionados esses problemas e uma dessas medidas é a agroecologia que no presente trabalho terá sua abordagem relacionada com o ensino da biologia, bem como o papel transversal que pode representar o ensino da educação ambiental. Dessa maneira o objetivo geral do trabalho é definir a integração de temas transversais como a agroecologia e a educação ambiental no auxílio das práxis educacionais dos docentes de biologia em uma perspectiva de formação crítica dos discentes. Selecionaremos técnicas agroecológicas que sejam úteis no ensino. Proporcionaremos ações que relacionem o ensino da biologia com as técnicas e filosofias da agroecologia, de modo que nas práxis dos docentes exponhas os alunos a uma ressignificação do ensino, a fim de compreender criticamente acerca da importância da educação ambiental. Analisamos a importância de um meio interdisciplinar que sensibiliza a sociedade para novas práticas e alternativas como a agroecologia. A educação ambiental se torna relevante pois colabora para a construção de uma consciência ecológica. Percebemos que o ensino escolar ainda abrange o método tradicional, principalmente na área de biologia, onde os alunos estudam apenas os conteúdos abordados de forma simplificada nos livros didáticos.



Palavras-chave: Ensino. Biologia. Educação Ambiental



Abstract: With the Industrial Revolution, capitalism was considered and there were processes of inventions and innovations that caused the man-nature relationship to become unbalanced due to a continuous exploitation of natural resources and do not aim for sustainability nor leave gaps for nature. If reconstructed, the concern about these aspects arose and began to discuss measures to solve these problems and one of these measures is the agroecology that in the present work will have its approach related to the teaching of biology, as well as the transversal role that can be represent the teaching of environmental education. Thus, the general objective of this work is to define the integration of cross-cutting themes such as agroecology and environmental education in helping the educational practices of biology teachers in a perspective of critical formation of students. We will select agroecological techniques that are useful in teaching. We will provide actions that relate the teaching of biology with the techniques and philosophies of agroecology, so that in the praxis of teachers expose students to a resignification of teaching, in order to critically understand the importance of environmental education. We analyze the importance of an interdisciplinary environment that sensitizes society to new practices and alternatives such as agroecology. Environmental education becomes relevant because it contributes to the construction of an ecological awareness. We realize that school teaching still covers the traditional method, especially in the area of ​​biology, where students study only the contents approached in a simplified way in textbooks.



Keywords: Teaching. Biology. Environmental education



Introdução

Durante a segunda metade do século XX, o Brasil presenciou profundas mudanças em sua estrutura agrária. Nesse período, o setor agropecuário experimentou enormes avanços tecnológicos, passando de um modelo de auto-subsistência para uma agricultura de mercado. Esse processo, porém, não ocorreu de maneira uniforme, deixando em sua trajetória muitos problemas e desajustes, tanto de caráter econômico quanto social.

A partir da Revolução Industrial (1760-1820), consolidou-se o capitalismo e houve um processo de invenções e inovações que fizeram a relação homem-natureza entrar em desequilíbrio devido a uma exploração intensiva e contínua dos recursos naturais, sem visar à sustentabilidade e sem deixar brechas para a natureza se reconstruir de tais agressões, (MOREIRA; SENE, 2016, p. 250).

Surgindo a preocupação a respeito desses aspectos, começaram a ser discutidos estratégias, para serem solucionados esses problemas. Uma dessas estratégias foi a agroecologia, que hoje em dia é considerado um dos melhores métodos para conservação dos aspectos naturais. (NODARI; GUERRA, 2015).

Tendo em vista a discussão acerca da problemática, torna-se evidente a necessidade de implementação de novas estratégias para mitigar os impactos ambientais causados e é indispensável uma nova ressignificação da forma que a educação ambiental é tratada nas escolas, guiada pela construção de um ambiente saudável e preservado para as próximas gerações.

A forma como o homem faz má uso dos recursos naturais, vem causando cada vez maiores catástrofes ambientais. Desta forma, a Educação Ambiental surge para promover aos indivíduos uma consciência enraizada da cruel realidade global e da sua relação com a natureza e os outros seres biológicos. Tal recurso deve proporcionar aos educandos o estímulo a pesquisar e produção de conhecimento, além de esclarecer o real papel do sujeito ativo na sociedade.

 A lei da educação ambiental tornou-se parte da Constituição Federal declarada no Art. 225, parágrafo VI, a fim de “promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente”.  Dando embasamento para a Lei n 9.795/99 que ficou intitulada como a lei da educação ambiental e regulamenta um comando constitucional na qual no seu primeiro artigo traz o conceito legal de educação ambiental. A Educação Ambiental é uma dimensão educativa crítica que possibilita a formação de um sujeito-aluno cidadão, comprometido com a sustentabilidade ambiental, a partir de uma apreensão e compreensão do mundo enquanto complexo (FIGUEIREDO, 2007; JACOBI; LOUREIRO 2003 APUD DICKMANN; CARNEIRO, 2012, P. 89).  

É impossível, a existência de vida humana, sem condições ambientais, partindo disso é crucial que essa política educacional seja universal, no sentido de esclarecer que todos devem ser prudentes quanto a preservação do meio ambiente.

Neste sentido, o presente trabalho teve como objetivo geral definir a importância da integração de temas transversais como a agroecologia e a educação ambiental no auxílio das práxis educacionais dos docentes de Biologia em uma perspectiva de formação crítica dos discentes, tendo como objetivos específicos abordar os temas transversais: agroecologia e educação ambiental, correlacionando-os como o ensino da ciência; relacionar os princípios teóricos da agroecologia com a ciência, afim de corroborar para um ensino crítico acerca da Educação Ambiental; incentivar os docentes na construção de uma didática que envolva a relação teórico-prática para um amplo conhecimento acerca da conscientização da preservação dos recursos naturais.



Metodologia



A pesquisa em questão foi desenvolvida de forma exploratória que visam subsidiar leituras e interpretações do conjunto de informações e materiais obtidos, no qual atendam às necessidades do estudo no que se remete às características da agroecologia e suas correlações com o ensino da Biologia, para auxiliar na Educação Ambiental.

Será utilizado como fundamentação do projeto o levantamento bibliográfico em artigos científicos que contemplam a temática de pesquisa discorrida no presente trabalho. A seleção dos artigos foi feita considerando a relação dos mesmos com as temáticas: agroecologia, educação ambiental e biologia.

Foram selecionadas algumas técnicas agroecológicas que sejam úteis no ensino. Serão, então, propostas ações que relacionem o ensino da Biologia com as técnicas e filosofia da agroecologia, de modo que nas práxis dos docentes exponha os alunos a uma ressignificação do ensino, a fim de compreender criticamente acerca da importância da educação ambiental.   

Partindo desse pressuposto, o presente trabalho busca uma interação para abordar os temas transversais: agroecologia e educação ambiental e relacioná-los com o ensino da ciência para que assim os discentes possam construir um pensamento crítico cidadão com base nos conteúdos discorridos na sala de aula acerca do tema. Relacionar os princípios teóricos da agroecologia com a ciência assim colaborando para um ensino crítico da educação ambiental não só nas ciências naturais, mais que possam fazer parte do currículo escolar em todas as disciplinas. Os assuntos resumidos apresentados nos livros didáticos deixam ausentes temas voltados para a preservação do meio ambiente, sendo assim os docentes, devem ir além desses conteúdos e abordar dentro da sala de aula de forma ampla a questão ambiental.

Incentivar os docentes na construção de uma didática que envolva a relação teórico-prática para um amplo conhecimento acerca da conscientização da preservação dos recursos naturais. Os professores poderão desenvolver projetos nas suas práxis pedagógicas que contemple a temática: como feiras de ciência, gincanas, aula de campo, projetos direcionados para a preservação ambiental e debates sobre o tema, para que assim o aluno tenha maior contato com os assuntos do meio ambiente e interiorize no seu ser a adoção de práticas que conservem os recursos naturais prevenindo assim a degradação dos mesmos.



Resultados e Discussão



Para que o ensino seja enriquecido, os docentes devem proporcionar aos discentes um ensino crítico, explorando a pluralidade de saberes culturais e científicos que os mesmos já possuem e que se encontram a sua volta, formando-os para construírem seu conhecimento baseado na percepção do ambiente em que vivem, contribuindo para a construção de uma sociedade que possua uma consciência ecológica. (MARIANO; MELO; LEMOS JÚNIOR, 2013, p. 5).

Diante dessa perspectiva podemos analisar a importância de um ensino interdisciplinar, de modo a sensibilizar a sociedade para novas práticas e alternativas como a agroecologia. O papel da educação ambiental é o de colaborar na construção da consciência ecológica. E prática agroecológica relacionada com o ensino da biologia são os caminhos para se realizar a educação ambiental, tendo em vista que a educação ambiental é o conjunto de ações e práticas que visam a preservação ambiental e o equilíbrio ecológico.

A agroecologia é uma disciplina científica que usa de teóricas para que os sistemas agrícolas se tornem produtivos, sustentáveis e otimizem  o uso dos recursos naturais minimizando os impactos ambientais e socioeconômicos causados pelo uso das tecnologias modernas recuperando a conservação da biodiversidade ecológica e cultural, é uma ciência integradora (agrega conhecimentos de diversas áreas e os saberes científicos com os populares) visando uma agricultura sustentável com a participação ativa dos produtores  que possuam preocupação ambiental.

A agroecologia é um modelo visionário que tem práticas para melhorar a relação homem e natureza, ela é mais do que apenas estudos ou manejos dentro da agricultura. Podemos visualizar que as práxis pedagógicas possuem uma grande importância na transformação desse novo modelo de campo, vemos assim a educação como uma prática que transforma e emancipar pessoas. (CALDART, 2002).

A educação ambiental é uma dimensão educacional que permite que o aluno tenha consciência frente as suas atitudes com o meio ambiente, que sejam indivíduos participativos e colaboradores para a preservação dos recursos naturais, pois os mesmos, estão sendo degradados com as atitudes negativas da ação antrópica.

Os objetivos da lei da educação ambiental, declarado na lei 9.394, de 20/12/1996, conseguiram visibilidade em diversas legislações educacionais, como na LDB, no Plano Nacional de Educação – PNE e em diversas Diretrizes Curriculares da Educação, mas esse avanço não possibilitou a inserção e abordagem de educação ambiental nos currículos escolares, que impossibilita avanços sociais pautados na conservação do meio ambiente.

Art. 2o A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal. Lei no 9.795/99, Lei de Educação Ambiental.



Partindo dos objetivos da lei é necessário que os docentes desenvolvam práxis pedagógicas, ligando a educação escolar a educação ambiental, levando para a sala de aula uma contextualização e sistematização do tema, professores de áreas afins, como ciência devem desenvolver atividades vinculadas a temática em discussão que deverá iniciar na sala de aula com os alunos, se estendendo por toda a escola.  Os educandos deverão conhecer as consequências positivas que sua prática pode trazer para a preservação do meio ambiente.

É nítido que o ensino na escola, ainda abrange o método tradicional, especialmente na área de biologia, onde os alunos estudam apenas os conteúdos e conceitos que são oferecidos de forma simplificada pelos livros, em consequência disso, os alunos não têm contato com o seu mundo real e não se adentram aos problemas ambientais. As aulas em ambientes naturais como ferramentas didáticas são bastante eficazes, visto que constituem um instrumento de superação da fragmentação do conhecimento, de modo que os alunos possam enxergar novas perspectivas na polêmica relação entre o homem e a natureza.



Considerações finais



Dado o exposto, nota-se que o meio ambiente vem sendo muito degradado em consequência dos avanços tecnológicos e principalmente pela falta de consciência ambiental e só a partir da escassez desses recursos foi que o homem se atentou para a importância de uma renovação de sua conduta para com o meio ambiente. Por isso, as noções de conservação ambiental devem envolver a comunidade como um todo, e o principal mediador para esses debates são as escolas que detém o papel de conduzir ao conhecimento, para que assim se desenvolvam a prática de uma consciência ambiental capaz de promover uma prática conservacionista e que valorize nossos patrimônios naturais indispensáveis à sociedade.

A utilização de conceitos agroecológicos torna-se uma ferramenta de grande eficácia no ensino da Biologia, pois estimula os estudantes a desenvolver a criticidade e a curiosidade em relação aos assuntos de biologia, além de contribuir diretamente para a percepção da importância dos temas transversais para auxiliar os docentes no ensino da biologia para a preservação dos recursos que podem ser encontrados nos ambientes naturais.

As visitas realizadas nas aulas de campo proporcionarão um acréscimo importante para a construção do conhecimento científico, pois haverá um maior incentivo e facilitará a aprendizagem dos conteúdos por parte dos alunos, á que estes poderão ver, analisar e conhecer os conteúdos antes oferecidos apenas pelos livros didáticos.

Além de contribuir no processo de ensino-aprendizagem de alguns conteúdos da Biologia, a abordagem agroecológica despertou nos discentes a curiosidade de investigar e conhecer mais a fundo esse eixo científico que é tão importante na atualidade. Por fim, este trabalho possui grande relevância para fomentar o desenvolvimento de outras pesquisas que relacionem alguns conteúdos da Biologia com conceitos agroecológicos ou de outros temas transversais importantes para a conservação ambiental, engendrando novas reflexões e debates em sala de aula de suma importância para o crescimento do conhecimento científico e crítico dos alunos.



Agradecimentos



Primeiramente agradecemos a Deus por sua infinita bondade por nos conceder sabedoria para alcançar os objetivos propostos, ao prof. Me. Emerson de Medeiros Sousa e a profª Darlane Freitas Morais da Silva, pela contribuição na construção deste trabalho, além da sua sincera amizade. Agradecer também ao Instituto Federal do Piauí, Campus São João do Piauí pela oportunidade que nos foi concedida.



Referências



BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988. 131 p.

BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Lei nº. 9.795 de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, n. 79, 28 abr. 1999.

BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. LDB - Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional. Brasília: MEC, 1996.

CALDART, R.S. Por uma Educação do Campo: traços de uma identidade em construção. In: KOLLING, E.J.; CERIOLI, P.R.; CALDART, R.S. (org). Articulação Nacional por uma Educação do Campo. Brasília, 2002, n.4.

DICKMANN, I.; CARNEIRO, S. M. M.. Paulo Freire e Educação ambiental: contribuições a partir da obra Pedagogia da Autonomia. Revista de Educação Pública, Cuiabá, v. 21, n. 45, p. 87-102, jan. 2012. Disponível em: <encurtador.com.br/ovBOZ>. Acesso em: 11 jun. 2018.

FIGUEIREDO, J. B. de A. Educação ambiental dialógica: as contribuições de Paulo Freire e a cultura sertaneja nordestina. Fortaleza: Edições UFC, 2007. 392 p.

JACOBI, P. R. Educação ambiental, cidadania e sustentabilidade. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 118, p. 189-205, mar. 2003.

LOUREIRO, C. F. B. Premissas teóricas para uma educação ambiental transformadora. Ambiente & Educação. Rio Grande, v. 8, p. 37-54, 2003.

MARIANO, D. L. S.; MELO, J. F.; LEMOS JÚNIOR, I. C. O ensino de Sucessão Ecológica através de conceitos Agroecológicos em Sistemas Agroflorestais (SAF’s). Scientia Plena, Sergipe, v. 9, n. 9, p. 1-7, set. 2013.

MOREIRA, J. C.; SENE, E. Geografia geral e do Brasil: Hidrografia. São Paulo-SP, 2016. 3ª Edição. Editora Scipione.

NODARI. R. O., GUERRA. M. P. A agroecologia: estratégias de pesquisa e valores. Educação e Pesquisa, São Paulo, vol. 29, nº.83, jan/abr. 2015.

RAMOS, P. R. et al. Agroecologia e Meio ambiente: percepção dos estudantes do ensino técnico integrado e superior no IFMT- Campus Confresa. In: Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas, XIII., 2016, Minas Gerais. Educação Ambiental... Minas Gerais: [s.n.], 2016. p. 1-6. Disponível em: <encurtador.com.br/tFHRZF>. Acesso em: 11 jun. 2018.









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