ISSN 1678-0701
Número 72, Ano XIX.
Setembro-Novembro/2020.
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No. 72 - 03/09/2020
EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA PROPOSTA PRÁTICA  
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA PROPOSTA PRÁTICA

Eleilde de Sousa Oliveira1*, Naila Gleycy Collins Rosa2, Edna Rosa Barbosa Barros Pinheiro4, Aline Larissa Mota Ferreira3, Ana Paula Mota Ferreira1, Luciana Cutrim Dias1, Raquel Bezerra dos Santos Sawczuk1, Natália Tamires Gaspar Sousa1

1Programa de Pós-graduação em Química, Universidade Federal do Maranhão- UFMA

2Programa de Pós-graduação Latu Sensu, UEMAnet- UEMA

3Graduação em Pedagogia, Universidade Federal do Maranhão- UFMA

4Especialista em Coordenação Pedagógica, Universidade Federal do Maranhão - UFMA.

*eleildemissoes@hotmail.com



Resumo: No cenário atual, a Educação Ambiental é um tema bastante discutido em diversas esferas da sociedade. O presente artigo trata de uma aplicação prática da temática ‘‘Educação Ambiental’’ em escolas da rede pública de ensino no estado do Maranhão e teve como objetivo conscientizar os alunos, professores, bem como todos os funcionários que trabalham dentro da escola sobre a necessidade de reciclar o lixo produzido. A abordagem foi feita pelos professores de forma transversal dentro da sala de aula e também através de oficinas temáticas que ocorreram mensalmente. Ao final do projeto, foi empregado um questionário para os seguimentos participantes para avaliar o impacto do projeto no ambiente aplicado. Os resultados evidenciaram que as oficinas temáticas foram as que mais contribuíram para as mudanças que aconteceram dentro do ambiente escolar e também na rotina dos envolvidos no que tange as atitudes relacionadas ao meio ambiente.

Abstract: In the current scenario, Environmental Education is a topic widely discussed in various spheres of society. This article deals with a practical application of the theme '' Environmental Education '' in public schools in the state of Maranhão and aimed to raise awareness among students, teachers, as well as all employees who work in the school about the use of recycle or produced waste. The approach was taken by the teachers across the classroom and also through thematic workshops that took place on a monthly basis. At the end of the project, a questionnaire was used for the participating segments to assess the impact of the project on the applied environment. The results showed that thematic workshops were the ones that most contributed to the changes that took place within the school environment and also in the routine of those involved with regard to attitudes related to the environment.



1 Educação Ambiental



Na década de 70, o tema Educação Ambiental foi visto como uma preocupação dos movimentos ecológicos com uma prática de conscientização afim de alertar sobre a finitude, falta de acesso e má distribuição dos recursos naturais, envolvendo a comunidade em ações sociais consideradas am­bientalmente apropriadas (CARVALHO, 2004).

Segundo Guimarães (1998), na década de 80, o termo “Educação Ambiental” torna-se global­mente popular e, desde então, tem passado por várias reformulações. Nos dias atuais, a Educação Ambiental tem sido exposta como um novo viés a ser agrupado ao procedimento educativo, por trazer à tona os debates relacionados aos temas ambientais e as consequentes mudanças de conhecimento, de valores e atitudes em presença de uma nova realidade a ser construída (LIMA, 1999).

Embora a temática Educação Ambiental ser amplamente defendida na escola, não como uma matéria específica, mas sim na forma de um tema transversal a ser cogitado por todas as disciplinas do currículo escolar, na prática Educação Ambiental tem surgido restritivamente nas disciplinas de Ciências Naturais e Geografia na escola de ensino fundamental e de Biologia e Geografia na escola secundária (SORRENTINO, 1997; FRACALANZA et al., 2005).

Segundo pesquisas realizadas no campo ambiental, a maioria das escolas tratam a temática da Educação Ambiental “de modo pontual (datas ecológicas, palestras etc.) e com um formato conteudista, fragmentado, e com pouca inclusão comunitária” (GUERRA & GUIMARÃES, 2007). Não obstante, nas disciplinas em que geralmente ela é arremetida, isso é feito de forma técnica, relacionada apenas as visões biológicas e de mudanças climáticas (SORRENTINO, 1997; FRACALANZA et al., 2005).

O tema meio ambiente deve ser trabalhado de forma integrada ao currículo e de maneira transversal. Para tal, demanda o desenvolvimento de ações pontuais em todas as disciplinas escolares, para que o conhecimento fundamental a respeito da temática envolvendo o meio ambiente seja concebido pelo aluno. Portanto, são os momentos favoráveis para que o professor desponte a importância de cuidar dos bens naturais respeitando as pessoas de sua comunidade (OLIVEIRA et al, 2012).



Ao trabalhar conteúdos relacionados aos procedimentos, o professor tem a oportunidade de mostrar ao aluno que só ter compreensão não basta. É preciso ter atitudes que demonstrem cuidados. Valorizar, respeitar a natureza, cuidar das plantas da escola, não jogar lixo pelas calçadas, não desperdiçar água, enfim, pequenos gestos que estarão contribuindo com um ambiente puro, limpo e saudável” (OLIVEIRA et al., 2012, p.12-13).



No Brasil, uma ação significativa que reconheceu a importância da questão ambiental foi a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9394/96), que passou a considerar a compreensão do ambiente natural como fundamental para a Educação Básica (BRASIL, 1996). Houve também a inclusão da temática ambiental como um dos temas transversais nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) para a escola básica (BRASIL, 1999). De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais:

O trabalho de Educação Ambiental deve ser desenvolvido a fim de ajudar os alunos a construírem uma consciência global das questões relativas ao meio para que possam assumir posições afinadas com valores referentes sua proteção e melhoria. Para isso é importante que possam atribuir significado àquilo que aprendem sobre a questão ambiental. E esse significado resultado da ligação que o aluno estabelece entre o que apreende e a sua realidade cotidiana [...] (BRASIL, 2001, p. 47-48).



Quando o tema abordado envolve o cotidiano dos alunos, percebe-se que há um maior engajamento devido a identificação deste com o assunto abordado. Uma temática atual que evidencia um grande problema e que pode ser amplamente trabalhado dentro e fora da sala de aula, é a temática do lixo e resíduos plásticos no meio ambiente, uma vez que, é impossível não gerar lixo e resíduos plásticos, o que se pode fazer é reduzir o uso e, consequentemente a produção dos mesmos. O que é levado em conta aqui é a afirmação de que ‘o planeta não suportará se continuarmos produzindo resíduos na velocidade que estamos gerando’, pois é notório que a produção de lixo e resíduos plásticos está aumentando gradualmente (OLIVEIRA et al., 2012).

Nesse sentido, o tema ‘reciclagem’ aparece dentro das disciplinas escolares como uma forma de diminuir as problemáticas do lixo e resíduos gerados pela humanidade. O lixo é denominado o principal causador dos impactos negativos gerados no meio ambiente. Vizentin e Franco (2010), designam o termo ‘reciclar’ como reutilizar, reusar, usar outra vez um produto que já serviu a algum proposito antes.



Reduzir- reduzir a quantidade de recursos e de resíduos, consumido de maneira racional e consciente. Reutilizar- reusar produtos em sua forma original em outras tarefas e/ou funções ou ainda criar novas formas de utilização para determinados produtos. Reciclar- o processo de reuso, porém, feito por empresas especializadas e utilizando recursos tecnológicos. É uma forma de fazer novos produtos a partir de produtos usados, de maneira a consumir menos recursos naturais (VIZENTIM & FRANCO, 2010, p.44).



A reciclagem e a reutilização são técnicas bem antigas que ajudam a remediar os problemas causados pelo lixo no meio ambiente. A reciclagem é descrita como o ato de aproveitar os resíduos reutilizáveis para fabricar novos produtos de forma artesanal ou industrial (ALVES et al., 2012)

Tangente a isto, este projeto objetivou proporcionar a busca pela compreensão de como trabalhar a educação ambiental com a prática da reciclagem do lixo orgânico e de embalagens de diferentes materiais para uso didático dentro da escola, desenvolvendo no aluno conceitos, valores, atitudes, posturas, éticas, e, principalmente a mudança de comportamento em relação ao meio ambiente, despertando para um compromisso com a preservação do meio em que vive.



2 A Educação Ambiental Dentro do Contexto Escolar



A Educação Ambiental, ratificada pela política Nacional de Educação Ambiental, aprovada em 1999 e regulamentada em 2002, é de suma importância no processo educacional, e é instituída de forma obrigatória em todos os níveis de ensino, uma vez que a Constituição Federal de 1988, Art. 225, diz que “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.”

A escola precisa também ser responsável por esse processo de busca por uma comunidade sustentável, na qual todas as pessoas possuem uma relação saudável uns com os outros e com o meio ambiente no qual estão inseridos, sendo responsáveis por suas ações dentro deste meio. Inserir esta comunidade dentro da escola é uma forma bem dinâmica de repassar ensinamentos sobre educação ambiental e também, de certa forma, fazer com que cada membro desta comunidade assuma suas responsabilidades enquanto participante e modificador deste meio.

Estimular a reflexão crítica a respeito da temática ambiental tem sido um desafio enfrentado nas escolas na atualidade, pois existe uma necessidade iminente de que estes alunos reflitam e discutam criticamente sobre a questão do lixo, da geração de resíduos e sobre o consumo consciente, uma vez que esta geração é considerada a geração do consumo, e um dos principais papéis da escola na vida do indivíduo é a sua formação para a cidadania.

Cada vez mais se consome um grande número de produtos que vêm em embalagens descartáveis, e a maioria destes produtos são pouco utilizados e acabam sendo jogados fora sem que haja um descarte adequado, ou mesmo uma reutilização. Grande parte desse material que é descartado diariamente nos lixões poderiam ser reaproveitados como matéria prima para outros objetos.

Segundo o censo de IBGE 2017/2018, no Brasil, 91,1% dos domicílios tinham acesso a algum tipo de coleta de lixo. Os demais 8,9% queimavam o lixo na propriedade ou lhe davam outro destino. Sobre a destinação do lixo, em 50,3% dos domicílios maranhenses ele é coletado diretamente, enquanto que em 27,5% os dejetos são queimados. Em 18% dos domicílios, a coleta do lixo é realizada em caçambas, já e em 5,5% dos domicílios, é dada outra destinação ao lixo.

Embora a lei 11.445 estabeleça diretrizes nacionais para o saneamento básico e permita que as prefeituras contratem organizações de catadores para fazer o trabalho de coleta seletiva, pouco se faz em relação a isso no nosso estado. Por isso, cabe também à escola contribuir para que estas estatísticas sejam modificadas. Portanto o projeto “A educação ambiental escolar: um despertar consciente à reciclagem”, vem como uma alternativa para que tanto a escola, quanto a comunidade -representada por cada aluno- possam fazer um trabalho voltado para diminuir o lixo descartado em lixões, aproveitando ao máximo cada objeto através da reciclagem e do consumo consciente.



3 Metodologia



A metodologia adotada foi a experimentativa, pois para Gonçalves e Galiazzi (2004) atividades experimentais, são aquelas que levam em consideração a observação, o levantamento de questionamentos e a construção de argumentos de forma a problematizar o conhecimento dos alunos com relação ao conteúdo.

O projeto ocorreu em duas fases (implantação e execução) nas quais a equipe buscou engajar cada seguimento do corpo escolar e definir os papéis que cada um dos sujeitos envolvidos iriam desempenhar dentro do projeto.

Inicialmente, o projeto foi apresentado em forma de palestra explicativa, primeiro para o corpo docente da escola, e em um segundo momento, para o seguimento discente. Na ocasião foram elaborados cronogramas para que cada professor pudesse trabalhar o projeto dentro do seu plano de aula, uma vez, que todo o corpo da escola foi envolvido ativamente na execução do projeto. Cumpre destacar que o Decreto nº 4.281/02 estabelece, em seu artigo 5º:



Art. 5º Na inclusão da Educação Ambiental em todos os níveis e modalidades de ensino, recomenda-se como referência os Parâmetros e as Diretrizes Curriculares Nacionais, observando-se:

I - a integração da educação ambiental às disciplinas de modo transversal, contínuo e permanente; e

II - a adequação dos programas já vigentes de formação continuada de educadores (DECRETO Nº 4.281/02).



Deste modo, a temática da educação ambiental foi trabalhada de modo transversal em cumprimento da lei.

No segundo momento, houve a reunião com o seguimento discente, foram definidas as equipes que cada aluno iria participar na etapa seguinte do projeto, dando ênfase para a inclusão de todos, sem distinção. A próxima etapa, ocorreu dentro da sala de aula, onde cada professor, dentro da sua disciplina, trabalhou os temas como lixo, reciclagem, consumo consciente, responsabilidade ambiental e aquecimento global. A fase seguinte do projeto se deu através de oficinas temáticas, que foram ministradas mensalmente durante três meses, sendo um tema diferente a cada mês.

Na etapa final da execução do projeto, foram aplicados questionários objetivos compostos por três perguntas objetivas, nas quais as alternativas consistiam em uma escala de 1 a 5. Onde 1 significa pouca contribuição e 5 significa muita contribuição. Os questionários foram aplicados para todos os seguimentos participantes do projeto (discentes, docentes e serviços gerais), no qual expuseram de forma categórica as contribuições do projeto para o ambiente escolar e também as mudanças ocorridas no cotidiano após a execução do projeto.



4 Resultados e Discussão



As oficinas aconteceram em três etapas e foram realizadas ao longo de três meses, sendo que em cada mês foi ministrada uma oficina com um tema diferente.

Primeira oficina: Reciclagem de Óleo Doméstico- Durante todo o mês, os alunos armazenaram o óleo de cozinha que não servia mais para o consumo e levaram para a escola no dia da oficina. Nesta oficina, o professor ensinou aos alunos a confecção de sabão através do uso de óleo usado. Cada professor pôde trabalhar temas como reações de saponificação, polaridade, força intermolecular, história do sabão, impactos ambientais do descarte indevido de óleo na pia, entre outros.

Segunda oficina: Adubo Orgânico- Nesta etapa o professor ensinou os alunos a produzirem adubo orgânico através de restos de vegetais e frutas tais como talos e cascas. Foram trabalhados temas como alimentação saudável, agrotóxicos, doenças como câncer e outros.

Terceira oficina: Reciclagem de Embalagens- Nesta oficina foram confeccionados materiais didáticos através da reciclagem de embalagens de diferentes materiais. Os professores trabalharam assuntos como consumo consciente, educação financeira, tempo de degradação de cada material no solo, reações químicas e descarte de resíduos.

Objetivando obter informações sobre as contribuições do projeto para os sujeitos envolvidos nele, foi aplicado um questionário para os participantes do projeto, o qual consistiu em três perguntas objetivas, nas quais as alternativas incidiam em uma escala de 1 a 5. Onde 1 significa pouca contribuição e 5 significa muita contribuição. Os resultados da pesquisa estão expostos nos gráficos 1, 2 e 3, ilustrados abaixo.

Pergunta 1: O quanto o projeto contribuiu para a mudança de paradigma em relação ao meio ambiente dentro da escola e fora dela?

Figura 1- Dados referentes aos resultados obtidos para a pergunta 1.



Pergunta 2: O quanto os temas trabalhados em sala de aula contribuíram para o aprendizado da temática proposta?

Figura 2- Dados referentes aos resultados obtidos para a pergunta 2.



Pergunta 3: O quanto as oficinas contribuíram para o aprendizado da temática proposta?

Figura 3- Dados referentes aos resultados obtidos para a pergunta 2.



Como visto, a pesquisa demonstrou que as oficinas temáticas foram as que mais contribuíram para a aprendizagem e também para as mudanças que ocorreram no que diz respeito as atitudes tomadas em relação ao meio ambiente, dentro e fora do contexto escolar pelas pessoas participantes do projeto.

A prática de atividades experimentais é de suma importância dentro do processo de ensino aprendizagem, tal prática, possibilita a aprendizagem por parte dos sujeitos, além de possibilitar a compreensão e fortalecimento do conhecimento adquirido (POLETTI, 2001). Nesse sentido, Santos (2005), destaca que o ensino por meio de práticas experimentais é imprescindível no campo das ciências naturais.



5 Conclusão



Dentro do ambiente escolar a temática envolvendo questões ambientais ganha ainda mais foco, uma vez que, é dentro do panorama escolar que geralmente, as crianças e jovens têm o primeiro contato com o tema. O projeto intitulado “A educação ambiental escolar: um despertar consciente à reciclagem”, evidenciou que é totalmente viável trabalhar a temática Educação Ambiental, tanto de maneira transversal dentro da sala de aula, quanto através de oficinas temáticas trabalhadas de forma experimental.

As oficinas temáticas trabalhadas dentro do projeto demonstraram que quando um conceito ou um tema, dentro do contexto da educação ambienta, é repassado através da experimentação, colabora para que o processo de aprendizagem e as mudanças instigadas por ele, sejam apreendidas de uma forma mais eficaz. Fato este que ficou ratificado através dos resultados obtidos com os questionários aplicados.



Referências



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BRASIL. Decreto nº 4.281, de 2002. Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências, 2002.

______. Parâmetros Curriculares Nacionais: meio ambiente: saúde. 3. ed Brasília-DF: Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental, 2001.

______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica; Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio, MEC/SEMTEC: Brasília, 1999.

______. Ministério da Educação; Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Diário Oficial da União, Brasília, nº 248, 23/12/1996.

______. Constituição de 1988. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988.

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GONÇALVES, F. P.; GALIAZZI, M. C. A natureza das atividades experimentais no ensino de Ciências. In: MORAES, R. e MANCUSO, R. (ORGs). Educação em Ciências: Produção de Currículos e Formação de Professores. Unijuí: Ed. Unijuí, 2004.

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GUIMARÃES, M.; A dimensão ambiental na educação, 2ª ed., Papirus: São Paulo, 1998.

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LIMA, G. F. C. Ambiente & Sociedade, NEPAM/UNICAMP: Campinas, 1999.

OLIVEIRA, M. S.; OLIVEIRA, B. S.; VILELA, M. C. S.; CASTRO, T. A. A. A Importância da Educação Ambiental na Escola e a Reciclagem do Lixo Orgânico. Revista Científica Eletrônica de Ciências Sociais Aplicadas da Eduvale, ano V, n. 07, 2012.

POLETTI, N; Estrutura e Funcionamento do Ensino Fundamental. 26ª ed. São Paulo: Ática, 2001.

SANTOS, C. S. Ensino de Ciências: abordagem histórico – crítica. Campinas: Armazém do ipê, 2005.

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VIZENTIM, C. R.; FRANCO, R. C. Meio ambiente: do conhecimento cotidiano ao científico: Metodologia ensino fundamental, 1° ao 5° ano. Curitiba: Base Editorial, 2010.





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