ISSN 1678-0701
Volume XIX, Número 73
Dezembro-Fevereiro 2020/2021.
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No. 73 - 03/12/2020
PERCEPÇÃO SOBRE O ENSINO DE CIÊNCIAS NO RCNEI E A CONDUÇÃO DOS ALUNOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL À EDUCAÇÃO AMBIENTAL  
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PERCEPÇÃO SOBRE O ENSINO DE CIÊNCIAS NO RCNEI E A CONDUÇÃO DOS ALUNOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL À EDUCAÇÃO AMBIENTAL



Tatiane Souza Coelho¹, Vitor Hugo Borba Manzke¹, Juan Francisco Gavilan Escalona²



¹Mestre em Ensino de Ciências e Tecnologias Educacionais, PPGCITED/CaVG/IFSul - tathy.coelhos@gmail.com

¹Pós-Doutor em Didática das Ciências Experimentais, PPGCITED/CaVG/IFSul – vitormanzke@cavg.ifsul.edu.br

²Doutor em Ciências Ambientais, Fac. Ciências Biológicas/UdeC/Chile – jgavilan@udec.cl



Resumo

As questões socioambientais presentes no debate sobre meio ambiente, deveriam ser exploradas desde a educação infantil (E.I.). Está afirmativa foi construída a partir da nossa experiência e vivência no espaço da sala de aula deste nível de Ensino e nos cursos de formação continuada de professores que temos desenvolvido. Vários textos científicos debatem questões referentes a formação da consciência ambiental a partir do ensino básico, mas raramente um destes textos registra a necessidade de que seu início comece no ambiente da educação infantil. Nos Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil – RCNEIs, lemos que o aluno deste patamar de escolaridade deve construir os sentidos sobre a natureza, articulando experiências e os conhecimentos adquiridos na exploração do ambiente. Neste artigo discutimos o ensino de ciências e a necessidade de os professores conhecerem o eixo “Natureza e Sociedade” presente no Referencial. Entendemos isso seria uma maneira de incentivar aos alunos na construção de uma consciência ambiental no início de sua vida escolar. Para conhecermos realidades existentes na sala de aula da E.I., ouvimos as dez professoras atuantes nas escolas da Associação Rede Criança (ARC), localizadas na cidade de Pelotas/RS. Às professoras foi entregue um questionário semiestruturado e os dados obtidos foram analisados de forma quantitativa e qualitativa, organizando-se as professoras em três categorias pré-existentes e que classificam as professoras em: Tradicionais, Inovadoras e Em Transição. O estudo visou também compreendermos “se havia” ou “que” estratégias didáticas eram utilizadas pelas professoras para desenvolverem o ensino de ciências que pudessem valorizar o eixo natureza. O tema escolhido para a análise desejada foi o e ensino dos Órgãos dos Sentidos. O caminho eleito ocorreu por entendermos que tais atividades são instigadoras aos alunos: o Ver, o Ouvir, o Cheirar, o Tocar e ao diferenciar Sabores; o aluno ter está vivência poderá transferir tal conhecimento para a interpretação do seu cotidiano. Após a análise dos dados constatamos que havia desconhecimento das professoras sobre a relação do ensino das ciências e o que está contido no Eixo Natureza e Sociedade. Neste sentido, observamos que as professoras não utilizavam estratégias didáticas inovadoras que lhes permitissem explorar está relação como elemento de difusão do eixo Natureza e Sociedade na busca da consciência ambiental dos alunos da Educação Infantil.

PALAVRAS-CHAVE: Educação infantil, ensino de ciências, RECNEI, educação ambiental.



Abstract

The socio-environmental issues present in the debate on the environment, should be explored from early childhood education (E.I.). This affirmative was built from our experience and experience in the classroom space at this level of Education and in the continuing education courses for teachers that we have developed. Several scientific texts debate issues related to the formation of environmental awareness from basic education, but rarely does one of these texts register the need for its beginning to begin in the early childhood environment. In the National Curriculum References for Early Childhood Education - RCNEIs, we read that students at this level of education must build their senses about nature, articulating experiences and knowledge acquired in the exploration of the environment. In this article we discuss science teaching and the need for teachers to know the “Nature and Society” axis present in the Reference. We understand that this would be a way to encourage students to build an environmental awareness at the beginning of their school life. To get to know the realities that exist in the E.I. classroom, we listened to the ten teachers working in the schools of the Child Network Association (CNA), located in the city of Pelotas / RS. The teachers were given a semi-structured questionnaire and the data obtained were analyzed in a quantitative and qualitative way, organizing the teachers into three pre-existing categories that classify the teachers into: Traditional, Innovative and In Transition. The study also aimed to understand “if there was” or “what” didactic strategies were used by teachers to develop science education that could enhance the nature axis. The theme chosen for the desired analysis was the teaching of the Sensory Organs. The chosen path occurred because we understand that such activities are instigating to students: Seeing, Listening, Smelling, Touching and differentiating Flavors; the student having this experience can transfer this knowledge to the interpretation of his daily life. After analyzing the data, we found that the teachers were unaware of the relationship between science teaching and what is contained in the Nature and Society Axis. In this sense, we observed that the teachers did not use innovative didactic strategies that would allow them to explore this relationship as an element of diffusion of the Nature and Society axis in the search for the environmental awareness of early childhood students.



Introdução

A interação manifestada pelas crianças em relação aos elementos da natureza, revela um constante esforço de sua parte em tentar compreender o mundo em que vivem e as coisas que as cercam. Elas demonstram real interesse em conhecer e aprender e aí a participação do professor passa a ter importância fundamental, pois cabe a ele, tornar está busca infantil mais fácil e prazerosa. O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – RCNEI, colabora com esta facilitação, definindo as Ciências da Natureza/Ensino de Ciências, como sendo um dos temas de relevância a ser desenvolvido no eixo Natureza e Sociedade.

Está vivência no ambiente da sala de aula da Educação Infantil nos fez perceber que determinados temas são mais atrativos aos alunos. A ambiência aos espaços visitados em um passeio ao ar livre, permite ao professor explorar a natureza de forma fácil e agradável. O empirismo se faz presente e o uso do simples ato contemplativo dos seres vivos e não vivos presentes no ambiente, torna a atividade mais significante.

O uso do espaço escolhido pelo professor pode tornar-se um excelente ambiente para exploração de um dos componentes presentes no eixo Natureza e Sociedade, os órgãos dos sentidos. A observação dos diversos elementos presente no ambiente podem constituir-se num estimulante interessante para o desenvolvimento das habilidades relativas à utilização e identificação dos órgãos sensitivos.

Neste sentido, buscamos conhecer as metodologias utilizadas pelos professores deste nível de ensino. Nosso objetivo era conhecer e compreender a ação docente das professoras atuantes em uma Rede de escolas privadas, sobre a existências e a utilização do RCNEI como documento basilar de suas ações. As metodologias utilizadas pelas professoras durante o ensino das Ciências da Natureza, passou a ser nosso objeto de investigação e de aprendizado, sobre como os alunos eram estimulados no para o desenvolvimento dos cinco sentidos.

De posse destes dados um ponto tornou-se crucial para atingir nosso objetivo. Precisávamos saber o que pensavam as professoras sobre aproveitar os passeios e/ou outras atividades integradas, para trabalharmos dentro dos campos de experiência, sons, cores, formas, escuta, em suma os cinco sentidos. É uma maneira de promover a interação do aluno com a natureza e provocar a compreensão do mundo em que vive.



Metodologia

O espaço de investigação foi escolhido a partir das atividades já desenvolvidas com uma Rede de escolas privadas existente no município de Pelotas/RS. Esta Rede é composta por dez escolas e, em cada uma destas escolas, escolhemos a professora que demonstrou mais proximidade ao desenvolvimento de atividades voltada as Ciências da Natureza. Portanto o público alvo foi constituído de dez (10) professoras.

A partir das escolhas feitas identificamos a pesquisa apresentava características de um estudo de caso, e optamos por este tipo de investigação. A escolha seguiu as ideias de Triviños, que nos orientou no sentido de que este tipo de pesquisa nos permitiria aprofundar conhecimentos sobre a presença e o uso dos Referenciais Nacionais em um determinado ambiente onde ocorre atividades de Educação Infantil.

Para a obtenção dos dados nos utilizamos de questionário semiestruturado, pois nos permitiria realizar, através de dados quantitativos identificados extrapolá-los para uma análise qualidade a partir das informações subjetivas manifestadas pelas professoras.

O questionário identificava dados relativos: a faixa etária, a formação das profissionais, os tempos decorridos desde a formação profissional e de atuação no ambiente da Educação Infantil, conhecimentos sobre o RCNEI, o uso de atividades experimentais em sala de aula e nos espaços abertos – extra sala de aula, e o espaço físico disponível para as atividades.

Após a obtenção dos dados qualitativos as professoras foram distribuídas em quatro categorias, propostas por Manzke (2000). Estás categorias situaram as entrevistadas em Professoras Tradicionais, Professoras em Transição e em Professoras Inovadoras. A categorização leva em consideração as metodologias e o tipo de atividade desenvolvida pelos docentes em sala de aula e fora dela.



Resultados e discussão

Os resultados obtidos mostram situações interessantes de serem evidenciadas, devido ao fato das contradições que marcam a ação docente das professoras. Parece-nos que a professoras estão mais afeitas as atividades práticas, não necessariamente experimentais, em sua sala de aula do que conhecer a legislação que dita as regras teóricas para o desempenho das atividades docentes e que poderiam ajudá-las na execução de sua ação profissional.

O gráfico 1 apresenta dados relativos ao conhecimento manifestado pelas professoras sobre o eixo Natureza e Sociedade, como importante componente curricular na educação infantil. Entre as participantes, oito professoras – 80% das entrevistadas responderam que “sim”, este eixo tem importância e o identificam com potencialidade de auxílio na apresentação de temas envolvendo educação ambiental. Entretanto, duas 2 das professoras – 20%, respondeu “não”, ou seja, este eixo é tão importante quanto todos os demais componentes curriculares.

Gráfico 1: representa a importância do Eixo Natureza e Sociedade para as professoras entrevistadas.

Nossa interpretação é de que nas duas escolas onde atuam as duas professoras que deram resposta negativa, são espaços onde pode estar ocorrendo um ensino que tenha por base a preocupação com o desenvolvimento de “conteúdos” em detrimento de ações que levem o aluno a pensar, posicionar-se e a construir uma consciência ambiental a partir de seus sentidos. Isto caracterizaria o caso de professoras de ação Tradicional.

Os dados encontrados a seguir nos mostram o conhecimento das professoras entrevistadas sobre o RCNEI e, por consequência, podemos apontar isto como um elemento indicador que as metodologias empregadas na Educação Infantil nestas escolhas, possam não estar colaborando para o desenvolvimento de ações de educação ambiental.

Gráfico 2: apresenta a o conhecimento manifestado pelas entrevistadas sobre o RCNEI.

Vejam, aqui 70% das entrevistadas identificam a sigla RCNEI, mas 30% das professoras manifestaram não conhecerem o Referencial na íntegra e, portanto, não se sentem seguras para implementação daquelas diretrizes. Como exemplo disso pode ser citado o fato de que estas últimas desconhecem que na EI não há disciplinas, mas sim eixos temáticos. O interessante deste gráfico é a semelhança daquilo que se encontrará no gráfico 3, sobre o uso de ensino experimental como ação pedagógica.

Gráfico 3: Identifica o uso de metodologias e estratégias didáticas pelas professoras.

Mesmo com a manifestação das entrevistadas demonstrando interesse por estratégias didáticas que visem a experimentação no desenvolvimento do tema cinco sentidos, os dados apresentados no gráfico 4, a seguir, mostram uma dicotomia interessante entre o que dizem as professoras e o que efetivamente acontece na sua prática didática. Isto é evidenciado nos dados obtidos referentes a categorização realizada. O conceitual considerado no caso, aponta para o uso de estratégias caracterizadoras de uma escola tradicional. Vejamos:

Gráfico 4: Identifica as categorias ocupadas pelas professoras.

Nos percentuais encontrados na análise, vemos que 30% das professoras trabalham a partir de experimentação, uso de revistas, vídeos, livros e outros tipos de tecnologias educacionais provocativas aos alunos. Outros 30% desenvolvem as atividades descritas anteriormente e as complementam com o uso de passeios, viagens e buscam outras estratégias a serem utilizadas no ambiente fora da sala de aula. Isto oportuniza aos alunos contextualizarem ao mais próximo as experiências vividas em sala de aula. Entretanto, a maior parcela entre as entrevistadas (40%), utilizam metodologias restritas a sala de aula e as atividades desenvolvidas fora deste ambiente, não ultrapassam o pátio da escola. As justificavas vão desde o fato de os pais não gostarem de “novidades”, alegaram que a escola não tem jardim, horta ou pracinha, e a dificuldade de deslocamento com a turma em razão de transportes.



Considerações finais

Tínhamos a perspectiva de encontrar em meio as professoras entrevistadas, profissionais com conhecimento didático/pedagógico, onde o cotidiano dos alunos fosse fonte de aprendizado mais holístico sobre as Ciências da Natureza.

Esperávamos encontrar uma comunidade escolar com preocupações ambientais mais aprofundadas considerando-se a legislação orientadora da Educação Infantil - LDB, RCNEI e o DCNEI. Este regramento que orienta o sistema educacional brasileiro, visa a concepção de criança que queremos.

O professor que atua na EI deve estar ciente de sua importância na formação básica do aluno desconstruindo a ideia de que o professor seria um cuidador qualificado para as crianças sem a necessidade de uma formação específica para isso.

Um ponto que nos causou estranheza foi conhecermos a realidade de que as entrevistadas em geral, não sabiam o significado da sigla RCNEI, tampouco conceitos envolvidos no Referencial. Exemplo disso é que parte delas se manifestam em relação aos eixos presentes no RCNEI como disciplinas, sendo que na EI não existem disciplinas.

Por fim, vimos que o percentual de professoras que busca alternativas as estratégias didáticas utilizadas na normalidade das salas de aula da Educação Infantil, não contribuem para o desenvolvimento do eixo Natureza e Sociedade. Consideramos que o desconhecimento da legislação, em especial do RCNEI, não permite que as professoras ousem em seus planos pedagógicas utilizando-se de ações que estimulem os alunos a construírem seus conhecimentos e uma consciência ambiental capaz de atender as demandas, pelo menos, do seu entorno, do seu cotidiano.



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