ISSN 1678-0701
Número 64, Ano XVII.
Junho-Agosto/2018.
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14/06/2018AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE ALIMENTOS TRANSGÊNICOS EM UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO – RJ  
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Estudo avaliativo sobre o grau de conhecimento dos alunos dos cursos de Matemática e Publicidade da Universidade Castelo branc

AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE ALIMENTOS TRANSGÊNICOS EM UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO – RJ

Thamires Lelis¹

tlelis.bio@gmail.com

Victor Machado de Azevedo²

victor.machado2@hotmail.com 

¹ Programa de Pós Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental (PPGCTA). Fundação Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (UEZO). Av. Manuel Caldeira de Alvarenga, 1203, Campo Grande, Rio de Janeiro, RJ – 23070-200.



² Biólogo e professor. Colégio João Lyra Filho, Avenida Dom Hélder Câmara N: 9.509, Quintino, Rio de Janeiro, RJ- 21380-000.

RESUMO

Atualmente vivemos um contexto de transgenia, ou seja, modificação genética de alimentos, completamente ao inverso do observado há alguns anos atrás. Entendemos organismos transgênicos como sendo aqueles cujo genoma foi modificado com o objetivo de atribuir-lhes uma nova característica ou alterar alguma outra já existente, através da inserção ou eliminação de um ou mais genes. Com o passar do tempo os transgênicos têm aparecido em grande escala nos mais distantes países do globo terrestre. Também tem crescido a quantidade de informação disponível ao consumidor nos diversos veículos de mídia. Este trabalho teve por objetivo avaliar o conhecimento de graduandos dos cursos de Matemática e Publicidade da Universidade Castelo Branco UCB (Campus Realengo) sobre alimentos transgênicos. A principal metodologia utilizada foi o estudo quantitativo de coleta de informações, que envolveu entrevistas através de questionários avaliativos sobre o conhecimento dos alunos acerca de alimentos transgênicos. Conclui-se que a maior parte dos entrevistados, além de já terem ouvido falar sobre alimentos transgênicos, também sabem o que são os mesmos, e isso está veiculado ao fato de hoje em dia, as pessoas estarem a todo o momento, recebendo informações, das mais variadas possíveis, através dos veículos de mídia.

Palavras-Chave: Alimentos transgênicos. Saúde e meio ambiente. Rio de Janeiro.

ABSTRACT

Currently we live in a context of transgenic, that is, genetic modification of food, completely the reverse of what was observed a few years ago. We understand transgenic organisms as being those whose genome was modified with the aim of assigning them a new characteristic or altering some other existing one, through the insertion or elimination of one or more genes. Over time transgenics have appeared on a large scale in the most distant countries of the globe. The amount of information available to the consumer in the various media vehicles has also grown. The objective of this work was to evaluate the knowledge of undergraduate students of the Mathematics and Advertising courses at Castelo Branco University (Campus Realengo) on transgenic foods. The main methodology used was the quantitative study of information collection, which involved interviews through evaluative questionnaires about students' knowledge about transgenic foods. It is concluded that most of the interviewees, besides having already heard about transgenic foods, also know what they are, and this is due to the fact that nowadays people are always receiving information from through media vehicles.



Keywords: Transgenic foods. Health and environment. Rio de Janeiro.

INTRODUÇÃO

Em 1998 o grupo industrial Monsanto anunciou à produção de organismos geneticamente modificados (OGM), parte fundamental da segunda revolução verde (PELAEZ, 2000; PIMENTEL, 2011). O surgimento dessa tecnologia possibilitou avanços significativos em diversos ramos das ciências biomédicas (ALVES, 2004). As técnicas da engenharia genética, utilizadas para a produção dos alimentos transgênicos, são oriundas da moderna biotecnologia (SCARE, 2007).

Atualmente vivemos um contexto de transgenia, ou seja, modificação genética de alimentos, completamente ao inverso do observado há alguns anos atrás. Os alimentos de origem transgênica estão inseridos diariamente na nossa alimentação e a população não esboça mais uma visão crítica sobre os mesmos, cenário esse, diferente de quando foram inseridos no Brasil. Naquela época, muitas críticas foram levantadas, principalmente, em torno da soja geneticamente modificada. As rejeições se resumiam a: uma vez plantada, jamais poderia se cultivar outro cereal de característica convencional, ou que produtos deste tipo, poderiam vir a desencadear inúmeras doenças no futuro (CARVALHO & BIEGER, 2016).

Entendemos organismos transgênicos como sendo aqueles cujo genoma foi modificado com o objetivo de atribuir-lhes uma nova característica ou alterar alguma outra já existente, através da inserção ou eliminação de um ou mais genes (MARINHO, 2003). Com as técnicas de engenharia genética, qualquer gene de um organismo pode ser isolado e transferido para o genoma de outro, por mais divergente ou distante que seja na escala evolutiva (TIGUMAN, 2006).

Segundo Scare (2007), com o passar do tempo os transgênicos tem aparecido em grande escala nos mais distantes países do globo terrestre. Pelaez (2000) diz que para o governo brasileiro o uso de sementes geneticamente modificadas faria aumentar a competitividade do país no cenário internacional. As promessas de obtenção de uma maior rentabilidade com o cultivo dos OGMs despertaram o interesse dos agricultores brasileiros.

A comercialização de transgênicos ainda é polêmica, empresas, produtores e cientistas dizem que eles vão aumentar a produtividade e baratear o preço dos produtos, além de reduzir a utilização dos agrotóxicos nas plantações, porém ambientalistas e outros pesquisadores relatam ser perigoso, devido ao fato de não se conhecer seus riscos para a saúde humana e o meio ambiente (PIMENTEL, 2011).

Os transgênicos são espécimes biológicas desenvolvidas com a intenção de serem utilizados como fonte de alimentos e otimizarem a produção agrícola (LACEY, 2007). Em alguns países a mídia teve um importante papel na discussão crítica acerca do uso dos produtos transgênicos (ALLAIN et al., 2009), porém, no Brasil, a liberação dos mesmos até hoje provoca intensa polêmica quanto a possíveis riscos à saúde humana e ao meio ambiente (CAMARA et al., 2009). Um importante argumento a favor dos transgênicos é a afirmação de que a produção dos mesmos estaria a caminho de resolver o problema da fome no mundo; tal fato, é errôneo, pois, a produção de alimentos muitas vezes é o menor problema, isso, se comparado com a má distribuição dos mesmos para a população (CAMARA et al., 2009).

Imerso num debate que tomou conta do noticiário e perdido entre tantas informações contraditórias, está, o consumidor, que deverá optar por alimentos de origem transgênica ou não (FIORI, 2003). Atualmente, o tema transgênico, tem suscitado muita polêmica em todo o mundo, mas em breve, o cenário poderá ser diferente. Toda discussão em torno da tecnologia dos transgênicos, e, seus aspectos potenciais, e, hipotéticos impactos, tanto para a saúde como para o meio ambiente, serão efetivamente de um enorme valor para o desenvolvimento crítico da nossa sociedade (RECH, 2001).

Também tem crescido a quantidade de informação disponível ao consumidor nos diversos veículos de mídia. Atualmente a população do mundo inteiro vem recebendo quase que diariamente, informações sobre: ocorrência de epidemias que afetam seres vivos; melhoramento e manipulação genética de animais e plantas; discussões quanto à qualidade dos produtos industrializados; isso tudo acaba por nutrir cada vez mais temores quanto à segurança dos alimentos. Neste contexto, vem crescendo de forma significativa a preocupação deste consumidor com relação à procedência dos alimentos, seus reflexos sobre a saúde e o meio-ambiente (RODRIGUES, 2002).

Os estudantes, bem como a sociedade em geral, começaram a conhecer o termo transgênico, a partir da soja RR (Round-up Ready), inicialmente proibida no Brasil, e que causou inúmeras discussões entre diferentes grupos de pessoas. Contudo, devemos destacar que os OGMs, possibilitam a obtenção da insulina e de outros produtos para o bem-estar da sociedade (CANOSSA, 2006).

Este trabalho teve por objetivo avaliar o conhecimento de graduandos dos cursos de Matemática e Publicidade da Universidade Castelo Branco UCB (Campus Realengo) sobre alimentos transgênicos.

METODOLOGIA

Este trabalho foi desenvolvido através da disciplina de Práticas Investigativas, da Universidade Castelo Branco, localizada no bairro de Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro – RJ. A pesquisa foi realizada com 40 graduandos, sendo 20 do curso de matemática e 20 do curso de publicidade. A principal metodologia utilizada foi o estudo quantitativo de coleta de informações, que envolveu entrevistas através de questionários avaliativos sobre o conhecimento dos alunos acerca de alimentos transgênicos. O método quantitativo Segundo Dalfovo et al., (2008), é tudo aquilo que pode ser mensurado em números. Utiliza-se de técnicas estatísticas. Para Silva & Menezes (2000), a pesquisa descritiva, visa identificar as características de determinada população, fenômeno, ou, o estabelecimento de relações entre variáveis. O questionário empregado para o levantamento de dados era composto por 10 questões de múltipla escolha, que versavam acerca dos produtos transgênicos. Para análise dos dados foi utilizado o pacote estatístico Microsoft Excel 2010, com a utilização de percentuais de ocorrências de respostas às questões formuladas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram entrevistados 40 alunos, sendo 20 do curso de matemática e 20 do curso de publicidade da UCB. Dos alunos entrevistados 50% (n=20) eram do sexo feminino e 50% (n=20) do sexo masculino (Figura 1).











Figura 1

Quando foram questionados sobre já terem ouvido falar sobre alimentos transgênicos, 85% (n=34) afirmaram que sim, e os demais 15% (n=6), relataram que não (Figura 2). Dentre eles, 75% (n=30), afirmaram que, além de já terem ouvido falar, também sabem o que são alimentos transgênicos, enquanto que, 25% (n=10), afirmaram não saber (Figura 3). De acordo com Tiguman et al., (2006) em uma pesquisa que teve como objetivo desvendar os conhecimentos de uma parcela de alunos do 3° ano do ensino médio, seus resultados evidenciaram que, mais de 90% dos alunos, afirmaram conhecer o significado dos organismos transgênicos. Segundo Mendonça et al., (2012) em uma pesquisa com consumidores sobre alimentos transgênicos, seus resultados revelaram que, mais de 65% dos entrevistados, tinham algum conhecimento sobre OGMs, enquanto que, em nossa pesquisa, 75% dos universitários sabiam.

Ao realizarmos nossa pesquisa, pode-se perceber que, uma boa parcela dos entrevistados, já tinha ouvido falar em alimentos transgênicos, partindo da mesma incógnita, o IBOPE Opinião (dezembro/2003), com 2000 entrevistados em todo país, demonstrou que, apenas 36% da população brasileira, desconhecia o termo em questão (TIGUMAN et al., 2006). A transgênese é uma biotecnologia aplicável em animais e vegetais que consiste em adicionar um gene, de origem animal ou vegetal, ao genoma que se deseja modificar. Denomina-se transgene o gene adicional que passa a integrar o genoma hospedeiro, sendo o novo caráter dado por ele transmitido à descendência (OLIVEIRA, 1999). Para Onofre & Pedro (2000) a transgenia é uma técnica que pode contribuir de forma significativa para o melhoramento genético de plantas, visando à produção de alimentos, fibras e óleos, como também a fabricação de fármacos e outros produtos industriais.











Figura 2 Figura 3

Dos entrevistados, 50% (n=20) disseram que comprariam alimentos transgênicos, e os outros 50% (n=20), responderam negativamente (Figura 4). Ao terem sido questionados se já teriam comido alimentos transgênicos, 57% (n=24) afirmaram, e 43% (n=18), negaram (Figura 5). Segundo Canossa et al., (2006) ao indagar seus entrevistados se os mesmos já haviam consumido algum tipo de alimento transgênico, mais de 80% deles respondeu que sim. De acordo com Tiguman et al., (2006) em sua pesquisa, o número de alunos que assumiu já terem consumido OGMs foi acima de 70%, em nossa pesquisa, apenas um pouco mais de metade já consumiram. A descrença em relação às bases da produção orgânica pode estar motivando a compra de transgênicos, assim como a confiança nas autoridades públicas e na ciência (COSTA-FONT, 2009).











Figura 4 Figura 5

Quando os entrevistados da pesquisa em questão foram perguntados se alimentos transgênicos possuem algum benefício, 60% (n=24) deles, afirmaram, já, 40% (n=16), discordaram (Figura 6). Os universitários foram questionados se alimentos transgênicos podem causar problemas de saúde as pessoas que os consomem ou ao meio ambiente, e, 57% (n=24), acham que estes tipos de alimentos podem trazer males para o meio ambiente e/ou as pessoas, entretanto, os demais 43% (n=18), acham que não causam mal algum (Figura 7). A população em geral acompanha a polêmica de forma bastante restrita, pois não conhece bem os efeitos que os alimentos geneticamente modificados podem acarretar em sua saúde, e esta falta de conhecimento, pode determinar reações negativas. Segundo Tiguman et al., (2006) em sua pesquisa com alunos do 3° ano do ensino médio, menos da metade achou que os alimentos transgênicos possuem benefícios, tendo a grande maioria a opinião de que os OGMs são maléficos, seja para a saúde ou o meio ambiente, já em nossa pesquisa, foram mais da metade aqueles que relataram trazer benefícios ou malefícios. Alguns defendem ainda que a aplicação da biotecnologia poderia viabilizar uma solução para o problema da fome no mundo. No entanto, o IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) alerta para as principais desvantagens do consumo de tais produtos geneticamente modificados, que são: aumento de alergias, desenvolvimento de resistência bacteriana com redução da eficácia de antibióticos, e o aumento de resíduos tóxicos (CAVALSINA et al., 2004).













Figura 6 Figura 7

Todos os universitários afirmaram que sua religião permite o consumo de alimentos transgênicos (Figura 8). Sobre às questões relacionadas à importância de estudos que visam o melhoramento dos alimentos, 85% (n=30) afirmaram serem a favor, de contra partida, 15% (n=10) descriminam tais pesquisas (Figura 9). As plantas transgênicas e seus produtos têm sido aceitos nos EUA, sendo rejeitados pela União Europeia. No caso brasileiro, a liberação para o cultivo de soja transgênica e posterior decisão judicial de suspensão temporária desta liberação, por ação desencadeada pelo IDEC e Greenpeace, acirram a discussão em toda a sociedade. Por isso, a importância fundamental da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para se discutir a questão da análise e liberação dos transgênicos. Desde janeiro de 2000, na Conferência de Partes, realizada em Montreal, está prevista a existência de um protocolo internacional sobre OGMs; o mesmo foi alvo de muitos debates a nível nacional (NODARI & GUERRA, 2003). Neste contexto, surge a questão da segurança alimentar, do direito e do acesso à informação de todos os consumidores, através da rotulagem dos alimentos transgênicos, assegurado pelo artigo 31 do Código de Defesa do Consumidor, que menciona que todos os alimentos tenham indicados a sua origem, composição, validade, bem como os riscos que os mesmos podem apresentar à saúde pública (MATTEI, 2001).











Figura 7 Figura 8

Ferreira (2012) aponta que mesmo que se apresente como um forte artifício contra a fome e vise a segurança alimentar, os danos ambientais e, o agravo a saúde humana, que por ventura possam ocorrer causados pelos OGMs, podem ser incontáveis no futuro. Tendo em vista a segurança dos alimentos, pesquisas as quais envolvam as relações humanas devem ser aprovadas e desenvolvidas, de modo que defenda a saúde da sociedade.

A falta de interesse da população na hora da escolha do seu alimento está relacionada diretamente com a ausência de estudos científicos que comprovem a qualidade destes produtos, sem conhecimento dificilmente a população irá criar uma visão crítica sobre a sua alimentação, melhorando assim a sua qualidade alimentar. De certa forma os danos que podem vir a ocorrer no futuro são resultados da ação dos governos, devido ao fato de permitir livre comercialização de produtos não aprovados cientificamente (CARVALHO & BIEGER, 2016).

CONCLUSÃO

Conclui-se que a maior parte dos entrevistados além de já terem ouvido falar sobre alimentos transgênicos, também sabem o que são os mesmos, e isso está veiculado ao fato de hoje em dia, as pessoas estarem a todo o momento, recebendo informações, das mais variadas possíveis, através dos veículos de mídia.

Sobre os prós e contras dos OGMs, mais da metade do público alvo da pesquisa disse que tais organismos trazem benefícios e, atrelamos a isso, o fato de os transgênicos estarem sendo utilizados para o desenvolvimento de novos medicamentos, vacinas, hormônios e dentre outros.

Apesar de muitos dos entrevistados acharem que os OGMs possuem benefícios, apenas metade deles comprariam tais produtos, e isso está ligado ao fato de o meio acadêmico ainda não ter chegado a uma conclusão sobre se há ou não algum dano à saúde humano e ao meio ambiente por parte dos transgênicos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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