ISSN 1678-0701
Número 71, Ano XIX.
Junho-Agosto/2020.
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Relatos de Experiências

No. 71 - 08/06/2020
HORTO MEDICINAL NA CLÍNICA ESCOLA DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE- RELATO DE EXPERIÊNCIA  
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HORTO MEDICINAL NA CLÍNICA ESCOLA DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE- RELATO DE EXPERIÊNCIA

MEDICINAL HOUSE IN THE DENTISTRY SCHOOL CLINIC OF THE FEDERAL UNIVERSITY OF CAMPINA GRANDE- EXPERIENCE REPORT

Inaldo Gizeldo Monteiro de Sousa (1) *, Josilanny Araújo de Souza Alencar (2), Jessika Paiva Medeiros (3), Bernadete Santos (4), João Artur P. Nogueira Filho (5), Abrahão Alves de Oliveira Filho (6), Maria das Graças Veloso Marinho de Almeida (7)



  1. Graduando do Curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Patos/PB. E-mail: dinhomonteiro1@gmail.com.

  2. Graduanda do Curso de Odontologia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) – Campus Patos/ PB. E-mail: joylany@hotmail.com.

  3. Graduanda do Curso de Odontologia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) – Campus Patos/ PB. E-mail: jessikapaiva21@gmail.com.

  4. Graduando do Curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Patos/PB. E-mail: bernadetes672@gmail.com.

  5. Graduando do Curso de Odontologia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) – Campus Patos/ PB. E-mail: artuur93@gmail.com.

  6. Professor Adjunto do Curso de Odontologia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) – Campus Patos/PB. E-mail: abrahao.farm@gmail.com.

  7. Professora do Curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Patos/PB. E-mail: mgvmarinho@bol.com.br.



RESUMO:

A fitoterapia é a arte de prevenir e curar doenças através da utilização de práticas naturais, principalmente por plantas com caráter medicinal. Antigamente, o cultivo, comercialização e utilização de plantas medicinais como opção de tratamento e cura eram consideradas práticas associadas a populações mais carentes, mas atualmente tem aumentado em todas as classes sociais. No Brasil, grande parte da população tem como a principal fonte de recurso terapêutico as plantas medicinais, já que as precárias condições financeiras apresentadas por grande parte da população brasileira tornam-se um impasse para o uso de medicamentos industrializados. Na Odontologia, o uso da fitoterapia, concomitantemente com o seu crescimento mundial entre os programas preventivos e curativos, tem estimulado a avaliação dos extratos e óleos essenciais de plantas para o controle do biofilme dental e outras afecções bucais. Destarte, a introdução de hortos de plantas medicinais surge como alternativa acessível a essa população, podendo auxiliar no tratamento de doenças, além de contribuir com a preservação do meio ambiente, conhecimento e a tradição do uso popular das plantas. Objetivo: Apresentar um relato de experiência sobre prática de implementação de um Horto Medicinal na Clínica Escola de Odontologia da Universidade Federal de Campina Grande, Patos- PB. Método: Desenvolvida pela plantação de ervas, dentre elas: Erva-cidreira, Capim santo, Babosa, Gengibre e Anador (Chambá). Todas as etapas de realização do horto medicinal foram desenvolvidas pelos alunos e os usuários da instituição. Realizou-se orientações sobre as preparações caseiras medicinais e distribuição de materiais informativos sobre o emprego terapêutico de plantas medicinais na Odontologia. Conclusão: A experiência teve sua contribuição em levar o conhecimento aos usuários sobre as plantas terapêuticas na Odontologia, contribuindo nas ações naturais e na saúde da população.

Palavras-chave: Horto, Odontologia, Plantas medicinais, Fitoterapia.



ABSTRACT:



Phytotherapy is the art of preventing and curing diseases through the use of natural practices, mainly by medicinal plants. In the past, the cultivation, commercialization and use of medicinal plants as a treatment and cure option were considered practices associated with the mostneedy populations, but today they have increased in all social classes. In Brazil, a large part of the population has medicinal plants as the main source of therapeutic resource, since the precarious financial conditions presented by a large part of the Brazilian population become an impasse for the use of industrialized medicines. In dentistry, the use of phytotherapy, concomitantly with its worldwide growth among preventive and curative programs, has stimulated the evaluation of plant extracts and essential oils for the control of dental biofilm and other oral conditions. Thus, the introduction of medicinal plant gardens emerges as an accessible alternative for this population, and may assist in the treatment of diseases, in addition to contributing to the preservation of the environment, knowledge and the tradition of popular use of plants. The study aims to present a report of practical experience of implementing a Medicinal Garden at the Clinical School of Dentistry of the Federal University of Campina Grande, Patos-PB. It was developed by planting herbs, including: Lemongrass, Capim santo, Aloe Vera, Ginger and Anador (Chambá). All stages of realization of the medicinal garden were developed by students and users of the institution. Guidance was given on homemade medicinal preparations and distribution of information materials on the therapeutic use of medicinal plants in dentistry. The experience had its contribution in bringing knowledge to users about the techniques of therapeutic plants, contributing to natural actions.

Keywords: Vegetable garden, Dentistry, Medicinal plants, Phytotherapy.



1 INTRODUÇÃO:

A fitoterapia é a arte de prevenir e curar doenças através da utilização de práticas naturais, principalmente por plantas com caráter medicinal, cujo objetivo é o menor custo para a sua utilização, além de um risco reduzido para uma toxicidade em decorrência do uso de medicamentos industrializados (SANTANA et al., 2018). Trata – se de um processo de produção e reprodução de múltiplos saberes e práticas, sendo esses oriundos de formas culturais diferentes e resultantes da relação e organização social e produtiva de comunidades tradicionais (Lima et al., 2006).

O uso da fitoterapia na odontologia, concomitantemente com o seu crescimento mundial entre os programas preventivos e curativos, tem estimulado a avaliação dos extratos de plantas para o controle do biofilme dental e outras afecções bucais (Soyama, 2007). Sendo assim, a odontologia é beneficiada pela riqueza em recursos naturais oferecidos pela flora brasileira, uma vez que os produtos naturais estão cada vez mais presentes nos consultórios médicos e odontológicos, apesar de a fitoterapia ser pouco difundida fora do meio acadêmico (Buffon et al., 2001; Mors et al., 2002; Oliveira et al., 2007).

O cultivo, comercialização e utilização de plantas medicinais como opção de tratamento e cura eram consideradas práticas associadas a populações mais carentes, mas atualmente tem aumentado em todas as classes sociais das mais diversas regiões do mundo (Maciel et al., 2002). No Brasil, 80% da população têm como a principal fonte de recurso terapêutico as plantas medicinais, já que as precárias condições financeiras apresentadas por grande parte da população brasileira tornam-se um impasse para o uso de medicamentos industrializados (Lima et al., 2006).

Dessa forma, a implantação de hortos de plantas medicinais surge como alternativa acessível a essa população, uma vez que auxilia no tratamento de doenças, além de contribuir com a preservação do meio ambiente, conhecimento e a tradição do uso popular das plantas (Silva et al., 2011).

Nesse sentido, esse trabalho tem como objetivo geral descrever um relato de experiência sobre a implantação do horto de plantas medicinais na clínica escola de odontologia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) tendo em vista que a descrição e instrução de técnicas de manuseio, plantio e usabilidades corretas, intensificam o uso racional de plantas e suas preparações, primando por uma adequada educação ambiental, conscientização ecológica e consequente maior sustentabilidade e bem-estar da comunidade(Favila e Hoppe, 2011).



2 DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA E DISCUSSÃO

Trata-se de um relato de experiência realizada pelos acadêmicos do curso de Ciências Biológicas e Odontologia, participantes de um programa de extensão da Universidade Federal de Campina Grande, campus Patos-PB sobre a implantação de um Horto Medicinal em uma clínica escola de odontologia, no mês de julho de 2019. A fim de contribuir com o conhecimento sobre o preparo, utilização das plantas e majoritariamente o uso racional desses fitoterápicos para os pacientes da clínica.



2.1 ESCOLHA DO TERRENO

O terreno destinado à implantação do Horto Medicinal localiza-se na Clínica Escola de Odontologia - Universidade Federal de Campina Grande na cidade de Patos-Paraíba. O local de implantação foi a parede da entrada principal da clínica devido ao fácil acesso pelos pacientes atendidos na unidade. A seleção foi executada avaliando critérios como propriedades medicinais, altura das plantas e as que possuem maior demanda pela população atendida pelo programa.



2.2 PREPARO DO SUBSTRATO

Primeiramente, peneirou-se o barro, a areia e o esterco, para retirada de pedras, ou qualquer outro tipo de material indesejado. Foi utilizado o esterco caprino obtido na fazenda experimental do CSTR, a fazenda NUPEÁRIDO (NÚCLEO DE PESQUISA DO SEMIÁRIDO); para a preparação do chamado traço, ou seja, a mistura do barro, areia e esterco, obedeceu-se a seguinte proporção: 2 partes iguais de barro e areia para apenas uma parte de esterco, pois o esterço em grande quantidade pode queimar as sementes deixando-as impróprias para a germinação e ou até mesmo partes da planta já germinada.

Para o processo de irrigação da horta vertical de garrafas PETs foi utilizado além do próprio sistema de abastecimento de água da instituição, a água que é descartada pelos ar-condicionado, uma solução inteligente prática e barata para algo que antes não se tinha uso. Valendo salientar que a prioridade foi sempre regar as plantas com a água descartada pelos ar-condicionado, em última instância recorremos a água do abastecimento do campus.



2.3 OBTENÇÃO DAS MUDAS

As mudas foram disponibilizadas pelo Horto etnobotânico localizado no viveiro florestal da Universidade Federal de Campina Grande sendo conservadas em um saco plástico especifico para mudas, até o momento do plantio final nas garrafas PETs. Foram escolhidas mudas de Capim santo (Cymbopo- gon citratus), Erva Cidreira (Lippia alba) ambas de ação calmante, Gengibre (zingiber oficinale) que promove o fortalecimento do sistema imunológico, Terramicina (Alternanthera brasiliana), Babosa (Aloe vera) ambas têm ótima ação cicatrizante, Anador (Artemísia vulgaris L.) analgésico e antiespasmódico. A transferência dos saquinhos para o plantio final nas garrafas PETs foi realizada no período da manhã̃, para melhor acondicionamento das mesmas.



2.4 CULTIVO DE PLANTAS MEDICINAIS

Realizou-se no horto de plantas medicinais, na clínica escola de odontologia, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), o cultivo de plantas medicinais típicas da região nordeste, obedecendo às particularidades e características de cada espécie. Após a abertura das covas, foram colocadas as respectivas mudas em locais diferentes. Ademais, foram elaborados autocolantes com a identificação das espécies cientificamente e popularmente. Todo o processo de plantio foi realizado pelos estudantes de Odontologia e Biológicas, que participam do programa de extensão sobre o uso racional de fitoterápicos, com o auxílio dos profissionais da instituição.

Após o cultivo, os estudantes continuaram a manutenção do horto, irrigando as plantas e realizando a limpeza do local. Outrossim, realizou-se um evento organizado pelos estudantes e profissionais do programa, para que os alunos da instituição e os pacientes da clínica escola resgatassem seus conhecimentos sobre a importância das plantas medicinais e seus benefícios. Vale ressaltar que essas atividades contribuíram como ações para auxiliar, por meio das orientações, os usuários, para que pudessem utilizar corretamente cada planta e suas preparações em suas residências juntamente com suas famílias.



2.5 USO MEDICINAL E POPULAR DAS PLANTAS

Na preparação do horto utilizou-se as plantas típicas da região Nordeste. O Capim santo (Cymbopogom citratus), que age como sedativo e espasmolítico, além de ser utilizado para o alívio de cólicas uterinas e intestinais, e no tratamento do nervosismo (FABIANO et al. 2017).

O Gengibre (Zinziber officinale) usado em casos de asma, rouquidão, bronquite e menorragia (perda de sangue pelo útero). Outrossim, possuía ação antimicrobiana, estimulante, digestiva (em casos de dispepsia), carminativa (nas cólicas flatulentas), antiemética, antiinflamatória, antirreumática, antiviral, antitussígena, antialérgica, cardiotônica, e casos de trombose e inflamação de garganta (NICÁCIO et al. 2018).

A Babosa (Aloe vera) tem se mostrado eficiente contra queimaduras de pele e úlceras cutâneas, atualmente usado em forma de cremes e pomadas, auxiliando na cicatrização de queimaduras, eczema e psoríase. Em se tratando do sumo desta planta, quando aplicado diretamente em feridas abertas, detecta-se ação anestésica, antimicrobiana e o aumento da microcirculação (Nascimento et al. 2019).

A Erva-cidreira (Lippia Alba) é amplamente conhecida popularmente pelas suas propriedades antiespasmódicas, calmante, analgésica e sedativas (Stefanini et al., 2002; Biasi & Costa, 2003).

O Anador (Justicia pectoralis), também conhecido como Chambá, geralmente é utilizado pela população na forma de chá ou lambedor para tratamento de afecções do trato respiratório, como tosse, bronquite e asma (MATOS, 2007).



2.6 ORIENTAÇÃO PARA O USO CORRETO DAS PLANTAS MEDICINAIS

Por meio de oficinas práticas, os estudantes dedicam-se ao ensino e produção de chás terapêuticos com várias formas de preparo e utilidades diferentes a depender de qual substrato é utilizado e que efeito se busca. Para tanto, foram utilizados os métodos através do estudo de referencial teórico sobre plantas medicinais de uso comum no Nordeste do Brasil (GERALDO, ARAÚJO, et al., 2016).

Foi ministrada uma orientação sobre o uso correto das plantas medicinais e suas preparações caseiras junto à comunidade pelos acadêmicos dos cursos de ciências biológicas e odontologia, participantes do programa de extensão sobre o uso racional de fitoterápicos. Por meio de oficinas práticas, os estudantes dedicam-se ao ensino e produção de chás terapêuticos e outros produtos fitoterápicos, com várias formas de preparo e utilidades diferentes a depender de qual substrato é utilizado e que efeito se busca.

Para a produção de chás existem, dentre vários outros métodos, a infusão e decocção. O infuso, por exemplo, é preparado na proporção em que se adiciona água fervente à medida de 150ml à 10g da erva da planta fresca ou 5g da erva seca. Mistura-se e mantém em repouso por 10 minutos (COSTA, et al., 2016). A decocção ou cozimento é a forma mais adequada para o preparo de chás com cascas e raízes. A planta é então imersa em água até levantar fervura. Logo após, a mistura é deixada em repouso entre 10 a 15 minutos e coada em seguida (COSTA, et al., 2016).

Durante as oficinas, os discentes encorajam os participantes instruídos durante toda a ação sobre a importância do conhecimento do uso adequado de plantas medicinais como uma alternativa viável frente a outros medicamentos industriais.

Ao final das atividades, os participantes foram instruídos e encorajados durante toda a ação sobre a importância do conhecimento do uso adequado de plantas medicinais como uma alternativa viável frente a outros remédios industriais.



3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O tratamento de diversos males pelo uso de plantas medicinais é o que legitima vários estudos e pesquisas na área médica sobre os fitoterápicos. Assim sendo, tais conhecimentos sobre a eficácia e utilidade tornam-se de fundamental importância sendo claramente disseminados à população como forma de promover saúde e bem-estar. Como principal finalidade decorrente do ensino na comunidade, procurou-se de introduzir a importância dos fitoterápicos e difusão de seus métodos de preparo para tratamento de diversas enfermidades por meio de técnicas terapêuticas naturais com baixo grau de risco à saúde.



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