ISSN 1678-0701
Número 71 (volume 19, série 2)
Junho-Agosto/2020
Números  
Início      Cadastre-se!      Procurar      Área de autores      Contato     Apresentação     Normas de Publicação     Artigos     Notícias     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Entrevistas     Arte e ambiente     Divulgação de Eventos     Sugestões bibliográficas     Educação     Sementes     Gestão Ambiental     O Eco das Vozes     Relatos de Experiências
 
Relatos de Experiências

No. 71 - 08/06/2020
ABC AMBIENTAL - AVALIANDO A PERCEPÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO INFANTIL  
Link permanente: http://revistaea.org/artigo.php?idartigo=3936 
" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">

ABC AMBIENTAL 

Avaliando a percepção ambiental no ensino infantil  

 

Maria Aparecida Pereira Santos1 

Valdenira  Carlos da Silva2 

Francisco Renan Gonçalo Barbosa3 

 

1 Mestranda em Desenvolvimento Regional Sustentável, Universidade Federal do Cariri, Crato, Ceará, adriellypereyra@gmail.com; (88) 98486021 

2 Mestranda em Desenvolvimento Regional Sustentável, Universidade Federal do Cariri, Crato, Ceará, valdeniracarlos88@gmail.com; (88) 92208059 

3 Professor do ensino Infantil Municipal de Missão Velha- Ceará, formado em Linguagens e códigos pela Universidade Regional do Cariri – URCA, renangoncalo@gmail.com; 



Resumo 

A educação ambiental torna-se ferramenta indispensável no processo de ensino e aprendizagem, uma vez que as questões ambientais estão intrínsecas no processo de desenvolvimento, econômico, social e cultural de qualquer sociedade. A inserção de noções de educação ambiental no ensino infantil torna-se um instrumento que viabiliza o amadurecimento social das crianças quanto as suas responsabilidades para preservação e manutenção do meio ambiente. Com essa perspectiva o estudo que resultou beste artigo  buscou avaliar a percepção ambiental de crianças de 7 a 9 anos regulamente matriculadas no ensino infantil (2º e 3º ano) de uma escola pública do interior do Ceará, esse entendimento proporcionou  verificar se a Educação Ambiental hoje vista de modo multidisciplinar , como regulamenta as PCN’S (Parâmetros Curriculares Nacionais), para a população amostral avaliada está tendo um efeito positivo. Nos resultados encontrados percebeu-se que a grande maioria das crianças avaliada tem uma percepção positiva, indicando que entende a importância e o contexto dos elementos naturais no meio ambiente. Contudo é necessário que os temas sejam trabalhados com mais especificidades dentro da sua transversalidade, no intuito de evitar discrepâncias em níveis de ensino.  



 Palavras-chave: Educação Ambiental; Ensino Infantil; Consciência socioambiental

Abstract  

Environmental education becomes an indispensable tool in the teaching and learning process, since environmental issues are intrinsic in the development, economic, social and cultural process of any society. The insertion of notions of environmental education in early childhood education becomes an instrument that enables children's social maturity regarding their responsibilities for preserving and maintaining the environment. With this perspective in mind, the study that resulted in this article sought to evaluate the environmental perception of children aged 7 to 9 years old, regularly enrolled in early childhood education (2nd and 3rd year) of a public school in the interior of Ceará, this understanding allowed to verify if Environmental Education today seen in a multidisciplinary way, as regulated by the PCN'S (National Curriculum Parameters), for the evaluated sample population is having a positive effect. In the results found, it was noticed that the vast majority of children evaluated have a positive perception, indicating that they understand the importance and context of natural elements in the environment. However, it is necessary that the themes are worked with more specificities within their transversality, in order to avoid discrepancies in levels of education.



Keywords: Environmental EducationKindergarten; Socio-environmental awareness. 



INTRODUÇÃO  

A Educação Ambiental (EA) ganhou notoriedade com a promulgação da Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que instituiu uma Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) e, por meio dela, foi estabelecida a obrigatoriedade desta temática em todos os níveis do ensino formal da educação brasileira (BRASIL, 1999).  

O trabalho educacional é componente dessas medidas das mais essenciais, necessárias e de caráter emergencial, pois sabe-se que a maior parte dos desequilíbrios ecológicos está relacionada a condutas humanas inadequadas impulsionadas por apelos consumistas – frutos da sociedade capitalista – que geram desperdício, e ao uso descontrolado dos bens da natureza, a saber, os solos, as águas e as florestas (CARVALHO, 2006) 

Na visão de Chalita (2002, p. 34), a educação constitui-se na mais poderosa de todas as ferramentas de intervenção no mundo para a construção de novos conceitos e consequente mudança de hábitos. É também o instrumento de construção do conhecimento e a forma com que todo o desenvolvimento intelectual conquistado é passado de uma geração a outra, permitindo, assim, a máxima comprovada de cada geração que avança um passo em relação à anterior no campo do conhecimento científico e geral.  

A Educação Ambiental tem assumido nos últimos anos o grande desafio de garantir a construção de uma sociedade sustentável, em que se promovam, na relação com o planeta e seus recursos, valores éticos como cooperação, solidariedade, generosidade, tolerância, dignidade e respeito à diversidade (CARVALHO, 2006).   

Na visão de Dias (2004), a Educação Ambiental na escola não deve ser conservacionista, ou seja, aquela cujos ensinamentos conduzem ao uso racional dos recursos Naturais e à manutenção de um nível ótimo de produtividade dos ecossistemas Naturais ou gerenciados pelo Homem, mas aquela educação voltada para o meio ambiente que implica uma profunda mudança de valores, em uma nova visão de mundo, o que ultrapassa bastante o estado conservacionista.  

A Educação Ambiental é conteúdo e aprendizado, é motivo e motivação, é parâmetro e norma. Vai além dos conteúdos pedagógicos, interage com o ser humano de forma que a troca seja uma retroalimentação positiva para ambos. Educadores ambientais são pessoas apaixonadas pelo que fazem. E, para que o respeito seja o primeiro sentimento motivador das ações, é preciso que a escola mude suas regras para se fazer educação ambiental de uma forma mais humana (CARVALHO, 2006).  

Portanto, é possível perceber, através do que foi exposto, que a Educação Ambiental é um caminho possível para mudar atitudes e, por consequência, o mundo, permitindo ao aluno construir uma nova forma de compreender a realidade na qual vive, estimulando a consciência ambiental e a cidadania, numa cultura ética, de paz, de solidariedade, de liberdade, de parceria e partilha do bem-comum, da habilidade, da delicadeza e do bom senso. Ou seja, a Educação Ambiental é aquela que permite o aluno trilhar um caminho que o leve a um mundo mais justo, mais solidário, mais ético, enfim, mais sustentável (GUEDES, 2006). 

Nesse sentido, o “Projeto ABC Ambiental’’ buscou avaliar se os temas ambientais que hoje são trabalhados de forma transversal nas escolas, estão proporcionando que os alunos contextualizem o os recursos naturais e estejam inseridos e engajados com as temáticas mais comum a educação ambiental.  

PERCURSO METODOLOGICO  

O público alvo do estudo será crianças de 7 a 9 anos de idade regulamente matriculadas na modalidade de educação infantil na escola pública E.F Edson Olegário de Santana na zona rural do município de Missão velha, estado do Ceará.  

O município está inserido na região do Semiárido Brasileiro, com uma população estimada em 35. 662 pessoas. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade 96,8 % e possui IDEB (índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de 4,9 segundo IBGE, 2018. 

Nas regiões brasileiras que estão encravadas no semiárido brasileiro existem peculiaridades em relação aos recursos naturais em especial quando se trata dos recursos hídricos, que são de forma generalizada é um  fator limitante de diversos processos biológicos, assim sendo é vital que as populações que fazem parte desse território enxerguem seu contexto quanto à aspectos ambientais e sejam capazes que conviver nesse ambiente de forma sustentável e   evitar assim o êxodo rural.  

O método pode ser enquadrado como descritivo, transversal e quantitativo, contemplado 6( seis) questões fechadas sobre educação ambiental nas quais englobavam as temáticas da importância das águas, noções de coleta seletiva  e disposição de resíduos sólidos e líquidos, entendimento sobre a biodiversidade da fauna e flora e contextualizando o meio ambiente no contexto ao qual estão inseridos, subdividido em 3 dimensões. 

  • Positivo: Quando entendem da temática abordada e sabem da sua importância; 

  • Negativo: Quando não sabem sobre o tema abordado e nem percebem sua importância; 

  • Neutro: Quando não tem uma opinião formada sobre o tema ou há incoerências para responder.  



Tabela 1: Questionário aplicado  

Nº  

Perguntas  

Opções  

Percepção esperada 

Podemos viver sem água? 

 

(  ) sim   

(  ) Não  

(  ) Por um tempo  

Importância da água para nossa sobrevivência  

Você acha que o nosso lixo* deve ser separado? 

 

(  ) sim   

(  ) Não  

(  ) Alguns 

Necessidade da coleta setiva  

O meio ambiente é importante para os seres vivos? 

 

(  ) sim   

(  ) Não  

(  ) Talvez 

Conexão entre seres vivos  

Você conhece as cores padrões para separar o lixo? 

 

(  ) sim   

(  ) Não  

(  ) Algumas 

Implementação da coleta seletiva  

As plantas da comunidade devem ser derrubadas? 

 

(  ) sim   

(  ) Não  

(  ) as vezes 

Manutenção dos ecossistemas  

No seu entendimento quais os elementos que fazem parte do meio ambiente? 

 

(  ) rios  

(  ) pessoas  

(   ) ar  

(   ) plantas  

(  ) plantas 

(  ) animais            

(  ) floresta   

(  ) lixo   

(  ) carros  

(  ) computadores  

(  ) água 

 

Noções do que faz parte do meio ambiente 

 Fonte: Autores, 2019.  * o termo lixo foi utilizado para facilitar o entendimento dos alunos. 



Conforme descrito na tabela 1, o questionário tem como objetivo avaliar percepções, não opiniões já estruturadas uma vez que o público alvo era crianças, na linguagem do questionário buscou-se utilizar menos termos técnicos para facilitar o entendimento, assim evitando interferências nas respostas.  

O questionário foi aplicado nas turmas do 2º ano (14 alunos) e 3º ano (10 alunos) do ensino infantil na escola citada, no dia vinte e três de agosto de dois mil e dezenove com um total de 24 participantes. Nesse encontro também foi possível elencar aspectos sobre o meio ambiente através de uma aula expositiva com as temáticas chaves e aplicação de dinâmica para fixar o conhecimento adquirido. Os questionários serviram como instrumentos de pesquisa e forma elaborados de forma sequencial sendo focados na percepção ambiental de cada aluno e como esse aspecto influência no seu cotidiano.  A aplicação desses foi por si só uma intervenção, não tendo sido explicado seus objetivos a fim de evitar influenciar a população amostral.  

RESULTADOS E DISCUSSÃO  

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, Art. 2°, define: “A Educação Ambiental é uma dimensão da educação, é atividade intencional da prática social, que deve imprimir ao desenvolvimento individual um caráter social em sua relação com a natureza e com os outros seres humanos, visando potencializar essa atividade humana com a finalidade de torná-la plena de prática social e de ética ambiental. 

A sistematização dos resultados seguiu uma metodologia adaptada na qual a percepção foi classificada como positiva, negativa e neutra, de acordo com a temática avaliada na questão. Nessa metodologia buscou-se compreender se os alunos estavam íntimos e entendiam a importância dos aspectos ambientais para sua sobrevivência e da sua comunidade.  

Como mostra o gráfico 1 e 2 que estão relacionados as questões e seus percentuais quanto a percepção seguindo a divisão em dimensões (positivo, negativo e neutro). A primeira questão  abordavam os temas de importância da água para nossa sobrevivência, a segunda questão buscava verificar o entendimento do aluno quanto aos resíduos que são comumente designados como lixo, a terceira questão destacava a importância da coleta seletiva na escola, em suas casas e comunidades, a quarta  e respectivamente a quinta traziam a temática da fauna e flora e suas interações entre si e com o meio ambiente que englobavam além do conceito ambiental o social, econômico e cultural. 

Figura 1: Percepção dos alunos do segundo ano sobre os temas abordados.  

 Fonte: Autores, 2019. 



É interessante perceber no gráfico 1 que as temáticas sobre resíduos e flora foram a que tiveram uma melhor percepção, ou seja, os alunos compreendiam a sua relevância e entendiam como esses temas estavam intrínsecos ao meio ambiente. Nas outras temáticas abordadas pode-se perceber que ainda há confusão quanto aos temas e sua importância para nossa subsistência e sobrevivência.  

Figura  2: Percepção dos alunos do terceiro ano sobre os temas abordados 

 Fonte: Autores, 2019. 



O segundo gráfico traz a percepção dos alunos do 3 ano, quanto aos temas relacionados, percebe-se avaliando o gráfico que os alunos tiveram dificuldades de contextualizar os temas com o meio ambiente, pois entendesse que nesse nível do ensino as crianças devam ter uma maior facilidade de assimilar as questões.  

Segundo Dias (1993), em sua obra Educação Ambiental: princípios e práticas, a aprendizagem será mais significativa se a atividade estiver adaptada concretamente às situações da vida real da cidade, ou do meio, do aluno e do professor. 

A diferença na percepção dos alunos dos 2 e 3 anos se dar pelo fato do meio ambiente ser um tema transversal, que muitas vezes são mais aplicáveis a educação nos níveis iniciais, pois possibilitava aulas mais dinâmicas e exploratórias. Como se pode observar que os coletores seletivos da escola foram trabalhados com a turma do 2 ano. Em contrapartida as séries seguintes te uma maior cobrança pelas disciplinas básicas do currículo escolar.  

A Educação Ambiental precisa ser entendida como uma importante aliada do currículo escolar na busca de um conhecimento integrado que supere a fragmentação tendo em vista o conhecimento independente. Uma vez que, segundo Sato (2002), a EA “sustenta todas as atividades e impulsiona os aspectos físicos, biológicos, sociais e culturais dos seres humanos”. Sendo assim, apresenta-se como uma peça importante no currículo escolar. 

Outro ponto pertinente abordado na pesquisa foi debatido na questão seis do questionário quanto à relevância   do meio ambiente destacando as partes que o compõe. É importante ressaltar que a temática ambiental já tinha sido trabalhada pelos professores na escola supracitada, isso contribui com resultado positivo quando os alunos foram questionados sobre os elementos presentes no meio ambiente, onde 71,4% dos participantes tem uma boa percepção dos elementos da natureza como rios, pessoas, ar, plantas, animais, floresta e água. Por outro lado, um total de 28,5% dos alunos ainda não compreende o que faz parte do meio ambiente citando lixo, carros, computadores como parte do nosso ambiente natural. 

De forma geral entende-se que ambiente natural é aquele em que envolvem e sustentam os seres vivos na biosfera, abrangendo elementos do clima, solo, água e de organismos, tornando uma soma total das condições externas circundantes no interior das quais um organismo, comunidade existe. (ART, 1998). 

Um resultado semelhante foi observado na turma do 3º ano  com 90% dos pesquisados apresentarem uma visão positiva  sobre a temática abordada enquanto apenas 10% dos alunos não conseguem assimilar  a diferencia entre meio ambiente e o meio em si sendo importante estimular essa discussão na sala de aula a fim de trazer o entendido do meio em que vivem buscando compreender o que é modificado e o que pode ser modificado possibilitando uma relação entre o mundo externo e interno. 





CONSIDERAÇÕES FINAIS  

Na busca pelo desenvolvimento sustentável, que surge como pilar do novo século, a educação ambiental no ensino infantil surge como uma vertente dinâmica e proveitosa. Contudo o caminho a ser percorrido ainda requer muitos ajustes. A presente pesquisa avaliou a percepção ambiental de crianças para que possibilitasse avaliar como os temas ambientais estão sendo discutidos nas escolas públicas de ensino infantil.  

É interessante perceber a curiosidade das crianças sobre os temas, principalmente quando estes estão estrelados o seu contexto, social, regional ou cultural. E esse talvez seja o caminho mais fácil para o entendimento do meio ambiente e recursos naturais que o compõe. Contudo é necessário que haja capacitação dos educando quanto aos temas da educação ambiental, para que não haja confusão ou informações contraditórias na discussão das temáticas ambientais.  

A percepção avaliada nas crianças pode inda ser melhorada uma vez que os temas abordados são fundamentais para sua formação como cidadãos conscientes dos seus deveres junto à sociedade, uma vez que os temas ambientais trespassam o entendimento individual. 



REFERÊNCIAS  

ART, W. H. Dicionário de ecologia e ciências ambientais. São Paulo: UNESP/Melhoramentos, 1998. 583p. 

BRASI, LEI No 9.795/99, dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.  Data da legislação: 27/04/1999 - Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, Publicação DOU, de 28/04/1999.   

BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: ciências naturais/Secretaria da Educação Fundamental. 2ª Ed, Rio de Janeiro: DP & A, 2000.  

CARVALHO, I. C. M. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2006.  

CHALITA, Gabriel. Educação: a solução está no afeto. São Paulo: Gente, 2002.  

DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: Princípios e Práticas. 2.ed. São Paulo: Gaia, 1993. 

DIAS, Genebaldo. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 9.ed. São Paulo: Gaia, 2004. 

GUEDES, José Carlos de Souza. Educação ambiental nas escolas de ensino fundamental: estudo de caso. Garanhuns: Ed. do autor, 2006. 

IBGE, 2018. Brasil/ Ceará/ Missão Velha. Disponível em < https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ce/missao-velha/panorama > Acessado em 24 de agosto de 2019.  

SATO, M. Educação Ambiental. São Carlos: Rima 2002. 

 





" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">
 
  Início      Cadastre-se!      Procurar      Área de autores      Contato     Apresentação     Normas de Publicação     Artigos     Notícias     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Entrevistas     Arte e ambiente     Divulgação de Eventos     Sugestões bibliográficas     Educação     Sementes     Gestão Ambiental     O Eco das Vozes     Relatos de Experiências