ISSN 1678-0701
Número 59, Ano XV.
Março-Maio/2017.
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10/03/2017
EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO COTIDIANO DOS DISCENTES DA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL IZAURA COSTA, CAXIAS-MA, BRASIL  
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO COTIDIANO DOS DISCENTE DA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL IZAURA COSTA, CAXIAS-MA, BRASIL

Hilda Raianne Silva de Melo¹ - hildaraianne15@gmail.com

 Maiara Sousa dos Santos¹ - maiarahssantos@gmail.com

 Andressa Ramos Lima2andressa_tdblima@hotmail.com

 Cândida Jaine Cunha da Costa¹ - jaine_sta@hotmail.com

 Flávia NatalinaAmorin do Nascimento¹ - flavia-natalina@hotmail.com

1Graduação em Ciências Biológicas – Licenciatura – UEMA. Autor para correspondência: Hilda Raianne Silva de Melo, e-mail: hildaraianne15@gmail.com – Caxias – Brasil

2Graduanda em Ciências Biológicas – Licenciatura – UEMA.

 

RESUMO

O presente projeto teve como objetivo abordar o tema sobre meio ambiente em uma escola do município de Caxias, MA, buscando mudanças de comportamento por parte dos discentes no que diz respeito á preservação do meio ambiente. Na qual, foi explanados textos com subtemas, abordando a temática. Com os resultados, observou-se que há uma carência sobre as ideias de Educação Ambiental, na compreensão do seu conceito e na realizaçãode algumas ações pontuais no projeto desenvolvido no espaço escolar, mas énotório o esforço dos discentes para melhorar suas ações com o meio ambiente. Tal feito aponta para a necessidade do investimento em capacitações e formação, que abordem o tema Educação Ambiental nas escolas.

Palavras-chaves:Alunos. Educação Ambiental.Izaura Costa.

 

INTRODUÇÃO

A Educação Ambiental é um processo educativo que visa formar cidadãos éticos nas suas relações com a sociedade e com a natureza. Durante a formação, cada indivíduo é levado a uma reflexão de seus comportamentos e valores pela aquisição de conhecimentos, compromisso e responsabilidade com a natureza e com as gerações futuras o quecontribui para que o indivíduo seja parte atuante na sociedade, aprendendo a agir individual e coletivamente na busca de soluções (REIGADA; REIS, 2004).

Segundo Cruz (2010) a educação aparece em muitas ocasiões como potencialmente capaz no auxílio à resolução de diversos problemas sociais, e é na escola espaço formal de educação que há uma grande expectativa de formar uma nova geração capaz de respeitar e lutar pela qualidade ambiental e social.

Por ser parte integrante da sociedade e co-responsável pela sua transformação, torna-se necessário que a Escola ofereça meios para que seus alunos participem se manifestem, criando a sua consciência crítica e comprometida com o meio ambiente. Os educadores têm um papel fundamental na inserção da Educação Ambiental. O docente precisa ter como horizonte a transformação de hábitos, mobilizando os discentes para formação da consciência ambiental. A Escola deve favorecer o trabalho de questões ambientais, promovendo ações de integração, divulgação e discussão das atividades desenvolvidas (TRINDADE, 2011).

De acordo com Silva e Junqueira (2007), para estimular a percepção das pessoas direta ou indiretamente envolvidas no processo de conservação de áreas naturais e das espécies nela abrigadas, é imprescindível ter como mediadores os educadores ambientais, que são o elo entre a ciência e conservação ambiental, onde a participação das populações envolvidas é fundamental. Essa mediação é complexa e o educador ambiental não pode esquecer que seu trabalho deve estar embasado nos princípios da Educação Ambiental: participação, pensamento crítico-reflexivo, sustentabilidade, ecologia de saberes, responsabilidade, continuidade, igualdade, conscientização, coletividade, emancipação e transformação social, sem esquecer o cunho político (GONZALES, TOZONI-REIS e DINIZ, 2007).

A Educação Ambiental resume-se na prática de atitudes sustentáveis as quais são geradas de diferentes formas: palestras, discussões, projetos, debates, mudanças de atitudes através da conscientização, leitura constante de reportagens que retratam as questões ambientais da atualidade e outras que deveriam ser consolidadas no meio social, analisando as atitudes humanas buscando alternativas que propiciem uma boa relação entre o indivíduo e o meio em que vive (OLIVEIRA, 2016).

Neste sentido o projeto objetivou-se,abordar sobre o meio ambiente em uma escola do município de Caxias, MA, buscando mudanças de comportamento por parte dos discentes no que diz respeito á preservação do meio ambiente.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

A pesquisa foi realizada no município de Caxias, situada na Mesorregião leste do estado do Maranhão, que possui área territorial de 5.150 km2 e população de 155.129 habitantes. Limita-se ao norte com os municípios de Codó, Aldeias Altas e Coelho Neto; ao sul com os municípios de São João do Sóter, Matões e Parnarama; a leste com o município de Timon e o Estado do Piauí; e a oeste com o município de Gonçalves Dias (IBGE, 2010).O projeto foi desenvolvido na escola Estadual,Unidade Integrada Izaura Costa,localizada no bairro Trezidela,funcionando atualmente com turmas de 5ª a 8ª séries (6° ao 9° ano), sendo trabalhado tanto com as turmas do turno matutino como vespertino (tabela 1). O presente trabalho foi desenvolvido no período de março à julho de 2015 (Figura 1).

Os cincos subtemas trabalhados foram sorteados de acordo com as turmas existentes na escola. Para a execução do projeto foram utilizados textos e/ou palestras sobre o Meio Ambiente abordando os subtemas desmatamento, poluição, água, lixo, e reciclagem,utilizando-se de recursos midiáticos como televisores, aparelhos de DVD e data show existentes na escola.  Após a explanação dos textos, foram confeccionados paródias, blog, maquetes, cartazes, cordel ilustrativo e a confecção de objetos a partir da reutilização de materiais recicláveis.

Turmas

Subtemas

6º C matutino e 9º A vespertino

Desmatamento

6º A matutino e 9º B vespertino

Poluição

6º B, 7º e 8º ano B matutino,

Água

7º B e 8º vespertino

Lixo e Reciclagem (reutilização de plástico e papel)

8ºA matutino e 7º Vespertino

Lixo e Reciclagem (reutilização de vidro e metal)

Tabela 1. Divisão das turmas em relação aos subtemas

 

Para a exposição e/ou apresentação das tarefas executadas pelos discentes foi organizado uma Feira de Ciências, que para Bernandes (2011) as feiras de ciências constituem-se em recursos riquíssimos para divulgação de ciência na comunidade escolar. Esse tipo de aprendizado didático escolar é fundamental na troca de conhecimento e também de alfabetização científica. As mesmas organizadas dentro da escola de Ensino Fundamental são importantíssimas para aprendizagem do aluno e para divulgar temas científicos, atuais ou não.

RESULTADO E DISCUSSÃO

Foi realizado uma feira ecológica no pátio da escola onde a participação dos alunos foi bastante perceptível em todo o desenrolar do projeto.Simsonet al.;(2001) entendem que nesses locais os alunos aprendem através da prática, da vivência, do fazer, da percepção do objeto de estudo através dos sentidos, além de permitirem aos alunos a prática da vida em grupo.

Mezzari; Frota; Martins (2011) mencionam que é necessário a escola realizar momentos de diálogo entre as disciplinas e momentos de interdisciplinaridade, e a partir de então os conteúdos curriculares possam fazer sentido para a vida. Deste modo, as Feiras ecológicas, se constituem palco para um trabalho baseado no ensino por projetos, e por ser um evento institucional, implica a mobilização de muitas pessoas da comunidade escolar e de outros espaços para sua realização. Como qualquer outra atividade de ensino-aprendizagem que envolve criatividade e investigação na busca de soluções para uma situação problematizadora(BARCELOS; JACOBUCCI; JACOBUCCI,2010).

Ao longo da história da humanidade, os avanços tecnológicos sempre contribuíram bastante para transformar diversos campos de atividades. Em virtude disso, um blog foi criado, para a divulgação da feira ecológica (figura 1). Onde os alunos postaram fotos relacionando todos os subtemas do projeto, além de permitir comentários dos leitores, após a finalização do projeto a direção da escola comunicou que o blog continuaria ativo, com o intuito de divulgar os eventos da escola.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


De acordo com Inagaki (2012), o blog oferece uma maior variedade de interação, pois permite atualização rápida de conteúdos a partir da inserção dos chamados posts, que são textos ou informações que podem ser comentadas por seus usuários. Normalmente os comentários ficam centrados nos tópicos sugeridos por quem gerencia a página e, nele, é visualmente mais fácil ir incluindo novos temas de discussão com frequência para serem comentados. Geralmente os blogs têm políticas de acesso e publicação, por exemplo, podem ser escritos por uma ou um número variável de pessoas, podem ser organizados de forma cronológica inversa, dependendo de sua temática entre outras opções e para participar o usuário deve respeitar as regras determinadas pelo gerenciador.

Nos subtemas desmatamento, poluição, água e materiais (papel, plástico, vidro e metal), trabalhou-se poemas, paródia, desenhos ilustrativos, confecçãode cartazes e de uma maquete representando uma área conservada e uma área desmatada, fantoches, jogos educativos e oficinas de reciclagens (Figura 2).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


De acordo com Bronzato (2009), os trabalhos de grupo constituem um valioso instrumento educacional que pode ser utilizado para trabalhar o ensino/aprendizagem, uma vez que o grande diferencial desse tipo de atividade em sala de aula é a oportunidade de criar uma vivência lúdica, instigante e motivadora que rompe os modelos tradicionais de didática.

Os alunos fizeram atividades relacionando os problemas ambientais, tentando criar e demostrarem soluções para amenizar estas ações causadas pelo homem. A teoria de Piaget para o ensino é a de que ele deve ser acompanhado de ações e demonstrações e, sempre que possível, deve dar aos alunos a oportunidade de agir (trabalho prático). Todas essas atividades de ações e demonstrações envolve conhecimento contribuindo para o aprendizagem desses alunos.

É notório em qualquer lugar que direcionar-se os olhos, ver sacos de lixo abarrotados de material reciclável, como garrafas, latas, papel, vidros, etc. A sociedade aos poucos se conscientiza de que não basta jogá-los fora e esquecê-lo, como se os latões de lixo fossem dar fim ao problema. Nesse aspecto, surge então a questão dos resíduos sólidos (lixo) como uma das mais sérias ameaças à população, pois poluiu-se o meio ambiente, pela necessidade de livrar-se daquilo que para o homem, é inútil.

Na busca por achar as respostas para os questionamentos atribuídos ao destino dos resíduos sólidos, pode-se citar, a reciclagem que, por si só, pode ser uma das soluções mais exequíveis aos problemas ambientais relacionados com o lixo.

Segundo VALLE (1995), reciclar o lixo significa refazer o ciclo, permite trazer de volta, à origem, sob a forma de matéria-prima aqueles materiais que não se degradam facilmente e que podem ser reprocessados, mantendo as suas características básicas. Assim, em uma escala menor poderíamos dizer que a reciclagem se concretiza sempre que se encontra um novo uso para alguma coisa que, até então, já não teria nenhuma utilidade.

Dessa forma, a compreensão de que as questões/problemas ambientais não se restringem a fauna, flora, rio e mar, é um dos primeiros passos para que se amplie o olhar e se enxergue além dos fenômenos, mas percebendo-se as conexões que se relacionam com estes. Logo, é válido ressaltar que os problemas ambientais deverão ser percebidos de forma global, o que incita a uma postura crítica, renovada que supere a lógica antropocêntrica. Portanto, as ações que forem estimuladas no ambiente escolar contribuirão para formar novas visões/percepções do ambiente mais abrangente e factuais.(GARRIDO; MEIRELLES, 2014; PENTEADO; FORTUNATO, 2010; JESUS et al., 2016).

Para a culminância do projeto foi realizado uma Feira de Ciências, durante a montagem do projeto pode-se perceber o empenho por parte de alguns alunos em fazer o que era proposto e, é claro que alguns apresentaram algumas dificuldades exigindo um pouco mais de esforço, porém as tarefas propostas aos discentes foram alcançado,na qual foram apresentados durante a Feira de Ciências.

As Feiras de Ciências surgiram com o intuito de aproximar a teoria da prática nas salas de aulas. Dornfeld e Maltoni, (2011) mencionam que: A realização de Feiras de Ciências traz benefícios para alunos e professores e mudanças positivas no trabalho em Ciências, tais como: o crescimento pessoal e a ampliação dos conhecimentos; a ampliação da capacidade comunicativa; mudanças de hábitos e atitudes; o desenvolvimento da criticidade; maior envolvimento e interesse; o exercício da criatividade conduz à apresentação de inovações e a maior politização dos participantes.

Segundo Bernardes, (2011) as feiras organizadas dentro da escola de Ensino Fundamental são importantíssimas para aprendizagem do aluno e para divulgar temas científicos, atuais ou não.

 

CONCLUSÃO

A tarefa de conscientização com relação à conservação do meio ambiente é uma missão de todos nós neste país, já que conseguimos viver e ter todas as nossas necessidades básicas atendidas e, justamente por isso, somos produtores de cada vez mais lixo. Não se trata de assunto isolado, mas que permeia todo o modo de vida de uma população, já que os problemas ambientais não só preocupam, mas atingem a todos. A reciclagem do lixo, no contexto escolar, exige antes de mais nada, o comprometimento de toda a sociedade. Com essa atitude de reciclar e reaproveitar os resíduos, não se reduz apenas a quantidade de lixo, como também recupera os produtos já fabricados, economiza matéria-prima, além de diminuir a degradação do meio ambiente. Considera-se cada vez mais urgente e necessário, pois o futuro da humanidade está intimamente relacionado à natureza e ao uso que o homem faz dos recursos naturais.

 

REFERÊNCIAS

BARCELOS, N. N. S.; et al. Quando o cotidiano pede espaço na escola, o projeto da feira de ciências “vida em sociedade” se concretiza. Ciência e Educação, Uberlândia, v. 16, n. 1, p. 215-233,2010.

BERNARDES; O. A. Algumas considerações sobre a importância de feiras de ciências. UERJ. Revista Educação Publica.2011.

BRONZATO, L. H. A dinâmica de grupo no ensino da oralidade. Revista Prolíngua. V. 2, N. 1. Jan./Jun. de 2009. Disponível em: <http:/www.revistaprolingua.com.br/wpcontent/uploads/2010/01/Lucilene.pdf>. Acesso em: 06 mai. 2013.

CRUZ, A. C. S.; ZANON, Â. M. Agenda 21 potencialidade para educação ambiental visando a sociedade sustentável.Revista eletrônica Mestrado em Educação Ambiental. v. 25. 2010.

DORNFELD, Carolina Buso; MALTONI, Kátia Luciene. A feira de Ciências como auxílio para a formação inicial de professores de Ciências e Biologia. Revista Eletrônica de Educação. São Carlos, SP-UFScar, v. 5, n. 2, p. 42-58, novembro, 2011.

GARRIDO, L. S.; MEIRELLES, R. M. S. Percepção sobre meio ambiente por alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental: considerações à luz de Marx e de Paulo Freire. Ciência e Educação, v. 20, n. 3, p. 671-685, 2014.

GONZALES, L. T. V.; TOZONI-REIS, M. F. C.; DINIZ, R. E. S. Educação ambiental na comunidade: uma proposta de pesquisa-ação. Revista Eletrônica Mestrado em Educação Ambiental, Rio Grande, v. 18, 2007. Disponível em . Acesso em: 21 abr. 2008.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Situação Econômica do Estado. Maranhão: IBGE; 2010. [acessado 2016 agosto  27]. Disponível em: http:// www.ibge.org.br/cidades@

INAGAKI, A. Blogo, logo existo. Retirado de: http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1644.2012.

JESUS, E. N. et al. Percepção Ambiental & as práticas sustentáveis: um estudo de caso com a modalidade da Educação para Jovens e Adultos (EJA). Revista Educação Ambiental em ação.  2016.

MEZZARI, S.; FROTA, P. R. de O.; MARTINS, M. da C. Feiras multidisciplinares e o ensino de ciências. Revista Eletrônica de Investigação e Docência (REID), n. monográfico, p. 107-119, 2011.

OLIVEIRA, H. R. et al. O homem, suas ações e os desafios do desenvolvimento sustentável. Revista Educação Ambiental em ação, 2016

PENTEADO, C. L. C.; FORTUNATO, I. Crise Ambiental e percepção: Fragmentação ou Complexidade? Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental. v. 24, n. 1, p. 1517-1256, 2010. 

REIGADA, C.; REIS, M.F.C.T. Educação ambiental para crianças no ambiente urbano: uma proposta de pesquisa-ação. Ciência e Educação, Bauru, n.2, p. 149-159, 2004.

SILVA, J. M. C.; JUNQUEIRA, V. Educação e conservação da biodiversidade: uma escolha. In: JUNQUEIRA, V.; NEIMAN, Z. (Orgs.). Educação ambiental e conservação da biodiversidade: reflexões e experiências brasileiras. Barueri: Manole, 2007. p. 35-48.

SIMSON, O. R. M. von et al. Introdução. In: SIMSON, O. R. M. von et al.,(orgs). Educação não-formal: cenários da criação. Campinas, SP: Editora da UNICAMP/ Centro de Memória, 2001.

TRINDADE, N. A. D. CONSCIÊNCIA AMBIENTAL: COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO AMBIENTE ESCOLAR. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011.

VALLE, C. E. Qualidade ambiental: como ser competitivo protegendo o meio ambiente. São Paulo: Pioneira, 1995.

 

 



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