ISSN 1678-0701
Número 63, Ano XVI.
Março-Junho/2018.
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Prêmio: Destaques

10/03/2018EDUCAÇÃO AMBIENTAL: COLETA SELETIVA, RECICLAGEM EREAPROVEITAMENTO DO ÓLEO DE COZINHA REALIZADO NO C. E. NASCIMENTO DE MORAIS, MUNICÍPIO DE IMPERATRIZ-MA  
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL: COLETA SELETIVA, RECICLAGEM E REAPROVEITAMENTO DO ÓLEO DE COZINHA REALIZADO NO C. E. NASCIMENTO DE MORAIS, MUNICÍPIO DE IMPERATRIZ-MA



1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1.1 Responsáveis pelo Trabalho:

Ray Sousa Alves Miranda - raybiologo@hotmail.com

Graduando de Ciências Biológicas da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão – UEMASUL

Célio Pereira Conceição da Silva - celiobiologo@hotmail.com

Graduando de Ciências Biológicas da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão – UEMASUL

Joelson Gomes de Oliveira - joe.gomez@hotmail.com.br

Graduando de Ciências Biológicas da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão – UEMASUL

Guilherme da Silva Sousa - guilherme-itz@hotmail.com

Graduando de Ciências Biológicas da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão – UEMASUL

Stéfanie Sorrá Viana Pereira - sorrah24@gmail.com (Orientadora)

Professora Substituta, Especialista em Gestão Ambiental de Áreas Protegidas, na Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão – UEMASUL.

1.2 Escola (Loco da Ação)

CENTRO DE ENSINO NASCIMENTO DE MORAIS

1.3 CIDADE

IMPERATRIZ-MA

1.4 NÚMERO DE PESSOAS ENVOLVIDAS

Alunos da graduação: 04

Professora Orientadora: 01

Professores da UEMASUL colaboradores à premiação aos alunos: 03

Professora de Biologia da Escola Loco da Ação: 01

Alunos do Ensino Médio: 35

Total de envolvidos: 44

1.5 Telefone

(99) 99116-5239

1.6 E-mail

sorrah24@gmail.com

CATEGORIA: CAMPANHA EDUCATIVA TEMÁTICA DO TRABALHO: COLETA SELETIVA

APRESENTAÇÃO

A educação ambiental é uma das alternativas pedagógicas de extrema relevância para preservação do nosso planeta. É importante iniciar pelas crianças e jovens, pois o futuro do planeta segue em suas mãos, a escola como uma organização que concentra informações e transmite conhecimento para aos alunos, deve cumprir o papel de conscientização sobre os problemas ambientais e deixar claro como amenizá-los ou evitá-los. Dessa forma trabalhos realizados nas escolas sobre o tema são fundamentais para se alcançar um vínculo com cidadãos preocupados e comprometidos com as questões ambientais. Sendo assim o presente trabalho teve como objetivo despertar nos alunos a conscientização ambiental, levando os mesmos a refletirem sobre seus hábitos de descartes de seus “lixos” (resíduos sólidos) no dia-a-dia, promovendo um espaço de debate sobre o assunto e mostrando alternativas para o descarte correto desses resíduos entre eles o óleo de cozinha, através de palestras, dinâmicas a respeito do tema, campanha de arrecadação de óleo de cozinha por parte dos alunos e uma ação prática com os mesmos promovendo um “Pit Stop” (Parada) no semáforo próximo à escola, tornando os alunos multiplicadores e propagadores desse conhecimento. Ao todo foram coletados mais de 50 litros de óleo de cozinha que em acordo com toda a turma, foi doado para a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Imperatriz – ASCAMARI, onde as pessoas sobrevivem a partir da coleta desse tipo de material.

Palavras-chave:Educação Ambiental. Coleta Seletiva. Óleo de Cozinha.

JUSTIFICATIVA

Desde o princípio, o homem primitivo através do instinto de sobrevivência, aprendeu a reutilizar o que antes era descartado como lixo em suas caçadas, como o Homo Rhodesiensis, que além da utilização da carne para alimento,também começaram a aproveitar mais dos animais abatidos por eles, a pele como vestuário, estômagos ou rins para produção de bolsas, ossos como armas e sangue como tinta para registrar suas façanhas pelas paredes de seus abrigos. Através desse entendimento, podemos concluir que quando mais reutilizarmos mais evoluímos. O ser humano, se preservar essa ideia, se transforma em produtor, reciclador e reutilizador, pois “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” (Antoine-Laurent de Lavoisier, 1743 – 1794).

Devido ao crescimento da população mundial e a rápida industrialização das últimas décadas, observou-se um grande aumento na poluição ambiental. Grande parte da luta pela conservação do meio ambiente e a própria sobrevivência do ser humano no planeta, está diretamente ligada com a questão do “lixo” urbano (Resíduos sólidos). A problemática do lixo, se agravada, entre outros fatores, pelo acentuado crescimento demográfico, especialmente nos centros urbanos, de onde partem grande volume de resíduos.

Surge então a preocupação de medidas de contenção do avanço desses resíduos, e a implantação de uma coleta seletiva, traz essa possibilidade sustentável de diminuir o acúmulo de resíduos de forma desordenada, prejudicando ainda mais o meio, que além de beneficiá-lo, ainda gera, como consequência, certa renda por parte daqueles que o reciclam.

A educação ambiental é uma das alternativas pedagógicas de extrema relevância para a preservação do nosso planeta. É importante iniciar pelas crianças e jovens, pois o futuro do planeta está em suas mãos, tendo em vista que serão eles, os continuadores do ciclo humano e natural do planeta. Com isso, a escola, como uma organização que concentra informações e transmite conhecimento para os alunos, deve cumprir o papel de conscientização sobre os problemas ambientais e deixar claro como amenizá-los ou evitá-los (FERNADES, 2010). Dessa forma trabalhos realizados nas escolas sobre o tema são fundamentais para se alcançar um vínculo com cidadãos preocupados e comprometidos com as questões ambientais.

Repensar os hábitos de consumo e descarte, Recusar produtos que prejudicam o meio ambiente e a saúde, Reduzir o consumo desnecessário, Reutilizar e recuperar ao máximo antes de descartar e Reciclar materiais. Exercite os quatro primeiros “Rs” e, o que restar separe para a coleta seletiva. Dessa forma, conseguiremos importante redução dos resíduos sólidos. (COSTA, 2012).

Ao que se diz respeito à coleta seletiva dos resíduos sólidos é de fundamental importância para a diminuição do lixo, que seriam jogados nos aterros sanitários, evitando os impactos ao meio ambiente e permitindo o reaproveitamento desses materiais. A política dos cinco “Rs” quando praticada no dia a dia, pode propiciar a redução dos impactos sobre o planeta melhorando a vida atual e contribuindo com a qualidade de vida das próximas gerações.

Do ponto de vista da Legislação Ambiental, o tema “óleo de cozinha usado” está sendo abordado pelo Projeto de Lei nº 2.074 de 19 de setembro de 2007 – em tramitação no Congresso Federal Brasileiro –, que dispõe sobre “a obrigação dos postos de gasolina, hipermercados, empresas vendedoras ou distribuidoras de óleo de cozinha e estabelecimentos similares de manter estruturas destinadas à coleta de óleo de cozinha usado” (CÂMARA DOS DEPUTADOS, 2007). Isto irá fazer com que as empresas produtoras de óleo de cozinha devem informar em seus rótulos sobre a possibilidade de reciclagem do produto e de manter estruturas adequadas para a coleta de óleo dispensado.

O óleo descartado no ralo da pia da cozinha, além de causar mau cheiro, aumenta consideravelmente às dificuldades referentes ao tratamento de esgoto. Este óleo descartado acaba chegando aos rios e até mesmo ao oceano, através das tubulações. A presença do óleo na água é facilmente perceptível. Por ser mais leve e menos denso que a água ele flutua, não se misturando, permanecendo na superfície. Cria-se assim uma barreira que dificulta a entrada de luz e bloqueia a oxigenação da água. Esse fato pode comprometer a base da cadeia alimentar aquática (fitoplânctons), causando um desequilíbrio ambiental, comprometendo a vida (PARAÍSO, 2008).

Para Santana et al. (2010), o ciclo reverso do produto, quando adotado, pode evitar e/ou minimizar a degradação ambiental, trazendo, consequentemente, vantagens competitivas para as empresas. Em relação ao óleo de cozinha usado, objeto de enfoque, o uso da ferramenta Logística Reversa – ou seja, o retorno do produto para servir de matéria-prima para a fabricação do mesmo ou de outro – pode evitar problemas nos sistemas de tratamento de água e esgotos por despejo inadequado do mesmo. Não lançar óleo em fontes de água, na rede de esgoto ou no solo é uma questão de responsabilidade além da ambiental, mas social também, e por isso, deve ser uma ideia propagada.

Por ser parte integrante da sociedade e corresponsável pela sua transformação, torna-se necessário que a Escola ofereça meios para que seus alunos participem, se manifestem, criando sua consciência crítica e comprometida com o meio ambiente (TRINDADE, 2011). Os educadores têm um papel fundamental na inserção da Educação e na propagação da Percepção Ambiental, que seria essa, o olhar do indivíduo para o meio ao qual está inserido, de outra maneira, mais participativa e introdutória, como uma peça importante e fundamental no bom desenvolver do todo.

O docente precisa ter como horizonte a transformação de hábitos, mobilizando os discentes para formação da consciência ambiental. A Escola deve favorecer o trabalho de questões ambientais, promovendo ações de integração, divulgação e discussão das atividades desenvolvidas, bem como elaborar uma política ambiental para a instituição.

A Educação Ambiental deve estar fundamentada na “mudança de percepção dos seres humanos em relação à natureza”. Ela deve transformar a visão utilitarista dos recursos naturais em atitudes, valores e ações capazes de frear o acelerado processo de deterioração do meio ambiente (OLIVEIRA, 1997). Dessa forma o presente trabalho teve como objetivo despertar nos alunos a conscientização ambiental, levando os mesmos a refletirem sobre seus hábitos de descartes de seus “lixos” no dia-a-dia, promover um espaço de debate sobre o assunto e mostrar alternativas para o descarte correto dos resíduos domésticos entre eles o óleo de cozinha.

DESENVOLVIMENTO

O presente trabalho é fruto da disciplina de Prática Curricular em Percepção Ambiental, que é uma disciplina que compõem o currículo do curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão- UEMASUL, a mesma tem o objetivo de levar os acadêmicos a desenvolverem projetos de curta duração a escolas de nível fundamental e médio.

Dessa forma os acadêmicos e a orientadora (professora da disciplina) decidiram trabalhar a temática da coleta seletiva, reciclagem com ênfase na coleta e reutilização do óleo de cozinha tendo em vista os problemas ambientais que o mesmo causa ao meio ambiente. A escolha da escola a ser trabalhada foi definida e levado em consideração à proximidade com a Universidade. Foi realizada uma visita na escola Centro de Ensino Nascimento de Morais com a direção e coordenação pedagógica para apresentação da proposta do projeto, na mesma, foi definido que a turma a ser trabalhada seria o 2º Ano B4, pois, o mesmo estava com alguns horários vagos. A partir dessa definição os acadêmicos se reuniram com a professora titular da disciplina de Biologia, após essa etapa, os acadêmicos foram apresentados à turma e no ato da apresentação aos alunos, foi produzido juntamente com os mesmos o calendário (cronograma)do projeto, ficando acertados todos os encontros divididos em palestras, dinâmica e parte prática com o recolhimento do óleo de cozinha e a panfletagem.

A turma foi dividia em cinco (5) grupos de sete (7) pessoas e cada grupo ficou responsável por coletar o óleo de cozinha e apresentar aos acadêmicos envolvidos no projeto, um relatório sobre a quantidade de óleo coletado em todos os encontros. E como incentivo, o grupo que mais coletasse óleo, ganharia um estímulo à cultura, com ingressos de cinema. Depois de apresentado o projeto, os alunos se mostraram motivados e comprometidos com o trabalho. Todos mostraram interesse em fazer a coleta do óleo de cozinha e no total de duas palestras e uma dinâmica a fim de mostrar aos alunos a realidade da coleta seletiva, reciclagem e a maneira correta de coletar e reutilizar o óleo de cozinha, o projeto já de início se deu por bem-sucedido.

Coleta do óleo

No ato da apresentação do projeto aos alunos ficou acertado que todos, daquele momento em diante,ficariam responsáveis pela busca do óleo de cozinha que geralmente é descartado em lugares inapropriados e de maneira incorreta, causando graves problemas ao meio ambiente. Toda a turma se comprometeu a coletar o material em casa, na vizinhança e em estabelecimentos comerciais como lanchonetes e restaurantes, e no penúltimo encontro (como programado no cronograma) todo o óleo coletado foi entregue aos acadêmicos para doação.

Palestras

Como acordado, as palestras foram organizadas para complementar o conhecimento dos alunos acerca da temática do projeto, como descritas abaixo.

Coleta seletiva x reciclagem: A palestra foi realizada em uma quarta-feira, às 16:00 horas, abordando assuntos informativos sobre o tema proposto, enfatizando conceitos, aplicação nacional e municipal das coletas e reciclagem, mostrando as dificuldades enfrentadas, tempo de duração dos resíduos jogados no meio ambiente, e a contribuição da coleta com a natureza em si.

Óleo de cozinha x meio ambiente: A palestra foi realizada em uma sexta-feira, às 13:00 horas, com o objetivo de mostrar aos alunos participantes do projeto, os aspectos negativos do descarte incorreto do óleo de cozinha, mostrando os riscos ambientais e futuros prejuízos que podem ocorrer ao homem, foi ensinado a forma de coleta e armazenamento do óleo, assim como as devidas alternativas para o destino mais apropriado do resíduo como por exemplo, a produção de sabão de soda e entre outros materiais de limpeza.

Dinâmica sobre Coleta Seletiva

A dinâmica aconteceu em uma quarta feira às 16:00 horas, com o objetivo de fazer com que os alunos se familiarizassem ainda mais com as cores da coleta seletiva, afim que soubessem em qual compartimento de acordo com a cor, colocariam os resíduos sólidos.

A dinâmica se deu da seguinte forma: A partir de nomes de alguns resíduos em pedaços de papeis espalhados pela escola, os alunos foram desafiados a procurar esses “lixos” e descartá-los da maneira correra em suas respectivas lixeiras. O grupo que conseguisse concluir o desafio em um menor tempo e corretamente ganharia uma caixa de chocolate.

Ação Prática - Panfletagem

A partir das dinâmicas e palestras trabalhadas com os alunos, foi produzido juntamente com a turma um panfleto onde continha informações sobre descarte incorreto do óleo de cozinha e seus impactos no meio ambiente, além disso, no panfleto também continha meios corretos de coletá-lo e reutilizá-lo. No final do projeto todos os alunos da turma foram para um semáforo próximo à escola para entregá-los aos pedestres, e motoristas que passavam pelo local,tornando-se assim, multiplicadores deste conhecimento.

Resultados

No total, levando-se em consideração todas as etapas do cronograma do projeto, (desde a data de início da proposta pelos universitários, entrega da proposta na escola Loco da Ação, as palestras e dinâmicas para os alunos, a coleta do óleo de cozinha, as ações práticas de panfletagem e entrega do óleo coletado à Associação dos Catadores dos Materiais Recicláveis de Imperatriz – ASCAMARI, e a entrega desses resultados na realização do 1º Seminário de Prática em Percepção Ambiental realizado na UEMASUL) somam-se uma carga horária total de 135H.

As palestras realizadas nas quartas e sextas feiras, na Escola Centro de Ensino Nascimento de Morais (Figuras 1 e 2).











Figura 1: Palestra: óleo de cozinha x meio ambiente

Fonte: Oliveira, 2017















Figura 2: Palestra: Coleta seletiva x reciclagem

Fonte: Oliveira, 2017

Ao longo dos encontros e palestras, foram realizados acompanhamentos (relatórios) acerca do óleo que estava sendo coletado pelos grupos, aonde os mesmos coletaram esse resíduo e quais os ambientes que mais o produziam: suas casas, as dos vizinhos, estabelecimentos comerciais como lanchonetes e restaurantes, entre outros.A partir disso foi decidido junto à turma, o dia ideal para a entrega de todo o resíduo coletado pela turma como constado no cronograma.

O dia da entrega do óleo marcava a penúltima atividade proposta pelo projeto onde todos os grupos trouxeram os resíduos coletados. Ao todo, foram coletados pela turma 55 (cinquenta e cinco) litros de óleo de cozinha (figura 3) em pouco menos de um mês, isso mostra o nível de comprometimento e dedicação dos alunos para com o projeto.

Como proposto na metodologia do trabalho o grupo vencedor (o que mais coletou óleo de cozinha) ganhou incentivo à cultura com a premiação de ingressos de cinema aos integrantes (Figura 4). Ingressos esses que foram doados por professores da UEMASUL, que demostraram sensibilidade e se tornaram parceiros do projeto.



Figura 3: Entrega do óleo de cozinha para os acadêmicos.

Fonte: Oliveira, 2017













Figura 4: Premiação do grupo vencedor.

Fonte: Oliveira, 2017

Depois da entrega de todo o óleo feitaaos acadêmicos pelos alunos, os acadêmicos envolvidos no projeto entraram em contato com a Associação dos Catadores dos Materiais Recicláveis de Imperatriz – ASCAMARI e foi agendado o dia da doação do óleo coletado.

Como combinado a entrega foi feita na sede da associação que se encontra na Avenida Cacauzinho no Bairro: Recanto Universitário na cidade de Imperatriz. (Figura 5)















Figura 5: Doação do óleo de cozinha para a ASCAMARI

Fonte: Oliveira, 2017

A partir das dinâmicas e palestras realizadas em sala de aula, o tema proposto foi abordado de forma dinâmica e participativa de uma maneira em que todos os alunos interagiram e aprenderam sobrea temática abordada. Depois disso foi realizada a última etapa do trabalho, a produção com a participação de todos os envolvidos, de um panfleto informativo sobre a coleta e reutilização do óleo de cozinha(Figura 6)a fim de transformar os alunos em multiplicadores deste conhecimento.