ISSN 1678-0701
Número 61, Ano XVI.
Setembro-Novembro/2017.
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11/09/2017VIVENCIANDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ANÁLISE DE PERCEPÇÕES AMBIENTAIS A PARTIR DE DESENHOS INFANTIS  
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VIVENCIANDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ANÁLISE DE PERCEPÇÕES AMBIENTAIS A PARTIR DE DESENHOS INFANTIS

 

Suelen Bomfim Nobre1, Liane Bianchin1, Edinea Terezinha Da Rosa Gonçalves1, Rage Weidner Maluf1

 

1 Universidade Feevale, ERS-239, 2755 | Novo Hamburgo, RS - CEP 93525-075.

E-mail para correspondência: suelennobre@feevale.br

 

RESUMO

As problemáticas socioambientais estão relacionadas a uma crise de valores e de percepção ambiental, que se originou a partir da intensificação das ações antrópicas. Para atender a esta demanda social, está sendo desenvolvido (2016-2020), em escolas municipais de Novo Hamburgo/RS, o projeto de extensão “Vivenciando a Educação Ambiental”. Nesta perspectiva, este trabalho apresenta uma análise de como as crianças percebem e interpretam o ambiente, utilizando como ferramenta de coleta de dados o desenho infantil. Metodologicamente, esta pesquisa caracteriza-se como qualitativa-exploratória, aplica-se categorização para a análise das percepções ambientais. O grupo amostral foi composto de 20 crianças que cursavam o 4º ano do Ensino Fundamental. Por meio dos elementos encontrados nas ilustrações, concluiu-se que (60%) dos alunos possui uma visão “naturalista” do que é o meio ambiente, não considerando o homem e a si próprias como parte integrante do mesmo. Já (40%) se encaixam na categorização “globalizante”, a qual é pautada nas relações recíprocas entre natureza e sociedade. A análise também verificou que (20%) dos alunos identificaram espécimes de artrópodes como integrantes do meio, (10%) destacaram recursos hídricos e (80%) se preocuparam em registrar a presença de espécies arbóreas, arbustivas e gramíneas. Ressalta-se ainda, que nenhum discente demonstrou em sua ilustração uma visão “antropocêntrica”, a qual evidencia a utilidade dos recursos naturais para os seres humanos.

Palavras-chave: Desenhos infantis. Educação Ambiental. Percepção ambiental.

 

ABSTRACT

The socio-environmental problems are related to a crisis of values ​​and environmental perception, which originated from the intensification of human actions. In order to meet this social demand, the project "Experiencing Environmental Education" is being developed (2016-2020) at municipal schools in Novo Hamburgo / RS. In this perspective, this work presents an analysis of how children perceive and interpret the environment, using children's drawing as a data collection tool. Methodologically, this research is characterized as qualitative-exploratory, applies categorization for the analysis of environmental perceptions. The sample group consisted of 20 children who attended the 4th year of elementary school. Through the elements found in the illustrations, it was concluded that (60%) of the students have a "naturalistic" view of the environment, not considering man and himself as an integral part of it. Already (40%) they fit into the "globalizing" categorization, which is based on the reciprocal relations between nature and society. The analysis also found that (20%) of the students identified arthropod specimens as members of the medium, (10%) highlighted water resources and (80%) were concerned with registering the presence of tree, shrub and grass species. It should be emphasized that no student has shown in his illustration an "anthropocentric" view, which shows the usefulness of natural resources for human beings.

 

Key-words: Children's drawings. Environmental education. Environmental perception.

 

 

INTRODUÇÃO

 

Vive-se em uma época de grandes desafios relacionados às contínuas e intrínsecas mudanças sociais, econômicas e ambientais, com reflexos no âmbito escolar. Frente às novas exigências, torna-se importante ressaltar que hoje, a Educação Ambiental (EA) tem assumido o grande desafio de garantir a construção de uma sociedade sustentável em que se promovam, na relação com o planeta e seus recursos, valores éticos como cooperação, solidariedade, generosidade, tolerância, dignidade e respeito à diversidade (CARVALHO, 2011).

Segundo Guimarães (2000), é necessário propor uma EA que aponte para as transformações da sociedade em direção a novos modelos de justiça social e qualidade ambiental, e não uma abordagem conservadora que, mesmo não aparente e diretamente comprometida com esse modelo, é, pelo menos, pouco questionadora dele.

A Educação Ambiental envolve o ensino e a aprendizagem de conceitos biológicos, físicos e químicos, assim como o desenvolvimento de conteúdos atitudinais, respeitando o desenvolvimento de competências e habilidades. Conforme Araújo e Bizzo (2005), a inserção do discurso sobre Sustentabilidade, no contexto educacional, relaciona-se simultaneamente com regras de formação de conduta ético-indivíduo-social e com os interesses do desenvolvimento sustentável.

A efetiva conscientização ambiental depende da “[...] promoção da aprendizagem do sentido das coisas a partir da vida cotidiana pois encontramos o sentido ao caminhar, vivenciando o contexto e o processo de abrir novos caminhos, não apenas observando o caminho [...]” (GADOTTI, 2000, p. 80).

Nesta busca por mudanças na perspectiva ambiental, há a eliminação do mundo essencialmente biológico das Ciências Naturais e a integração dos movimentos sociais; esse conjunto de ideias propicia a transformação de mentalidade, de conceitos socioambientais e de atitudes, cujos investimentos direcionam para a Formação de Professores (NOBRE et al., 2014).

São grandes os desafios da educação e muitas as transformações pelas quais passa o mundo. O educador ambiental acompanhando e engajado nessa complexidade tem compromisso com a gama de assuntos contemporâneos que necessitam ser abordados, porque, para agir, é necessário estar preparado e possuir conhecimento (CARVALHO, 2011). Nesse aspecto, pode-se salientar que, conforme o Plano Nacional de Educação Ambiental (PNEA), Lei 9795/1999, ainda é necessário maior investimento para chegar ao patamar desejado nas ações socioeducativas.

Assim, este estudo comporta uma reflexão sobre a necessidade de fomento de práticas educativas no contexto dos anos iniciais do ensino fundamental, pois acredita-se que a EA contribui nos processos formativos, servindo como tema transversal na construção do conhecimento e ressignificação de paradigmas, no que tange à formação de sujeitos atuantes, que possam interagir, engajados na cultura e capazes de fazer a diferença enquanto cidadãos.

              Nesta perspectiva, este trabalho apresenta uma análise de como crianças percebem e interpretam o ambiente, utilizando como ferramenta de coleta de dados o desenho infantil.

              Destaca-se que os estudos da percepção ambiental são de fundamental importância, pois através deles é possível conhecer os grupos envolvidos, facilitando a realização de uma ação com bases sociais, partindo da realidade do público alvo. O conhecimento prévio das representações sociais sobre o ambiente é condição primordial para que se realizem atividades de EA efetivas, como prega a Política Nacional de Educação Ambiental – PNEA (BRASIL, 1999), paradigma da educação ambiental contemporânea brasileira.

           

ASPECTOS METODOLÓGICOS DO PROCESSO INVESTIGATIVO

 

O processo de pesquisa pressupõe uma ação de continuidade, pois as descobertas de uma fase servem de base para as posteriores, quer na sua afirmação, quer na refutação. Desse modo, a trajetória da investigação foi alicerçada em estudos bibliográficos realizados de forma crítica e ampla, procurando, de um lado, dar conta, minimamente, do estado do conhecimento atual sobre o problema e, do outro, estabelecer um diálogo reflexivo, analítico e metódico entre a teoria e o objeto de investigação. Demo (1999, p.10) complementa: “pesquisa pode significar condição de consciência crítica e cabe como componente necessário de toda a proposta emancipatória. Para não ser mero objeto de pressões alheias, é mister encarar a realidade com espírito crítico [...]”.

Os sujeitos que participaram deste estudo foram estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental, de uma instituição de ensino pública, localizada na região metropolitana de Porto Alegre-RS. A coleta de dados ocorreu através da elaboração de desenhos infantis, a partir do seguinte questionamento de evocação: “o que é meio ambiente? “, as produções foram livres, sem qualquer orientação dos pesquisadores.

            A técnica de análise ocupou-se apenas em identificar os elementos representados nos desenhos infantis, com a finalidade de compreender a relação/visão dos alunos com o meio ambiente. A análise das ilustrações permitiu inferir sobre as representações sociais de meio ambiente dos discentes. Inicialmente, procurou-se seguir os pressupostos teóricos de Garrido e Meirelles (2014), os quais indicam que os elementos encontrados nos desenhos infantis devem ser incluídos, em um primeiro momento, em duas categorias estabelecidas de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais Meio Ambiente e Saúde – PCN (BRASIL, 1997): elementos naturais e elementos artificiais. Embora outros parâmetros pudessem ser utilizados para definir essas categorias, nesse estudo, optou-se pelo recorte baseado nos PCN Meio Ambiente e Saúde. Feita essa primeira categorização, pôde-se perceber que a presença de elementos naturais contidos nos desenhos era maior que a presença de elementos artificiais.

            Para análise das percepções ambientais dos alunos foram aplicadas as categorias proposta por Reigota (2007), as quais definem:

- Naturalista: em que o meio ambiente é visto como sinônimo de natureza intocada, evidenciando-se somente os aspectos naturais;

- Antropocêntrica: que evidencia a utilidade dos recursos naturais para a sobrevivência do ser humano;

- Globalizante: que é pautada nas relações recíprocas entre natureza e sociedade.

           

RESULTADOS E DISCUSSÃO

           

            Foram analisados 20 desenhos, as produções foram elaboradas após uma roda de conversa, onde foi solicitado aos alunos, que fizessem um desenho que retratasse quais elementos e/ou seres vivos que compõem o meio ambiente, vale destacar que os educandos foram estimulados a desenhar independente das limitações estéticas. Após a elaboração dos desenhos, os alunos apontaram individualmente todos os elementos contidos. Iniciou-se a análise dos desenhos pela identificação prévia dos elementos presentes nas ilustrações.

            Como mencionado anteriormente, o grupo amostral foi composto de 20 crianças com faixa etária que varia de 9 a 10 anos, todos de uma mesma turma do 4º ano do ensino fundamental, de uma escola pública, localizada na área urbana da região metropolitana de Porto Alegre-RS. A coleta de dados antecedeu o início da aplicação do projeto extensionista “Vivenciando a Educação Ambiental”, ou seja, os participantes puderam expor seus conhecimentos prévios sobre o que é meio ambiente, durante o processo de elaboração das ilustrações analisadas na presente pesquisa.

            Através dos elementos encontrados nos desenhos infantis, concluiu-se que (60%) dos alunos possui uma visão “naturalista” do que é o meio ambiente, não considerando o homem e a si próprias como parte integrante do mesmo. A visão naturalista privilegia aspectos ligados a biodiversidade e ecologia, sem considerar as ações antrópicas, trata-se de uma representação social excludente, sem considerar o ser humano como parte do meio ambiente, a qual beneficia a percepção ingênua das relações ecológicas. Dados semelhantes foram encontrados por Garrido e Meirelles (2014), os autores identificaram a visão naturalista como predominante em um grupo de alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, onde a presença do ser humano é escassa e a ampla abordagem dos recursos naturais (gramíneas, recursos hídricos, marsupiais, flores, sol, árvores, pássaros...) é prevalecente nos desenhos infantis.

            A concepção naturalista de meio ambiente de 60% dos alunos revelou a necessidade de informação sobre o ambiente total, pois segundo Carvalho (2011), interpretação do ambiente deve conduzir a uma compreensão mais complexa e global das realidades, considerando o mosaico relacional em seus aspectos físicos, biológicos, sociais, políticos e culturais, a partir de uma análise da realidade local e regional.

            A escola tem que procurar buscar e trazer a comunidade de seus arredores para dentro da instituição, com o objetivo de fazê-los participar e se envolverem com o assunto através dos alunos que são os seus filhos. A escola tem que, através dos conteúdos, na busca do conhecimento, tentar transmitir ideias e modos de conduta que a sociedade requer (SACRISTÁN e GÓMEZ, 1998).

            Já (40%) dos alunos evidenciam a representação de meio ambiente como “globalizante”, a qual é pautada nas relações recíprocas entre natureza e sociedade. Estes discentes conseguem indicar a relação ou inter-relação entre componentes bióticos e abióticos no ambiente, ou seja, apontam a concepção globalizante. A complexidade desta percepção ambiental se apresenta como uma alternativa de raciocínio, que pretende restaurar a visão do todo além de analisar o ambiente como resultado da interação entre a maior quantidade possível de componentes, fenômenos e processos (LEFF, 2003).

Sabe-se que a visão socioambiental não nega a base “natural” da natureza, ou seja, suas leis físicas e seus processos biológicos. Trata-se de reconhecer que, para aprender a problemática ambiental, é necessária uma visão complexa de meio ambiente, em que a natureza integra uma rede de relações não apenas naturais, mas também sociais e culturais. Ao trocar as lentes, vamos ser capazes de compreender a natureza como ambiente, ou seja, lugar das interações entre a base física e cultural da vida neste planeta (CARVALHO, 2011).

Jacobi (2007) enfatiza que o tema sustentabilidade confronta-se com o paradigma da “sociedade de risco”. Isto implica na necessidade de se multiplicarem as práticas sociais baseadas no fortalecimento do direito ao acesso à informação e à educação em uma perspectiva integradora. Além disso, a educação escolar no Brasil tem como finalidade o pleno desenvolvimento do educando e o preparo para o exercício da cidadania (BRASIL, 1996). Neste recorte da legislação educacional, podemos perceber que a educação tem como objetivo, além de promover a autonomia e o conhecimento, propiciar interações com a sociedade.

            A análise também verificou que (20%) dos alunos identificaram espécimes de artrópodes como integrantes do meio, (10%) destacaram recursos hídricos e (80%) se preocuparam em registrar a presença de espécies arbóreas, arbustivas e gramíneas.

            Ressalta-se ainda, que nenhum discente demonstrou em sua ilustração uma visão “antropocêntrica”, a qual evidencia a utilidade dos recursos naturais para os seres humanos. Essa visão antropocêntrica está relacionada, por exemplo, com a visão utilitarista que muitas vezes vemos presente nos livros didáticos de Ciências desde os anos iniciais do fundamental (REIGOTA, 2010). Esta perspectiva sugere que informações para a compreensão da noção do ambiente através da prática da educação ambiental são fundamentais para a expansão do conceito de ambiente (local e global), e para sua preservação. Neste sentido, Dias e Bonotto (2012) inferem que, em um mundo onde as relações econômicas e sociais são intensas, torna-se fundamental intensificar a recomendação de pensar e agir local e globalmente.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

            Esta pesquisa buscou trazer informações sobre as percepções ambientais de alunos dos anos inicias do ensino fundamental. Os dados aqui apresentados contribuem para a compreensão da importância do diagnóstico prévio sobre as noções do ambiente, antes do início de práticas de educação ambiental, pois essa exploração é fundamental para delinear o planejamento didático e fomentar a expansão do conceito de ambiente (local e global) dos alunos, contribuindo assim para a efetiva formação do sujeito ecológico.

            Na questão sobre as percepções ambientais, constatou-se que 60% dos alunos ainda conservam uma visão naturalista do meio ambiente, esta concepção é a mais comum em diversas pesquisas em relação às percepções dos professores da educação básica sobre ambiente, ou seja, os dados aqui apresentados podem ser reflexos das práticas pedagógicas em educação ambiental e/ou da formação docente em educação para o desenvolvimento sustentável.

                       

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

ARAÚJO, M. I. O.; BIZZO, N. O processo de identificação de práticas pedagógicas viáveis para inserção da dimensão ambiental na formação de professores. Anais ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, v. 5, 2005.

BRASIL. (1996). Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília.

BRASIL. (1997). Parâmetros Curriculares Nacionais: meio ambiente e saúde. Brasília.

BRASIL. Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), 1999. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9795.htm, acesso em abr. 2017.

CARVALHO, I. C. de M. Educação Ambiental a Formação do Sujeito Ecológico. São Paulo: Cortez Editora, 2011.

DEMO, Pedro. Pesquisa Princípio Científico e Educativo. 6ª Ed. São Paulo: Cortez, 1999.

DIAS, G. M.; BONOTTO, D.M.B. (2012). As dimensões local e global nos entendimentos e práticas de professores participantes de um curso de formação continuada em educação ambiental. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, 11, 1, 145-163.

LEFF, E. (2003). A complexidade ambiental. São Paulo: Cortez Editora

GADOTTI, M. Pedagogia da Terra. São Paulo: Petrópolis, 2000.

GARRIDO; L. dos S.; MEIRELLES, R. M. S. De. Percepção sobre meio ambiente por alunos das séries iniciais do ensino fundamental: considerações à luz de Marx e de Paulo Freire. Ciênc. Educ., Bauru, v. 20, n. 3, p. 671-685, 2014. Disponível em:

http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v20n3/1516-7313-ciedu-20-03-0671.pdf. Acesso em: 02 abr. 2017.

GUIMARÃES, M.A. Dimensão Ambiental na Educação. São Paulo: Papirus, 2000.

NOBRE, S.B.; GODINHO, J.D.; COSTA, R.D.A.; FARIAS, M.E. Educação ambiental e consumo sustentável: análise das concepções socioambientais em um curso de formação de professores. Anais do III Seminário Internacional de Educação em Ciências (SINTEC- FURG), 2014. Disponível em: http://www.sintec.furg.br/index.php/11-not%C3%ADcias/57-anais-do-iii-sintec.html. Acesso em out. 2016.

REIGOTA, Marcos Antonio dos Santos. Meio ambiente e representação social. 7ª ed. São Paulo: Cortez, 2007.

JACOBI, P. R. Educar na sociedade de risco: o desafio de construir alternativas. Pesquisa em Educação ambiental. UFSCar. USP. UNESP. São Carlos. Vol. 2 n.2 Julho/dezembro, 2007.  Disponível em: www.revistas.usp.br/pea/article/download/30029/31916. Acesso em: 10 abr. 2017.

REIGOTA, Marcos. O que é educação ambiental. 3.ed. São Paulo: brasiliense, 2010.

SACRISTÁN, J. G; GÓMEZ, A. I. (1998). Compreender o ensino. 4 ed. Porto Alegre: Artmed. 400 p.

 



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