ISSN 1678-0701
Número 61, Ano XVI.
Setembro-Novembro/2017.
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Relatos de Experiências

11/09/2017TRANSFORMANDO O LIXO EM POSSIBILIDADE PEDAGÓGICA: ESTRATÉGIA DIDÁTICA PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PERSPECTIVA DA APRENDIZAGEM ATIVA  
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TRANSFORMANDO O LIXO EM POSSIBILIDADE PEDAGÓGICA: ESTRATÉGIA DIDÁTICA PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PERSPECTIVA DA APRENDIZAGEM ATIVA

           

PERSIJN¹, Alyne Lopes Gomes, (alynepersijn@gmail.com);

PORTO², Marcelo Duarte, (marcelo.porto@ueg.br);

SANTOS², Mirley Luciene do (mirley.santos@ueg.br);

SANTOS², Solange Xavier dos (solange.xavier@ueg.br).

 

¹Mestranda no Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências, Universidade Estadual de Goiás – Campus CCET, Anápolis Goiás.

²Docente na Universidade Estadual de Goiás, orientador no (PPEC) Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências.

 

RESUMO

Um dos principais problemas ambientais tem sido o lixo. Ensinar valores ambientais é dever de todos, inclusive da escola. Este trabalho propôs uma estratégia didática para se trabalhar temas da problemática ambiental. A proposta proporcionou (re)pensar o comportamento, além do desenvolvimento do senso crítico.

Palavras-chave: Oficina Pedagógica. Debate. Meio Ambiente. Construção do Saber.

 

ABSTRACT

The trash has been one of the main environmental problems nowadays. Teaching values and care for the environment is everyone’s duties, including the school. Valuing the active participation of the students, this work proposed a teaching strategy to work out the themes of the environmental problem. The activity was divided into three steps: 1) Debate, having as a generator theme the generation and destination of the waste; 2) Workshop with recyclable material; 3) Evaluation of the activity in the promotion of the learning. The proposition provided to the students a reflection about the attitudes towards the environment, the (re)thinking of the consumption, the contact with distinct positioning, contributing to the development of a critical sense and to the construction of your own knowledge. 

Key-words: Pedagogical Workshop. Debate. Environment. Construction of knowledge.

 

1 INTRODUÇÃO

Atualmente, a escola vem recebendo influências diversas, sobretudo no que diz respeito às novas tecnologias. Com isso, o ambiente escolar tem se tornado pouco atrativo e tem deixado de ser o local exclusivo de detenção do conhecimento. O saber tornou-se cada vez mais acessível devido à expansão do conhecimento, principalmente, através das mídias digitais (BRASIL, 1998).

A escola, que antes apresentava o conhecimento ao aluno e este, que tinha a incumbência de aprender e assimilar tudo o que era ensinado, está em vias de extinção. Hoje o aluno chega ao ambiente escolar com uma bagagem enorme, um conhecimento de mundo garantido pela vivência, pelas mídias sociais e outros meios tecnológicos. Sendo assim, hoje, como nunca, o aluno não pode ser percebido como “uma tábua rasa, uma folha em branco”, nas palavras de Paulo Freire (FREIRE, 1987).Então, como tornar a prática pedagógica mais atrativa, ao mesmo tempo considerando os conhecimentos prévios dos estudantes e fazendo-os atores na construção da sua própria aprendizagem?

É sabido que a articulação entre teoria e prática nem sempre é uma tarefa fácil, e na educação não é diferente. Freire (2015, p.24) afirma que: “A reflexão crítica sobre a prática se torna uma exigência da relação Teoria/Prática sem a qual a teoria pode ir virando blá-blá-blá e a prática, ativismo”. 

Um dos grandes desafios para os professores, atualmente, é fazer com que crianças e adolescentes tenham interesse e consciência da sua responsabilidade para com o meio ambiente. Para vencer tal desafio, ações de Educação Ambiental (EA) devem ocorrer no âmbito escolar com maior frequência, utilizando uma linguagem clara e atraente, com o uso de recursos que facilitem a aprendizagem e possam fazer sentido ao aprendiz. A escola, que deve promover, através de estratégias diversificadas, um ensino voltado para a reflexão, com olhar crítico e questionador do aluno. Assim, o alicerce da EA deve estar apoiado nas atividades curriculares cotidianas da escola para que a visão de que os recursos naturais são fontes inesgotáveis sejam desmistificadas.

O homem interage com a natureza desde a sua existência. Antes a natureza o dominava, mas com o surgimento da agricultura e o advento da revolução industrial, o homem vem lentamente invertendo essa relação. A natureza tem sido vista como um “supermercado gratuito”, onde o homem tem atuado como um grande e faminto consumidor. Um exemplo são os resíduos gerados, hoje um problema de saúde pública, devido ao excesso de consumo. Anteriormente os resíduos gerados eram absorvidos pela natureza sem comprometer o meio ambiente, sendo parte de um ciclo de decomposição (KRUGER, 2001).

Considerando que o lixo, sua geração e seu descarte tem sido um dos principais problemas ambientais da atualidade, foi proposta uma atividade pedagógica para EA, no intuito de instigar a curiosidade e a percepção do aluno sobre os danos causados pelo lixo, aproximá-los dos problemas ambientais existentes na atualidade; discutindo sobre suas origens e promovendo mudanças de comportamento.

1.1  A Educação Ambiental no âmbito escolar

A EA é uma ação educativa contínua em que se espera que a sociedade se conscientize do tipo de relação estabelecida entre si e a natureza (PINHEIRO et al, 2011). Atualmente, a Educação Ambiental está cada vez mais difundida nos sistemas de ensino, em decorrência da importância dada à temática ambiental pela sociedade, ao destaque que os temas transversais adquiriram com a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino fundamental (que incluem o Meio Ambiente como um dos temas transversais), e à promulgação da lei 9.795/99, que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental (BRASIL, 2007).

Nas últimas décadas, a EA tem sido apontada como uma das ações capazes de contribuir na mudança do cenário de degradação socioambiental da atualidade. A escola sendo um espaço dinâmico e diverso,um dos pilares de formação da comunidade,recebeu sua cota de responsabilidade para melhorar a qualidade de vida da população por meio da conscientização e da informação Segura (2001) afirma serevidente a importância da escola na preparação do aluno para o futuro como cidadão, e sua missão não é apenas oferecer e ensinar os conteúdos relacionados às disciplinas obrigatórias estabelecidas pelo Conselho Nacional de educação.

É claro que a responsabilidade de se buscar soluções para os problemas ambientais não se restringeà escola, mas admitir que os educadores têm grande responsabilidade na formação de pessoas é inegável. Segura(2001) afirma que“o professor tem o papel de desenvolver o conhecimento, a capacidade crítica e de julgamento consciente dos indivíduos que convivem em um mesmo ambiente”

Dentro dessa perspectivaem EA, o lixo é um dos assuntos mais complexos, pois abarca diversos aspectos importantes,como o ambiental, o comportamental e o social, como a questão do consumismo e do desperdício (DACACHE, 2004).O lixo e a destinação dada a ele devem deixar de ser um problema oculto aos olhos da sociedade e requer providências urgente pois envolve saúde, sustentabilidade e qualidade de vida (ABDALA, RODRIGUES e ANDRADE, 2008).

Sabe-se que uma das principais alternativas para diminuir o acúmulo do lixo é a reciclagem e a reutilização, especialmente de materiais como papel, plástico, metal e vidro, o que demanda a coleta seletiva, que, além de prolongar a vida útil dos aterros sanitários, promove o envolvimento da população em atividades com significado de conscientização ambiental. Contudo, no Brasil ainda não possuímos uma política de coleta seletiva que consiga abranger 100% dos municípios (ZUBEN,1998, p. 54).

Sendo assim,pensar atividades de EA em que o aluno possa utilizar o conhecimento sobre meio ambiente para compreender a sua realidade e atuar sobre ela, desenvolver senso crítico, aprender de forma ativa com debate de ideias entre os pares é um desafio vivenciado na atividade proposta. O processo de EA na escola pode não surtir resultados imediatos, porém pode fomentar ações que transcendem o âmbito escolar, atingindo os familiares, um bairro, um estado e aos poucos toda sociedade.

1.2  Aprendizagem ativa

Diferentemente do método tradicional de ensino, onde o aluno é um agente passivo e tem o propósito de armazenar toda informação passada pelo professor, na aprendizagem ativa ele é considerado peça central na construção do novo saber, sua interação é fundamental e todas as atividades são voltadas para o “fazer” e o “pensar” dos assuntos tratados na aula. Os estudantes são envolvidos em processos que desenvolvem habilidades como, ler, escrever e discutir, dando ênfase à exploração de suas atitudes (Bonwell e Eison, 1991).

A Aprendizagem Ativa propõe ao indivíduo a descoberta ou compreensãodos conceitos por conta própria através da investigação, da observação, da pesquisa, do estudo, da reflexão, do debate e das críticas, sendo o professor um facilitador ou mediador do processo de ensino-aprendizagem.As técnicas da aprendizagem ativa propiciam mudanças de comportamento nos estudantes.  A propósito, o estudante é a peça fundamental durante o período de ensino aprendizagem. A participação é inteiramente ativa na construção e na aquisição de novos conceitos (OLIVEIRA, 2014).

Dessa forma, trabalhar com os estudantes atividades de EA que possam causar reflexão em suas ações é um passo significativo na caminhada da conscientização do ser humano em prol do meio ambiente.

 

2 METODOLOGIA

O trabalho foi desenvolvido com alunos do sexto ano do ensino fundamental, em uma escola da rede privada de ensino, situada no município Goiânia, Goiás. A sala era composta por 17 alunos, com idade entre 11 e 12 anos, todos os quais manifestaram interesse em participar da atividade proposta.

 A atividade foi realizada ao longo uma aula, com duração de 50 minutos e dividida em três etapas:

1) A princípio foi realizado um debate, tendo como assunto gerador as questões pertinentes ao lixo, com o intuito de identificar conhecimentos prévios, proporcionar reflexões e despertar o senso crítico dos estudantes.  Foi-lhes solicitado que estimassem a quantidade de lixo gerado por eles, que relatassem sobre o que costumavam fazer com esse lixo e para onde ele vai após sair da sua casa e da escola.

2) Em seguida foi proposta uma oficina, utilizando-se de materiais descartáveis (garrafas PET) para a confecção de um porta-moedas portátil (Figura 1b), visando mostrar como um resíduo pode ser transformado em um artefato de grande utilidade. Cada aluno recebeu duas garrafas e um zíper, cuja cor puderam escolher. Esta proposta foi eleita em virtude da grande quantidade de garrafas de material plástico no lixo da cantina, relato dos alunos, pelo volume que elas ocupam, e pelo tempo de decomposição na natureza.

3) Por fim, para efeito de avaliar a efetividade da atividade na promoção da EA, foi aplicado um questionário aos alunos como instrumento de coleta de dados, o qual foi composto por cinco questões abertas, possibilitando aos alunos discorrer livremente em cada uma delas.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Durante o debate os alunos falaram de forma espontânea e descontraída sobre suas experiências relacionadas ao tema em questão, interagindo com os colegas e com o professor. Contaram como o lixo era produzido em suas residências, questionaram sobre suas próprias atitudes e da sociedade em geral, refletindo sobre o excesso de consumo e chegando ao consenso de que não precisam acumular objetos para ser felizes. O professor agiu como mediador do debate direcionando os alunos conforme o tema. Segundo Oliveira(2014), quandoa sala de aula torna-se um ambiente atrativo e motivador para a aprendizagem isso potencializa as habilidades dos aprendizes e diversifica a interação aluno-professor, professor-aluno e aluno-aluno.

Durante a realização da oficina (Figura1a), os alunos foram estimulados a despertar a criatividade, ao mesmo tempo em que puderam refletir sobre reutilização e reciclagem, tendo-se mostrado bastante interessados na atividade. Tais reflexões puderam ser obsevadas ao longo do diálogo que decorreu durante a construção do objeto, fato que chamou a atenção foi o momento em que alguns alunos pediram e sugeriram outras possibilidades de aproveitamento do lixo, como a construção de outros objetos originários de outros materiais, entre eles porta-lápis de rolo de papel higiênico, porta copo de CD, vaso de planta com lata de molho de tomate entre outros. 

Segundo Oliveira (2014), esse processo de atividade prática que promove e aguça a criatividade ao mesmo que impõe que os alunos pensem através de questionamentos é o momento de desenvolver e avaliar a compreensão acerca dos conceitos abordados durante a aula.

Sendo assim, entende-se que atividades que entrelaçam a teoria com a prática é, pois, uma oportunidade de vivenciar situações de aprendizagem concretas, pois o aluno tem a chance de expressar a aprendizagem com suas ações. Através da assimilação de conceitos e de uma aprendizagem não-arbitrária, o aluno assume papel de construtor do seu aprendizado (AUSUBEL, NOVAK e HANESIAN, 1980).

Através das respostas obtidas no questionário foi verificado que os alunos compreenderam a necessidade de cuidar do meio ambiente, já que elas foram consistentes e conscientes. Ao serem questionados sobre: “que tipo de lixo produzimos em nossa sociedade?”, a  maioria dos alunos respondeu:  “ lixos de metal, vidro, plástico, papel e orgânico”.

Ao serem questionados sobre para onde vai o lixo que eles produzem, todos afirmaram que os resíduos vão para o aterro sanitário ou lixões. Quando solicitada a opinião deles sobre o que se pode fazer para reduzir a geração do lixo, as respostas foram diversas, mas dando a ideia de evitar o consumismo, a preocupação com materiais de difícil degradação, que, portanto, poluem mais;e a prática do reaproveitamento e da reciclagem, como pode ser notado em algumas das respostas transcritas a seguir: “não comprar muita coisa com plástico”; “utilizar os 5 R’s”; “não utilizar mais de um sapato”.

Ao serem indagados sobre “o que é reutilização e reciclagem”, todos os alunos demonstraram ter adquirido entendimento sobre esse processo, como nas respostas transcritas a seguir: “É a reutilização do que foi usado”; “É o processo que transforma o lixo em outros materiais reutilizáveis”; “reciclagem é quando o lixo produzido é reutilizado para outras coisas”.

Com isso, pôde-se constatar que a abordagem da EA por meio das atividades propostas facilitou o entendimento e permitiu uma interação maior do professor com os alunos, pois trouxe para o ambiente escolar um momento de descontração e empatia que não é vivenciado cotidianamente. Só por deixar de considerar o livro didático como o principal (senão, o único) recurso para desenvolver o processo de aprendizagem é um bom começo para permitir aos estudantes maior autonomia e melhorar o seu desenvolvimento cognitivo. Conforme postulado por Freire (1987), a educação deve ser um processo ativo e criador. Dessa forma as propostas que fazem uso de metodologias educacionais diferenciadas, que valorizam a participação ativa dos educandos, tem maior chance de êxito no ambiente escolar.

É importante que o professor desenvolva com os alunos atividades práticas para o Ensino de Ciências. Segundo Amaral (2010), promover a construção do saber pelos próprios estudantes, desenvolver o trabalho coletivo, aguçar a criatividade dos educandos, torna-os ativos e faz do processo ensino aprendizagem algo mais significante. Sendo assim ao se trabalhar a EA por meio de atividades práticas, coletivas e operacionais eleva-se a possibilidade de se ter sucesso em termos de independência do pensamento crítico.

Partindo do pressuposto que EA é educação para a vida, há grande necessidade de que atividades de cuidados com o meio ambiente sejam discutidas e inseridas no meio escolar, no intuito de fomentar no aluno o desenvolvimento crítico no que se refere às questões sociais, culturais, econômicas e tecnológicas ligadas aos temas ambientais.

 

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Figura1: a) Alunos participando da oficina de reciclagem do lixo. b)Porta moedas confeccionado pelos alunos a partir de garrafas PET, como proposta de reutilização do lixo reciclável. Fonte do autor.

 

 

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Propor atividades práticas na escola utilizando as oficinas, o debate e a participação ativa dos alunos vãoalém de ensinar e conscientizar sobre um comportamento ou um conteúdo curricular, trata-se de educar para a vida e acreditar em um futuro com pessoas conscientes em um meio ambiente saudável para todos. Cabe ao professor a utilização de recursos didáticos que estimulem a aprendizagem por confronto de posições individuais e cooperação dos pares. Esse confronto, amparado pela mediação irá promover assim, o desenvolvimento cognitivo do sujeito epistêmico.

De acordo com os resultados obtidos nesta proposta pedagógica é possível considerar que as atividades de EA realizadas por meio de metodologias que valorizam a participação ativa dos estudantes, como os debates e as oficinas, são capazes de sensibilizá-los para a problemática ambiental, pois eles se empenharam em debater as questões do lixo, discutiram seu próprio comportamento e o da sociedade, se entusiasmaram com a confecção de um produto feito de material reciclável. Além disso, foi possível perceber, através das questões respondidas, que eles ampliaram seus conhecimentos e possivelmente venham a mudar suas atitudes em relação ao meio ambiente.

 

 

REFERÊNCIAS

ABDALA, W. J. S; RODRIGUES, F. M; ANDRADE, J. B. S. Educação  ambiental e coleta seletiva: Importância e contextualização no mundo atual. Revista Travessia, Unioste, 2008.

AMARAL,J.A.; BEZERRA, C.S.; CARMO, F.N.A.; ALVES, N.T.O.; MOURA, D.S.; FERREIRA, E.R.G.; PEREIRA, C.I.V. Construção e Avaliação de modelos didáticos destinados ao ensino-aprendizagem de Biologia. Sistema de Gerenciamento de Conferências (OCS), V CONNEPI, 2010. Disponível em: http://connepi.ifal.edu.br/ Acesso em : 15 de outrubro de 2016.

AUSUBEL, D.P., NOVAK, J.D. e HANESIAN, H. Psicologia educacional. Rio de Janeiro, Interamericana, 1980.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parametros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental: Lingua Portuguesa. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF,1998.

BRASIL. Ministério da Educação, Coordenação Geral de Educação Ambiental: Ministério do Meio Ambiente, Departamento de Educação Ambiental: Vamos cuidar do Brasil: conceitos e práticas em educação ambiental na escola. UNESCO, 2007 Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/publicacao3.pdf/ Acesso em: 19/12/16.

BONWEL, C. C.; EISON, J. A. Active Learning: Creating Excitement in the Classroon. 1. ed. The George Washington University, One Dupont Circle, Suite 630, Washington: ASHEERIC Higher Education Report. ERIC Clearinghouse on Higher Education, 1991. 121p. Disponível em: Acesso em: 20 de fev. 2016.

DACACHE, F.M. Uma proposta de Educação Ambiental utilizando o lixo como tema interdisciplinar, 2004 xi+80p. 30 cm. Dissertação (Mestrado em Ciência Ambiental) – Universidade Federal Fluminense, 2004.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 17ºͣ.  ed. Rio de Janeiro.  Paz e Terra, 1987.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa / Paulo Freire - 51ͣ  ed – Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2015.

KRUGER, E. L. Uma abordagem sistemica da atual crise ambiental. In DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE. Curitiba, n.4, 2001.

OLIVEIRA, W. A. PráticasInstrucionais de Aprendizagem Ativa em Física para o Ensino Médio. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Física, Universidade Federal de Mato Grosso, 2014.

PINHEIRO, et al. Percepção ambiental: uma análise sobre a política dos 3R´s em um colégio estadual na cidade de Palmas – TO. Relatórios de Estágios - Tecnologia em Gestão Ambiental (Superior) 2011/1. Disponível em: <http://www.catolica-to.edu.br/portal/tecnologia-em-gestao-ambiental estagios>. Acesso em: 19 de dezembro de 2016.

SEGURA, D. S. B. Educação ambiental na escola pública: da curiosidade ingênua à consciência crítica. São Paulo: Annablume: Fapesp, 2001.

ZUBEN, F. V. Meio Ambiente, Cidadania e Educação. Departamento de Multimeios. Unicamp. Tetra Pak Ltda. 1998

 

 

 



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