ISSN 1678-0701
Número 61, Ano XVI.
Setembro-Novembro/2017.
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11/09/2017O USO DE INSETÁRIO COMO METODOLOGIA ATIVA PARA O ENSINO DE ZOOLOGIA  
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O USO DE INSETÁRIO COMO METODOLOGIA ATIVA PARA O ENSINO DE ZOOLOGIA

 

Nathália Queiroz. Graduada em Ciências Biológicas, Centro Universidade Módulo, Caraguatatuba, Brasil (natha_queiro@hotmail.com)

Judith Font Batalla. Professora Dra Adjunto I doCentro Universidade Módulo, Caraguatatuba, Brasil (jfbtgna@hotmail.com)

 

RESUMO

O presente trabalho objetivou o uso do insetário como metodologia ativa para o ensino de Zoologia, isto é, propor um plano de aula que utilize o insetário como um recurso didático. Pode ser utilizado pelo professor como atividade demonstrativa paralelamente à exposição da aula teórica. Todos os trabalhos que envolvem um insetário no ensino tratam-se apenas de sua construção como atividade, visto que não foram encontrados relatos sobre o uso do insetário como um recurso didático no processo de ensino e de aprendizagem. O insetário pode ser utilizado como uma metodologia dinâmica no ensino de zoologia, como um apoio pedagógico. Foram sugeridas propostas de aula, onde são abordados os principais aspectos dos insetos, em que poderão ser apresentados pelo professor e nove exercícios de aplicação aos alunos, em que os mesmos poderão participar passivamente e ativamente. O uso do insetário assim como os diversos recursos didáticos e metodológicos existentes, propiciam maior interesse por parte dos alunos, interação social em sala de aula, e é um meio de aproximação entre professores e alunos, fornecendo grande quantidade de informações.

 

Palavras-chave: Insecta. Insetário. Proposta de ensino. Metodologia ativa.

 

SUMMARY

 

The present work aimed at the use of insecticide as an active methodology for the teaching of Zoology, that is, to propose a lesson plan that uses the insect as a didactic resource. It can be used by the teacher as a demonstrative activity parallel to the theoretical lecture. All the works that involve an instructor in the teaching are only about its construction as an activity, since there were no reports on the use of the instructor as a didactic resource in the process of teaching and learning. The insetário can be used as a dynamic methodology in the teaching of zoology, as a pedagogical support. Classroom proposals were suggested, where the main aspects of insects are discussed, in which they can be presented by the teacher and nine exercises of application to the students, in which they can participate passively and actively. The use of the insetário as well as the diverse didactic and methodological resources exist, provide greater interest on the part of the students, social interaction in the classroom, and is a means of approaching between teachers and students, providing great amount of information.

 

Keywords: Insecta. Insetário. Teaching proposal. Active methodology.

 

1             INTRODUÇÃO

 

O ensino de ciências deve ser o mais prático e didático possível, uma vez que é difícil para o aluno aprender apenas na teoria. Muitas vezes sendo desinteressantes as aulas expositivas, que frequentemente estão baseadas apenas em livros, nos quais os conteúdos são desvinculados do cotidiano do aluno (ALENCAR et al., 2015).

Para o ensino de ciências, precisamos não só de uma renovação epistemológica dos professores, mas que essa venha acompanhada por uma melhoria da teoria do conhecimento dos professores e por uma inovação didática–metodológica de suas aulas. É fundamental um novo posicionamento do professor em suas classes para que os alunos sintam uma segura coerência entre a teoria e a prática (CACHAPUZ et al., 2011).

No ensino de Zoologia, os alunos esperam aulas dinâmicas e práticas, pois em sala de aula fica difícil relacionar os diversos organismos com os ambientes em que vivem e suas funções na natureza. No trabalho sobre a aprendizagem de sistemática e taxonomia zoológica no ensino médio, ARAÚJO et al. (2011) fala da complexidade do tema em que exige um conhecimento mais amplo por parte do aluno, pois há necessidade de apresentar o conteúdo de forma mais didática e visual possível, sem que o aluno faça uso estritamente do livro didático. Ainda segundo os autores, “Trabalhar com Biologia e Ciências sem que o aluno tenha contato direto com material biológico e/ou experimental parece ser um formidável exercício de imaginação” (ARAÚJO et al.,op. cit.).

Os insetos são seres com papel importantíssimo na natureza, o estudo destes organismos em Zoologia é imprescindível, pois é um grupo grande e diversificado estando diretamente relacionado aos seres humanos, num contexto ecológico. Cerca de 70% das espécies de animais conhecidos são representados pelos insetos, o qualé o maior grupo de animais existentes atualmente. Eles vivem em diversos tipos de ambientes e condições e possuem os mais variados hábitos. Alguns são benéficos e outros prejudiciais ao homem (ALMEIDA et al., 2003).

Coleções de insetos podem ser utilizadas principalmente para finalidades didáticas confeccionadas por estudantes ou produzidas por amadores como um hobby. Essas coleções quando seguem corretamente as técnicas de coleta, montagem e preservação servem como importantes fontes de informações, e utilizadas cientificamente como ferramenta de estudo (ALMEIDA et al., 2003).

Um insetário didático proporciona em sala de aula, uma maior aproximação dos alunos com este grupo de animais. Visto que em muitos casos é difícil o professor sair em campo com os alunos para uma aula de Zoologia, e ainda não sendo possível visualizar uma variedade significativa das espécies. A visualização do material biológico desperta no aluno interesse em conhecer e entender as funções ecológicas dos insetos no meio ambiente. “O ensino tradicional de ciências, da escola primária aos cursos de graduação, tem se mostrado pouco eficaz, seja do ponto de vista dos estudantes e professores, quanto das expectativas da sociedade” (BORGES, 2002, p. 292).

O presente trabalho tem como objetivo propor a utilização do insetário como um recurso didático de metodologia ativa para ensino de Zoologia e entomologia, para servir de estratégia de estudo em aulas de Zoologia e facilitar no processo de ensino e de aprendizagem.

 

 

METODOLOGIA

 

Coletas de insetos

 

O insetário pode ser confeccionado pelo professor seguindo algumas técnicas desde a coleta dos insetos, conservação e montagem. Para a coleta dos insetos, o professor pode utilizar diversos equipamentos, tais como o aspirador de insetos (Figura 1), a rede entomológica (Figura 2), a armadilha luminosa (Figura 3), o pitfall (Figura 4), entre outros. Esses materiais podem ser confeccionados pelo próprio professor, precisando apenas de alguns serviços externos. Além de uma Câmara Mortífera ou Vidros letais com algum liquido tóxico dentro para matar os insetos (ALMEIDA et al, 1998).

 

Figura 1: Desenho esquemático do Sugador entomológico.

 


Fonte: ALMEIDA et al. (1998).

 

 

Figura 2: Desenho esquemático da rede entomológica.

Fonte: ALMEIDA et al. (1998).

 

 

Figura 3: Desenho esquemático da Armadilha luminosa Luiz de Queiroz.

Fonte: GARBELOTTO; CAMPOS (2014).

Figura 4: Desenho esquemático do Pitfall

Fonte: ALMEIDA et al. (1998).

 

 

Conservação

 

Após a coleta, o acondicionamento pode ser realizado com caixas de plástico ou de celulose, com um fundo de isopor e bolinhas de naftalina para que não haja a proliferação de fungos. Alguns insetos globosos e de corpo mole,deverão receber uma dose de formol proporcional ao seu tamanho para melhor conservação dos espécimes. Alguns insetos podem ser conservados em meio líquido utilizando álcool 70% ou outros líquidos, como etanol (ou álcool etílico) (CRUZ et al., 2009).

 

Montagem

 

A alfinetagem dos exemplares segue algumas orientações para evitar possíveis danificações nas estruturas importantes do corpo do inseto. Há uma posição correta para inserção do alfinete entomológico em cada grupo de insetos, mas de modo geral, o alfinete é introduzido verticalmente no corpo do exemplar (ALMEIDA et al., 1998).

A identificação dos espécimes foi realizada através de consultas bibliográficas e especialistas em Zoologia, possibilitando a identificação em nível de ordem, família, gênero e espécie. Para a identificação e exposição do insetário: uma etiqueta com o nome da ordem do inseto coletado; país, estado e cidade; local encontrado e nome do coletor devem ser acrescentados junto ao alfinete (CRUZ et al., 2009).

 

Proposta de plano de aula em zoologia

 

O insetário como um recurso didático pode ser utilizado pelo professor como atividade demonstrativa em sala de aula. Segundo KRASILCHICK (2004 apud VILHENA et al., 2010), os modelos demonstrativos permitem o manuseio, produção com materiais simples, de baixo custo e fácil acesso, levando os estudantes a pensarem e assimilar o conteúdo através do seu próprio raciocínio e, o reforço do assunto com interações que exercitem o conhecimento aprendido transformam-se em ferramentas importantes no ensino de ciências e biologia.

O insetário é um recurso pedagógico visual e pode ser usado durante as aulas teóricas como uma estratégia de ensino para o professor. É uma ferramenta de apoio para o ensino de Zoologia e Entomologia, seja no ensino fundamental, no ensino médio e superior.

Este recurso proporciona informações essenciais para o estudo dos insetos. No decorrer da aula, o professor poderá discutir diversos aspectos, utilizando simultaneamente os espécimes, tais como:

 

1.     Definição sobre os insetos (MOORE, 2003).

 

2.     Características distintivas da Classe como o corpo dividido em cabeça, tórax e abdome e diferentes formas de corpo (BARNES et al., 1995).

 

3.     Morfologia externa: os apêndices articulados como um par de antenas, três pares de pernas, palpos e asas e seus diferentes tipos de aparelho bucal (RIBEIRO–COSTA; ROCHA, 2002).

 

4.     Diferentes formas e variações na nervura de asas de insetos (BARNES et al., 1995).

 

5.     Insetos pragas e ou transmissores de doenças como os pulgões, percevejos (Hemiptera), moscas e pernilongos (Diptera), gafanhotos (Ortoptera), formas jovens larvas e lagartas, ou mandruvá (Lepidpteros), (RIBEIRO–COSTA; ROCHA 2002), carunchos (Coleoptera) (TACLA; MORELLO, 1989).

 

6.     Classificação e taxonomia (BARNES et al.,1995).

                                        

 

Após as observações do insetário os alunos poderão responder algumas perguntas sobre a assimilação do conteúdo apresentado. Algumas questões são propostas:

 

 

1.     Quais os eventos mais importantes na evolução da classe insecta? (RIBEIRO–COSTA; ROCHA, 2002).

 

2.     Quais os diferentes modos de vida e comportamentos dos insetos?  (TACLA; MORELLO, 1989).

 

3.     Quais as principais Ordens de insetos? (MOORE, 2003).

 

4.     Quais as relações prejudiciais dos insetos com o homem e plantas? Cite exemplos.

 

5.     Porque os insetos são considerados organismos bioindicadores?

 

6.     Cite as cinco classes de animais pertencentes ao filo Artropoda (MOORE, 2003)?

 

7.     Os insetos são animais abundantes e diversificados.  Diferencie esta classe dos outros organismos do mesmo filo.

 

8.     Quais algumas das funções ecológicas desempenhadas pela Classe Insecta?

 

9.     Quais os fatores que podem influenciar na perda da diversidade e até mesmo na função dos insetos na natureza?

 

 

RESULTADOS E DISCUSSÕES

 

O insetário (Figura 5) é um instrumento dinâmico tanto para sua confecção quanto para sua utilização em sala de aula como recurso didático. O material zoológico fornece grande quantidade de informações, possibilitando ao aluno desenvolver habilidades que favoreçam a aprendizagem técnica e científica (TRIVELATO JR., 2001).

 

Figura 5 Insetário confeccionado como recurso didático

Fonte: QUEIROZ (2015)

 

 

Através de investigações realizadas por FREIRE (1996), foi possível perceber sob o ponto de vista dos professores, que a atividade experimental e de demonstrações são importantes porque mantém os alunos atentos e participativos, de modo que o professor consiga transmitir o conhecimento com maior eficiência, sendo fundamental no processo ensino – aprendizagem.

Durante a aula de zoologia, o professor pode propor vários assuntos sobre o estudo dos Artrópodes, mais especificamente, os insetos, sobretudo devido à facilidade de encontrar e manusear esses tipos de animais.

Sobre a Classe Insecta é importante o estudo evolutivo e citar dados numéricos para evidenciar a importância e abundancia dos insetos na natureza; ensinar taxonomia e filogenia evidenciando as sequências de eventos no desenvolvimento evolutivo das espécies. Podem-se discutir as principais características que diferenciam esta classe dos demais grupos de animais, citando a morfologia e as estruturas corporais, assim como a funcionalidade dos diferentes tipos de aparelhos bucais e apêndices articulados como patas, antenas e palpos.

O estudo desta Classe engloba o papel desempenhado por eles no meio ambiente, as suas diversas funções ecológicas como dispersão de sementes, polinização, fluxo de energia, decomposição, entre outras funções. Nas aulas o professor pode mostrar os insetos transmissores de doenças como os percevejos de cama, o conhecido barbeiro, transmissor da doença de chagas, da ordem dos Hemípteros, mosquitos como o da dengue, entre outros insetos considerados nocivos para o homem. É interessante que o professor apresente para seus alunos fatos curiosos e atuais que promova debates e reflexões.

O presente trabalho resultou em seis aspectos considerados importantes sobre o estudo dos insetos em aulas de zoologia como a definição dos insetos, características distintivas da classe, morfologia externa, diferentes formas e variações na nervura de asas de insetos, insetos praga e transmissores de doenças, assim como a classificação e taxonomia. Estes e outros aspectos poderão ser apresentados pelo professor, de modo que o mesmo relacione e apresente juntamente mostrando o insetário. Os alunos poderão participar passivamente e ativamente observando, tocando e até mesmo manuseando os organismos de acordo com a espécie do inseto.

Como exercício de fixação sobre o conteúdo apresentado, os alunos poderão responder em sala de aula nove questões, em que o professor auxiliará os alunos trazendo informações atuais e de curiosidade, como estudos sobre insetos indicadores de qualidade ambiental, insetos utilizados como alimentação de alguns povos no mundo e uso de insetos pela medicina na descoberta de toxinas capazes de curar doenças.

Os projetos de desenvolvimento e produção de materiais didáticos devem criar uma confluência de valores na comunidade educacional, tornando-a efetiva na implantação de inovações curriculares (BORGES et al., 1996).

As discussões favoráveis defendem que o modelo animal com finalidade didática permite o completo conhecimento dos organismos, proporciona o contato direto com os sistemas complexos que são os seres vivos, e torna o aprendizado inesquecível.No entanto, a crítica à utilização de animais em aulas práticas e demonstrativas, defende que isso refletiria em uma redução da complexidade dos seres vivos. Críticos também alegam que estudantes podem sentir-se traumatizados com o uso de animais em experimentos, tornando-se uma experiência inesquecivelmente desagradável (PAIXÃO, 2008).

Ainda que haja discussões sobre o uso de animais para atividades práticas e de demonstrações no curso de ciências e biologia (FERRARI; PACHULA, 2014), há argumentações positivas que defendem o uso de animais com finalidades didáticas, isso porque os recursos didáticos permitem a completa compreensão sobre os organismos.

            A utilização de recursos didáticos no processo de ensino e de aprendizagem é importante para que o aluno aprenda de fato o conteúdo trabalhado, desenvolvendo sua criatividade, coordenação motora e habilidade de manusear objetos diversos que poderão ser utilizados pelo professor na aplicação de suas aulas (SOUZA, 2007).

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Todos os trabalhos que envolvem um insetário no ensino tratam-se apenas de sua construção como atividade, visto que não foram encontrados relatos sobre o uso do insetário como um recurso didático no processo de ensino e de aprendizagem. Em aulas de zoologia, trabalhar com insetos é importante e fácil uma vez que são animais frequentemente encontrados na natureza e em qualquer ambiente servindo como uma ferramenta no ensino. Os alunos não somente passam a conhecer a diversidade de espécie como também compreendem a importância deles na natureza. E se em vez do professor criar o insetário, propor a coleta e montagem com os alunos, estes se divertem muito e aprendem na prática sobre a variedade morfológica do grupo em diversos aspectos.

Em aulas demonstrativas, citadas por diversos autores de diferentes áreas, os recursos possibilitam que alunos apresentem uma melhoria no vocabulário científico, no seu interesse pela matéria e até mesmo melhoria na participação individual e coletiva. É importante frisar que o maior desempenho do aluno na construção do conhecimento, independente dos recursos metodológicos, depende da atuação do professor, da maneira como se relaciona com seus alunos.

Portanto, o insetário como um recurso didático e metodológico exige a mútua participação entre aluno e professor. Para o professor, o insetário é um apoio pedagógico que permite aulas mais dinâmicas e interessantes para apresentação de seu conteúdo e para o aluno fornece informações de fácil entendimento, pois o aluno não somente vê como pode tocar e trabalhar com o material, propiciando maior interação e servindo como um auxílio no processo de aprendizagem.

 

REFERÊNCIAS

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ALMEIDA, L. M.; RIBEIRO-COSTA, CIBELE, S.; MARINONI, L. Manual de coleta, conservação, montagem e identificação de insetos. 1. ed., Ribeirão Preto, Editora Holos, 1998, p.78.

 

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BARNES, R. S. K.; CALOW, P.; OLIVE, P. J. W. Os invertebrados: uma novasíntese. 2. ed., São Paulo: Atheneu, 1995, p.526.

 

BORGES, A T. Novos rumos para o laboratório escolar de ciências. Cad. Brás. Ens. Fís., v. 19, n.3: 2002, p.291-313. Disponível em <https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/6607>. Acesso em 18 out. 2015.

 

BORGES, O. N.; FILOCRE, J.; GOMES, A. E. Q. Modelo de desenvolvimento de materiais didáticos para o ensino de Física e Ciências. In: V ENCONTRO DE PESQUISADORES EM ENSINO DE FÍSICA, 1996. Anais. Águas de Lindóia: Soc. Brasileira de Física p. 418-433. Disponível em http://www.sbfisica.org.br/v1/arquivos_diversos/EPEF/V/V-Encontro-de-Pesquisa-em-Ensino-de-Fisica.pdf>. Acesso em 28 set. 2015.

 

CACHAPUZ, A.; GIL-PÉREZ; CARVALHO, A. M. P.; PRAIA, J. V.; VILCHES, A. A necessária Renovação do ensino de ciências. 3. ed., São Paulo, Editora Cortez, 2011, p.264.

 

CRUZ, A. H. S.; OLIVEIRA, E.F.; FREITAS, R. A. Manual simplificado de coleta de insetos e formação de insetário. Universidade Federal de Goiás. Ensino a Distância em Biologia. 2009, p. 41. Disponível em <www.uern.br/professor/arquivo_baixar.asp?arq_id=7697>. Acesso em 18 set. 2015.

 

FERRARI, R. C.; PACHULA, M. R. O uso de animais como recurso didático no curso de Ciências Biológicas da UNESP - Rio Claro: análise do posicionamento ético do aluno. In: 14º SEMINÁRIO NACIONAL DE HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA. Anais eletrônicos: 14º SNHCT, Belo Horizonte, Out. 2014. Disponível em <http://www.14snhct.sbhc.org.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=800>. Acesso em 16 out. 2015.

 

FREIRE, A. M. Trabalho experimental na sala de aula: perspectiva dos professores. Pró-posições. v. 7, p: 14 – 23. Março de 1996. Disponível em http://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/proposic/article/view/8644239/11666. Acesso em 28 de outubro de 2015.

 

GASPAR, A.; MONTEIRO, I. C. C. Atividades experimentais de demonstrações em sala de aula: uma análise segundo o referencial da teoria de Vygotsky. Investigações em Ensino de Ciências – 2005. v. 10, n. 2, p. 227-254. Disponível em <http://www.if.ufrgs.br/ienci/artigos/Artigo_ID130/v10_n2_a2005.pdf>. Acesso em 29 out. 2015.

 

GARBELOTTO, T. A.; CAMPOS, L. A. Metodologiasde coleta e conservação. Curitiba, SC, Sociedade Brasileira de Zoologia,2014. 77-78 p. Disponível em <http://books.scielo.org/id/fs5j4/pdf/garbelotto-9788598203089-12.pdf>. Acesso em 27 de out. 2016.

KRASILCHIK, M. Práticas do ensino de biologia. São Paulo: EDUSP, 2004 apud VILHENA, N.Q; PONTES, A. N; PEREIRA, A. S. S; BARBOSA, C. V. O; COSTA, V. M. Modelos didático-pedagógicos: estratégias inovadoras para o ensino de biologia. II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010. Artigo número: 196. ISSN: 2178-6135. Disponível em < http://www.sinect.com.br/anais2010/artigos/EB/196.pdf>.  Acesso em 30 de out. 2015

 

MOORE, J. Uma introdução aos invertebrados. Cambridge University Press. São Paulo, Editora Santos, 2003, p. 356.

 

PAIXÃO, R. L. Métodos substitutivos ao uso de animais vivos no ensino. Ciênc. Vet. Tróp. Recife-PE, v. 11, suplemento 1, abril 2008, p. 88-91. Disponível em <http://paginas.uepa.br/ccbs/ceua/images/stories/documentos/AlternativasanimaisensinoRPaixao88-91.pdf>. Acesso em 31 out. 2015.

 

RIBEIRO-COSTA, C. S.; ROCHA, R. M. Invertebrado: manual de aulas práticas. Ribeirão Preto, Editora Holos, 2002, p. 226.

 

SOUZA, S. E. O uso de recursos didáticos no ensino escolar. 2007; v. 11, suplemento 2, p.110-4. Disponível em <http://www.researchgate.net/publication/266493024_O_USO_DE_RECURSOS_DIDATICOS_NO_ENSINO_ESCOLAR>. Acesso em 25 de out. 2015.

 

TACLA, A.; MORELLO, M. C. M. Como vivem os insetos. 7. ed. São Paulo. Editora Scipione, 1989, p.55.

 

TRIVELATO JR., J. Um obstáculo à aprendizagem de conceitos em biologia: geração espontânea x biogênese. [S.I]:UNESP, 2001, p.46-54.Disponível em: https://www.fc.unesp.br/Home/PosGraduacao/MestradoDoutorado/EducacaoparaaCiencia/revistacienciaeeducacao/cen03a06.pdf>. Acesso em: 26 ago. 2015.



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