ISSN 1678-0701
Número 65, Ano XVII.
Setembro-Novembro/2018.
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Relatos de Experiências

16/09/2018A PERCEPÇÃO DE ESTUDANTES SOBRE ESTRATEGIAS AMBIENTALMENTE MAIS SEGURAS NO CONTROLE DA DENGUE  
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A PERCEPÇÃO DE ESTUDANTES SOBRE ESTRATEGIAS AMBIENTALMENTE MAIS SEGURAS NO CONTROLE DA DENGUE

Janaina Vital de Albuquerque1, Magda Suzana Oliveira Neri2

1Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento em Meio Ambiente (PRODEMA), Universidade Federal de Pernambuco, UFPE.

2Faculdade Santa Helena.



Resumo: O conhecimento popular sobre o uso e a eficácia das plantas contribui de forma relevante para a divulgação de suas propriedades, despertando o interesse de pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, sendo motivo de várias investigações. Sendo assim o estudo tem como objetivo avaliar a percepção de alunos do 5º ano com faixa etária entre 9 e 11 anos de uma escola privada do Recife com relação ao uso de plantas no controle de vetores da Dengue e no cotidiano. A pesquisa foi realizada com 109 alunos utilizando como recurso palestras e apresentações de espécimes vivas afim de ampliar o conhecimento visual e tátil de algumas espécies de plantas medicinais ocorrentes no Brasil. Antes mesmo da iniciação da palestra algumas crianças já demonstravam conhecimento empírico sobre o uso de espécies com finalidades medicinais e para controle de vetores como o Aedes aegypti. Analisando os comentários escrito e com desenhos feitos pelos alunos após as palestras notou-se que os alunos demonstraram conhecimentos de uso de plantas para fim medicinal, para repelir insetos, uso de chás e perfumes e para a fabricação de medicamentos.



Palavras-chave: Conhecimento popular, Educação infantil, Plantas medicinais, Sensibilização ambiental.



Abstract: Popular knowledge about the use and effectiveness of plants contributes in a relevant way to the dissemination of their properties, arousing the interest of researchers from different areas of knowledge, and is the reason for several investigations. The aim of this study was to evaluate the perception of 5th grade students aged 9 to 11 years in a private school in Recife in relation to the use of plants in the control of Dengue vectors and daily life. The research was carried out with 109 students using lectures and presentations of live specimens in order to increase the visual and tactile knowledge of some species of medicinal plants occurring in Brazil. Even before the lecture began, some children had already demonstrated empirical knowledge about the use of species for medicinal purposes and for the control of vectors such as Aedes aegypti. Analyzing the comments written and with drawings made by the students after the lectures it was noticed that the students demonstrated knowledge of using plants for medicinal purpose, to repel insects, use of teas and perfumes and for the manufacture of medicines



Keywords: Popular knowledge, Children's education, Medicinal plants, Environmental awareness.

Introdução



O Aedes aegypti é um desafio para a Saúde Pública, em nível mundial, devido à magnitude da transmissão das arboviroses, a exemplo do vírus da Dengue, Zika vírus, Febre chikungunya e Febre amarela (BRAGA; VALLE, 2007; PINHEIRO, 1986).

Tornar a escola um centro de atividades voltadas à educação em saúde tem sido apresentado atualmente por diversos autores como meio legitimo de proporcionar a tomada de decisões em prol da Saúde Pública sendo abordado de forma mais incisiva a Dengue, arbovirose transmitida pelo A. aegypti (BRASIL, 2004).

É notável a importância das ações de sensibilização ambiental voltados para a diminuição dos impactos trazidos pelas arboviróses transmitidas pelo A. aegypti, ações ligadas a educação ambiental em escolas se mostram uma ferramenta efetiva no controle dos vetores. A junção de ações socioambientais e um sistema de

PNCD deu grande destaque às ações educativas: no Componente 4, que procura consolidar a inserção do Programa de Agentes Comunitários de Saúde e do Programa de Saúde da Família, visando “promover mudanças de hábito da comunidade que contribuam para manter o ambiente doméstico livre do A. aegypti” (BRASIL, 2002) e no Componente 6 que tinha como objetivo o fomento de ações educativas “para a mudança de comportamento e a adoção de práticas para a manutenção do ambiente domiciliar preservado da infestação do A. aegypti”, bem como divulgar informações “sobre ações de educação em saúde e mobilização social para mudança de comportamento e de hábitos da população” (BRASIL, 2002).

O uso desmedido de inseticidas químicos vem ocasionando sérios problemas a saúde ambiental e humana, afetando diretamente seus usuários, contaminando os meios bióticos e abióticos, além de estar favorecendo a resistência dos mosquitos a ações químicas (ABRASCO, 2016).

Araújo (2015), comenta que ao longo de toda evolução humana, milhares de produtos de plantas biologicamente ativos foram identificados e integram o sistema medicinal tradicional com o uso de fitoterapias.

Os produtos biológicos, para controle de vetores, orgânicos ou naturais são considerados com baixa ou nenhuma ação negativa ao ser humano e ao ambiente, além de possuírem eficiência no combate e repelência aos insetos, simplicidade quanto ao manejo e aplicação, e alta disponibilidade para obtenção da matéria prima (OLIVEIRA, 2010).

Nesse sentido, o estudo se destaca em função do grande interesse científico sobre o uso de plantas no controle de vetores, a busca do resgate cultural e a inserção do ambiente escolar como instrumento no controle de vetores. Sendo assim, o buscou-se avaliar a percepção de estudantes de 9 a 11 anos sobre o uso sustentável de plantas no controle de vetóres trasmissores de arboviróses, como uma estratégia mais saudável.



Metodologia



A intervenção foi realizada em uma escola primária na região Metropolitana do Recife. Os participantes são alunos do 5° ano dos turnos da manhã e tarde. Um misto de metodologias foi utilizado para abranger as necessidades para o estudo do trabalho. Inicialmente foi feita pesquisa Documental / Bibliográfica, isto para a fundamentação teórica e ou vertentes lúdicas.

A observação participante possibilita a apropriação e a vivência no mundo da “linguagem natural” dos formadores no seu contexto original. Esse procedimento torna-se elemento constitutivo do processo de conhecimento do objeto pesquisado, sendo esta a nossa metodologia mais utilizada.

Os dados analisados foram obtidos a partir das conversas informais referentes especificamente ao ensino de botânica em geral abordando o uso de plantas no cotidiano e um pós-teste após as palestras onde os alunos foram convidados a relatar em uma folha em branco os pontos mais importantes sobre o uso de plantas e seus conhecimentos, em forma de imagens ou frases.



Resultados



O desenvolvimento de atividades por meio de práticas como recurso de estudo contribui para o aprendizado em todos os níveis de ensino além de influir diretamente no uso sustentável de novas metodologias para controle de vetores.

Analisando os pós-testes evidenciamos um total de 16 citações de uso de plantas para controle de arboviroeses (Quadro 1). Uso de plantas como remédios, para fins alimentícios, para a beleza paisagística e como suporte ambiental é tida com mais força.

Quadro 1. Espécies citadas pelos alunos e sua ação medicamentosa para outros fins medicinais além do controle vetorial.

NOME POPULAR

NOME CIENTÍFICO

AÇÃO ENCONTRADA PARA OUTRAS TERAPIAS

Citronela

Cymbopogon winterianus

Nervosismo, ansiedade, agitação, calmante, bactericida, carminativa.

Cravo-da-india

Syzygium aromaticum

Atividades antissépticas, sendo bastante usado em odontologia.

Hortelã

Mentha x villosa


Espasmolítica, antivomitiva, carminativa, estomáquica, anti-helmíntica e anti-séptica

Laranja

Citrus sinensis

Antibiótica, adstringente, antiescorbútica, antiespasmódica, antinflamatória, anti-séptica, antitérmica, calmante, regulador intestinal.

Limão

Citrus limon






Antibiótica, adstringente, antiescorbútica, antiespasmódica, antiinflamatória, anti-séptica, antitérmica, expectorante, refrescante, sedativa, sudorífera, vermífuga.

Manjericão

Ocimum basilicum


Infecções das vias respiratórias, rachaduras nos mamilos, bronquite, cólicas, febres, flatulência, insônia, problemas digestivos, reumatismo.

Salvia

Salvia officinalis


Dismenorréia, depressão, cansaço, azia, bronquite, flatulência, diabetes, estomatite, reumatismo, vômitos, tosse, menopausa, gengivite, ferimentos, inflamações, infecções nas mucosas.

Tomilho

Thymus vulgaris

Anti-espasmódica, anti-hemíntica, anti-séptica, digestiva, estimulante, cicatrizante, espectorante, afrodisíaca, anti-reumática.



Os alunos associaram o uso dessas plantas também para outros fins medicinais. O uso associado dessas espécies para outros fins medicinais garante um uso sustentável na Saúde Pública.

As ações integradas no controle de vetores influem positivamente para a melhoria e a redescoberta de valores culturais antes usados de forma mais abrangente.

O uso de plantas como repelente não é de hoje. Os relatos de uso de plantas para controle de mosquitos são datados de antes mesmo do grande surto de arboviroses em meados dos anos 80. Trabalhos como o de Kelsey (1984) demonstram sobre a bioatividade de plantas com fins repelentes.Tendo como ponto de partida que os insumos vegetais são medidas de controle e prevenção “gratuitas”, e que, seu uso apenas depende da extração do material na natureza vemos que a produção e a relação sociedade/natureza se estreita mais uma vez.

Essas bases constituem o arcabouço do conhecimento empírico evidenciados partir do resgate cultural no que se diz respeito a utilização da natureza como uma ferramenta para a saúde e manutenção da vida.

Analisando relatos que se referem ao uso de plantas como uma estratégia de controle de vetores sabe-se que os compostos derivados de plantas demonstram ser boa solução não apenas como novas ferramentas eficazes na gestão de vetores, mas também como agentes ambientalmente mais seguros.

Também existem plantas que são usadas como repelentes. E existem muitas plantas medicinais que curam todos os tipos de doenças. ”

A utilização de plantas como sálvia e tomilho e o limão podem ser usadas como repelente. ”

Eu achei muito interessante pois aprendi muito sobre as plantas medicinais que é um remédio natural, é que em vez de usar repelente podemos plantar mudas de plantas que servem como repelente natural e que em vez de tomar comprimidos podemos tomar chá. Eu amo. ”

Minha tia faz um repelente de canela com álcool que ela viu na internet. ”

Nem todas as plantas são iguais, por isso você não pode consumir qualquer planta pensando que ela é medicinal pois no mundo existe plantas para curar a dor e curar diversas doenças”.

É de fundamental importância que os conhecimentos tradicionais sejam passados de forma a manter o conhecimento enraizado. Relatos de algumas crianças onde contatamos o conhecimento empírico sendo de forma direta por familiares vem dando base para a construção de uma forma ambientalmente e de forma geral mais saudável para os seres humanos (Figura 1).

Figura 1. Relatos de alguns alunos sobre o uso de plantas no controle de vetores.

O uso sustentável dos recursos ambientais nos garante uma vida ambientalmente equilibrada e menos danosa ao ambiente. O debate sobre o uso de plantas no controle vetorial, seja ela em forma de repelente, como óleo ou velas é de fundamental importância. A população deve redescobrir o uso tradicional das plantas para que possa escolher o uso ou não de químicos no controle vetorial.

Esses problemas têm levado a população a demandar por ações rápidas das autoridades de saúde, e com isto, as medidas de controle vetorial com uso de substâncias químicas, ou com estratégias consideradas inovadoras (drones, mosquitos estéreis) são promovidas com as soluções salvadoras para o combate ao mosquito transmissor.

O lado invisível dos danos aos ecossistemas e a todo meio de vida biótico, em virtude da utilização de produtos químicos no controle de vetores ainda não foi devidamente estudado. Seus efeitos nocivos são totalmente desconsiderados: alergias, imunotoxicidade, câncer, distúrbios hormonais, neurotoxicidade, dentre outros (ABRASCO, 2016).

Fatores ambientais devem ser levados em consideração, fato confirmado por diversos pesquisadores, informando que o controle de vetores de nada servirá sem um saneamento ambiental de qualidade integrado com a educação popular (AUGUSTO et. al., 2017; CARVALHO, 2013; AUGUSTO; SANTOS; DIDERICHSEN, 2016).

Considerando áreas com pouca ou nenhuma água em torneiras, a problemática da variabilidade climática deve ser vista de forma diferenciada, adequando as estratégias no controle vetorial para essa realidade típica da região semiárida brasileira. Os costumes e tradições devem ser vistos como um marco zero para as redescobertas no controle do A. aegypti.

Os Estados brasileiros precisam assumir sua responsabilidade social e sanitária para transformar as condições que propiciam a proliferação dos criadouros, através de políticas públicas econômicas e sociais, bem como por políticas específicas que afetam diretamente as condições de vida das populações vulneráveis, como a de habitação, urbanização e saneamento. Por fim, considera-se importante a criação de uma Política Pública que priorize o saneamento tal de forma adequada e equânime que consequentemente reduziria o risco de infestação vetorial para as arboviroses e de outros vetores existentes e suas comorbidades relacionadas.

O controle vetorial do A. aegypti deve envolver o planejamento e execução de ações intersetoriais, com envolvimento de diferentes setores da administração do município, como limpeza urbana, saneamento, educação, turismo, meio ambiente e os demais setores base para uma conscientização ambiental, aliados ao desenvolvimento de ações horizontais junto à comunidade que valorizem iniciativas ambientalmente seguras para o controle das arboviroses, buscando a valorização do saber tradicionais.

Uma nova conduta deve ser assumida pela Gestão Pública incorporando conhecimento sobre insumos vegetais de modo sustentável, não uso de químico pelos efeitos maléficos e pela população para caminharem unidos para as redescobertas de novas alternativas, fortalecendo os esforços no controle dos vetores.

As crianças são fundamentais na propagação das informações sobre o mosquito A. aegypti e as doenças por ele transmitidas, Dengue, Zika e chikungunya, principalmente no âmbito familiar.

Eles são peças chaves na mobilização, não só por levarem as informações para casa, mas na formação de uma sociedade mais consciente no futuro.

Para sensibilizar ainda mais as crianças, o Ministério da Saúde lançou o projeto “Crianças contra Zika”, usando a música para ampliar os conhecimentos sobre as doenças e formas de prevenção. Com seis videoclipes, as canções foram compostas por músicos brasileiros e abordam o vírus Zika e o combate ao A. aegypti.

Conclusão



Uma mudança de paradigmas apresenta dificuldades quanto à tomada de decisão pela população organizada e consciente dos possíveis agravos no uso do controle vetorial químico, da criação de novas Políticas Públicas ou ações mais sustentáveis.

É de fundamental importância um resgate das tradicionalidades no uso de planta no controle de vetores principalmente se tratado de áreas com baixo índice de desenvolvimento e monetário. A população pode e deve se unir em busca de novas possibilidades e métodos para a mitigação dos impactos ocorridos devido as arboviroses transmitidas pelo A. aegypti.

A utilização de insumos vegetais vem se caracterizando como uma alternativa ambientalmente segura, potencialmente adequada e mais eficaz como estratégia de combate aos vetores. Acreditamos que a eliminação dos criadouros deve ser realizada com o saneamento ambiental, sobretudo com o abastecimento de água universal e regular, e coleta de resíduos sólidos, com drenagem urbana e com manutenção desses sistemas.

Para além do uso dos químicos, para compreendermos os processos sociais que determinam a ocorrência das arboviroses em populações pobres, devemos olhar para onde e como essas pessoas vivem.

A bioprospecção de plantas se mostra eficaz na descoberta de compostos que apresentem atividade inseticida contra os agentes vetores influenciando no planejamento e gestão de Políticas Públicas para o controle do A. aegypti.

Bibliografia

ABRASCO – Associação Brasileira de Saúde Coletiva. Nota técnica sobre microcefalia e doenças vetoriais relacionadas ao Aedes aegypti: os perigos das abordagens com larvicidas e nebulizações químicas – fumacê. 2016. Disponível em:http://www.abrasco.org.br/site/noticias/institucional/nota-tecnica-sobre-microcefalia-edoencas-vetoriais-relacionadas-ao-A.-aegypti-os-perigos-das-abordagens-comlarvicidas-e-nebulizacoes-quimicas-fumace/15929/. Acessado em out de 2017.

ARAÚJO, C. R. F. de et al. Tradição popular do uso de plantas medicinais: Ação extensionista sobre crenças, uso, manejo e formas de preparo. Revista Saúde e Ciência, v. 4,n. 3, p. 55-69, 2015.

AUGUSTO, L. G. S., et al. Aedes aegypti control in Brazil. The Lancet Infectious Disease, v. 387, n. 10023, p. 1052-1053, 2016.

AUGUSTO, L. G. S.; SANTOS, S. L.; DIDERICHSEN, F. Review of the Aedes aegypti control strategy is needed: chemical warfare or tackling the social determination. WATERLAT-GLOBACIT Research Network, v. 3, p. 62-67, 2016.

BRAGA, I. A.; VALLE, D. Aedes aegypti: inseticidas, mecanismos de ação e resistência. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 16, p. 279-293. 2007. Disponível em: <http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-49742007000400006>. Acesso em: 20 jan. 2018.

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