ISSN 1678-0701
Número 68, Ano XVIII.
Junho-Agosto/2019.
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Arte e ambiente

11/06/2019(ENTRE)LAÇAMENTOS POSSÍVEIS: ECOFEMINISMOQUEER, ARTES VISUAIS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL  
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(ENTRE)LAÇAMENTOS POSSÍVEIS: ECOFEMINISMOQUEER, ARTES VISUAIS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL



Vanessa Cristina Diasi

Cláudia Mariza Mattos Brandãoii



RESUMO: O artigo visa estabelecer inter-relações entre o ecofeminismoqueer, o meio ambiente e a educação em artes visuais, a fim de problematizar as urgências da educação ambiental, da educação em artes e da inserção dos ativismos feministas e lgbtqis nessas temáticas.



Este número da revista é inspirado na afirmativa de Pitágoras de que “O universo é uma harmonia de contrários”, debatendo o tema “Educação Ambiental para lidar com contrariedades”. E isso nos possibilitou abordar um foco específico, que consideramos de interesse a todos os humanos, ou seja, a problematização acerca da constante disseminação de discursos sobre normatividade de gênero, que impedem reflexões sobre outras possibilidades de viver os gêneros e as sexualidades. Tal concepção integra discursos de estruturas binárias, com ideais normativos de gênero e sexualidade, em contraposição à ideia de que masculinidade e feminilidade são conceitos inerentemente relacionais (BUTLER, 2003).

Um modelo normativo de masculinidade requer um modelo normativo de feminilidade, e essas categorias mantêm uma hierarquia de gênero e de heterossexualidade compulsória excludente, desconsiderando um percentual significativo de pessoas que integram a comunidade lgbtqis. As identidades de gêneros como “efeitos de práticas discursivas” (BUTLER, 2003) precisam ser discutidas em todos os âmbitos sociais e educativos, dando visibilidade aos discursos verbais e não-verbais produzidos na contemporaneidade.

Nesse sentido, o presente artigo busca um entrelaçamento entre o ecofeminismoqueer, o meio ambiente e a educação em artes visuais, a fim de problematizar as urgências da educação ambiental, da educação em artes e da inserção dos ativismos feministas e lgbtqis nessas temáticas. Pretendemos assim, refletir e estimular novas percepções e a atribuição de novos sentidos acerca do tema em questão, colaborando para o desenvolvimento de conhecimentos e práticas pedagógicas e artísticas em prol da harmonia e do bom (com)viver.

As perguntas que nos levaram a este trabalho são inúmeras, mas enquanto mulheres artistas feministas engajadas em melhorar a educação brasileira na área das artes visuais, focamos em algumas questões específicas: Como podemos abordar o eco feminismo através das artes visuais? Como falar dos cuidados com o planeta através da subjetividade artística? Como ajudar as/os estudantes a conscientizarem-se acerca dos problemas ambientais e sociais de maneira uníssona?

Usaremos como base para pensar o ecofeminismoqueer e as nossas noções de natureza e meio ambiente, o texto de Greta Claire Gaard (2011), intitulado “Rumo ao ecofeminismoqueer”,articulado às discussões de Edgar Morin sobre a complexidade, e suas reverberações positivas na compreensão do mundo: social, político, histórico e natural.

  1. O pensamento dicotômico ocidental, determinações e dominações

A primeira problematização que queremos trazer, trata-se da questão dos dualismos normativos, o pensamento de valorização hierárquica e a lógica de dominação que juntos caracterizam o quadro ideológico da cultura ocidental. Nesse sentido, queremos questionar a validade do pensamento dicotômico heterossexual, que separa conceitualmente o mundo em termos binários distintos, ou seja, Cultura/Natureza; Razão/Natureza; Masculino/Feminino; Mente/Corpo (natureza); Mestre/Escravo; Razão/Matéria (fisicalidade); Racionalidade/Animalidade (natureza); Razão/Emoção (natureza); Mente, Espírito/Natureza; Liberdade/Necessidade (natureza); Universal/Particular; Humano/Natureza (não humano); Civilizado/Primitivo (natureza); Produção/Reprodução (natureza); Público/Privado; Sujeito/Objeto; Eu/Outro (PLUMWOOD apud GAARD, 2011, p. 199)

Problematizaremos aqui, as dicotomias mente/corpo e razão/emoção. Ambas são oportunas para uma abordagem a partir das artes, visto que refletem um pensamento comum nas sociedades ocidentais, que repercute, inclusive, no meio escolar. Destacando aqui que ainda persiste nas escolas brasileiras a valorização das disciplinas e conteúdos relacionados à racionalidade e ao pensamento lógico, em detrimento de questões relacionadas ao prazer, ao sensível e às emoções.

Aquilo que Rubem Alves aborda de maneira lúdica em seu livro A educação dos Sentidos e mais... (2005)ao dizer que “O corpo carrega duas caixas” referindo-se a caixa de ferramentas e a caixa de brinquedos, que nada mais são do que uma separação entre o que é racional, utilizado para melhorar e facilitar nossas vidas e aquilo que diz respeito ao que segundo o autor “não servem para serem usadas, mas para serem gozadas” (ALVES, 2005, p.9). Ou seja, o que o autor defende como uma união entre razão e sensibilidade, os esforços ocidentais tentam menosprezar, desconsiderando as forças corpóreas e emocionais, quando na verdade essa dicotomia não existe. Por mais que tentemos separar, nossos pensamentos e sensações estão sempre atrelados às nossas ações. Na área das artes isso é mais enfático, pois quando estamos executando uma prática artística, necessitamos tanto de nosso corpo sensível quanto de nosso raciocínio lógico.

Outra dicotomia importante para nossa discussão é cultura/natureza, que a partir do pensamento de Gaard (2011), coloca em tensionamento nossas noções sobre sexualidade, gênero e a exploração da natureza, do meio ambiente. Explicamos melhor: o pensamento eurocêntrico, baseado principalmente nos dogmas e ensinamentos oriundos do catolicismo, hierarquizou as questões do corpo, da sexualidade e da natureza, criando um pensamento que gradativamente substitui Deus/a religião como figuras centrais do mundo e colocando o homem em seu lugar. O Antropocentrismo é a cosmovisão que passou a nortear mentalidades e comportamentos desde a Idade Moderna, e que segue influenciando a cultura contemporânea. Quando pensamos dessa forma, colocamos não o ser humano no centro das atenções, mas o homem branco especificamente, sendo que as mulheres, as/os negras/os, as/os indígenas, as/os lgbtqis e as/os pobres estão todos abaixo do homem nessa hierarquia dicotômica.

Nesse sentido, é possível considerar esse um modelo histórico que determinou o homem enquanto a voz e o poder máximo das sociedades ocidentais. No caso das Américas tal modelo foi replicado em função dos processos colonizadores europeus. Gaard faz um apontamento importante com relação a hierarquia social em que vivemos. Para ela e para as ecofeministas, essa hierarquia não só está ligada somente ao gênero, mas a todos povos considerados “selvagens” e à própria natureza:

A opressão da cultura ocidental sobre a natureza pode ser rastreada, até a construção do macho humano dominante, como um eu fundamentalmente definido pela sua propriedade da razão; e a construção da razão, como definitivamente contrária à natureza e a tudo o que está associado com a natureza, incluindo as mulheres, o corpo, emoções e reprodução (GAARD, 2011, p. 202).

As palavras de Gaard, reafirmando um pensamento binário norteador de atitude sociais, nos conduz a uma segunda problematização muito importante: a questão da subordinação patriarcal, pelas mulheres e pela natureza, e a necessidade de discutir-se tais inter-relações no âmbito escolar.

Frente a tal constatação, cabe aqui lembrar que uma educação que vise à formação de cidadãos com participação ativa, reflexiva e crítica, na vida em sociedade, precisa privilegiar processos educativos que não separam arte e ciência, pois é vital “conhecer o humano situado no Universo” (MORIN, 2000, p. 37). Isso, pois relacionar saberes/conteúdos na busca da compreensão do tempo presente, “se trata, enfim, de demonstrar que, em toda grande obra, de literatura, de cinema, de poesia, de música, de pintura, de escultura, há um pensamento profundo sobre a condição humana” (id., p. 45). Logo, é possível destacar que o processo de recomposição das práticas sociais e individuais e o consequente redimensionando dessas relações, em acordo com os novos contextos históricos, exige uma mudança de postura que precisa ser despertada/estimulada e que tem na arte um excelente meio.

As orientações da Conferência de Tbilisiiii[i]explicitam a importância dos sentidos e da subjetividade para a compreensão da complexidade das relações humanas, sociais, políticas e com a natureza, ressaltando a relevância de atividades culturais e artísticas para o desenvolvimento de uma consciência cidadã. A possibilidade de conhecimento compartilhado, o estímulo à capacidade de reflexão crítica e a efetiva contribuição da arte no processo de desenvolvimento cultural dos povos são importantes instrumentos para a ruptura com pensamentos hegemônicos e dicotômicos, e a ampliação de costumes sociais que favoreçam uma mudança de atitudes, sob a perspectiva de compreensão das relações sistêmicas.

2. Consonâncias entre Arte e Natureza

A metáfora da “mãe natureza” vêm ultimamente sendo combatida pelas ecofeministas, pois as construções de gênero, como explicamos acima, colocaram as mulheres inferiorizadas em relação aos homens. Então, quando algo ou alguém é feminizado, entendemos que há uma tentativa de menosprezar, diminuir. E, por que temos o hábito de relacionar a natureza ao modelo normativo de uma mulher heterossexual?

Ao refletirmos sobre tais questões, o nome de Ana Mendietaiv (1948 – 1985), uma performer, escultora, pintora e vídeo artista cubana, torna-se especialmente significativo. Artista singular, Mendieta utilizou o corpo e a paisagem para problematizar questões latentes de suas experiências pessoais, assim como pertencimento, construção de identidades, despossessão e desterritorialização. Tal postura está relacionada à consciência da necessidade de discutir o corpo feminino dessexualizado como objeto da representação, uma proposta contextualizada na época em que o pós-estruturalismo e o pós-colonialismo começavam a dominar os discursos.

Sobre uma de suas séries mais conhecidas, Carla Souto Rodríguez aponta:

Podemos ver na série Silhuetas (1973-1980) como Ana Mendieta joga com a não-representação e com as ausências que proclamam uma anterior presença corporal que ainda conseguimos distinguir mediante subtrações e adições. As pegadas corporeas que ocasiona, abrem a possibilidade de os fatos acontecerem ou não, em vez da permanência do objeto. Os registos do corpo desaparecem, mas este desaparecimento não implica uma não-materialidade, pelo contrário, é parte de uma certa existência. As ausências e a não permanência da obra estão ligadas a impossibilidade de uma identidade estável e permanentemente fixada embora presente e frutífera (RODRÍGUEZ, 2018, p. 15).

Figura 1: Ana Mendieta, Imagem de Yagul (da série Silueta), fotografia, 1973.

Fonte: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/Arte/article/view/13533

Na Silueta Series (Figura 1) a artista criou silhuetas femininas mescladas à paisagem natural, utilizando muitas vezes o seu próprio corpo e materiais naturais, assim como o barro, areia, grama, folhas, galhos e até mesmo sangue. A obra de Mendieta tem um caráter autobiográfico marcante, focada em discussões que perpassam temas como o feminismo e a violência, geralmente associados aos quatro elementos da natureza, assim remetendo a uma conexão física e espiritual com a Terra:

Eu tenho criado um diálogo entre a paisagem e o corpo feminino (baseado em minha própria silhueta). Acredito que tenha sido resultado direto de ter sido arruinada da minha pátria (Cuba) durante minha adolescência. Sou sobrecarregada do sentimento de ser expulsa desde o ventre (da natureza) para a luta. Minha arte é a maneira que eu reestabeleço os laços que me unem ao universo. É o retorno à fonte materna. Através das esculturas do corpo, eu me torno uma com a Terra. Eu me torno extensão da natureza e a natureza se torna uma extensão do meu corpo” (MENDIETA, s/d, tradução nossav).

Embora Mendieta estabeleça uma relação matriarcal com a natureza, numa direção contrária à pretendida por Gaard (2011, p. 214): “apelos à natureza têm sido muitas vezes utilizados para justificar as normas sociais em detrimento das mulheres, natureza, queers e pessoas não brancas”, ela tensiona e desequilibra o pensamento hegemônico, antropomorfizando a terra e destacando a mutante e efêmera condição humana. Isso, pois a artista estava consciente do pensamento machista dominante, seja por sua experiência com o regime cubano, seja por suas relações amorosas:

A terra é agora mais do que um material escultórico que liga a obra à natureza, mas que vive e morre com ela. Ana Mendieta mostra uma conexão com a terra, com a sua própria feminilidade e cresce dentro dessa afirmação. Quer isto dizer, reforça-se no feminino (o mais criticado) e o potência como o seu interior. Contudo, são estratégias para afirmar o seu trabalho num imperante mundo de homens, porque a identidade é algo que construímos, não algo que temos, segundo as palavras de Judith Butler (RODRÍGUEZ, 2018, p. 16).

Figura 2: Ana Mendieta, Guanaroca (Esculturas Rupestres), 1981, Cuba.

Fonte: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/Arte/article/view/13533

Sendo assim, a utilização da natureza e seus materiais (Figura 2), deve ser pensada em relação direta ao contexto social e político da artista e aos tensionamentos que deseja estabelecer. No caso de Mendieta, a artista uniu o pensamento matriarcal relacionado à natureza a sua brusca saída de Cuba rumo ao EUA, e a consequente busca por suas raízes e ancestralidade, relacionada, portanto, a questões identitárias e de pertencimento.

Identificamos assim, que uma análise da obra da artista pelo viés da antropologia social, para além das questões estéticas que suscita, traduz uma abordagem metodológica das artes visuais atrelada a uma cosmovisão segundo a qual “os outros moram em nós, e nós moramos nos outros” (MORIN, 2002, p. 35), remetendo à questão fundamental da identidade dos vários atores socioculturais que coabitam no cotidiano contemporâneo. E isso nos permite reconhecer a importância do pensamento de Edgar Morin para uma educação efetivamente (trans)formadora, visto que:

as universidades tem um papel basilar no desenvolvimento de sociedades com maior qualidade de vida. Ele (Morin) alerta, porém, que para isso é preciso mudar o nosso modo de pensar. O autor defende a ideia de que, diferente de separar o conhecimento em “compartimentos”, fragmentando-o, devemos pensar em como a complexidade pode levar a uma conexão entre os vários modos de ponderar e ver o mundo ao redor (BRANDÃO, 2012, p. 15).

Trata-se, então, de inter-relacionar significativamente as diferentes áreas do conhecimento, em especial, Artes Visuais e Educação Ambiental, como no caso desse artigo, para que assim sejam viáveis abordagens significativas no âmbito escolar acerca de temas fundamentais para a vida em sociedade.

3. Considerações finais

O desenvolvimento mercantil-capitalista desencadeado no Renascimentovivestabeleceu um conflito entre a ordem estática da Idade Média e a nova ordem essencialmente dinâmica. O homem renascentista tinha a convicção de que deveria haver correspondência profunda entre a perfeição física e a espiritual. Ele considerava que captando a beleza física, por meio da pintura como espelho, poderia de algum modo alcançar a perfeição espiritual. E tal postura revela um sintoma da profunda modificação dos valores estabelecida nesse momento de transição paradigmática, sendo o “retrato” um dos primeiros temas privilegiado pela pintura renascentista.

Com uma postura diametralmente oposta à dos renascentistas, cuja cosmovisão antropocêntrica coloca o humano acima de tudo, Ana Mendieta, dentre outras artistas, busca integrar-se ao mundo natural, numa atitude de reconhecimento da condição humana como mais um elemento compondo o círculo da vida sobre o planeta. Além disso, a artista problematiza a sua condição de mulher convivendo numa situação de desigualdade e inferioridade, num mundo que dicotomiza o pensamento, colocando em situação de oposição homens e mulheres. Como Gaard (2011, p. 198) ressalta: “A libertação das mulheres – o objetivo de todos os ramos do feminismo – não pode ser plenamente realizada sem a libertação da natureza” e vice-versa.

Vemos, portanto, a importância de discussões no âmbito das artes visuais associadas a uma perspectiva ecofeministaqueer, através das quais é possível dar visibilidade às intrínsecas relações entre a libertação das mulheres e da natureza, do erótico e das/os queers, de um pensar ainda hegemônico e excludente que em nosso país diariamente produz mortes físicas, silenciamentos sociais e degradação ambiental. As conexões conceituais entre a opressão das mulheres, natureza e queersexplicita tal necessidade, pois, como diz um texto anônimo que circula nas redes sociais: “Nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado”!

Referências

ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

ALVES, Rubem. A educação dos Sentidos e mais... Campinas: Editora Versus, 2005.

BRANDÃO, Cláudia Mariza Mattos. Entre Photos, Graphias, Imaginários e Memórias: a (re)invenção do serprofess@r. Tese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Educação. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2012. Disponível em: <http://repositorio.ufpel.edu.br:8080/bitstream/123456789/1678/1/Claudia%20Mariza%20Mattos%20Brandao_Tese.pdf>.

BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. 5ªed. São Paulo: Global, 1998.

GAARD, Greta Claire. Rumo ao ecofeminismoqueer. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 19, n. 1, p. 197, jan. 2011. ISSN 1806-9584. Disponível em:<https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/S0104-026X2011000100015>.

MENDIETA, Ana. PAIN OF CUBA / BODY I AM.Tate Modern, s/d.Disponível em: https://www.tate.org.uk/whats-on/tate-modern/film/<https://www.tate.org.uk/whats-on/tate-modern/film/ana-mendieta-pain-cuba-body-i-am>ana-mendieta-pain-cuba-body-i-am<https://www.tate.org.uk/whats-on/tate-modern/film/ana-mendieta-pain-cuba-body-i-am>

MORIN, Edgar. O método 5: a humanidade da humanidade. Porto Alegre, RS: Sulina, 2002.

RODRÍGUEZ, Carla Souto. Entendimento de uma própria paisagem. Processos de conhecimento entre a relação da escultura, do corpo feminino e a natureza. Repositório Universidade de Lisboa, set. 2018. Disponível em: <http://repositorio.ul.pt/jspui/bitstream/10451/37908/2/ULFBA_TES1211_DIS_corrigida_Carla%20Souto.pdf>



iAcadêmica do curso de Artes Visuais – Licenciatura, pesquisadora do PhotoGraphein – Núcleo de Pesquisa em Fotografia e Educação (UFPel/CNPq). vanessacristinadias_@live.com

iiDoutora em Educação, mestre em Educação Ambiental, professora do curso de Artes Visuais – Licenciatura e do Programa de Pós-Graduação Mestrado em Artes Visuais, do Centro de Artes, da Universidade Federal de Pelotas. É coordenadora do PhotoGraphein - Núcleo de Pesquisa em Fotografia e Educação (UFPel/CNPq). attos@vetorial.net

iiiDocumento elaborado pelos participantes/representantes dos Estados membros presentes à Primeira Conferência Intergovernamental em Educação Ambiental (Geórgia, CEI, 1977) realizada pela UNESCO em cooperação com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) (DIAS, 1998, p. 61).

ivPara saber mais sobre a obra da artista assista “ANA MENDIETA: PARA CONHECER E ENTENDER A ARTE CONTEMPORÂNEA | SABRINA MOURA”, disponível em:

https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=hRuQmpwHTcc

vI have been carrying on a dialogue between the landscape and the female body (based on my own silhouette). I believe this to be a direct result of me having been torn away from my homeland during my adolescence. I am overwhelmed by the feeling of having been cast from the womb (nature). My art is the way I reestablish the bonds that tie me to this universe (MENDIETA, s/d).

viDesignação do movimento literário, artístico e filosófico que começa no fim do século XIV e vai até o fim do século XVI, correspondendo ao início da Idade Moderna. A partir do século X, a palavra e o conceito de Renascimento representam a renovação moral, intelectual e política decorrente do retorno aos valores da civilização greco-romana (ABBAGNANO, 2000, p. 852).




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